
7.12.2009
Roberto Carlos comemora 50 anos de carreira no Maracanã e mostra que continua encantando multidões

Um grande espetáculo de fogos de artifício disparados das marquises do Maracanã encerrou o show comemorativo de 50 anos de carreira de Roberto Carlos, pouco depois da meia noite já deste domingo (12). Após duas horas e meia de show –-mais da metade do tempo sob chuva forte-– o público ainda repetia o refrão de "Jesus Cristo", última música do espetáculo, enquanto o Rei distribuía rosas vermelhas para a plateia. Depois, assumiu o volante do seu emblemático calhambeque e se despediu das 68 mil pessoas que compareceram ao estádio.
Foi a bordo do mesmo calhambeque azul, com a banda e orquestra já executando temas instrumentais para clássicos de seu repertório, que Roberto Carlos subiu no palco gigante montado para a ocasião. Ao assumir o microfone, o Rei disse estar "vivendo o maior momento de minha vida", e que "jamais imaginei cantar no Maracanã", emendando a tradicional abertura com "Emoções". O repertório, porém, foi acrescido em relação a outros shows que o cantor tem feito nesse ano.
A primeira música em que o público participou foi "Além do Horizonte", levada num ritmo de samba de orquestra. A faixa é uma das poucas em que os arranjos, embora ricos, não nivelam o repertório a um único formato. Outra é a controvertida "Mulher Pequena", que parecia não ser a preferida da plateia, numa noite em que era notável a intimidade do artista com os fãs. Roberto Carlos continua encantando multidões de todas as idades e classes sociais.
O que interessa ao Rei é o drama. Embora nas falas entre uma música e outra ele enfatize o amor, é no desconsolo da tragédia que apóia o repertório que tanto cativa o público. Daí veio o grande destaque da noite, "Cavalgada", essa sim com um arranjo de orquestra exuberante, que desaguou num crescente instrumental dramático digno da quantidade de músicos que ocupava o palco. Outros temas também não ficaram atrás, como "Detalhes", quando o Rei tocou o violão sozinho; "Outra Vez", que foi realçado pelo público em sintonia com Roberto; e no "bloco família", no qual "Lady Laura" foi dedicada à mãe do cantor.
Pena que o enorme telão no fundo do palco pouco foi usado para ilustrar as músicas ou rememorar o público da fase correspondente à canção que estva sendo tocada naquele momento. No geral, exibia imagens como corações voando --numa alusão às proteções de tela dos computadores-- e paisagens em cores berrantes. Já os telões distribuídos nas laterais do palco e no meio do gramado facilitaram a visualização de quem optou pelas arquibancadas.
A participação do eterno parceiro Erasmo Carlos aconteceu de forma inesperada. Quando Roberto cantava "Amigo", a voz de Erasmo foi ouvida nos alto-falantes mandando parar o show. A imagem do "irmão camarada", captada nos bastidores, apareceu no telão dizendo que a canção não podia ser tocada sem ele. Já no palco, Erasmo mal conseguia cantar seus versos, dada a emoção do momento. Ele ainda permaneceu para cantar "Sentado à Beira do Caminho", antes de receber Wanderléa, que, abraçada ao Rei, o acompanhou em "Ternura". Dando a deixa para o bloco jovem guarda, os três cantaram juntos "Eu Sou Terrível".
Cinco músicas foram fundidas em ritmo do rock'n'roll de raiz que inspirou o movimento precursor do rock nacional. "É Proibido Fumar", ainda que famosa na regravação do Skank, continua sendo um hino de protesto da época. "É Preciso Saber Viver" também se salientou pelo mesmo motivo, já que foi regravada pelos Titãs, e, escolhida para o encerramento, junto com "Jesus Cristo", foi cantada pelos fãs.
A chuva forte que caiu depois da primeira hora de show quase estragou a noite. Boa parte do público que estava na pista correu para os acessos laterais em busca de abrigo. Nas arquibancadas, muitos recuaram para a parte coberta, o que demonstrou que o Maracanã não estava tão lotado assim. Até o show foi interrompido por cerca de dez minutos, por um momento de avaliação técnica das instalações do palco. Apesar de agradecer ao público várias vezes, Roberto não fez nenhuma alusão à chuva. Mas quando as letras das músicas tocavam no assunto –-caso de "Chovia lá fora / E a capa pendurada", de "Os Seus Botões"-- o público vibrava ainda mais.
A Rede Globo, que prometeu a transmissão ao vivo do espetáculo, acabou levando as imagens ao ar com um atraso de cerca de vinte minutos. Coube à apresentadora Patrícia Poeta ancorar o show no Maracanã.
Veja o que Roberto Carlos tocou no show:
"É Preciso Saber Viver"/ "Detalhes"/ "Como é Grande o Meu Amor Por Você" (instrumental)
"Emoções"
"Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo"
"Além do Horizonte"
"Amor Perfeito"
"Detalhes"
"Outra Vez"
Pout-pourri: "Aquela Casa Simples" / "Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo" / "Lady Laura"
"Nossa Senhora"
"Mulher Pequena"
"Calhambeque"
"Caminhoneiro"
"Do Fundo do Meu Coração"
Pout-pourri: "Proposta" / "Seu Corpo" / "Os Seus Botões"
"Café da Manhã"
"Cavalgada"
"Amigo"
"Sentado à Beira do Caminho"
"Ternura"
"Eu Sou Terrível"
Pout-pourri: "É Proibido Fumar" / "Namoradinha de Um Amigo Meu" / "Quando" / "E Por Isso Estou Aqui" / "Jovens Tardes de Domingo"
"Como é Grande o Meu Amor por Você"
"É Preciso Saber Viver"
"Jesus Cristo"
7.11.2009
Sesc de Barra Mansa sedia apresentação da ópera ‘Carmen’

Uma das óperas mais populares óperas no mundo será apresentada em Barra Mansa na próxima terça-feira (14). "Carmem", de Georges Bizet, será levada ao palco do Sesc, a partir das 20h. A entrada é franca.
A ópera terá a participação de grandes nomes de destaques no canto lírico da atualidade: Edinéia de Oliveira, Fernando Portari, Rosana Lamosa e Homero Velho. A Orquestra Sinfônica de Barra Mansa participa do evento, sob a regência e a direção musical do maestro Guilherme Bernstein.
O espetáculo conta ainda com três cantores do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O casal de bailarinos Mariana Chew e Arthur Brandão, que ilustram a ação em coreografia elaborada por Heloisa Meneses, também fazem parte da apresentação.
A narração fica por conta do ator Tadeu Mello
Roberta grava extras de DVD com Chico e Ney
Michael Moore promete desejo e paixão em novo filme

Ele disse em comunicado na quinta-feira que já era hora de fazer um "filme sobre relacionamentos".
"Será um filme perfeito sobre namoro. Tem tudo: desejo, paixão, romance e 14 mil empregos eliminados por dia. É um amor proibido, cujo nome ninguém ousa pronunciar. Mas vamos revelar seu nome: Capitalismo", disse ele.
Os distribuidores do filme disseram que Moore, 55 anos, está voltando a tratar do tema que lançou sua carreira: o impacto desastroso exercido sobre as vidas dos cidadãos norte-americanos e outros pelo domínio das grandes empresas e a busca desregrada do lucro.
Moore falou da devastação econômica no filme que o lançou, em 1989, "Roger e Eu", no qual documentou o efeito do declínio da General Motors sobre sua cidade natal, Flint, no Michigan.
Ele recebeu um Oscar por "Tiros em Columbine", de 2003, um estudo sobre o controle de armas de fogo, e no ano seguinte lançou o incendiário "Fahrenheit 11 de Setembro", atacando sem dó o ex-presidente George W. Bush e a guerra contra o terrorismo. O filme virou sucesso de bilheteria.
A Overture, pertencente à Liberty Media Corp., será responsável pela distribuição de "Capitalism" nos cinemas norte-americanos, e as vendas internacionais ficarão a cargo da Paramount Vintage, pertencente à Viacom.
O registro do reencontro de Clapton e Winwood

Não por acaso, a capa do CD e do DVD duplos Live from Madison Square Garden - que registram o reencontro de Eric Clapton com Steve Winwood nos palcos, em fevereiro de 2008, no célebre palco de Nova York (EUA) - remete à psicodelia dos anos 60. Amigos desde 1964, as biografias de Clapton e de Winwood começam a se cruzar profissionalmente em 1969, ano em que o guitarrista e o tecladista integraram o Blind Faith, um dos grupos pioneiros na fusão de rock e blues. A banda se formou e se dissolveu em 1969, tendo lançado um único álbum e feito uma única turnê. Mas deixou marcas nos trabalhos de ambos. É por isso que Clapton e Winwood abrem o show com Had to Cry Today, uma das músicas do solitário álbum do Blind Faith (outras quatro, como Can't Find my Way Home, são apresentadas ao longo do roteiro de 20 números). Neste vigoroso reencontro, Clapton e Winwood celebram também o guitarrista Jimi Hendrix (1942 - 1970) - ícone daqueles efervescentes anos 60 - em Little Wing e em Voodoo Chile. O DVD exibe no disco 2 documentário sobre as obras de Clapton e Winwood - The Road to Madison Square Garden, com entrevistas recentes com os músicos - e Rambling on my Mind, uma espécie de making of das três apresentações que lotaram o Madison Square Garden, agora perpetuadas neste registro ao vivo que festeja os 40 anos do lendário Blind Faith com a maestria dos dois gigantes do quarteto
7.10.2009
Jovem brasileira de 17 anos 'virou a cabeça' de Obama durante cúpula do G-8 na Itália

RIO - É brasileira, de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e tem apenas 17 anos, a jovem que "virou a cabeça" de Barack Obama na reunião do G-8, grupo das nações mais ricas do mundo mais a Rússia, em Áquila, na Itália. Em um momento de descontração, o presidente dos EUA foi fotografado olhando na direção da jovem Mayara Rodrigues Tavares, representante da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, sob o olhar de aprovação do presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Nascida e criada no Barro Vermelho, comunidade carente de Urucrânia, Mayara embarcou para a Itália no dia 3. Ansiosa, ela disse na época, em entrevista ao GLOBO, que não esperava ser escolhida para representar o Brasil e o Unicef numa das reuniões mais importantes do mundo. Além dela, apenas outros três adolescentes brasileiros, dos núcleos chamados de Semi-Árido e Criança Amazônica, participaram da reunião do G-8.
- É uma sensação inexplicável. Não acreditava que poderia fazer algo assim, pois me sentia mais uma tentando lutar, em vão, por direitos não respeitados. Agora, dá para acreditar que tudo vai dar certo - afirmou a adolescente, que cursa o segundo ano do ensino médio numa escola em Santa Cruz.
Mayara foi escolhida após participar da Plataforma de Centros Urbanos - uma pesquisa realizada pela Unicef sobre os direitos reais das crianças e dos adolescentes em todo o mundo. No Rio, o estudo foi feito em comunidades de Santa Cruz, no Complexo do Alemão e no Morro Chapéu Mangueira, no Leme.
Mayara faz parte de um grupo que divulga os direitos da criança e do adolescente com o objetivo de garantir uma vida digna para jovens que moram em comunidades carentes. Seu sonho é estudar Serviço Social para ajudar não só a sua comunidade, mas todas aquelas que vivem em condições semelhantes.
Fonte: O Globo
Jerry Lee Lewis faz Show em SP, Porto Alegre e Curitiba

Jerry Lee Lewis demonstrou talento natural para o piano desde cedo. Assim como Elvis Presley, ele cresceu cantando música gospel nas igrejas, mas logo foi expulso por má-conduta Jerry Lewis nunca deixou de fazer turnês, e os fãs que o viram se apresentar dizem que ele ainda consegue fazer um show único, sempre imprevisível, empolgante e pessoal. O último álbum “Last Man Standing” (2006) teve um grande sucesso de público e de crítica, sendo considerado por muitos como um dos melhores álbuns da carreira de Lewis.
Sobre o Show
Durante suas apresentações, Jerry Lee Lewis faz jus a sua fama de o “verdadeiro Rei do Rock”. Não é incomum que o músico chute o banquinho do piano para tocar em pé, deslize e bata suas mãos pelas teclas, suba no instrumento e pise nas teclas e até mesmo sente nelas. Uma de suas performances explosivas e memoráveis incluiu botar fogo ao seu piano de cauda no final uma apresentação.
Sobre o último CD
Em 2006, Jerry lançou “The Last Man Standing”, seu primeiro trabalho de estúdio desde 1995. O nome do álbum remete ao próprio músico, pois é o último “sobrevivente” seus contemporâneos musicais, como Elvis Presley, Carl Perkins e Johnny Cash – o “quarteto de um milhão de dólares” e considerados os fundadores do Rock’n’ Roll. Elvis foi o primeiro a morrer, em 1977. Perkins faleceu em 1988 e Cash em 2003. Por isso que Jerry Lee Lewis se considera “o último a ficar em pé”. Entre os músicos que colaboraram no CD estão Mick Jagger e Keith Richards, o ex-Beatle Ringo Starr, Eric Clapton e B.B. King. Em 2007, o músico falou sobre sua carreira, como define o Rock ‘N’ Roll e demonstrou pela primeira vez sua técnica no piano no DVD “Jerry Lee Lewis – Killer Piano”.
Show de Jerry Lee Lewis em Porto Alegre
Dia: 16/09_ quarta
Local do Show e Bilheteria: Pepsi On Stage
Show de Jerry Lee Lewis em São Paulo
Dia: 18/09_ sexta
Local do Show e Bilheteria: Credicard Hall
Show de Jerry Lee Lewis em Curitiba
Dia: 20/09_ domingo
Local do Show e Bilheteria: Teatro Positivo

Acontece entre os dias 17 e 19, e 24 e 26 de julho, o 1° Festival de Novas Culturas em Austin. A meta é mobilizar e inserir novas expressões culturais no bairro, que fica localizado no município de Nova Iguaçu. A previsão é que 16 artistas se apresentem, entre eles grupos e solos de rap, reggae, rock e MPB. Todas as atrações são oriundas da Baixada Fluminense.
O diretor do projeto, Filipi Santos, diz que além de pluralizar a cultura na região, existe a intenção de fazer com que as famílias voltem a sair para as ruas. Segundo ele, por conta da violência que predomina na maioria dos eventos em Austin, acaba por deixar os moradores do bairro acuados. “Pensamos nas crianças, por isso durante o evento haverá um pula-pula, e para os jovens e adultos além dos shows, vai ser montada uma feira de artesanato, bem como uma praça de alimentação, ou seja, o evento é para todos”, explica o diretor.
O evento é organizado pelo grupo sócio-educativo e cultural Movimento Unido de Austin (M.U.D.A). O M.U.D.A reúne jovens que preocupados com a educação e a cultura dos jovens que vivem no bairro, buscam valorizar outras formas de cultura. A iniciativa parte da carência de expressões culturais e artísticas no bairro de Austin.
Sabendo que existem outros grupos artísticos espalhados pela localidade, o projeto tem como principal objetivo a propagação destes artistas invisíveis, dando assim a devida visibilidade aos seus trabalhos e elevando sua auto-estima.
Filipi frisa que é importante deixar claro que a intenção desta ação é fomentar. “Alguns moradores sentem a necessidade de atividades como esta no bairro onde vivem. Os que buscam outras formas de cultura, além das que são oferecidas, têm que se deslocar para o Centro de Nova Iguaçu, ou mesmo a cidade do Rio de Janeiro”, afirma o diretor do projeto.
1° Festival de Novas Culturas em Austin
Dias: 17, 18, 19 e 24, 25, 26 de julho
Horário: sextas e sábados às 19h e aos domingos às 16h
Entrada Franca
Local: Rua Miguel Furtado – Austin – Nova Iguaçu
e-mails para esta coluna botecosdovaledocafe@gmail.com
Gente Fina
Martha Medeiros
Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa.
Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação.
Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões, quando necessário.
É simpática, mas não bobalhona.
É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados:
sabe transgredir sem agredir.
Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana..
Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho.
Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.
Gente fina se sente confortável em qualquer ambiente: num boteco de beira de estrada
e num castelo no interior da Escócia.
Gente fina não julga ninguém - tem opinião, apenas..
Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera.
O que mais se pode querer?
Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e,
como o próprio nome diz, não engrossa.
Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros.
Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.
Gente fina é que tinha que virar tendência.
Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença..
Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa.
Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação.
Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões, quando necessário.
É simpática, mas não bobalhona.
É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados:
sabe transgredir sem agredir.
Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana..
Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho.
Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.
Gente fina se sente confortável em qualquer ambiente: num boteco de beira de estrada
e num castelo no interior da Escócia.
Gente fina não julga ninguém - tem opinião, apenas..
Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera.
O que mais se pode querer?
Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e,
como o próprio nome diz, não engrossa.
Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros.
Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.
Gente fina é que tinha que virar tendência.
Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença..