9.21.2009

Festival de jazz traz outro tributo a Benny Goodman e atrai aqueles que ainda não conhecem o gênero

Antônio Carlos Miguel

RIO - Quem perceber alguma semelhança entre o Festival Internacional I Love Jazz, que acontece desta segunda (21.09) a quarta-feira, no Teatro Casa Grande, e o recente Jazz Festival Brasil, que teve sua quarta edição carioca no mês passado, no Teatro Sesc Ginástico, acertou em cheio. A programação de ambos foca o mesmo segmento do gênero, aquele produzido até o início dos anos 1940, incluindo também um tributo a Benny Goodman, que completaria 100 anos em 2009. E esse não é um lance do acaso. O mineiro Marcelo Teixeira, de 36 anos, curador do I Love Jazz, também esteve envolvido no outro evento.
- No ano passado, decidi seguir sozinho, mas, desde a sua estreia, em 2001, em Belo Horizonte, que eu vinha trabalhando naquele festival - conta Teixeira, que também leva o evento a São Paulo, Brasília e Belo Horizonte.

Do piano "stride" aoestilo dixieland
Ele ainda explica por que investe em estilos das primeiras décadas do século passado, como o piano stride de Judy Carmichael e o Rei do Swing, no tributo "Benny Goodman Centennial Band", com o grupo de Allan e Warren Vache.
- Há um pouco de gosto pessoal. Tinha 7 anos quando me apaixonei pelos discos de Louis Armstrong que minha avó botava para tocar. Meus pais começaram a comprar alguns discos, em viagens a Nova Orleans, e essa fixação no jazz virou uma doença, no bom sentido - conta Teixeira, lembrando que esses estilos não estavam presentes nos habituais festivais de jazz realizados no Brasil. - Esse é um nicho muito interessante, de grande apelo junto ao público em geral. Enquanto o jazz moderno, produzido a partir do bebop, é dirigido a um ouvinte mais especializado.
Para atrair ainda mais o público, neste fim de semana o grupo paulistano Dixie Five fez apresentações-supresa em alguns locais do Rio. Na programação dos shows no Casa Grande, a pianista Judy Carmichael já tinha participado em duas edições do Jazz Festival Brasil e, agora, também é conselheira do novo festival. Da cidade natal do jazz, o grupo The New Orleans Joymakers, liderado pelo clarinetista Orange Kellin, investe no estilo dixieland, um ingrediente também presente na Allan Vache Big Band, que fará o tributo a Benny Goodman.
Por Angela chaloub

Manhã De Carnaval / Baden Powel


Maravilhosa interpretação de um dos maiores nomes da MPB.
Banden Powel interpreta "MANHÃ DE CARNAVAL "(Luis Bonfá e Antônio Maria)

9.20.2009

Medo de investigar a dívida pública

Enviado por Ivan Valente -

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Dívida Pública iniciou suas atividades no mês passado e terá um grande trabalho pela frente. Seu primeiro grande desafio é superar as obstruções e ataques daqueles que não querem investigar nada, dos que não topam mexer com esse vespeiro, afinal, toca em interesses poderosos.
Está mais do que na hora de investigar o mecanismo que é o principal gargalo do desenvolvimento brasileiro. Uma investigação profunda, que não se restrinja ao período de apenas um governo. A vida mostrou como a política neoliberal no Brasil aprofundou um modelo dependente financeiramente, que tem como pedra angular a dívida pública.
Uma política que ainda prevalece. É por ela que o país sofre uma hemorragia brutal nas suas finanças, via recursos orçamentários e a emissão de títulos públicos – resultado de escolhas políticas de governantes.
Trata-se de um sistema que se retroalimenta e inviabiliza qualquer crescimento sustentável e com justiça social Só na cabeça de quem se abraçou com o pensamento único do liberalismo é possível pensar que não há outras vias e modo de pensar a economia e seus beneficiários.
Na CPI da Dívida, o PSOL, que propôs a abertura da Comissão, objetiva dinamizar o debate e trazer elementos substantivos para a discussão sobre a dívida pública.
O que não se pode é transformar o instrumento CPI numa sequência de audiências vazias, retirando seu poder de convocar, requerer documentos essenciais, investigar, de sugerir ao Ministério Público medidas punitivas ou corretivas e colocar a necessidade de governo assumir uma auditoria da dívida pública.
O que não se pode é promover uma movimentação de caráter francamente ideológico, orquestrada por alguns que não suportam sequer discutir os fundamentos da política neoliberal, questionar a infalibilidade do mercado e principalmente colocar a nu um mecanismo de endividamento responsável pela contínua sangria e transferência de recursos do povo brasileiro aos banqueiros e rentistas.
Apenas nos governos dos dois últimos presidentes, a dívida interna brasileira aumentou 28 vezes. No começo do governo FHC, era de R$ 61,8 bilhões. Em julho deste ano, no governo Lula, atingiu a cifra de R$ 1,76 trilhão.
De 1995 a 2008, o governo federal gastou R$ 906,6 bilhões com juros e R$ 879 bilhões com amortizações das dívidas interna e externa públicas.
Nesses extraordinários montantes não estão incluídos quase R$ 4 trilhões de rolagem da dívida através da emissão de títulos públicos.
Em 2008, considerando apenas os recursos da União, o país desembolsou 30% de seu orçamento somente com juros e amortizações. Se for computado o valor emitido em títulos públicos para a rolagem da dívida, o total de recursos em um ano é de 47% da arrecadação de impostos.
Mesmo assim, a dívida interna explodiu e a dívida externa continua crescendo. Esse quadro de crescimento contínuo é esclarecedor do impacto desta lógica na política econômica – de encolhimento de recursos para a área social, do sucateamento dos serviços e enxugamento da máquina pública. Isto aumenta a miséria e ainda mais a desigualdade social.
Nosso endividamento é absolutamente deletério para a Nação, pois transformou o país num centro especulativo e plataforma de exportação líquida de capitais.
Seguir sem questionamento com o pagamento da dívida pública, mesmo que ilegal, ilegítima e imoral, tornou-se algo insustentável.
Com os trabalhos da CPI, pretendemos mostrar que, enquanto a dívida pública ocupar o centro da política econômica brasileira, serão necessários superávits primários gigantes em detrimento do social e da infra-estrutura.
Enquanto vigorar este mecanismo cruel, o Brasil continuará pagando taxas de juros siderais, mesmo com uma inflação mais baixa – tudo isso em meio à maior crise econômica vivida pelo capitalismo.
A CPI da Dívida Pública constitui-se um poderoso instrumento para superar esse modelo perverso, rumo a um desenvolvimento sustentável e socialmente justo para o país.

Deputado Ivan Valente (PSOL/SP) é membro da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e segundo vice-presidente da CPI da Dívida Pública.

Texto de 'Despertar' é mais forte do que música


Mauro Ferreira

Escrito em 1891 pelo dramaturgo alemão Frank Wedeking, o texto original da peça O Despertar da Primavera atravessou com êxito gerações e países por abordar o tema atemporal e universal das descobertas angustiadas da adolescência. Em 2006, o texto chegou ao circuito off-Broadway (e logo depois à Broadway propriamente dita), adaptado e acrescido de canções na forma de musical. É essa versão musicada que ganha sua eficiente primeira montagem brasileira sob a ótica de Charles Möeller & Cláudio Botelho. A grife da dupla que tirou definitivamente o ranço amador dos musicais montados no Brasil - salvo algumas exceções como as encenações de Bibi Ferreira e o arrebatador Somos Irmãs - legitima e valoriza o espetáculo em cartaz no Teatro Villa-Lobos, no Rio de Janeiro (RJ), até 15 de novembro. Ainda assim, se o texto ainda resulta forte, a música em si (a cargo de Ducan Sheik) resulta quase sempre aquém da trama, sem ostentar aquele vigor juvenil que se espera de um score composto a partir de temas tão pungentes. Contudo, as letras (vertidas por Botelho com sua habitual habilidade para criar versos em português que soam plausíveis) cumprem a função de fazer a narrativa progredir.

Emoldurados pelo cenário intencionalmente opressor de Rogério Falcão, os atores da versão brasileira - selecionados através de testes - dão voz e vida a personagens bem intensos, pautados por conflitos dramáticos. O destaque maior do bom elenco nacional é Pierre Baitelli, intérprete do questionador Melchior Gabor, par romântico de Wendla (Malu Rodrigues, sem a expressão exigida pela personagem). Baitelli conduz com brilho as transformações de Melchior, em atuação emocionada e de forte empatia com o público. Merece registro também a atuação de Rodrigo Pandolfo, que encarna o trágico Moritz. Enfim, pelo apuro técnico e visual, O Despertar da Primavera resulta sedutor em sua montagem brasileira. Mas o fato é que a música de Ducan Sheik quase nunca está à altura da matéria-prima original. Apesar de os versos de temas como Mama Who Bore me, I Believe, The World of your Body e The Dark I Know Well traduzirem bem os anseios e dilemas juvenis que norteiam o texto e sustentam o interesse pelo musical.

Resenha de Musical
Título: O Despertar da Primavera
Texto original: Frank Wedekind
Música: Ducan Sheik
Letras: Steven Sater
Direção: Charles Möeller
Versão brasileira e supervisão musical: Cláudio Botelho
Elenco: Pierre Baitelli, Malu Rodrigues, Letícia Colin,
Rodrigo Pandolfo, Thiago Amaral, Débora Olivieri
e Carlos Gregório, entre outros atores
Cotação: * * * 1/2
Em cartaz no Teatro Villa-Lobos, no Rio de Janeiro (RJ)
De quinta-feira a domingo, até 15 de novembro de 2009

9.19.2009

Banda Sinfônica de Barra Mansa se apresenta com a maestrina Mônica Giardini


No próximo dia 24 de setembro, quinta-feira, a população de Barra Mansa terá mais uma vez a oportunidade de presenciar uma bela apresentação da Banda Sinfônica da cidade, composta por cerca de 90 alunos do projeto Música nas Escolas. O concerto acontece no Rotary Clube, no Ano Bom, às 20h, com entrada franca.

O grupo será regido pela maestrina Mônica Giardini, que atualmente é regente da Orquestra do Pólo de Osasco do Projeto Guri e regente titular da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Como solista a apresentação terá o clarinetista, Tiago José Teixeira, de apenas 18 anos.

Tiago atua como professor de clarineta do Projeto Música nas Escolas e como 1ª Clarineta da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Cursa o bacharelado em clarineta na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) na classe do professor Cristiano Alves, sendo considerada uma das mais fortes da América Latina.

A banda apresentará as seguintes obras: “Overture 2000”, de Henk Van Lijnschooten, “Serenade” e “Suíte nº2”, de Alfred Reed, “Rhapsodic Concertante”, de Lennie Niehaus, “Cake-Walk Phantasy”, de Peter Milray, “An American in Paris”, de Gerge Gershwin e “Beauty and the Beast”, de Alan Menken.

O Projeto:

Voltado para as crianças e adolescentes, o Música nas Escolas cumpre um papel educativo e social, além de contribuir para a formação cultural de jovens da cidade. Desenvolvido pela Fundação de Cultura da prefeitura, o projeto atende, atualmente, todas as escolas da rede municipal de ensino: 22 mil crianças e adolescentes, em 72 escolas e recebe patrocínio das empresas Light, Votorantim Siderurgia, Saint-Gobain, White Martins e CCR/NovaDutra.


Estação das Artes Inaugura Exposição França Brasil

A Estação das Artes estará inaugurando a partir do dia 25 de Setembro,às 20h, exposição em comemoração ao ano Brasil França.
Com trabalhos do grande artista frances Loran Brunet,com o titulo vu dans la rue ( visão da rua). Brunet além de artista plástico também era autor,compositor e músico.Depois de Barra Mansa a exposição seguira para o Museu de Arte de Resende do dia 05/ a 26/11 e Volta Redonda (Fundação CSN) 10/12 a 15/01.A exposição fica em Barra Mansa até o dia 30 de Outubro


Encontros na Estação


No próximo dia 26 de setembro sábado, às 17h acontecerá no Centro de Cultura Estação das Artes a primeira palestra, evento que marca a série de encontros culturais da Estação das Artes em Barra Mansa e tem como tema a Cidade como Patrimônio Cultural, enfocando a presença do Paisagista Roberto Burle Marx no Sul Fluminense, em especial em Barra Mansa, onde temos duas de suas intervenções primorosas: a reforma do Parque Centenário e os Jardins da Sede do SESC. A fala das arquitetas e Urbanistas Andréa Auad e Mônica Campos será aberta posteriormente aos participantes para perguntas e debate.
A Estação das Artes fica no centro de Barra Mansa


Casa Rui Barbosa:Políticas Culturais: reflexões e ações


Políticas Culturais: reflexões e ações

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) promove, nos dias 23, 24 e 25 de setembro, o 4º Seminário Políticas Culturais: reflexões e ações. O evento, organizado pelos pesquisadores Lia Calabre e Maurício Siqueira (FCRB), reunirá especialistas e estudiosos na área de políticas culturais na área de políticas culturais com o objetivo de divulgar trabalhos e promover debates no campo das ações políticas, dos planos de cultura, das informações, dos indicadores, da gestão cultural e do desenvolvimento. O encontro será composto por seções de conferências e palestras e aberto para o público em geral.
A participação é gratuita. Serão concedidos certificados a participantes com pelo menos 75% de freqüência. Informações e inscrições: por e-mail ou pelo telefone 21 3289-4636.

:: 23 de setembro
13h30 – Credenciamento
14h - Mesa de Abertura Fundação Casa de Rui Barbosa e Itaú Cultural
14h15 – Conferência - Formulação e Avaliação de Programas Públicos: conceitos, técnicas e indicadores - Paulo de Martino Jannuzzi (ENCE-IBGE)
16h30 – Mesa: Cultura e Desenvolvimento: índices e indicadores
Mediador: Antônio Alkmin (IBGE)
Indicações para construção de indicadores de desenvolvimento na área cultural
Frederico Barbosa da Silva (IPEA)
Índice de Gestão Municipal em Cultura
Rogério Boueri (IPEA-PUC/Brasília)
“Nordeste Criativo" e Desenvolvimento Regional: esboço de uma metodologia para o fomento da economia criativa no nordeste brasileiro
Cláudia Sousa Leitão (UEC – PPG Políticas Públicas)
Indicadores sociais e desenvolvimento sustentável
Maurício Siqueira (FCRB)

:: 24 de setembro
14h – Conferência - Dilemas en la formación de los gestores culturales. Una propuesta con cinco ejes formativos
Alfonso Hernandez Barba (ITESO, Universidad Jesuita en Guadalajara)
16h30 – Mesa: Gestão Cultural: processos formativos
Mediador: Maria Helena Cunha (DUO Informação e Cultura)
Do íntimo, do particular e do público: subsídios para a gestão em dança
Cássia Navas (UNICAMP)
Internacionalização da Gestão Cultural: novas configurações e desafios
Enrique Saravia (EBAPE/FGV)
Arte e imaginário social: o que cabe as políticas de cultura?
Marta Porto (X-Brasil)
Processos (trans) formativos e a gestão da diversidade cultural
José Marcio Barros (PUC/Minas e UEMG)

:: 25 de setembro

14h – Conferência - El Plan de Cultura de Colombia 2001-2010: - Hacia una ciudadanía democratica cultural- . Perspectivas para el nuevo plan 2010-2020
Marta Elena Bravo (Universidad Nacional de Colombia)
16h30 – Mesa: Processos participativos, planos e políticas
Mediador: Lia Calabre (FCRB)
Cultura, Democracia e Participação Social: um estudo da II Conferência Estadual de Cultura da Bahia
Daniele Canedo (UFBA)
Inovações em processos participativos - subsídios para novas culturas políticas
Eduardo Rombauer (Holon - Soluções Integrativas)
Processos participativos e cidadania cultural
Hamilton Faria (Instituto Polis – FAAP)
Participação da sociedade civil na gestão pública da Cultura em Minas Gerais
Sylvana de Castro Pessoa (Fundação João Pinheiro)

9.18.2009

CCBB festeja 20 anos de atividades em festival com seis grandes grupos teatrais


O Centro Cultural Banco do Brasil comemora seus 20 anos de intensas atividades culturais e resolveu brindar seu público e celebrar a sua própria história, abrindo suas portas para seis das principais companhias de teatro do país que já passaram pelos seus palcos. As trupes convidadas do "CCBB no teatro - 20 anos de companhias" apresentarão, durante quase um mês, dois espetáculos cada, alguns ainda inéditos na cidade.
O evento, que tem como homenageado o ator Sergio Brito, por sua vida dedicada às artes cênicas, apresenta nesta quinta-feira (17.09), no Teatro III, o espetáculo "Orlando furioso", com o grupo Sobrevento, baseado no texto homônimo de Ludovico Ariosto, com bonecos movimentados por vergalhões de ferro. A montagem narra a história do amor que levou Orlando, o maior paladino da França, à loucura, pondo em risco o exército de Carlos Magno e o domínio cristão na Europa.
O mesmo grupo apresenta, desta sexta (18.09) até domingo (20.09), no mesmo teatro, por sinal o palco de quase todo o projeto, "Mozart moments", sobre a vida agitada de Mozart.
Na próxima semana, a programação fica por conta da companhia Amok Teatro, que apresenta, de quarta a sexta, "Cartas de Rodez", sobre a correspondência do ator, poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud com seu psiquiatra, o Doutor Ferdière, durante o período em que Artaud esteve internado no manicômio de Rodez, de 1943 a 1946. No sábado e no domingo o grupo encena "O Dragão", que trata do conflito entre palestinos e israelenses.

Enrique Díaz dirige ensaio sobre obra de Shakespeare
A Cia. dos Atores encena, nos dias 29 e 30, "Ensaio.Hamlet", dirigida por Enrique Díaz, sobre as questões de Shakespeare em seu mais célebre clássico, e, de 2 a 4 de outubro, "Bait man", uma análise do homem contemporâneo, com seus medos e ambições.
No dia 6 de outubro a Cia. Teatro Autônomo apresenta "Deve haver algum sentido em mim que basta". No dia seguinte, o Grupo Galpão mostra "Um homem é um homem", peça escrita e reescrita várias vezes por Bertold Brecht, entre 1926 e 1956, ano de sua morte. O festival continua com "Esperando Godot" e "Toda nudez será castigada", de Nelson Rodrigues, com a Armazém Cia. de Teatro; "Till", com o Galpão; e "Nu de mim mesmo, da Cia.Teatro Autônomo.

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'CCBB no teatro - 20 anos de companhia'
@ Centro Cultural Banco do Brasil.
O projeto, em homenagem ao ator Sérgio Brito, promoverá seis espetáculo de cias do país que já estiveram no espaço ao longo do ano. Teatro 3: Rua Primeiro de Março 66, Centro - 3808-2007. R$ 10. 70 minutos. Até 12 de outubro

Caetano Veloso Voz e Violão - Em benefício do Pró Criança Cardíaca


Mais uma vez, o Pró Criança Cardíaca une um grande nome da música nacional à solidariedade. Depois de Roberto Carlos e Maria Bethânia, é a vez de Caetano Veloso cantar em benefício do projeto Pró Criança. O show beneficente “Caetano Veloso Voz e violão” será no dia 5 de outubro, no Vivo Rio. Caetano abriu mão do cachê.

Os ingressos para a área vip, na fila do gargarejo, podem ser comprados no projeto Pró Criança e custam 500 reais. Nas bilheterias do Vivo Rio e no site Ingresso Rápido já estão à venda ingressos para os camarotes, frisas e outros setores da casa de shows.

Sobre o projeto Pró Criança Cardíaca

O Pró Criança Cardíaca é um projeto social, sem fins lucrativos, que atende e examina cerca de 50 crianças por semana. Os pacientes recebem atendimento odontológico, para prevenir infecções cirúrgicas, além de cestas básicas, roupas e brinquedos. O sucesso do Pró Criança Cardíaca se deve também à qualidade e ao alto comprometimento dos médicos envolvidos com o projeto e aos seus colaboradores.

Motivada pela própria trajetória de vida, a cardiologista se mantém a frente do projeto com muito entusiasmo nesses 12 anos. Vinda de uma infância pobre, em Alagoas, a fundadora e diretora do Pró Criança Cardíaca passou por momentos difíceis ao se mudar para o Rio de Janeiro para cursar a faculdade de medicina. Chegou a trabalhar como auxiliar de enfermagem, secretária e professora de jardim de infância. Com esforço, conseguiu cursar a UFRJ e logo em seguida fez uma pós-graduação em Londres. Ao retornar para o Brasil foi convidada para fundar e dirigir a Unidade de Cardiologia Pediátrica do Hospital Pró Cardíaco. Em 1996, com o apoio do Hospital Pró Cardíaco e outros colaboradores, realizou o sonho de criar o Pró Criança Cardíaca destinado a menores carentes.

Serviço:

Caetano Veloso , Voz e Violão
Grandes sucessos de Caetano Veloso em show com renda doada para o projeto Pró Criança Cardíaca.

Dia: 5 de outubro
Horário: 20h30
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo)

Preços:
Área Vip (com coquetel e manobrista) - à venda somente no Pró Criança (21.3239-4500) – R$ 500,00
Camarote A: R$ 200,00
Camarote B: R$ 120,00
Setor 1: R$ 140,00
Setor 2: R$ 120,00
Setor 3: R$ 100,00
Frisa: R$ 80,00

Onde comprar: na bilheteria do Vivo Rio ou no site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br).