8.24.2009

Jane e Biglione dão bonito olhar nacional a Ella


Mauro Ferreira

Cantora brasileira de técnica irretocável, Jane Duboc se une ao mais brasileiro dos guitarristas argentinos, Victor Biglione, para abordar o repertório de Ella Fitzgerald (1917 - 1996), uma das divas imortais do jazz. Jane e Biglione dão "um olhar brasileiro sobre canções que marcaram época", como ambos anunciam já na contracapa do bom álbum produzido pela dupla, arranjado pelo guitarrista e editado pela gravadora Rob Digital. Quando é dado na medida, o olhar resulta bonito. A exemplo de Here Is That Rainy Day (1953), adornada na introdução e no fim com sons que evocam a obra soberana de Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959). A afinidade entre o jazz e a Bossa Nova é ressaltada em Night and Day (1932) e em Come Rain or Come Shine (1946). Já os toques de baião e marcha-rancho inseridos em Satin Doll (1953) não chegam a fazer diferença na faixa (na qual Jane se revela hábil nos scats, área onde Ella sempre foi mestra). Da mesma forma que a pegada nordestina que a dupla tenta imprimir em Ain't Got Nothing But the Blues (1937). Por sua vez, Stormy Weather (1933) ganha algumas células rítmicas de samba. Já Bonita (Tom Jobim, 1964, na versão em inglês de Ray Gilbert) soa reverente ao refinado universo musical da grande dama norte-americana do jazz. Enfim, originado de show (Dear Ella) apresentado pela dupla em 1996, Tributo a Ella Fitzgerald é disco classudo, valorizado tanto pelo canto límpido de Jane Duboc - ora encarando repertório à altura de sua voz - quanto pela guitarra precisa de Victor Biglione.

Resenha de CD
Título: Tributo a
Ella Fitzgerald
Artista: Jane Duboc
e Victor Biglione
Gravadora: Rob Digital
Cotação: * * * *

8.22.2009

Estado do Rio se firma na produção de boa cachaça

Chico Junior

O ranking 2009 das melhores cachaças do Brasil, de acordo com a revista Playboy, mostra duas coisas bem interessantes.

A primeira é óbvia: as melhores cachaças do Brasil continuam sendo produzidas em Minas Gerais. Das 20, Minas emplacou oito, incluindo a primeira, a excepcional Anísio Santiago/Havana, vice-campeã no ranking de 2007. E a segunda: Vale Verde, campeã de 2007. E a terceira: Claudionor. E a quarta: Germana.
Mas em quinto vem uma agradável surpresa, a Magnífica, do meu amigo João Luiz Coutinho (foto), produzida na Fazenda do Anil, em Miguel Pereira. No último ranking, feito em 2007, estava em nono, ou seja, subiu quatro posições. Mais que isso, é a melhor colocada além das mineiras.

Há anos acompanho o trabalho do João Luis, a sua permanente busca da melhoria do seu produto, no cuidado com o controle de qualidade.

E o quinto lugar da Magnífica não é um fato isolado, quando falamos de produção de boa cachaça no Estado do Rio. Além dela, emplacamos mais três: Maria Izabel, de Paraty (7ª), Nêga Fulô, de Nova Friburgo (11ª) e Rochinha 12 Anos, de Barra Mansa (20ª).

Então, com quatro cachaças entre as 20 melhores do país, o Estado do Rio é o segundo produtor nacional de cachaça de qualidade.

Confira o Ranking Playboy 2009 das melhores cachaças nacionais.

1.Anísio Santiago / Havana (Salinas, MG)
2.Vale Verde (Betim, MG)
3.Claudionor (Januária, MG)
4.Germana (Nova União, MG)
5.Magnífica (Miguel Pereira, RJ)
6.Canarinha (Salinas, MG)
7.Maria Izabel (Paraty, RJ)
8.Cachaça da Tulha (Mococa, SP)
9.Casa Bucco Ouro (Bento Gonçalves, RS)
10.Volúpia (Alagoa Grande, PB)
11.Nêga Fulô (Nova Friburgo, RJ)
12.Armazém Vieira Ônix (Florianópolis, SC)
13.Armazém Vieira Tradicional (Florianópolis, SC)
14.Tabaroa (Bichinho, MG)
15.Santo Grau Coronel Xavier Chaves (Cel. Xavier Chaves, MG)
16.Sapucaia Velha (Pindamonhangaba, SP)
17.Weber Haus Reserva Especial (Ivoti, RS)
18.Dona Beja (Araxá, MG)
19.Serra Preta (Alagoa Nova, PB)
20.Rochinha 12 Anos (Barra Mansa, RJ)

Nos 20 anos da morte de Raul Seixas, surgem música censurada e imagens inéditas


João Pimentel
RIO - Mesmo após 20 anos de sua morte, o baú de Raul Seixas parece tão grande quanto o interesse das novas gerações pelo artista. Uma passeata em São Paulo, esta sexta-feira, promovida pelo fã-clube oficial do roqueiro; livros; e um documentário, "Raul Seixas, o início, o fim e o meio", dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel, previsto para estrear nos cinemas em dezembro, estão no pacote da efeméride. Mas um lançamento em especial, que chega às lojas esta sexta, aniversário da morte do cantor, traz boas novidades. Produzido por Marco Mazzola, "20 anos sem Raul Seixas" traz uma reedição, em DVD, do documentário "Raul Seixas também é documento", lançado em 1998, e o relançamento de um CD que traz, como bônus, uma canção inédita, "Gospel" (ouça aqui) , censurada durante a ditadura militar.
Assista a trecho do DVD, em que o músico passeia na Disney com Paulo Coelho
Qual a música mais marcante da carreira de Raul Seixas?
A música proibida integraria a trilha sonora da novela "O rebu", encomendada a Raul e Paulo Coelho pela Rede Globo, em 1974. Ganhou um novo nome, "Por quê?" (ouça aqui) , e uma letra mais amena - apesar de não ter nada demais, além das questões filosóficas e existenciais clássicas das letras da dupla. No disco, a música foi gravada pela cantora Sônia Santos e não passa perto de sucessos como "Eu nasci há dez mil anos atrás", "Gita", "Eu também vou reclamar", "Medo da chuva" e "Al Capone".
O curioso da censura é que o disco da trilha original tem como abertura "Como vovó já dizia", que parece um deboche com a própria ditadura: "Quem não tem visão bate a cara contra o muro". Outra música da trilha, "Um som para Laio", só de Raul, também não parece mais amena que a censurada: "O que você tem pra dizer ouvi há cem anos atrás/ O que eu faço agora você não sabe mais".
Há uma explicação para o baú de Raul Seixas ser tão profícuo. O roqueiro doidão, sem papas na língua, que idealizou a Sociedade Alternativa e "pulava o muro no fundo do quintal da escola" era muito organizado com sua obra, como se tivesse a certeza da "imortalidade". Por isso, apesar de ter morrido jovem, aos 44 anos, de pancreatite aguda, causada pelo excesso de bebida, ele deixou um acervo enorme que, explorado de tempos em tempos, sempre apresenta novidades.
Pois, quando aconteceu o episódio da censura, ele não se fez de rogado e, sabendo que aquele não seria o estado permanente das coisas, gravou uma fita, apenas com voz e violão, com a letra original. Esse material, guardado por 35 anos, foi encontrado por Mazzola em 1998, quando remexia em seus arquivos para produzir "Documento", um álbum com músicas de Raul vertidas para o inglês pelo próprio compositor.
- As gravações foram feitas em 4 e 8 canais. Retirei, na época, a voz e o violão originais de Raul para um tratamento técnico, devido às más condições das fitas. Chamei os músicos que tocavam com ele na época. Transferi tudo para 48 canais, e o Jota Moraes transcreveu os arranjos originais - conta Mazzola.
Mas o disco, na época, foi lançado sem "Gospel", pois não daria tempo para Mazzola resolver as questões autorais com as três filhas do cantor, suas herdeiras. Ou seja, o CD que chega agora com o kit que inclui o documentário é o relançamento do de 1998, com as versões feitas por Raul, como "Fool's gold" ("Ouro de tolo"), "Orange juice" ("SOS") e "Morning train" ("Trem das sete"); leituras raras das suas "Check up", "Rockixe", além de "Faça, fuce, force", inédita até a feitura do projeto. Há também uma versão para "Asa branca", clássico de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, "White wings".
Para refazer "Gospel", Mazzola juntou à voz e ao violão de Raul a guitarra de Frejat, o banjo/dobro de Chris Oyens, a bateria de Marcelo da Costa, o piano de Maurício Barros, o baixo de Bruno Migliari e o clarinete de Dirceu Leite, além de um coro gospel.
Hoje também chega às bancas de jornal o livro "Metamorfose Ambulante - Vida, alguma coisa acontece; morte, alguma coisa pode acontecer", de Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza, abordando a morte na vida e na obra de Raul Seixas. O livro trará como brinde o CD da cantora portuguesa Carina Freitas, com a música "Alquimia", uma homenagem ao roqueiro que se tornou tema de novela em Portugal.

8.21.2009

Lula tirou o bigode de Mercadante

Enviado por Ricardo Noblat -

De que tipo de material é feito um político como Aloizio Mercadante - e tantos outros semelhantes a ele?
Nenhum dos seus colegas, ninguém do governo, representante algum do que o PT gosta de chamar de "mídia golpista" sugeriu sua renúncia ao cargo de líder do PT depois de o PT ter ajudado a manter José Sarney (PMDB-AP) na presidência do Senado.
Mercadante havia se exposto durante semanas cobrando o afastamento de Sarney. De princípio, teve o respaldo de sete dos seus 11 colegas. Bastou uma prensa dada por Lula para que parte dos sete amarelasse e desse o dito pelo não dito.
Candidato à reeleição para o Senado, Mercadante viu que ficaria mal com seus eleitores se mesmo assim se prestasse a fingir que lidera quem de fato só obedece às ordens de Lula.
Consultou amigos, parentes e assessores e ontem, por meio do seu twitter, declarou que renunciava ao cargo de líder de maneira "irrevogável". Explicaria seu gesto à Nação em discurso que faria à tarde.
O ministro José Múcio Monteiro, das Relações Institucionais, telefonou para Mercadante e lhe pediu que só formalizasse a renúncia depois de conversar com Lula.
No início da noite, a maioria dos sites de notícias dava conta do grau de disposição de Lula para tentar manter Mercadante no cargo. Grau zero.
O chefe estava furioso com Mercadante. Não via necessidade de conversar com ele. Decidira não lhe fazer apelo algum. E já escolhera o seu sucessor - o fiel João Pedro, senador sem votos pelo Amazonas, amigo de longa data de Lula e companheiro de animados banhos em igarapés.
Mesmo assim Mercadante foi ao encontro de Lula. Só foi recebido depois de uma hora de chá de cadeira. Saiu de lá com a desculpa que queria para renunciar à renúncia: uma carta onde Lula pede para que ele fique.
A carta deu o mote para que Mercadante, hoje, proclamasse, solene, em discurso no Senado:
- Mais uma vez na minha vida, o presidente Lula me deixa numa situação que não tenho como dizer não.
Que situação foi essa?
Lula reconheceu que errou ao pressionar a bancada do PT para votar afavor de Sarney?
É claro que não.
Lula garantiu que daqui para frente a bancada do PT terá autonomia para decidir sozinha como votar determinadas questões?
Também não.
Lula pelo menos admitiu que a bancada do PT no Senado, em casos excepcionais, poderá contrariar sua vontade?
Novamente não.
Então Mercadante ficou no cargo por quê?
Porque faltou-lhe coragem para seguir fingindo que era um político de posições firmes, para o qual há sempre um limite que não pode ser ultrapassado sob pena de se desmoralizar de vez. De ficar parecido com a maioria dos seus pares do PT que se acocorou.
Lula preservou o bigode de Sarney e tirou o de Mercadante.
Para o avanço da transparência entre nós foi melhor assim.

Morto há 20 anos, Raul precisa ser reavaliado...

Mauro Ferreira
A aura mitológica que cerca a vida e a obra de Raul Seixas (1945 - 1989) tem impedido uma revisão mais justa e imparcial de sua discografia - a rigor, irregular. É certo que o Maluco Beleza já tem lugar vitalício e merecido na galeria dos artistas mais originais, criativos e pioneiros do Brasil. E o fato de estar se falando de Raul e cantando Raul tanto tempo após sua morte - que completa 20 anos nesta sexta-feira, 21 de agosto de 2009 - apenas reforça o talento do artista. Contudo, é fato também que quase ninguém escuta e analisa a discografia de Raulzito com o devido senso crítico. A rigor, todo o mito alimentado em torno de Raul se origina da força de seus cinco primeiros discos individuais. Krig-Ha-Bandolo! (1973) e Novo Aeon (1975) são obras-primas. Gita (1974) roça a genialidade deles. Já Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás (1976) e O Dia em que a Terra Parou (1977), embora sejam bons discos, já começam a sinalizar a crise de criatividade que diluiria a força da obra de Raul a partir do álbum Mata Virgem (1978). A devoção do artista às drogas e ao álcool fez com que o roqueiro virasse um clone de si mesmo ao longo dos anos 80. Houve um ou outro lampejo de criatividade, perceptível em especial no álbum Metrô Linha 743 (1984), mas já era difícil identificar no Raul dos anos 80 aquele roqueiro antenado dos 70, mestre em alinhar afinidades entre Luiz Gonzaga (1912 - 1989) e Elvis Presley (1935 - 1977). Raul fazia rock com identidade brasileira e tinha a capacidade de se fazer entender pelo chamado grande público - qualidade que faltou à obra também pioneira do grupo Os Mutantes, o primeiro a fazer rock no Brasil sem copiar o modelo estrangeiro. O autor de Ouro de Tolo se fez notar também pelo tom corrosivo e debochado que conseguiu imprimir em sua música em plena era da censura ditatorial. Na citada Ouro de Tolo, destaque de seu primeiro álbum solo, o artista mostrou logo de cara o quão falso podia ser o milagre brasileiro. Raul Seixas foi a mosca que pousou na sopa da classe média conformista. Pena que, com o tempo, sua obra foi ficando quase tão rala como essa sopa. Ainda assim, Raul Seixas merece todos os aplausos possíveis, vinte anos depois de sua saída de cena, pelo vigor dessa obra inicial e imortal que vem sustentando o mito ao longo desses anos.

OS PARALAMAS DO SUCESSO APRESENTAM "BRASIL AFORA",

Os Paralamas do Sucesso apresentam, no dia 22 de agosto, no Citibank Hall/RJ, a partir das 22h, o show do seu novo CD "Brasil Afora".

Gravado em Salvador e no Rio de Janeiro, este é o primeiro disco de canções inéditas da banda em quatro anos. Com cenário de Zé Carratu e design de luz de Marcos Olívio, os Paralamas apresentam o novo repertório com destaque para "A lhe Esperar", "Meu Sonho", "Mormaço", "Quanto ao Tempo" e "Sem Mais Adeus", além dos clássicos "Romance Ideal", "Alagados", "Uma Brasileira", "Perplexo" e "Bora Bora".
É no palco que o trio formado há 27 anos por Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria e voz) faz a festa. Acompanhados pelos amigos João Fera (teclados e violão), Bidu Cordeiro (trombone) e Monteiro Jr (sax), os Paralamas sabem que a alegria é estar na estrada.
Citibank Hall (8?430 lugares). Avenida Ayrton Senna, 3000 (Shopping Via Parque), Barra. Informações, 0300 7896846 (9h/21h). Sábado (22), 22h. R$ 50,00 a R$ 140,00. Bilheteria: 12h/20h (seg. a sex.); a partir das 12h (sáb.). Estac. (R$ 4,50). www.citibankhall.com.br

Marina Silva: governo Lula 'é insensível a causas sociais'


Pedro Paulo Blanco -

BELÉM - Um dia após deixar o PT , a senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva elevou o tom das críticas ao governo Lula e disse que o Planalto é insensível a causas sociais. Ao falar sobre a desfiliação, que considerou "dolorosa", disse que parte de sua história ficava no PT:
- Não posso ficar no partido para convencer essas pessoas de que o meio ambiente tem que ser prioridade. Este é um governo insensível às causas sociais - disse Marina, que foi a evento sobre jornalismo ambiental. - Muitas vezes fui criticada, na pasta do Meio Ambiente, chamada de antipatriota, travadora do desenvolvimento, porque não aceito a implantação de projetos onde comunidades indígenas ou tradicionais tenham que ser atingidas ou sacrificadas. E os projetos hidrelétricos da Amazônia não podem ser instalados sem diálogo. É preciso entender que aqui (na Amazônia) moram 25 milhões de pessoas que precisam ser ouvidas.

" Não posso ficar no partido para convencer essas pessoas de que o meio ambiente tem que ser prioridade "

Marina disse que o governo Lula repete erros de seus antecessores ao desprezar ações de desenvolvimento sustentável:
- Deixamos na pasta do Meio Ambiente ações que reduziram o desmatamento em 57%. Estas mesmas ações foram extintas pelo (ex) ministro (de Assuntos Estratégicos) Mangabeira Unger. Desconheço os motivos, mas lamento.
A data do dia 30, especulada como dia de filiação de Marina ao PV, não foi confirmada:
- Digo apenas que me sinto bem à vontade para articular minha entrada no partido.
Questionada sobre a candidatura presidencial, esquivou-se, mas demonstrou bom humor:
- Se nem os candidatos desde criancinha estão confirmando a candidatura, imagina eu, que cheguei agora. Garanto apenas que essa possibilidade é uma grande honra para mim.

Caetano Especial - volume 2

Depois de uma breve e justificável interrupção na série Especial, eis o segundo volume dedicado a Caetano Veloso. Procurei deixar os dois discos com níveis de qualidade equivalentes. Espero que gostem!

1. ISTO AQUI O QUE É - Faixa gravada em 1988 para a trilha sonora da novela Vale tudo.
2. PADRÃO - Participação de Caetano no disco Mensagem, com poemas musicados de Fernando Pessoa, interpretados por vários artistas.
3. PECADO ORIGINAL - Gravação de 1978, feita para a trilha sonora o filme A dama do lotação.
4. CANTO TRISTE - Faixa extraída do Songbook Vinicius de Moraes, volume 3, de 1993.
5. FLOR DA IDADE - Participação de Caetano no terceiro volume do Songbook Chico Buarque, de 1999.
6. PIPOCA MODERNA - Gravação feita em 1981 que acabou ficando fora do disco Outras palavras. É versão diferente da lançada em 1975, no disco Jóia.
7. SUPER-HOMEM, A CANÇÃO - Faixa extraída do Songbook Gilberto Gil, volume 3, de 1992.
8. FAIXA DE CETIM - Faixa gravada por Caetano para o Songbook Ary Barroso, volume 3, de 1994.
9. POEMA DOS OLHOS DA AMADA - Canção apresentada por Caetano Veloso no filme Vinicius de Moraes, de 2005.
10. DIAMANTE VERDADEIRO - Registro de 1978 que talvez tenha servido de base para Maria Bethânia gravar a canção em seu disco Álibi.
11. CAIS - Participação de Caetano no disco homônimo de Ronaldo Bastos, gravado em 1989.
12. CANDEIAS - Faixa extraída do Songbook Edu Lobo, volume 2, de 1995.
13. ROSA - Gravação retirada do disco coletivo Ago! Pixinguinha - 100 anos, de 1997, em homenagem ao compositor.
14. OLINDA, CIDADE ETERNA - Faixa extraída do disco Mestre Capiba, de 2002, produzido por Raphael Rabello, com a participação de vários intérpretes.
15. JOÃO VALENTÃO - Adesão de Caetano Veloso ao disco Dorival Caymmi, de 1994, tribulo coletivo à obra do compositor baiano.
16. CANTO DO MUNDO - Faixa gravada para a trilha sonora do filme Ó paí, ó, de 2007.
17. A RÃ - Gravação rara, de 1978.
18. NOTHING BUT FLOWERS - Participação de Caetano na trilha sonora do filme Meu tio matou um cara, de 2005.
19. MILAGRES DO POVO - Gravação feita em 1985 para a trilha sonora da minissérie Tenda dos milagres.
20. MEU BARRACÃO - Faixa extraída do Songbook Noel Rosa, de 1991.
21. MERICA, MERICA - Gravação retirada da trilha sonora do filme O quatrilho, de 1995.
22. PIVETE - Participação de Caetano no disco Álbum musical, de 1997, com composições de Francis Hime, interpretadas por vários artistas.
23. ACALANTO - Faixa gravada em 1990 especialmente para o disco com as músicas do programa de televisão Rá Tim Bum.
24. DREAMLAND - Participação de Caetano Veloso no disco coletivo A tribute to Joni Mitchell, de 2007.
25. BAIÃO DE DOIS - Adesão de Caetano ao disco Humberto Teixeira - O doutor do baião, de 2003, com vários artistas interpretando as obras do compositor.

Link para baixar a coletânea:
http://www.4shared.com/file/121586004/6577f92d/Caetano_Especial_2_-_mpbrunoblogblogspotcom.html.

8.20.2009