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10.05.2009
NUTRIÇÃO E SAÚDE BUCAL
Quando falamos em boca, nos vem à mente os lábios, a língua e os dentes. Nossos dentes estão ligados por meio de sangue e nervos, ao coração e ao cérebro, portanto, a saúde dos dentes e da gengiva, está ligada ao corpo inteiro.
Os alimentos que ingerimos têm importantes funções na formação dos dentes e em sua manutenção, nos alimentar adequadamente, ajuda a ter dentes saudáveis, uma dieta equilibrada e mais qualidade de vida.
Nutrição e a dieta têm efeito importante sobre os dentes, gengiva e mucosa oral. Deficiências nutricionais têm impacto sobre os dentes ainda no período pré-eruptivo, sendo uma das causas de defeitos no desenvolvimento do esmalte.
Para uma boa saúde dentária é importante, além dos cuidados relacionados à higiene, uma alimentação cuidadosa, que ajuda a formação dentária, protege os dentes de cáries e mantém a gengiva saudável.
O cálcio, ajuda a formar dentes e ossos saudáveis, e a vitamina D, que o organismo usa para absorver o cálcio. A utilização dessa vitamina é potencializada através dos raios solares, por isso é fundamental a exposição da criança ao sol. Além do cálcio, os minerais necessários para a formação do esmalte dentário são o fósforo (presente em grande quantidade na carne, peixe e ovos) e o magnésio (encontrado nos cereais integrais, na beterraba, no espinafre e na banana). As frutas e vegetal cor de laranja e as hortaliças verde-escuras são boa fonte de beta-caroteno que também ajudam a construir ossos e dentes fortes.
Sandra Helena Mathias Motta
Nutricionista
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9.28.2009
Dia Mundial da Alimentação “Alcançar a Segurança Alimentar em Época de Crise”.
Definições, Nutrição x Agenda 21, Nutrição x Agricultura, Nutrição x Meio Ambiente, Segurança Alimentar e Nutricional, fome · Tagged Nutrição, fome, Direito à alimentação, sustentabilidade, dia mundial alimentação, eventos
Há um mês do Dia Mundial da Alimentação conheça melhor sobre esta data.
Histórico
Em novembro de 1979 durante a Conferência da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) foi instituído o Dia Mundial da Alimentação. O dia escolhido foi 16 de outubro, aniversário da FAO.
Há 28 anos esta data é comemorada em cerca de 180 países.
Fonte: http://www.fao.org/getinvolved/worldfoodday/worldfoodday-history/en/ ( consultada em 7/07/09)
Objetivos
Tornar o público consciente quanto à natureza da fome no mundo;
Estimular uma atenção maior em todos os países e um esforço maior nacional, bilateral, multilateral e governamental para este fim;
Estimular a cooperação econômica e técnica entre países em desenvolvimento;
Promover a participação das populações rurais, especialmente das mulheres e dos grupos menos privilegiados, nas decisões e atividades que afetam suas condições de vida;
Aumentar a consciência pública da natureza do problema da fome no mundo;
Pover a transferência de tecnologias ao mundo em desenvolvimento;
mentar sempre mais o sentido de solidariedade nacional e internacional na luta contra a fome, a má nutrição e a pobreza.
Eventos 2009 – Brasil
Brasil, a Semana Mundial de Alimentação, de 11 a 17 de outubro, deverá ter uma vasta programação nacional. Assim como acontece todos os anos, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgãos públicos e entidades parceiras participarão de inúmeros eventos pelo país.
Neste ano, uma das metas do Consea é ver aprovada no Congresso Nacional a PEC 047/2003, que inclui a alimentação entre os direitos sociais de todos os brasileiros. A PEC já foi aprovada pelo Senado e tramita na Câmara, onde está sendo analisada por uma Comissão Especial.
Fonte : http://www.fomezero.gov.br/noticias/dia-mundial-da-alimentacao-2009-alcancar-a-seguranca-alimentar-em-epoca-de-crise
Sandra Helena Mathias Motta
Nutricionista
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9.13.2009

O excesso de peso, além de atrapalhar na produtividade do funcionário, é o grande causador de doenças e acidentes no trabalho. Os funcionários obesos tendem a faltar ao trabalho duas vezes mais do que aqueles que estão com peso normal.
40% dos brasileiros estão acima do peso e 10% são obesos. Este problema, já considerado epidêmico, é o principal agravante de doenças como a síndrome metabólica (elevação dos índices glicose, colesterol, triglicérides, LDL no sangue, elevação da pressão arterial e acúmulo de gordura abdominal). As pessoas com síndrome metabólica, têm três vezes mais chances de sofrer um problema cardiovascular em relação às pessoas que não sofrem dessa síndrome.
Desnutrição é um outro problema grave, muitos que apresentam esse quadro são também obesos. A desnutrição ligada à obesidade advém de uma alimentação à base de fast-food e produtos com baixo valor nutricional.
Impedir o aumento da obesidade no País seria apenas um dos benefícios que a execução bem direcionada do PAT (Programa de Alimentação ao Trabalhador que nasceu da Lei 6.321 criada pelo ex-ministro do trabalho Arnaldo Prieto). Tem como base, garantir alimentação aos trabalhadores de baixa renda. É administrado por meio de uma gestão compartilhada entre empresa (que arca com 79,5% das despesas do programa), governo (0,5%) e funcionário (20%).
Se o PAT fizesse uma campanha de reeducação alimentar, este problema no Brasil pode ser rapidamente resolvido.
Muitos acidentes de trabalho, problemas na produtividade e atestado médicos poderiam ser facilmente combatidos, se as empresas e restaurantes conveniados, estabelecerem uma política nutricionalmente benéfica para os funcionários usando o PAT.
O Sistema Único de Saúde gasta mais de um bilhão de reais por ano para tratamentos de pacientes acometidos por doenças decorrentes a obesidade.
Segundo a Associação Brasileira para estudo da obesidade o quadro deve se agravar nos próximos anos em função dos alimentos hipercalóricos e gordurosos presentes no cardápio de crianças e adolescentes.
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8.16.2009

LEGUMINOSAS
Leguminosas, das quais os feijões são os principais representantes, são grãos que dão em vagens e que representa um grande papel na alimentação. universal.
São Feijões, sojas, ervilhas, lentilhas, grãos de bico, amendoins, são exemplos de leguminosas.
Dizem os orientais quem tem soja, tem carne, ovos e leite.
Os Italianos chamam os feijões de “a carne dos pobres“ em nosso país, o feijão faz parte da alimentação popular.
A lentilha é a leguminosa mais antiga a ser consumida entre os povos do Mediterrâneo.
VALOR NUTRITIVO DAS LEGUMINOSAS
As proteínas das leguminosas contêm todos os aminoácidos, essenciais e não essenciais, numa proporção muito semelhante às proteínas de origem animal.
Vitaminas B1, B2, B6, niacina e folatos, muito importantes para o bom funcionamento do sistema nervoso e da pele estão presentes em abundancia nas leguminosas.
Todos as leguminosas contêm de duas a três vezes mais ferro do que a carne. Trata-se do ferro não heme que não é bem absorvido pelo organismo. Mas, no entanto se ingerido ao lado de um alimento rico em vitamina C é absorvido em níveis semelhantes ao ferro heme encontrado em alimentos de origem animal.
A tradicional laranja, caipirinha acompanhando aquela feijoada não é só porque é gostoso! É a vitamina C presente na laranja e no limão favorecendo a absorção do ferro contido no feijão pelo organismo. “Viva a sábia cultura popular!!”
As leguminosas possuem de 15% a 30% de fibras, quantidade que excede a dos cereais integrais.
O cozimento desses alimentos é muito importante: Os grãos secos devem ser bem lavados e cozidos na própria água em que ficarem de molho.
Já os grãos verdes devem ser cortados bem fininhos e cozidos por aproximadamente 20 minutos.
RECEITA
Ingredientes:
100 gr de ervilhas cozida
1 xícara (chá) de agrião picado
1 unidade de cenoura ralada
2 xícaras (chá) de broto de feijão
1 colher (sopa) de shoyu
1 colher (sopa) de suco de laranja
1 colher (chá) de azeite
1 colher (chá) de catchup
sal à gosto
Preparação:
Refogue o broto de feijão por 5 minutos. A seguir misture a cenoura ralada. Arrume numa travessa; o agrião, as ervilhas e o broto de feijão.Misture tudo ao lado do shoyu, suco de laranja, azeite e catchup e Bom apetite!!!
Rendimento:
4 porções
Cyber cook
Sandra Helena Mathias Motta
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8.03.2009

INFLUENZA A (H1N1)
Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória causada pelo vírus A. Devido a mutações no vírus e transmissão de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Para evitar a gripe H1N1, além do reforço na higiene, outro fator que pode ajudar na prevenção desta e de outras doenças é a boa alimentação.
Alimentação balanceada e rica em frutas, legumes e verduras é essencial para ajudar o sistema de defesas do corpo a combater doenças.
A deficiência energética e proteica está na origem de várias doenças", o estado nutricional é um dos fatores que influenciam a condição imunológica das pessoas. Boa alimentação não significa comer demais. Há casos de obesidade em que o individuo é considerado desnutrido.
Boa alimentação não significa receitas ou ingredientes complexos no dia a dia. A maioria dos aminoácidos de que precisamos para a formação de proteínas está no arroz e no feijão, as proteínas são de extrema importância para o organismo por sua função construtora e reparadora. Elas participam da formação de hormônios, enzimas e anticorpos.
A alimentação contribui para fortalecer o sistema imunológico. Micronutrientes, como vitaminas e sais minerais, podem melhorar a resposta imunológica, estimular a resistência e presentes nos vegetais, frutas e cereais.
A famosa vitamina C estimula o sistema imunológico e também auxilia na produção de células de defesa e previne gripes e resfriados.
Para as pessoas dos chamados grupos de risco para a gripe H1N1, idosos com mais de 60 anos, crianças até dois anos, gestantes e lactantes, a alimentação saudável é ainda mais importante. "Essas pessoas estão nos grupo de risco por apresentarem o sistema imunológico mais fragilizado".
Recomenda-se que as pessoas que foram acometidas por outras patologias reforcem a alimentação. Em alguns dos casos de contaminação por gripe H1N1, a chamada comorbidade, “doença já existente”, contribuiu para evolução dos casos.
Pessoas contaminadas pelo vírus do H1N1, além de comer equilibradamente, devem descansar. O sono, tem função reparadora. Beber bastante água também ajuda na recuperação.
Para quem tem dúvidas sobre seu estado nutricional, o ideal é procurar um nutricionista.
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7.20.2009

OBESIDADE
A Obesidade é reconhecida hoje como importante problema de saúde pública. É doença crônica, progressiva, fatal, geneticamente relacionada e caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura e desenvolvimento de outras doenças. O número de obesos no Brasil e no mundo tem aumentado com muita rapidez.
Um estudo comparativo do Setor de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP mostrou que, em apenas duas décadas (entre 1974 e 1997), o número de pessoas obesas no Brasil quase triplicou. Outra pesquisa, feita pela Organização Mundial de Saúde (OMS), indicou que o aumento da obesidade é um problema que atinge vários países.
A obesidade é uma doença que depende de vários fatores para se desenvolver: a genética da pessoa, fatores culturais e étnicos, sua predisposição biológica, estilo de vida e principalmente hábitos alimentares.
As pessoas, no entanto, engordam por uma simples questão: consomem mais calorias do que gastam. Em outras palavras, não se alimentam de forma equilibrada e muitas levam uma vida sedentária. Se o corpo não usa a energia que ingeriu, por meio de atividades físicas, essa energia se transforma em gordura e se acumula no corpo, causando o aumento de peso.
Como a perda de peso é algo que requer muita força de vontade e disciplina, melhor do que combater é prevenir. O cuidado com a obesidade começa já na infância.
Além dos problemas psicológicos, a obesidade está relacionada a problemas de saúde que incluem: Diabetes tipo 2, Doenças Cardiovasculares, Hipertensão Arterial, Colelitíase ( calculo de vesícula) e Esteatose Hepática (acumulo de gordura no fígado), complicações nas articulações como osteoartrite e gota, problemas pulmonares incluindo apnéia do sono e no sistema reprodutivo de mulheres. A obesidade também está relacionada a taxas mais altas de incidência de certos tipos de câncer.
Uma dieta saudável deve ser incentivada desde a infância, evitando que a criança apresente peso acima do normal. Além disso, atividades físicas, lazer são a melhor forma de prevenir a obesidade.
Sandra Helena Mathias Motta
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7.12.2009

A química é perfeita! É uma saborosa parceria! O encontro do arroz com o feijão assegura um invejável arranjo de nutrientes. O que falta em um, o outro fornece. Por exemplo: o arroz é pobre no aminoácido lisina, que por sua vez é encontrado em abundância no feijão; já o aminoácido metionina é pobre no feijão, mas tem em abundância no arroz.
Quando esses aminoácidos estão juntos, são muito mais eficientes na reparação de tecidos do organismo inteiro. Tal performance é rara de ver entre os vegetais. Geralmente são alimentos de origem animal, como as carnes, que apresentam esse perfil protéico.
A união também equilibra o índice glicêmico. Enquanto o arroz sozinho, principalmente o polido, pode acontecer de elevar as taxas de açúcar e insulina na circulação, o feijão tem o poder de diminuir esse efeito, o que mantém a glicose estabilizada. A mistura é, portanto, bem-vinda para manter a glicemia em níveis adequados e diminuir o risco do diabete.
Confira as propriedades nutricionais:
Arroz (1 colher de sopa):
Calorias: 41 kcal
Carboidratos: 8,07 g
Proteínas: 0,58 g
Lipídeos: 0,73 g
Colesterol: 0
Feijão (1 colher de sopa):
Calorias: 58 kcal
Carboidratos: 10,6 g
Proteínas: 3,53 g
Lipídeos: 0,18 g
Colesterol: 0
Dicas de preparo...
Quando temos preguiça de pensar no que fazer para comer, devemos sempre lembrar primeiro do arroz com feijão, e logo o restante da refeição virá, facilmente, à cabeça... Sem nenhum sacrifício.
Na hora de cozinhar, prefira as formas mais simples de preparo:
1. Aposte no básico alho com cebola e óleo vegetal em vez de turbinar a receita com bacon ou manteiga, associações calóricas e ricas em colesterol;
2. Não exagerar nas porções. Dessa forma, dá para consumir a dupla até no jantar;
3. Durante a semana, evite as receitas elaboradas e calóricas dos risotos e as feijoadas, que, dependendo do peso da pessoa, pode até fazer parte de uma refeição especial, em ocasiões especiais;
4. Cuidado com as farinhas de milho e mandioca, que costumam ser adicionadas ao arroz e feijão, pois elas têm o dobro das calorias do arroz. Pior ainda as farofas, que nada mais são do que farinhas acrescidas de manteiga, bacon, ovos..Nesses casos, as calorias são muito mais que o dobro.
5. Quando quisermos sofisticar o arroz e o feijão, sendo politicamente corretos, optamos pelas versões saborosas e nutritivas do arroz à grega, colorimos o arroz com o vermelho da beterraba, com o verde do espinafre ou com o amarelo da cenoura e servimos na forma de um bolo divertidamente colorido. Podemos ainda servi-lo em pratos de saladas de arroz integral no verão ou até optar pela simplicidade das canjas no inverno. O arroz sempre será bem vindo;
6. Com relação ao feijão, pode ser adicionado às sopas ou servido como o simples caldinho temperado que agrada a todos como prato de entrada. No verão, nada mais versátil, nutritivo e de grande poder de saciedade que as saladas de feijão branco ou feijão fradinho, temperados com tomate e cebola, podendo ainda ser adicionado o grão de bico compondo uma maravilhosa salada de grãos.
Sandra Helena Mathias Motta
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7.06.2009
O alho é uma planta de cultivo milenar oriunda do Oriente e da Europa pertence à família das "Liláceas” seu nome científico é “allium sativum”, segundo historiadores os egípcios consumiam alho em abundância.
Seu uso é empregado largamente como tempero em todas as cozinhas, seus “dentes” tem gosto característico e ativo, se comporta como um excitante do apetite.
O alho apresenta propriedades bactericidas, preventivo de doenças cardiovasculares é ótimo contra a hipertensão, seus efeitos são potencializados quando o alho é triturado ou cortado. Pelo seu efeito bactericida extermina bactérias malignas do intestino, combate o câncer grastrointestinal por impedir o crescimento das células cancerígenas.
Fortalece o sistema imunológico como um todo, aumentando a resistência orgânica a infecções, fluidifica e desodoriza as secreções no caso de bronquite, tuberculose, diminui a tosse, provoca a expectoração. Pode ser utilizado também em ferimentos e cortes de prego enferrujado, espinhos, espetos de madeira e cacos de vidro, mordedura de animais peçonhentos, promove a desintoxicação do sangue.
O uso regular do alho aumenta a longevidade reduz os riscos de infarto, reduz o colesterol LDL (ruim), aumenta o colesterol HDL (bom) combate bactérias e vírus, previne a aterosclerose, o câncer. Ativa o funcionamento do fígado, cura hemorróidas e varizes, elimina prisão de ventre, combate o ácido úrico, aliviando dores musculares e articulares como reumatismo, gota e ciática.
Elimina o cansaço, melhora visão, é indicado contra dores de cabeça, insônias e nevralgias, elimina vermes como: Ascaris lumbricoides (popularmente conhecida como lumbriga) e Taenia solium (solitária), auxilia no emagrecimento, bom para os rins e herpes. Alivia o diabetes tipo 1 e proporciona uma qualidade de vida mais saudável como um todo.
COMPOSIÇÃO EM CADA 100 GRAMAS
Energia 140,00 kcal
Carboidratos 29,30 g
Proteínas 5,30 g
Lipídios 0,20 g
Fibras 1,66 g
Potássio 4 00,00 mg
Vitamina B1 (Tiamina) 02,00 mcg
Vitamina C (Ácido ascórbico) 31,10mg
Ácido Fólico 3,10 mg
Fósforo 150,00 mg
Cobre 0,26 mg
Cálcio 181,00 mg
Selênio 24,90 mg
Ferro 1,70 mg
Zinco 8,83 mg
Podemos observar a presença de altos teores dos elementos zinco e selênio, minerais esses que combatem os radicais livres por serem minerais antioxidante.
O zinco intervém em várias reações químicas do organismo, tendo a função de manter a pele, cabelo e unhas saudáveis, e também no desenvolvimento e funcionamento dos órgãos reprodutores.
Frutos secos, leguminosas, gérmen de trigo, carnes, frutos do mar (principalmente ostras) e queijos curados são importantes fontes de zinco.
Selênio é um mineral essencial no corpo humano. Protege as células contra os efeitos dos radicais livres.
O selênio é obtido na dieta com a ingestão de cereais, carne, peixe e ovos. Castanha do Pará é uma fonte particularmente rica de selênio.
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6.29.2009

MAÇÃ
Originária do sudeste europeu e do sudoeste asiático, há mais de 1500 variedades de maçã. Graças à dominação romana, o cultivo da maçã se difundiu em grande parte da Europa, até a Inglaterra e Alemanha. Na época do descobrimento da América, já eram conhecidas muitas centenas de variedades de maçãs. Os primeiros colonizadores trouxeram consigo sementes e plantas das melhores variedades, razão pela qual, a cultura desta fruta se difundiu na América com muita rapidez. O mesmo aconteceu com o leste Asiático.
É bem antiga a introdução do plantio de maçãs no Brasil. Santa Catarina destaca-se por apresentar clima mais adequado.
As variedades mais conhecidas são a Gala, a Fuji, Granny Smith, Golden Delicious e Red Delicious.
NUTRIÇÃO
Calorias cada 100g têm em média 63 calorias. As maçãs médias pesam cerca de 150g, com um total de 95 calorias.
Contém vitaminas B1, B2, A, além de fósforo, ferro e potássio. É rica em fibras e ajuda no processo digestivo.
Rica em pectina, substância que protege a mucosa do aparelho digestivo e que ajuda a dar ponto em geléias. A pectina é uma das melhores fibras de alimentos para controlar os teores de colesterol. Ela também torna a absorção de glicose menos eficiente, fazendo com que o açúcar penetre no sangue mais lentamente. Isto é bom para os diabéticos, evitando desta maneira que não ocorra aumento da glicemia, em pico da insulina.
Tem substâncias fitoquímicas como o ácido elágico que pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer e o octacosanol que ajuda a prevenir a doença de Parkinson.
O ácido málico ajuda a tirar as impurezas do sangue e também é ótima para o cérebro, pois contém ácido fosfórico numa forma facilmente digerível.
Contribui para um sono tranqüilo, principalmente consumindo o chá da casca da maçã.
Impede a formação de cálculos.
O ideal é consumi-la ao natural com casca, pois assim você vai aproveitar mais suas vitaminas e os sais minerais.
A maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade , reumatismo, gota, diabetes. A sua casca seca é empregada como chá para purificar o sangue e como diurético.
Para melhor aproveitamento das suas vitaminas, o ideal é consumi-la ao natural com casca, pois é junto dela que estão a maior parte das suas vitaminas e os sais minerais.
Na hora de comprar, escolha as de casca de cor acentuada e brilhante, polpa firme, pesadas, sem partes moles, furos ou rachaduras. Nessas condições ela se conserva até um mês na geladeira.
Seu período de safra vai de janeiro a abril.
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6.22.2009

Nutrição e Esporte
O rendimento dos atletas vem aumentando gradativamente. Os sucessivos recordes alcançados por esportistas de todas as áreas mostram claramente maior preparo físico.
A alimentação deve ser equilibrada e diversificada, contendo todos os grupos alimentares, priorizando sempre os carboidratos. A dieta é realizada, na medida do possível, respeitando os hábitos alimentares do atleta. Há necessidade de uma investigação, anamnese, avaliação corporal e exames laboratoriais e, se for necessário, pode ser aplicada uma dieta para tentar corrigir algum desvio alimentar existente ou que possa futuramente levar a alguma patologia. O objetivo primeiro deve ser a saúde do atleta e depois a performance.
A alimentação está relacionada não somente ao tipo de esporte, mas também à intensidade e duração da atividade, levando em consideração variáveis como a necessidade nutricional do indivíduo, de acordo com composição corporal e com o gasto energético do esporte praticado.
O organismo utiliza diferentes fontes de energia – glicose, ácidos graxos e aminoácidos. Nos exercícios mais intensos e rápidos, como corrida de velocidade ou levantamento de peso, o organismo usa basicamente a glicose como combustível para os músculos, proveniente do armazenamento de glicogênio. Nos esportes intermitentes e de menor intensidade, como basquete, futebol e corrida, o organismo também solicita a glicose como fonte de energia, porém a gordura é predominantemente oxidada como fonte de energia.
Nas práticas esportivas o organismo terá diferentes demandas por vitaminas e sais minerais que regulam o metabolismo. Assim, deve-se considerar a função antioxidante de alguns alimentos e também outras substâncias capazes de melhorar a performance.
Para os atletas o principal objetivo em ter uma alimentação adequada consiste em: proporcionar quantidades ideais de energia ao corpo.
Os alimentos ricos em Carboidratos como cereais, massas, pães, batata e mandioca, arroz e frutas; fornecem a principal fonte de energia para o organismo.
Os alimentos ricos em Proteínas como as carnes, o leite e seus derivados (queijos e iogurtes) e os ovos; promovem o reparo e a construção dos tecidos
As frutas e verduras são fontes de Vitaminas e Minerais, que desempenham papéis importantes facilitando a transferência de energia e a síntese dos tecidos, além de serem anti-oxidantes prevenindo o envelhecimento das células.
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6.14.2009

DOENÇA DE ALZHEIMER
A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais freqüente após os 65 anos. Produzindo assim, a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar. Que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento.
As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas (conjunto de funções intelectuais). Alguns estudos apontam como fatores importantes para o desenvolvimento da doença:
Aspectos neuroquímicos: diminuição de substâncias através das quais se transmite o impulso nervoso entre os neurônios, tais como a acetilcolina e noradrenalina.
Outras possíveis causas
Aspectos ambientais: exposição/intoxicação por alumínio e manganês.
Aspectos infecciosos: como infecções cerebrais e da medula espinhal.
Pré-disposição genética em algumas famílias, não necessariamente hereditária.
No idoso com demência, o ato de alimentar-se pode ser mais complicado, pois pela confusão mental e pela dificuldade de realizar até as mais simples tarefas, como "fazer seu próprio prato" e levar o garfo à boca, pode gerar stress, cansaço para ele e seus cuidadores.
O controle do peso do idoso é importante e deve ser feito mensalmente. Na doença de Alzheimer e nas outras patologias que cruzam com demência, em fases mais avançadas, os idosos podem apresentar perda de peso, lenta e gradual, mesmo com a dieta correta e adequada.
Se o idoso tem bom apetite, não apresenta problemas para engolir, é independente na mesa, e alimenta-se com (carnes, ovos, leite, cereais, legumes, verduras, pães, sucos, frutas), ótimo!
Agora, se é um idoso dependente, que necessita de ajuda para comer, engasga com facilidade, mastiga com dificuldade a dieta tem que ser pastosa, temos que variá-la ao máximo, para não causar desnutrição, principalmente de proteínas.
DIETA PASTOSA RICA EM PROTEÍNAS ANIMAIS
MINGAU: enriquecer o leite com frutas liquidificadas ou amassadas, gema de ovo pré-cozida ou geleia de frutas
VITAMINAS: adicionar ao leite, farináceos à base de cereais integrais, com ou sem açúcar, sorvetes em massa, leite em pó.
CARNE: liquidificadas e adicionar em purês.
VEGETAIS FOLHOSOS: adicionar a purês.
CEREAIS: Papa de arroz, angu.
LEGUMINOSAS: amassar com garfo ou passar em peneira fina.
SOPAS: Tipo cremes, preparadas em molho branco; à base de leguminosas liquidificadas, ou fubá com adição de carnes.
PÃES: de forma sem casca; adicionadas ao leite (papinha); doces ou roscas.
QUEIJOS: cremosos ou em pastas.
SOBREMESAS: pavês, mousses, pudins, arroz doce, curau, frutas cozidas ou em pasta.
LÍQUIDOS: leite ou iogurtes batidos com farináceos ou frutas; sucos de frutas e legumes com adição de farináceos.
*Borges, V.C.; Silva, M.L.T.; Waitzberg,D.L.; Desnutrição e terapia nutricional na Dç de Alzheimer. Revista Brasileira de Alzheimer. 1997; 01: 09-13.
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6.08.2009

Alimentos transgênicos
Os alimentos transgênicos são aqueles cujas sementes foram alteradas com o DNA (material genético localizado no interior das células) de outro ser vivo (como uma bactéria ou fungo) para funcionarem como inseticidas naturais ou resistirem a um determinado tipo de herbicida. Surgiram no início dos anos 80, quando cientistas conseguiram transferir genes específicos de um ser vivo para outro.
A comercialização de transgênicos ainda é polêmica. Empresas, produtores e cientistas que defendem a nova tecnologia dizem que ela vai aumentar a produtividade e baratear o preço do produto, além de permitir a redução dos agrotóxicos utilizados.
Os que a atacam, como os ambientalistas e outra parcela de pesquisadores afirmam que o produto é perigoso: ainda não se conhece nem os seus efeitos sobre a saúde humana nem o impacto que pode causar ao meio ambiente.
Apesar de proibida a produção destes alimentos no Brasil, nada garante que o consumidor já não esteja comendo produtos transgênicos sem saber. Eles podem estar chegando a partir da importação de alimentos e matérias-primas de países como a Argentina e os Estados Unidos, que já cultivam e comercializam os transgênicos há alguns anos.
Alimentos Transgênicos
Pontos positivos dos alimentos transgênicos
Aumento da produção de alimentos
Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento
Pontos negativos dos alimentos transgênicos
Aumento das reações alérgicas;
As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.
Alguns países que cultivam alimentos transgênicos
Estados Unidos: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola, milho.
União Européia: tomate, canola, soja, algodão.
Argentina: soja, milho, algodão.
No mundo todo, pesquisadores e cientistas estão desenvolvendo pesquisas sobre quais são as reais consequências da utilização de alimentos genéticos no organismo humano e no meio-ambiente. Consumidores de países onde já ocorre a comercialização de alimentos transgênicos exigem a sua rotulagem, assim como estão sendo feito com os orgânicos, para que possam ser distinguidos na hora da escolha do alimento.
Rotulagem dos alimentos transgênicos
Um outro tema abordado quando se discute os alimentos transgênicos é o da rotulagem dos produtos. Todo o cidadão tem o direito de saber o que irá consumir. Por isto, a descrição da composição do alimento e o gene que foi inserido no produto, devem ser informados. Além dos rótulos dos produtos nacionais é necessário que sejam analisados os produtos importados produzidos através da biotecnologia.
No meio de todas as discussões, uma certeza reina entre cientistas, representantes do governo e da defesa do consumidor: é preciso investir em pesquisa e aprimorar os estudos.
Fontes:
www1.uol.com.br
Cartilha Novas Tecnologias - Procon-PBH
Publicação do IDEC/SP
Sandra Helena Mathias Motta
Nutricionista
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6.01.2009

TRANSTORNO ALIMENTAR
Os Transtornos Alimentares são definidos como desvios do comportamento alimentar que podem levar ao emagrecimento extremo ou à obesidade, entre outros problemas físicos e incapacidades. Os principais tipos de Transtornos Alimentares são: a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa. Essas duas patologias são intimamente relacionadas por apresentarem alguns sintomas em comum, uma idéia prevalente envolvendo a preocupação excessiva com o peso, uma representação alterada da forma corporal e um medo patológico de engordar. Em ambos os quadros os pacientes estabelecem um julgamento de si mesmo indevidamente baseado na forma física, distorcida.
O impacto que os Transtornos Alimentares exercem sobre as mulheres é mais prevalente, mas a incidência masculina está aumentando assustadoramente. A Vigorexia (Desenvolvimento muscular), por exemplo, tem sido predominante nos homens, mas já se estão detectando casos de mulheres obcecadas pelo músculo.
ANOREXIA NERVOSA
A Anorexia nervosa é um transtorno emocional que consiste numa perda de peso derivada e num intenso temor da obesidade. A Anorexia Nervosa acomete preferentemente a mulheres jovens entre 14 e 18 anos.
Os sintomas mais freqüentes são:
Medo intenso a ganhar peso, mantendo-o abaixo do valor mínimo normal.
Pouca ingestão de alimentos ou dietas severas
imagem corporal distorcida
Sensação de estar gordo quando se está magro
grande perda de peso (freqüentemente em um período breve de tempo)
Sentimento de culpa ou depreciação por ter comido
Hiperatividade e exercício físico excessivo
Perda da menstruação
Excessiva sensibilidade ao frio
Mudanças no caráter (irritabilidade, tristeza, insônia, etc.)
BULIMIA NERVOSA
Bulimia Nervosa é um transtorno mental que se caracteriza por episódios repetidos de ingestão excessiva de alimentos num curto espaço de tempo (as crises bulímicas), seguido por uma preocupação exagerada sobre o controle do peso corporal, preocupação esta que leva a pessoa a adotar condutas inadequadas e perigosas para sua saúde. A Bulimia Nervosa também acomete preferentemente a mulheres jovens ainda que algo maiores que em Anorexia.
Os sintomas mais freqüentes são:
* Comer compulsivamente, escondido.
* Preocupação constante em torno da comida e do peso,
* Condutas inapropriadas para compensar a ingestão excessiva com o fim de não ganhar peso, tais como o uso excessivo de fármacos, laxantes, diuréticos e vômitos auto-provocados.
* Erosão do esmalte dentário, podendo levar à perda dos dentes,
* Mudanças no estado emocional, tais como depressão, tristeza, sentimentos de culpa e ódio para si mesma.
Nutrição para transtornos alimentares
Uma boa nutrição é essencial a todos e especialmente às pessoas em recuperação de um transtorno alimentar. O tratamento deve ser orientado por um nutricionista, ao de um psicoterapeuta.
Parte de um plano de tratamento eficaz consiste em ajudar a pessoa a regressar a um padrão de alimentação saudável. O corpo de uma pessoa que tem passado fome está num estado terrível e precisa de alimentos nutritivos para recuperar energia, restabelecer o equilíbrio químico e melhorar a clareza mental.
Os seguintes alimentos podem ajudar na recuperação de um transtorno alimentar:
● Alimentos integrais concedem nutrientes que revitalizam o corpo. O pão de centeio integral, arroz integral, fruta e legumes frescos e carnes magras darão aos corpos desgastados um aumento de energia. As comidas processadas oferecem açúcar, xarope de milho com alto teor de frutose, gordura, cereais refinados e muito pouco no que diz respeito a nutrientes;
● O cálcio presente em produtos lácteos magros e vegetais folhados ajudam a fortalecer os ossos e os dentes. As dietas excessivas roubam cálcio aos ossos, tornando-os frágeis. As jovens que sofrem devido a um transtorno alimentar mostraram ter uma massa óssea semelhante à de mulheres idosas. Para além do mais, vomitar em excesso destrói o esmalte dos dentes;
● Carnes magras, legumes e peixe proporcionam as proteínas necessárias para o corpo mal nutrido precisa;
● Os ácidos gordos do Ômega 3 encontrado no peixe, ovos e nozes, estimulam o coração. Quem sofre de anorexia corre o risco de ter problemas cardíacos e arritmia cardíaca, pois o corpo não tem gordura suficiente para sustentar o funcionamento cardíaco.
● Os líquidos e sódio da água e bebidas desportivas são necessários para restabelecer o equilíbrio de eletrólitos e restituir a perda de água devido à desidratação provocada por vomitar em excesso, ou pelo uso de laxantes e de diuréticos.
Os atletas que sofrem de transtornos alimentares precisam de aconselhamento nutricional especializado. esportes como a luta livre, corrida, ballet e ginástica, que dão ênfase a corpos magros, apresentam um número excepcionalmente elevado de praticantes com transtornos alimentares. Estes atletas restringem a comida, têm um índice de massa corporal muito baixo, abusam de bebidas protéicas e suplementos e tentam perder o peso da água com diuréticos e saunas.
Os atletas devem concentrar-se numa alimentação baseada em alimentos em vez de suplementos, carboidratos e gorduras para a energia, proteínas para os músculos, eletrólitos (sais minerais) e vitaminas para manter o desempenho e o equilíbrio nutricional.
As práticas de boa nutrição podem ajudar a prevenir transtornos alimentares. Os jovens vão buscar a sua imagem corporal e auto-estima ao mundo que os rodeia. Envolver as crianças na preparação da comida e ensinar a eles, reconhecer imagens corporais realistas pode prepará-las para hábitos saudáveis que podem ser úteis ao longo da vida.
Procure sinais de aviso que possam indicar que uma pessoa jovem possa estar a caminho de um transtorno alimentar: contar obsessivamente as calorias de tudo o que se come, só ingerir alimentos pobre em gordura, dizer que está gorda, quando de fato está muito magra, abusar de laxantes, pesar constantemente e fazer exercício em excesso são sinais de alerta e um especialista deve ser procurado imediatamente. Incentivar as crianças e adolescentes em desenvolver hábitos alimentares saudáveis é a melhor maneira de evitar um transtorno alimentar.
Sandra Helena Mathias Motta
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5.25.2009

NUTRIÇÃO E MENOPAUSA
A menopausa é um evento natural, que toda mulher, após certa idade, experimentará. Tem como característica principal a parada das menstruações e o aparecimento dos sintomas vasomotores, como os fogachos ou ondas de calor definido como uma sensação súbita e breve de calor, que se espalha pela região do tórax, do pescoço e da face, de intensidade e freqüência variáveis. Pode acontecer após palpitação, sensação de pressão na cabeça e ansiedade. São acompanhados, por vezes, de suores e sensação de frio. Por diminuição da produção de hormônios femininos pelos ovários.
Devido a isso, alimentos ricos em beta caroteno (Cenoura, abóbora, folhas verde escuras), (peixes e carnes vermelhas magras), vitamina C ( Frutas cítricas), Vitamina E (Nozes, castanhas e óleos vegetais), Zinco (leite e cereais interais), Manganês (nozes, castanhas, amêndoas), selênio ( Peixes, frutos do mar, cereais integrais), Cálcio (leite e derivados) devem ser inseridos no cardápio e ajudam a mulher passa por essa fase tranquilamente. Como também, a soja por ser rica em isoflavona.
A isoflavona é um composto da soja, também chamado de fitoestrogênio, que atua na prevenção de doenças crônico-degenerativas, como o câncer de mama, de colo de útero e de próstata. Sua estrutura química é semelhante ao estrógeno (hormônio feminino) e, por isso, é uma substância capaz de aliviar os efeitos da menopausa.
A isoflavona da soja constitui-se uma alternativa para a mulher com sintomas da menopausa. Seu uso não altera o peso corporal ou a pressão arterial. Não se observam efeitos sobre a mama ou o útero, não provoca sangramentos.
A isoflavona da soja apresenta boa tolerabilidade, com poucos efeitos adversos. Entretanto, deve ser evitada por mulheres que apresentam contra-indicações ao uso de hormônios, por tratar-se de um fitohormônio. É importante também conhecer a procedência do produto, que deve apresentar aprovação pela ANVISA.
Bebidas alcoólicas, refrigerantes, doces, frituras, cafeína, enlatados, devem ser evitados para diminuir as chances de gordura abdominal e os riscos de doenças cardiovasculares.
Exercícios físicos, abolição do tabagismo, e claro! Alimentação saudável são os segredos para envelhecer com qualidade e respeito pelo corpo e com muita saúde!
Sandra Helena Mathias Motta
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5.18.2009

ALIMENTAÇÃO E GRIPE
Pode a sua dieta reduzir o risco de apanhar gripe? Sim! Uma dieta saudável pode ajudar a reduzir o aparecimento de espirros, nariz entupido, tosse, febre. Sintomas da gripe
Uma alimentação saudável aumenta e reforça o seu sistema imunológico, e pode mesmo impedir que fique de cama com gripe. A chave é não esperar até ficar doente para fazer estas mudanças; precisa rever a sua dieta alimentar e estilo de vida antes que o vírus da gripe ataque.
Confie em alimentos saudáveis.
Alimentos saudáveis são muito melhores que suplementos para a prevenção da gripe, porque através de alimentos conseguimos todo um pacote nutricional. Por exemplo, comer uma laranja é melhor do que tomar vitamina C porque a laranja oferece um conjunto de nutrientes como: magnésio, potássio, folato, vitamina B6 e flavonóides ricos em antioxidante.
Mesmo sabendo que a vitamina C é importante para um sistema imunológico saudável, os estudos não mostram que ingerir grandes doses de vitamina C, consegue impedir o vírus da gripe de atuar. Contudo, sabemos também que comer frutas e vegetais ricos em vitamina C ajuda a tornar o sistema imunológico mais forte. O seu sistema imunológico é o que o protege de infecções virais, e os alimentos que comemos têm um impacto muito significativo na sua capacidade de combater vírus como o da gripe. A razão para as frutas e vegetais serem melhores para o sistema imunológico é porque também contêm vitaminas A e E, tal como os flavonóides que trabalham em conjunto com a vitamina C para tornar o sistema imunológico, e todo o corpo, saudável.
Coma mais frutas e vegetais
No inverno a tendência é comer menos frutas e vegetais e o que devemos fazer é exatamente o contrário, de acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS), deve ingerir pelo menos 5 porções de frutas e legumes por dia de modo a obter as vitaminas, minerais, fibras e antioxidante que necessitamos tudo o que precisamos para um sistema imunológico forte e saudável.
Uma das formas mais simples de aumentar a ingestão de frutas e legumes é incorporar sucos naturais na sua dieta. Contudo, nem todos os sucos são adequados. Certifique-se que escolhe sucos com 100% fruta, porque os outros sucos contêm açucares e calorias em excesso e muitos possuem cloreto de sódio (sal de cozinha) para aumentar a validade do produto. As laranjas, por exemplo, são geralmente mais baratas no inverno, o que contribui para a prevenção das gripes.
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5.11.2009
A vitamina C tornou-se popular em virtude do seu papel como antioxidante, com potencial de oferecer proteção contra algumas doenças e contra os aspectos degenerativos do envelhecimento.
A vitamina C (também conhecida como ácido ascórbico) é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas complexas necessárias para o funcionamento adequado do organismo. É uma das vitaminas hidrossolúveis, o que significa que seu organismo usa o que necessita e elimina o excesso.
A vitamina C é encontrada em alimentos como frutas cítricas, tomates, morangos, pimentão-doce e brócolis. A melhor maneira de se obter a quantidade necessária é por meio de uma alimentação saudável e rica em vitamina C. Uma dieta rica em frutas e vegetais também pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer.
A deficiência de vitamina C pode causar doenças cardiovasculares, câncer, envelhecimento precoce, imunodeficiências, propensão a contrair virose, flacidez da pele, dificuldade de cicatrização, escorbuto e distúrbios emocionais.
Algumas pessoas tomam grandes quantidades de suplementos vitamínicos porque acreditam que podem evitar algumas doenças, como resfriados. Entretanto, essas suposições não foram comprovadas. Ingerir quantidades excessivas de vitamina C (mais do que 100mg por dia, aproximadamente) pode causar náuseas, cólicas estomacais, diarréia e cálculos renais.
ALIMENTOS QUE CONTÉM VITAMINA C
Morangos (uma xícara, cortados).....95 mg
Mamão (uma xícara, cubos).............85 mg
Kiwi (um, médio)...............................75 mg
Laranja (uma, média)........................70 mg
Suco de laranja (1/2 xícara)..............50 mg
Manga (uma xícara, cortada)...........45 mg
Pimentão vermelho ou verde...........65mg / Cru Cozido... 50mg
Brócolis (1/2 xícara, cozido).............60mg
Couve (uma xícara, cozida) ............50mg
Couve-de-bruxelas (1/2 xícara, cozida)....50mg
Ervilhas cozidas.......40mg / Frescas Congeladas....20mg
Fonte: Hospital Santa Lúcia
Sandra Helena Mathias Motta
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5.04.2009
Além do saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação.
É excelente substituto da carne, sendo de mais fácil digestão por possuir pouca gordura. É rico em proteínas, sais minerais (como o cálcio, fósforo, iodo e cobalto) e vitaminas A, D e B, responsáveis pelo bom desenvolvimento do organismo. O cálcio e o fósforo são importantes para o cérebro, evitando assim o cansaço mental.
Para que não perca suas propriedades nutritivas, o peixe descongelado não pode ser novamente congelado. Ele deve ser descongelado na geladeira, podendo estragar se for descongelado na água corrente.
algumas espécies desse alimento são gordurosas, como o Salmão que é rico em Ômega 3, uma gordura saudável que eleva o bom colesterol (HDL) e diminui o mal colesterol (LDL), diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e ajuda no combate das inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas. Mas, em geral, o peixe tem bem menos gordura do que carne vermelha e frango.
Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes, pode ser introduzido na alimentação da criança (juntamente com carne de boi e frango) assim que esta, começar a receber os alimentos complementares (em torno de 6 meses de idade), exceto se houver historia familiar de alergia a peixe. Neste caso, sua introdução pode esperar mais um pouco e, quando realizada, deve ser ofertado um tipo de peixe de cada vez e a criança deve ficar sob observação. Uma ótima alternativa é o cação, devido não ter espinhos. A introdução de peixe na alimentação da criança é importante, para garantir o suprimento de ferro e proteger-lhe do risco de anemia.
E não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.
SALMÃO LIGHT
Por: Eliane Costa Cruz Cunha Peixoto
INGREDIENTES
1 kg de salmão em filés
Suco de um limão
Alecrim
100 g de manteiga light Itambé
Alcaparras
Sal a gosto
2 colheres de shoyo
MODO DE PREPARO
Tempere o salmão com limão e sal. Coloque em uma forma para ir ao forno. Jogue por cima o alecrim, as alcaparras e a manteiga em pedaços. Pré-aqueça o forno. Cubra o salmão temperado com papel alumínio e deixe no forno alto por 15 minutos. Retire o papel alumínio, regue com o shoyo e deixe no forno até terminar de dourar. Sirva com arroz branco e batatas sautée.
Sandra Helena Mathias Motta
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4.27.2009
Quem nunca escutou a expressão "o cabelo é a moldura do rosto"? A verdade é que os cabelos têm um papel fundamental na composição da nossa aparência.
Uma alimentação variada, rica em verduras, legumes, frutas, carnes e leite, fracionados devidamente durante o dia, respeitando o seu valor energético total não é só importante para a saúde, mas também para a beleza da sua pele, unhas e cabelos.
Problemas nutricionais deixam os cabelos secos, quebradiços e sem vida. E quando oleosos demais, podem representar uma dieta desequilibrada. Deficiências de algumas vitaminas e minerais também causam prejuízos, como queda de cabelos.
- Aminoácidos e Proteínas - Estimulam o crescimento e o fortalecimento dos cabelos. Encontrados em carnes, ovos, leite, derivados do leite, grãos.
- Cobre - Estimula o crescimento dos cabelos. Presente em nozes, castanhas e ostras.
- Ferro - Combate anemias e problemas dos cabelos relacionados a deficiências de ferro. Encontrado em fígado, gérmen de trigo, amêndoas, passas, feijão / lentilha e folhas escuras.
- Zinco - Estimula o crescimento dos cabelos e reduz a oleosidade. Presente na carne, gérmen de trigo, levedo de cerveja, nozes, gema de ovo
- Óleo de linhaça - Melhora a aparência e o brilho dos cabelos. Encontrado nos grãos de linhaça e nos pães feitos com grãos de linhaça.
- Complexo B, Vitamina C, Vitamina E e CoQ10 - Diminuem a calvície e deixam o cabelo mais bonito.
* Complexo B (soja, lentilha, gema de ovo, abacate, cenoura, semente de girassol, peixes),
* Vitamina C (acerola, goiaba, couve, brócolis, pimentão verde, espinafre, laranja, morango),
*Vitamina E (óleo de gérmen de trigo, óleo de girassol, nozes, amendoim)
*Coenzima Q10 (CoQ10) é essencial para a produção de energia de cada célula no corpo. Laticínios, carnes, aves, e peixes.
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4.20.2009

Autor: Chico Damaso
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou, na última quarta-feira, 15 de abril, um alerta sobre a contaminação de agrotóxicos nos alimentos vendidos nos supermercados. Por meio de um estudo, foram avaliadas 17 culturas entre frutas, verduras e legumes. Das 1.173 amostras coletadas, 15,29% estavam irregulares quanto aos resíduos de agrotóxicos.
O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, aproveitou sua participação no lançamento da sétima edição do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) para destacar o alerta dado pelo governo, profissionais de saúde pública e entidades médicas para a sociedade sobre a necessidade de mudança do padrão alimentar. Segundo Temporão, comer menos gordura e aumentar a quantidade de frutas, legumes e verduras são importantes desde que os alimentos sejam seguros para o consumo.
Ingredientes proibidos
Os resultados insatisfatórios referem-se tanto à quantidade de resíduos, que excedem os limites máximos estabelecidos em legislação, ou à presença de agrotóxicos não autorizados para aquele alimento.
Entre 2002 e 2006, foram proibidos os ingredientes ativos benomil, heptacloro, monocrotofós, lindano e pentaclorofenol. Outros, como captana, folpete, carbendazim, clorpirifós e metamidofós, tiveram restrição de uso.
Durante o ano de 2008, o trabalho de reavaliação de agrotóxicos utilizados no país foi marcado por longa batalha judicial. Foi necessário derrubar liminares favoráveis às empresas, que impediam a avaliação de seus produtos. Só assim a Anvisa pode dar continuidade ao seu trabalho.
Os campeões de irregularidades
O pimentão foi o alimento que apresentou o maior índice de irregularidades, presentes em 64% das amostras analisadas. Depois dele vêm morango, cenoura e uva, com índices de irregularidades superiores a 30%.
A boa notícia trazida pelo estudo foi que as irregularidades encontradas foram menores que aquelas verificadas no estudo anterior. O tomate, por exemplo, baixou de 44,72% para 18,27%, entre 2007 e 2008, enquanto que a batata caiu de 22% para 2%, no mesmo período. A banana foi de 6,53% para 1,03%.
Outros itens como arroz, feijão, manga, batata, banana, cebola e maçã, não tiveram irregularidades em mais de 4,5% da mostra.
Prevenção
Para prevenir a ingestão excessiva de agrotóxicos, deve-se lavar muito bem, em água limpa e corrente, frutas, verduras e legumes, e deixá-los de molho em uma solução de hipoclorito de sódio. A lavagem deve então ser repetida.
Outra dica é dar preferência a produtos de época, que geralmente contêm menos resíduos de agrotóxicos, assim como os certificados, tais como orgânicos e com indicação de origem, que são alternativas mais seguras.
Outros resultados
Confira a tabela de índices encontrados em cada um dos grupos de alimentos avaliados, bem como o comparativo entre as análises feitas desde 2002. No caso do abacaxi, arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva, não houve avaliação nos anos anteriores.
Os resultados referem-se aos estados do Acre, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Anvisa faz alerta sobre alimentos contaminados
Fonte: Agência Saúde
N = Análises não realizadas
* Grupo químico ditiocarbamato não analisado na cultura da alface em 2008
Referência(s)
Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos – PARA. Nota Técnica para divulgação dos resultados do PARA de 2008. Disponível em www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/pdf/150409_para.pdf. Acessado em 15.04.2009.
Sandra Helena Mathias Motta
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4.13.2009

GLÚTEN
O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte e em todos os seus derivados. Ele é formado quando se adiciona água à farinha, onde seus dois componentes (gliadina e glutenina) se aglomeram para formar a massa. O glúten promove a elasticidade, plasticidade e adesividade, permitindo o crescimento do pão, sua maciez e textura.
De acordo com a Lei n0 8.543, de 23 de dezembro de 1992, há a obrigatoriedade de informar no rótulo a presença de glúten nos alimentos. Isto porque diversas pessoas apresentam sensibilidade a esta proteína.
Doença Celíaca é o nome científico da intolerância ao glúten, que provoca vômitos, diarréias ou constipação intestinal, distensão abdominal, e má absorção dos nutrientes pelo intestino delgado.
Como esta doença não tem cura, os celíacos devem evitar, de acordo com a indicação de um nutricionista, os alimentos que contenham glúten como: pães, biscoitos, bolos, massas, salsichas, hambúrguer, salgadinhos, cervejas e outros produtos que contenham farinha de trigo, cevada, aveia e centeio. O importante é estar sempre atento ao rótulo dos alimentos que for consumir.
Os não celíacos podem comer esses alimentos, como podem fazer a opção de não comer. Mas a substituição correta, deve ser realizado por um nutricionista que é o único profissional habilitado para realizar essa orientação.
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