2.05.2011
BOSSA NOVA EM INGLÊS
Investigamos os mistérios do disco que Johnny Alf gravou em 1963 e continua inédito até hoje
Antônio Carlos Miguel
RIO - Esquecidas por quase cinco décadas nos arquivos da RCA Victor (atualmente, um dos selos da Sony Music), 12 faixas de Johnny Alf podem finalmente vir a público. Além do valor histórico, esse disco - que iria se chamar "Bossa nova for the world", como noticiou O GLOBO em 2 de abril de 1963 - reafirma a genialidade do cantor, compositor e pianista que modernizou a música brasileira: Alf está cantando o fino e em inglês, em versões nunca conhecidas, em muitos casos. Alguns dos mistérios que cercam esse projeto começam a ser desvendados nesta reportagem, mas outras perguntas ainda ficam sem respostas. Entre elas: por que foi arquivado?
Pela importância da obra e pelo tamanho do talento, é pequena a discografia de Johnny Alf: em torno de 15 títulos, em quase 60 anos de carreira. O que aumenta o interesse por prováveis trabalhos inéditos do músico morto, aos 80 anos, em março de 2010. No momento em que a gravadora paulistana Lua Music bota no mercado a caixa de três CDs "Johnny Alf entre amigos" - um com canções obscuras na voz de sua intérprete favorita, Alaíde Costa; outro com seus clássicos regravados por, entre outros, Leny Andrade, Emílio Santiago, Joyce, Adyel Silva, Leila Pinheiro e Zé Renato; e o terceiro ao vivo, com o próprio Johnny e convidados em algumas canções -, há pelo menos dois feitos em estúdio e nunca lançados comercialmente.
O mais raro, inusitado e antigo é "Bossa nova for the world", mas, durante a apuração desta reportagem, um segundo ainda não editado também surgiu, com mais preciosidades - oito canções então inéditas, gravadas em 1990 no extinto Estúdio Transamérica, no Rio. Quem conta é João Sérgio Abreu, que foi o empresário do cantor e pianista entre 1989 e 91, e acompanhou passo a passo a criação desse disco, produzido pelo baixista Luca Maciel e gravado por um grupo completado por Ivo Caldas (bateria), Ricardo Pontes (sax e flauta) e Cláudio Jorge (violão):
- Tudo transcorria bem, até que, certo dia, Johnny falou que não queria mais prosseguir. Perguntei a razão, e ele apenas me disse que eram coisas espirituais. Nós mixamos as oitos faixas, mas, quando o estúdio faliu, sumiram com as fitas originais. Por sorte, gravei em DAT e o material está com ótima qualidade técnica.
Com músicos, produtor e então empresário do álbum de 1990 localizados, é só uma questão de vontade para assinar os contratos com os herdeiros legais de Alf - ou Alfredo José da Silva, que morreu sem parentes próximos -, Nelson Valência (seu empresário nos últimos 15 anos) e uma velha amiga de São Paulo, Vera. No caso das gravações de 1963, a tarefa é mais difícil. Pouco se sabe desse disco, e a falta de informações - em que estúdio foi gravado, quem são os músicos e o produtor? - impossibilita seu lançamento comercial, segundo Valência.
- Chegamos a pensar em editá-lo como um CD bônus na caixa da Lua, mas a gravadora não queria assumir a responsabilidade pelos direitos autorais e conexos - conta ele, que recebeu uma cópia do biógrafo de Alf, João Carlos Rodrigues.
Mas, após uma semana tendo a voz do jovem Johnny Alf como trilha e diversas consultas e audições feitas com músicos contemporâneos do artista, foi possível encontrar algumas pistas. As primeiras: a sonoridade, o fato de serem 12 faixas - o padrão que vigorava até o fim da década de 60 nos então LPs de vinil, com seis no lado A e seis no B - e o repertório, com canções lançadas até o início dos 60, permitiram arriscar o período, a época em que ele gravou seus dois primeiros LPs, ambos na RCA, "Rapaz de bem" (61) e "Diagonal" (64). Telefonemas e e-mails à Sony confirmaram esses indícios.
- Sim, o disco é nosso e consta de nossos arquivos. Mas não temos informação alguma, apenas a relação das músicas na caixa do tape de 1/4 de polegadas - informa a assessoria da gravadora.
Em seguida, uma pesquisa de fotos da época no arquivo do GLOBO nos levou à coluna "Nos discos populares", que confirma a gravadora e revela o título que então era cogitado, "Bossa nova for the world". Pelo visto, Alf, que ficara de fora do célebre concerto no Carnegie Hall, em novembro de 1962, preparava as bases para uma carreira internacional. O repertório reúne sucessos iniciais da bossa nova, com instrumentação típica do estilo - violão, bateria, contrabaixo e sax/flauta - e a curiosidade de trazer o piano do compositor apenas em seu clássico "Rapaz de bem". Ele canta as versões em inglês então já conhecidas para cinco temas de Jobim - "Desafinado", "Samba de uma nota só", "Brigas nunca mais", "Corcovado" e "Meditação" - e outras sete versões que ficaram inéditas: duas de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli ("O barquinho" e "Nós e o mar"), uma de Sérgio Ricardo ("Pernas"/"Legs"), e mais duas de sua autoria, "Céu e mar" e "Gostar de alguém".
- "Pernas" é de meu primeiro LP, e Johnny nunca me falou dessa versão, que é maravilhosa, assim como a gravação. Eu ganhei um belo presente - diz Sérgio Ricardo, ao ser surpreendido pelo GLOBO.
Menescal também nunca ouvira as versões de suas canções. A letra de "Little boat" ("O barquinho") é diferente da versão mais conhecida (de Buddy Kaye, gravada por intérpretes do jazz como Peggy Lee e Cleo Laine). Arranjos e sonoridade levam Menescal a arriscar:
- O violão pode ser de Neco, enquanto, em "Rapaz de bem", a flauta parece ser de Jorginho.
O crítico e pesquisador de jazz José Domingos Raffaelli crava Jorginho (Jorge Ferreira da Silva, músico que morreu cedo, antes de completar 50 anos) como o saxofonista/flautista das sessões.
- O solo de saxofone em "Brigas nunca mais" remete a Lee Konitz, e Jorginho era um konitziano assumido - diz Raffaelli, impressão reforçada pelo fato de Jorginho ter tocado no LP "Diagonal", de 1964.
Marcos Valle concorda com o palpite para o saxofonista/flautista e sugere outro violonista.
- A gente percebe que é alguém influenciado pela sonoridade de Baden Powell. Pode ser Jorge Omar, que também acompanhou Leny Andrade - diz Valle, sugerindo que o repórter procure o casal Tita e Edson Lobo. - Foi Tita quem me apresentou a Johnny.
Tita, cantora e compositora que foi gravada por Alf em "Diagonal" (a faixa "Vejo a tarde cair"), não tem lembranças de um disco em inglês do amigo; enquanto o contrabaixista Lobo dá outra fonte:
- O baterista Ivo Caldas, que tocou por 20 anos com Johnny.
Após ouvir algumas faixas, Caldas engrossa a aposta no sopro:
- O sax é Jorginho; o violão deve ser Neco ou até Zé Menezes.
Bola para Zé Menezes, veterano homem de todas as cordas, que, aos 89 anos, acaba de lançar uma caixa de três CDs e um DVD:
- Eu gravava com todo mundo. Toquei na estreia de Johnny, na Sinter, em 1952. Ele foi a primeira pessoa que escutei tocando e cantando diferente, fazendo a tal bossa nova antes de todos - diz Zé Menezes, que vota nele mesmo como o violonista das misteriosas sessões em inglês.
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2.04.2011
2.03.2011
Natureza e jazz se misturam no Vale do Capão
Natureza, montanhas, serras, vales e cachoeiras, este será o cenário da segunda edição do Festival de Jazz que irá ocorrer no Vale do Capão neste mês, nos dias 11 e 12. O Festival de Jazz do Capão, se coloca como uma opção gratuita a mais ao turista que pretende explorar a Bahia, mas não quer ficar só na cidade de Salvador.
O Vale do Capão fica na região da Chapada Diamantina a 445 km da capital baiana, e tem a tradição de ser uma opção alternativa aos pontos turísticos tradicionais da Bahia. Para quem gosta de um contato mais próximo com a natureza, paisagens exuberantes, cachoeiras, camping e de uma aventura mais selvagem, o Capão oferece trilhas que podem ser feitas de bike, como o Morro do Pai Inácio, cachoeiras com quedas d’água de mais de 380 metros como a famosa Cachoeira da Fumaça, além de espaços abertos, específicos para o camping.
Pelo segundo ano consecutivo, o município de Palmeiras - ao qual o Vale do Capão pertence – irá sediar o grande festival de jazz, que trará nomes de importância internacional, como Nana Vasconcelos, considerado um dos melhores percussionistas do mundo, Ivan Lins, ganhador do Grammy de 2009 como melhor álbum de MPB, a Orkestra Rumpilezz ganhadora do prêmio de “Melhor Grupo” (na categoria instrumental) e “Revelação do Ano” de 2010, do Prêmio da Música Brasileira, e Jaques Morelenbaum renomado instrumentista que já assinou produções fonográficas de Tom Jobim, Gilberto Gil e Chico Buarque.
O pequeno município de pouco mais de 1500 habitantes verá as ruas históricas do Capão serem embaladas ao som da boa música, além de promover uma enorme interação entre a comunidade local, e os visitantes, que neste ano estima-se serão cerca de 2 a 3 mil pessoas, o que faz com que a organização do evento pense também em medidas de conscientização ambiental, para melhor preservar os espaços naturais do Vale. “Nós investimos muito em campanhas de educação ambiental dos visitantes, toda placa de propaganda do festival, procuramos colocar frases como “não jogue lixo na rua”, “venha à pé” para que os visitantes sintam o maior conforto possível e evitar maiores transtornos” diz Ana Paula Prado, da assessoria do Festival.
A estrutura deste ano contará com dois palcos, - Palco Principal e Palco Alternativo – onde os artistas locais como o Grupo Instrumental do Capão, Coral do Capão, e Pife Muderno, e nacionais irão se revesar para abrilhantar a festa, que promete levar muita gente às ruas a partir das 18H. Além dos shows noturnos, o festival irá promover workshops de percussão (com Naná Vasconcelos), composição e harmonia ( com Ivan Lins),flauta, pife e sax (com Carlos Malta e Pife Muderno), violão, bossa nova e cello (com Jaques Morelenbaum e Cello Samba Trio), para os visitantes. Os workshops acontecerão na Praça e no Circo do Capão, todos gratuitos e com direito a certificado.
Os hotéis e pousadas que nesta época do ano ficam com suas reservas com cerca de 60% ocupadas, aumentam a demanda no festival “Com o festival, nós chegamos a 100% de lotação em nossa pousada o que faz com que os turistas procurem opções em Lençóis e localidades próximas, o que é muito bom, pois o visitante pode conhecer outros lugares da Chapada” diz Marcos Meira, responsável pela Pousada Lagoa das Cores. Por ser uma cidade turística os hotéis e pousadas investem em conforto e diversão para seus hóspedes “dispomos de serviço de sauna, SPA e ofurô para quem deseja relaxar” diz Meira.
Apesar de durar apenas dois dias, o turista que deseja curtir não só a boa música do Vale pode assistir nos finais de semana as apresentações de circo, teatro, coral, e grupos de música instrumental, oriundos da própria comunidade do Capão que acontecem no ponto de cultura Circo do Capão, além de passear pelas ruas históricas, que outrora já foi palco de garimpeiros à procura de diamantes.
O Vale do Capão é isso, natureza, boa música, história; e os diamantes que antigamente eram garimpados nas beiras dos riachos, têm seu brilho transformado em cultura e arte pela população local, que procura preservar as belezas desta terra, e agregar mais som e graça aos dias do município diamantino.
|Serviço|
O que: 2° Festival de Jazz do Vale do Capão
Quando: de 11 à 12 de fevereiro
Onde: Vale do Capão- Chapada Diamantina
Quanto: Gratuito
Como chegar: Seguir em direção a Feira de Santana, pela BR-324; em seguida, continuar pela BR -116 em direção ao sul, até o entroncamento do rio Paraguaçu. Depois, pela BR-242, seguir em direção a Brasília. Passando por Itaberaba e pela entrada de Lençóis, chega-se a Palmeiras. Para chegar ao Vale do Capão, deve-se seguir pela estrada de Caeté-Açú.
Lan Lan e Léo Gandelman tocam com Cyndi Lauper em shows no Brasil
Lan Lan e Léo Gandelman tocam com Cyndi Lauper em shows no Brasil
A série de apresentações que a cantora Cyndi Lauper fará pelo Brasil este mês contará com a participação de dois artistas brasileiros; a percussionista Lan Lan e o saxofonista Léo Gandelman.
Cyndi vem o país para apresentar aos fãs as músicas de seu mais recente álbum de estúdio, “Memphis Blues”, lançado no ano passado. Nesse disco Cyndi deixa de lado a sonoridade eletrônica e dançante pela qual ficou famosa nos anos 80 e mostra suas influências de Blues com resultados muito bons. Você pode conferir uma resenha desse álbum aqui no Território da Música.
A turnê em território brasileiro começa no dia 19 de fevereiro com um show no palco do Chevrolet Hall, em Olinda. Depois Cyndi se apresenta no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia, Cuiabá, Brasília e Porto Alegre.
Em todos os shows a percussionista e cantora Lan Lan - integrante da banda Moinho - fará parte da banda que tocará com Cyndi. No show do Rio de Janeiro e na segunda apresentação em São Paulo a banda também contará com Léo Gandelman. Confira as datas e locais segundo a agenda no site oficial da cantora:
19/02/2011 - Olinda/PE
Chevrolet Hall - Rua Agamenon Magalhães, s/n
www.chevrolethall.wcms.com.br
20/02/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Vivo Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85
www.vivorio.com.br
22 e 23/02/2011 - São Paulo/SP
Via Funchal - Rua Funchal, 65
www.viafunchal.com.br
25/02/2011 - Goiânia/GO
Atlanta Music Hall - Br 153, km 10
www.atlanta.art.br
26/02/2011 - Cuiabá/MT
Centro de Eventos Pantanal - Av. Bernardo Antônio de Oliveira Neto, s/n
www.eventospantanal.com.br
27/02/2011 - Brasília/DF
Centro de Convenções
01/03/2011 - Porto Alegre/RS
Teatro Bourbon - Av Túlio de Rose, 80 - SUC 301 A
www.teatrodobourboncountry.com.br
A série de apresentações que a cantora Cyndi Lauper fará pelo Brasil este mês contará com a participação de dois artistas brasileiros; a percussionista Lan Lan e o saxofonista Léo Gandelman.
Cyndi vem o país para apresentar aos fãs as músicas de seu mais recente álbum de estúdio, “Memphis Blues”, lançado no ano passado. Nesse disco Cyndi deixa de lado a sonoridade eletrônica e dançante pela qual ficou famosa nos anos 80 e mostra suas influências de Blues com resultados muito bons. Você pode conferir uma resenha desse álbum aqui no Território da Música.
A turnê em território brasileiro começa no dia 19 de fevereiro com um show no palco do Chevrolet Hall, em Olinda. Depois Cyndi se apresenta no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia, Cuiabá, Brasília e Porto Alegre.
Em todos os shows a percussionista e cantora Lan Lan - integrante da banda Moinho - fará parte da banda que tocará com Cyndi. No show do Rio de Janeiro e na segunda apresentação em São Paulo a banda também contará com Léo Gandelman. Confira as datas e locais segundo a agenda no site oficial da cantora:
19/02/2011 - Olinda/PE
Chevrolet Hall - Rua Agamenon Magalhães, s/n
www.chevrolethall.wcms.com.br
20/02/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Vivo Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85
www.vivorio.com.br
22 e 23/02/2011 - São Paulo/SP
Via Funchal - Rua Funchal, 65
www.viafunchal.com.br
25/02/2011 - Goiânia/GO
Atlanta Music Hall - Br 153, km 10
www.atlanta.art.br
26/02/2011 - Cuiabá/MT
Centro de Eventos Pantanal - Av. Bernardo Antônio de Oliveira Neto, s/n
www.eventospantanal.com.br
27/02/2011 - Brasília/DF
Centro de Convenções
01/03/2011 - Porto Alegre/RS
Teatro Bourbon - Av Túlio de Rose, 80 - SUC 301 A
www.teatrodobourboncountry.com.br
Carnaval no interior do Ceará com shows de MPB e mostra competitiva
O público cearense terá uma opção diferente para curtir o Carnaval na região do Cariri. Entre os dias 05 e 08 de março será realizado na região a primeira edição do Caldas Fest, evento que vai reunir diversas atrações convidadas e uma mostra competitiva para revelar novos talentos.
O festival será no Balneário de Caldas, na cidade de Barbalha, e os shows serão gratuitos. AS inscrições para a mostra competitiva estão abertas e os interessados podem se inscrever até o próximo dia 10 de fevereiro. O regulamento está disponível no site da J. A. Lima Produções (www.jalimaproducoes.com.br), produtora responsável pelo evento junto com a prefeitura local.
A mostra competitiva é aberta a cantores e compositores de todo o Brasil. Um juri vai selecionar 20 finalistas que se apresentarão no evento. Os três mais votados serão premiados.
De 05 a 08/03/2011 - Barbalha/CE
Balneário Termas do Caldas - Rod. Caldas, s/n
Informações: 85 3251-1105 / www.jalimaproducoes.com.br
O festival será no Balneário de Caldas, na cidade de Barbalha, e os shows serão gratuitos. AS inscrições para a mostra competitiva estão abertas e os interessados podem se inscrever até o próximo dia 10 de fevereiro. O regulamento está disponível no site da J. A. Lima Produções (www.jalimaproducoes.com.br), produtora responsável pelo evento junto com a prefeitura local.
A mostra competitiva é aberta a cantores e compositores de todo o Brasil. Um juri vai selecionar 20 finalistas que se apresentarão no evento. Os três mais votados serão premiados.
De 05 a 08/03/2011 - Barbalha/CE
Balneário Termas do Caldas - Rod. Caldas, s/n
Informações: 85 3251-1105 / www.jalimaproducoes.com.br
2.02.2011
Programação do Carnaval 2011 em Angra dos Reis
AGENDA DE APRESENTAÇÃO DOS BLOCOS
DIA 03/02 –Quinta-feira
Unidos da Porteira – Japuíba
Mocidade do Marinas
Sujos de Lama
Acadêmicos do Caravelas
Bloco da Carioca
Feliz Idade
Bloco da Jaqueira
DIA 10/02 – Quinta-feira – Noite da marchinha e do axé music
Bloco dos Artistas
Assombrosos do Cruzeiro
Nega Maluca
Unidos do Bonfim
Galera do Rock
Conexão Bahia
DIA 17/02 – Quinta-feira
Mocidade Unida da Paz – Belém
Bloco do Encruzo
Uns e Outros de Ladeira Abaixo
Bloco da Imprensa
Ki Merda é Essa
Reizinho
Barracão do Samba
Dias 24/02, 25/02, 26/02 e 27/02 de 2011
Cais de Santa Luzia– das 19h à meia-noite
Realização: Prefeitura de Angra e TurisAngra
Apoio: Abcar
AGENDA DE APRESENTAÇÃO DOS BLOCOS
DIA 24/02 – Quinta-feira – das 19h à meia-noite
Mocidade Unida da Paz – Belém
Mocidade do MarinasSujos de Lama
Ki Merda é Essa
Uns e Outros de Ladeira Abaixo
DIA 25/02– Sexta-feira – das 19h à meia-noite
Feliz IdadeBloco da Jaqueira
Acadêmicos do CaravelasBloco da Carioca
Bloco do Encruzo
Unidos da Porteira – Japuíba
Bloco da Imprensa
Reizinho
DIA 27/02/2011– Domingo – das 18h à 23h – noite da marchinha e do axé music
Bloco dos ArtistasAssombrosos do Cruzeiro
Nega Maluca
Unidos do BonfimGalera do Rock
Conexão Bahia
CALENDÁRIO OFICIAL DO CARNAVAL 2011
Quarta-feira que antecede o Carnaval – 02/03/2011:
Desfile no Centro da cidade:
Bloco Feliz Idade – 20h – concentração na rua Coronel Carvalho, em frente ao Cruzeiro
Bloco dos Artistas – 22h – concentração na praça em frente ao Teatro Municipal
Desfile nos bairros: não temDesfile no Centro da cidade:
Sururu Formado – 20h – concentração na rua Moacir de Paula LoboAssombrosos do Cruzeiro – 21h – concentração no Cruzeiro da Ladeira São Bernardino de Sena
Nega Maluca – 22h30min – concentração na praça do São Bento Desfile nos bairros: não tem
Sexta-feira de Carnaval – 04/03/2011:
Desfile no Centro da cidade:
Bloco Afro Reggae Homoheyen – 20h – concentração na Praça General Osório
Bloco da Imprensa – 22h – concentração na Praça General Osório Desfile nos bairros: não tem
Sábado de Carnaval – 05/03/2011:
Desfile no Centro da cidade:
Unidos da Portelinha – 16h – concentração na praça 6 de JaneiroReizinho Mirim – 18h30 – concentração na rua Moacir de Paula Lobo
Acadêmicos do Caravela – 20h30 – concentração na praça General Osório
Bloco da Malhação – 21h30 – concentração no Texaco – Coronel Carvalho
Ki Merda é Essa – 23h – concentração no final da rua Moacir de Paula LoboDesfile nos bairros:
Mocidade Unida da Paz – 20h – concentração na avenida São Lucas – Belém
Chamego Unido – 21h – concentração no inicio da rua São Sebastião – Frade
Domingo de Carnaval – 06/03/2011:
Desfile no Centro da cidade:
Reizinho – 18:30h – concentração rua Moacir de Paula Lobo
Bloco Marit’Samba – 20h – concentração no posto Texaco – rua Coronel CarvalhoBloco da Jaqueira – 22h – concentração na praça 6 de Janeiro – Morro do Carmo
Desfile nos bairros:
Bloco Carnavalesco Unidos do Bonfim – 17h – concentração na praia do Bonfim
Alcoólatras de Plantão – 16h – Abraão – Ilha Grande – concentração no Cais da BarcaPé na Jaca – 18h – concentração Rua Paz e Bem no Camorim
Unidos da Porteira – 21h – concentração na Praça da Porteira – JapuíbaBloco Carnavalesco Unidos da Praia Vermelha – 22h – concentração na Vila Histórica
Desfile no Centro da cidade:
Uns e Outros de Ladeira Abaixo – 20h30 – concentração praça General Osório
Bloco da Carioca – 21h30 – concentração na Bica da Carioca
Conexão Bahia – 22h30 – concentração na praça General Osório
Unidos de Jacuecanga – 20h – concentração rua Conde Mauricio de Nassau
Bloco Carnavalesco Jardim Balneário – 20h30 – concentração quadra do Balneário
Bloco Império do Frade – 21h – concentração na esquina da rua São SebastiãoTerça-feira de Carnaval – 08/03/2011:
Desfile no Centro da cidade:
Sujos de Lama – 19h – concentração na praça General OsórioMocidade Unida do Tatu – 20:30h – concentração na praça General Osório
Galera do Rock – 22h – concentração na praça General OsórioQuarta Sem Lei – meia-noite – concentração na Praça General Osório
Bloco dos Galinhas de Garatucaia – 18h – Garatucaia
Mocidade do Marinas – 20h30 – concentração na Rua da Pedreira
Unidos do Encruzo – 22h – concentração no campo de futebol do Encruzo da Enseada
OBS: neste calendário de desfile só estão relacionados os blocos carnavalescos associados à Abcar
Fonte: Prefeitura de Angra dos Reis
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Carnaval 2011
Escolas de samba do Grupo Especial

Em 1953, o Bloco Associação Carnavalesca Beija-Flor, vitorioso no bairro, foi inscrito por Silvestre David do Santos (Cabana) integrante da ala dos compositores, como escola de samba, na Confederação das Escolas de Samba, para o desfile oficial de 1954, no segundo grupo.
No seu primeiro desfile, em 1954, foi campeã passando para o grupo I, no qual permaneceu até 1963. Em 1974, retornou para o Grupo I resultado do bom trabalho desenvolvido por Nelson Abraão David. Em 1977, Aniz Abraão David assume a Presidência e projeta a Escola de Samba de Nilópolis como uma das mais famosas do mundo.
Site oficial: http://www.beija-flor.com.br/G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio

O G.R.E.S Acadêmicos de Duque de Caxias iria disputar o quinto grupo de acesso das Escolas de Samba, no entanto surgiu a idéia de que a escola poderia disputar o segundo grupo e para tal teria que adotar o nome da antiga escola G.R.E.S. Grande Rio, pois a mesma já fazia parte da acima mencionado.
Depois de várias reuniões com a Diretoria os membros da antiga Escola Grande Rio, o Presidente de Honra Jayder Soares sugeriu que se fizesse a fusão das duas agremiações e no dia 22 de setembro de 1988 passou a ser chamar ACADÊMICOS DO GRANDE RIO.
Site oficial: http://www.academicosdogranderio.com.br/
Imperatriz Leopoldinense

Seu primeiro desfile aconteceu no carnaval de 1960, quando a escola levou para a avenida o enredo “Homenagem à Academia Brasileira de Letras” e conquistou o sexto lugar no terceiro grupo.
O Departamento Cultural da agremiação foi responsável, durante vários anos, pelos enredos da escola. O ano de 1980 foi especial para Imperatriz, pois foi quando ela conquistou seu primeiro título entre as grandes escolas de samba do Rio, com o samba de enredo “O que que a Bahia tem”.
Hoje, a Imperatriz Leopoldinense tem o mérito de ser a primeira tricampeã do Sambódromo.Site oficial: http://www.imperatrizleopoldinense.com.br
Estação Primeira de Mangueira
O Morro da Mangueira, localizado na zona norte do Rio de Janeiro, é uma das referências mais significativas na história do samba e no conjunto de elementos que compõem a própria identidade carioca. Sua escola de samba é fruto da união dos diversos blocos que formavam a comunidade.
A fundação, em 28 de abril de 1928, se deu por iniciativa de um grupo de notáveis compositores que, liderados por Cartola, cantaram o sentimento de todo o morro. Além de Cartola, Carlos Cachaça e Saturnino (pai de D. Neuma) entre outros fundaram a Estação Primeira de Mangueira para trazer alegria a todo o povo brasileiro.
Surgia assim, a nação mangueirense. Vestida de verde e rosa fez mais vivo o carnaval do Rio de Janeiro. Não só pelas cores, mas ainda pela maneira de desfilar, pela pulsação da bateria e poesia de seus compositores. Mais do que tudo, pela magia de sua gente.Enfim, como diz Hermínio Bello de Carvalho e o portelense Paulinho da Viola, a Mangueira é tão grande, que nem cabe explicação...
Hoje em dia a Mangueira é um enorme complexo social, abrigando inúmeros projetos e ensinando a dezenas de crianças, artes, esporte e, principalmente, cidadania. É reconhecida internacionalmente por todos os grandes líderes mundiais que, quando vêm ao Brasil, se encantam e se emocionam ao ver a garra de seus componentes.
Site oficial: http://www.mangueira.com.br/
G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel

Em 1959, a bateria, sob a batuta de Mestre André, deu pela primeira vez a célebre "paradinha" em frente à comissão julgadora,mantendo o ritmo para que a escola continuasse evoluindo. O povo passaria, mais tarde, a acompanhar tal "bossa" com o grito de "Olé". Durante este período, a Mocidade era conhecida como "uma bateria que carregava a escola nas costas", pois a bateria era mais conhecida do que a própria escola, que só alguns anos depois iria se tornar uma escola que competisse com as grandes da época (Portela, Império Serrano, Salgueiro e Mangueira).
No ano de 1974, Arlindo Rodrigues apresentou o enredo "A festa do Divino" ,tirando um 5° lugar. Mas neste ano ela poderia ter ganhado o campeonato, se não tirasse uma 4 em fantasia e um 9 em harmonia. A diferença de pontos do Salgueiro para a Mocidade eram de 6, portanto haveria empate somente se a Mocidade ganhasse 10. mesmo se houvesse empate, o Salgueiro sagraria-se campeão pois obteve 10 em harmonia .
Desde então, a escola deixava de ser conhecida apenas por sua bateria, para impor-se como grande escola de samba. Em 76, por ironia, a Mocidade empatou em segundo lugar, com a Mangueira, e perdeu o desempate por ter um ponto a menos na nota da tão famosa bateria nota 10. Em 1979, ainda com Arlindo Rodrigues, a Mocidade conquista o seu primeiro campeonato com "O Descobrimento do Brasil".
Ano seguinte, assumiu o carnaval Fernando Pinto, produzindo carnavais excepcionais na Mocidade e projetando-se como um dos mais criativos e inventivos carnavalescos já conhecidos.
No primeiro ano de Fernando Pinto na Mocidade, em 1980, a escola conquistou um segundo lugar com o enredo "Tropicália Maravilha". Em 1983, a Mocidade recebe o estandarte de melhor comunicação com o público com o enredo "Como era verde o meu Xingu". Fernando permanceu na escola até 88 e fez grandes carnavais na Mocidade na década de 80: além de Tupinicópolis e Como era verde meu Xingu, deu à escola o título de 85, com Ziriguidum 2001. Nesse carnaval, a Mocidade entraria na Avenida com um enredo futurista, projetando o carnaval do próximo século.
Site oficial: http://www.mocidadeindependente.com.br/
G.R.E.S. Portela

Em fins do século XIX e início do século XX, a economia da região, amparada principalmente na força do trabalho escravo, entra em uma inevitável crise. Os antigos latifúndios são aos poucos repartidos por pessoas pobres que fugiam das reformas urbanas que ocorriam no centro da capital da jovem República Brasileira. O trem, chegado em 1890, trazia diariamente um grande contingente de pessoas desprovidas de qualquer bem material para os já conhecidos subúrbios. Especialmente, merece destaque a brava população que, enfrentando todos os tipos de dificuldades, ocupou a região próxima ao Rio das Pedras através da antiga estação de Dona Clara. Mais tarde, a ainda jovem localidade, que herdou o nome do Rio vizinho, receberia o definitivo nome de Oswaldo Cruz em 1904 homenagem do Prefeito Pereira Passo ao grande sanitarista que exterminou a febre amarela no Rio de Janeiro.
Os negros trouxeram sua música, sua dança, sua religião e sua inigualável forma de enfrentar a dor através da arte para a "roça". Foram estes negros, muitos deles vindos de outras partes do Brasil, sobretudo de Minas Gerais e do antigo Estado do Rio, que plantaram a semente da batucada nas festas da região. O cavalo torna-se o principal meio de transporte. Imensos valões dificultavam a passagem dos moradores. Não havia água, luz ou qualquer tipo de conforto já comum nos bairros mais abonados da cidade. O antigo engenho cedeu espaço e nome para a principal via da região: a estrada do Portela.
Os primeiros portelenses foram verdadeiros alquimistas. Magos capazes de transformar dor em arte, e sofrimento em notas musicais. A dificuldade, em suma, foi a matéria-prima das primeiras composições da PORTELA.
Esta integração foi fundamental para a história da Portela, pois possibilitou uma vida social marcada por festas religiosas, batucadas e jongo, manifestação cultural herdada dos antepassados escravos.
Site oficial: http://www.gresportela.com.br/
G.R.E.S. Unidos do Porto da Pedra

Apesar de não ter vencido o campeonato, o desfile da escola chama a a atenção do então presidente da Liesga (dissidência da Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) e da Liesa, Paulo de Almeida, que convida a agremiação para participar do campeonato do Grupo de Acesso A.
Em 1995, a agremiação desponta na Sapucaí, com a vitória no Grupo A do enredo Campo-cidade em busca da felicidade, do carnavalesco Mauro Quintaes. Em sua estréia no Grupo Especial, a Porto da Pedra logo mostra sua força: faz um belo carnaval com O carnaval dos carnavais, surpreendendo a todos com a 9ª colocação.
Em 97, consegue mais um feito, chegando ao Desfile das Campeãs com No reino da alegria - cada louco com sua mania. O carnavalesco Mauro Quintaes conseguiu implantar um estilo descritivo e bem claro de desenvolver seus enredos, facilitando o entendimento do desfile por parte do público.
Em 98, a escola manteve o estilo, mas não as boas colocações: com Samba no Pé e Mãos ao Alto, Isto é um Assalto, a Porto da Pedra foi rebaixada para o Grupo de Acesso A.
No Carnaval 2000, a agremiação teve nova passagem pelo Grupo Especial, mas não conseguiu um bom resultado, terminando em 14º lugar com o enredo Ordem e progresso - amor e folia no milênio de fantasia.
Em 2001, a agemiação foi a campeã do Grupo de Acesso A, com o enredo Um Sonho Possível! Crescer e Viver! Agora é Lei!, subindo novamente ao Especial
Site oficial: http://www.unidosdoportodapedra.com.br/
G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro

Na década de 1970, a escola consagra o jovem artista plástico Joãosinho Trinta, que foi aluno de Pamplona, nos memoráveis desfiles de 1971 Festa para um Rei Negro (samba composto por Zuzuca, tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual obtém seu 5º título) e o bicampeonato em 74/75 com Rei de França na Ilha da assombração (samba composto em 1974 por Zé Di e Malandro tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta que lhe rendeu seu 6º título do carnaval carioca) e As minas do rei Salomão (samba composto em 1975 por Nininha Rossi, Dauro Ribeiro, Zé Pinto e Mário Pedra e tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual conquistou seu 7º título).
Nos anos 80 a escola amarga uma série de insucessos, disputas internas causaram afastamento de salgueirenses históricos e vê a ascensão de escolas como: Beija-Flor , Imperatriz e Mocidade Independente, cujos desfiles eram confeccionados por ex carnavalescos do Salgueiro, como Joãosinho Trinta, Arlindo Rodrigues e Rosa Magalhães.
O jejum de títulos é quebrado em 1993 com o surpreendente Peguei um Ita no Norte, de Mario Borrielo, Demá Chagas, Arizão, Celso Trindade, Bala, Guaracy e Quinho e com o carnavalesco Mário Borriello, esse desfile foi responsável por um dos momentos mais inesquecíveis do carnaval carioca e por um dos melhores samba-enredo que a Sapucaí ouviu.
Nos últimos anos seu carnaval foi feito pelo carnavalesco Renato Lage que foi discípulo de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Com a morte dos patronos Maninho e Miro Garcia, a vermelho-e-branca precisou mais do que nunca se unir para apresentar um grande desfile com o enredo Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga. O desafio foi vencido. O excelente desenvolvimento do enredo de Renato Lage e Márcia Lavia contava a história e a importância do fogo para a humanidade. A plástica do tema iluminou os carnavalescos a criarem um belíssimo trabalho de cores quentes e formas originais inspirados no elemento. O Salgueiro desfilou com uma garra que há muito tempo não se via. Exceto por problemas em duas alegorias, que tiveram dificuldade de passar pelas árvores não podadas da Presidente Vargas, a escola foi extrema em sua excelência e incendiou a avenida, credenciando-se ao título. Porém, na abertura dos envelopes, apenas a 5ª colocação foi reservada à escola.
Golpe maior a escola sofreria no ano seguinte, quando levou para a avenida o enredo Microcosmos, o que os olhos não vêem, o coração sente, criado por Renato Lage e Márcia Lávia. Já contando com a estrutura do barracão na Cidade do Samba, a escola sentiu o peso de abrir o desfile do Grupo Especial, com um público ainda frio e pouco receptivo. O resultado final foi a 11ª colocação, a pior da história do Salgueiro.
Para se reerguer, em 2007 o Salgueiro foi em busca de suas raízes para encontrar, na África Oriental, a história das Candaces, rainhas negras que governaram o Império Meroe, sete séculos antes de Cristo. Tudo pareceu perfeito para mais uma vitória - ou pelo menos o vice-campeonato. A escola fez um desfile brilhante e saiu aclamada pelo público e pela imprensa como postulante ao título. Uma boa colocação parecia certa para a escola (e para o público em geral). Essa expectativa durou apenas até a leitura das primeiras notas, na quarta-feira de cinzas. Inexplicavelmente os jurados deram notas baixas à escola. Afastada da luta pelo campeonato, o Salgueiro terminou a apuração em 7º lugar. Em 2008, falando sobre a cidade do Rio de Janeiro, o Salgueiro conquista o vice-campeonato.
Após o vice-campeonato, o Salgueiro realizou eleições para a escolha da diretoria executiva, responsável pelo comando da escola no triênio 2008/2010. A vencedora foi a candidata da situação, Regina Celi Fernandes Duran, segunda mulher na história a presidir a escola.
Para 2009, a escola escolheu o enredo Tambor, de Renato Lage. O samba enredo vencedor foi composto por Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite. Graças a a esse enredo, o Salgueiro ganhou o campeonato deste ano, com um ponto de diferença da vice Beija-Flor e quebrando um jejum que durava 16 anos.
Para o carnaval de 2010, o Salgueiro segue com o carnavalesco Renato Lage e busca o bi-campeonato com o enredo autoral Histórias Sem Fim, contado a história do livro, que vem da Antiguidade até os tempos modernos.
Site oficial: http://www.salgueiro.com.br/
G.R.E.S União da Ilha do Governador

Ao terminar o desfile o grupo se juntou a outros amigos do time de futebol União Futebol Clube, levando-lhes a idéia. Dois dias depois, (7 de março de 1953), no armazém de Maurício Gazelle, eles fundaram a escola de samba União, hoje União da Ilha do Governador. Suas cores são azul, vermelho e branco.
A madrinha da União da Ilha é a escola de samba Portela, daí a Ilha ter em seu brasão o desenho da Águia, símbolo da Portela. A colocação da Águia no brasão da União da Ilha foi idéia sugerida por Natal, um dos mais tradicionais presidentes portelenses. O autor do desenho do brasão da bandeira foi Edson Machado.
A União da Ilha tem uma das mais tradicionais ala de compositores. Destaca-se entre os nomes de seus poetas populares o do saudoso Didi (Adolfo de Carvalho Baeta das Neves, procurador da República). Didi foi vencedor de samba-enredo em várias escolas, assinando sempre com pseudônimo ou, em outras ocasiões, dispensando sua assinatura nas composições.
Didi, ganhou 24 sambas-enredos, número superior aos também compositores recordistas Paulão Brasão, Silas de Oliveira e David Correia.
A União da Ilha iniciou suas apresentações no Cacuia. De 1954 a 1959 foi vencedora dos desfiles do lugar. Em 1960 ao ser registrada na Associação das Escolas de Samba do Estado da Guanabara a União da Ilha foi desfilar no 3º grupo das agremiações, na Praça Onze, conquistando o terceiro lugar. Em 1961 foi classificada em segundo lugar indo para o segundo grupo. Passou ao grupo 1, mais tarde chamado de grupo especial, no carnaval de 1974. Em seu primeiro desfile, entre as mais tradicionais escolas de samba da cidade, foi a nona colocada.
Um dos presidentes da escola cuja a presença foi de extrema importância foi o senhor Jucy Curvello (in memória), pois foi o presidente que pôs a União da Ilha no Grupo Especial; Foi no ano de 1974 com o enredo "Lendas e Festas da Yabás", onde permaneceu até o ano de 2001.
De 1977, com o enredo Domingo, a 1980, quando tirou em segundo lugar com o enredo Bom, Bonito e Barato, a União da Ilha fez grandes desfiles se consagrando definitivamente como uma das escolas de samba mais simpáticas do grupo especial.
Site oficial: http://www.gresuniaodailha.com.br/
G.R.E.S. Unidos da Tijuca

Em 1936, a escola viveu seu grande momento: foi a grande campeã do carnaval, com o enredo Sonhos delirantes, batendo escolas como Portela e Mangueira. Naquele desfile, realizado na Praça Onze, a Tijuca trouxe uma inovação, apresentando carros alegóricos aludindo o enredo.
De 1960 a 1980, a escola enfrentou um período muito difícil, desfilando no segundo grupo e sem conseguir subir. Neste período, somente uma vez chegou perto de voltar ao grupo das grandes.
Em 80, com um carnaval de Renato Lage e um samba cantado por Neguinho da Beija-Flor, a Tijuca reencontrou o caminho da vitória, sendo a campeã do Grupo 1B. Assim, voltava ao grupo principal do carnaval carioca.
Nos últimos vinte anos, a escola não teve colocações muito boas, chegando a ser rebaixada algumas vezes. Na última vez, em 98, homenageava o Vasco da Gama (clube e navegador). O rebaixamento não foi bem recebido pelos componentes, que consideraram o julgamento injusto. Em 99, no Grupo de Acesso, a Tijuca fez um desfile memorável, com o enredo O Dono da Terra. O samba foi considerado o melhor de todos naquele carnaval. O título coroou o esforço da escola e a reconduziu ao Grupo Especial.
Disposta a mostrar que seu lugar é entre as grandes, a Unidos da Tijuca fez um grande carnaval em 2000. Levou para a Avenida Terra dos papagaios… Navegar foi preciso!, e novamente teve um dos melhores sambas do carnaval. O 5º lugar foi bastante comemorado: a Tijuca não obtinha um resultado tão bom há quase 50 anos.
No ano de 2002, a agremiação da Tijuca prestou uma belíssima homenagem à Língua Portuguesa, mas não passou da 10ª colocação. Em 2003, mesmo tendo um excelente samba e com um enredo muito elogiado, a escola não conseguiu fazer na avenida o que estava sendo esperado. A Unidos da Tijuca ficou apenas com a 9ª colocação.
Com a chegada de Paulo Barros, a escola surpreendeu e conquistou o segundo lugar em 2004. Em 2005, a agremiação levou homem de lata, cartas de baralho e mortos vivos e conquistou o bi-vice.
Site oficial: http://www.unidosdatijuca.com.br/
G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel

Uma das figuras mais conhecidas da escola é, sem dúvida, Martinho da Vila. Sua entrada na agremiação aconteceu em 1965: ele fazia parte da Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato e já estava partindo para o Império Serrano, quando surgiu o convite para integrar a ala de compostores da Vila Isabel. Na nova escola, Martinho reestruturou a forma de compor samba-enredos, com a introdução de letras e melodias mais suaves, emplacando 4 sambas consecutivamente. No carnaval de 1967, Martinho da Vila compôs Carnaval de Ilusões, em 1968 Quatro Séculos de Modas e Costumes, em 1969, Iaiá do Cais Dourado e em 1970, Glórias Gaúchas. Em 1979, a Vila saiu vitoriosa do Grupo 1B, com um enredo feito por Yêdda Pinheiro, falando sobre Os dourados anos de Carlos Machado. Foi a primeira vez que uma escola homenageou um vulto da cultura ainda vivo. Hoje é lugar comum, mas esta foi a primeira vez em que isto foi feito.
No grupo especial, a Vila Isabel conquistou apenas seu primeiro campeonato, em 1988,desfile do samba-enredo Kizomba, a festa da raça. O desfile marcou a passarela do samba, por abusar de materiais alternativos, como a palha e sisal, e pela garra dos componentes da escola. Para muitos que conhecem bem os desfiles de escolas, este talvez tenha sido o melhor desfile de que se há notícia. Infelizmente, devido a um grave temporal que deixou a cidade do Rio de Janeiro em estado de calamidade pública, o Desfile das Campeãs não foi realizado.
Após a vitória de 1988, a escola ainda conseguiu uma boa colocação com Direito é Direito, em 1989 (4º lugar), nesse ano, foi marcante a comissão de frente formada por mulheres grávidas. Mas na década de 1990, a escola alternou entre a 7ª e a 12ª colocação. Em 2000, no entanto, a Vila Isabel ficou na 13ª colocação, descendo para o Grupo de Acesso A. Em 2002, com um enredo sobre Nilton Santos a Vila deixou de subir ao Grupo Especial por engano de um julgador, que trocou a nota 10 que seria dada à Vila por uma nota menor, que seria dada à União da Ilha. Com isso, a Acadêmicos de Santa Cruz, sagrou-se campeã.
Em 2004 com um enredo sobre a cidade de Paraty, a Vila retorna ao especial, sagrando-se campeã do Grupo de Acesso, superando as favoritas Santa Cruz e Acadêmicos da Rocinha. em 2005 tendo Joãosinho Trinta a frente, que vítíma de um derrame cerebral não pode continuar os trabalhos a Vila trouxe um enredo sobre navios que lhe deu a 10a. colocação.
Depois de ficar anos sem quadra de ensaios, Ruça, presidenta da escola, conseguiu que a escola municipal Equador, que fica no Boulevard 28 de setembro com a rua Rocha Fragoso, cedesse a sua quadra de esportes. Atualmente a escola possui uma quadra de ensaios localizada na Boulevard, na outrora estação final dos bondes, onde era o parque de estacionamento do Detran e garagem da antiga CTC.
Em 2006, a Vila Isabel levou para a avenida o enredo "Soy loco por ti América - A vila canta a latinidade", do carnavalesco Alexandre Louzada, e conseguiu seu segundo título, depois de muito sofrimento na apuração. Com um contagiante refrão, o samba-enredo da Vila Isabel foi um dos que mais fizeram as arquibancadas cantar e, curiosamente, foi o que determinou o título. A empresa PDVSA, estatal petrolífera da Venezuela, financiou o carnaval da Vila Isabel com uma doação de R$ 900 mil.entretanto, segundo reportagem do "Jornal do Brasil" de 3 de março de 2006, autoridades venezuelanas estão investigando o patrocínio e seu verdadeiro valor, pois há versões de que o montante ficou entre US$ 450 mil e US$ 2 milhões. O matutino venezuelano Reporte noticiou em sua capa que mais de 500 pessoas viajaram ao Rio de Janeiro com todas as despesas pagas pela PDVSA para animar o desfile da Vila Isabel.Em 2007, com enredo falando sobre as Metamorfoses, de Cid Carvalho, que estreava carreira-solo, termina na 6º posição.
No carnaval de 2008, falando sobre os Trabalhadores do Brasil, a Vila vem com um desfile rico e visualmente perfeito. No entanto, um erro de manobra do 8º último carro prejudica a escola de Noel, mas não tiraram o brilho da nova rainha de bateria (Natália Guimarães) que arrasou na avenida.
Para o carnaval de 2009, a Vila falará sobre o centenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o enredo Neste Palco da Folia, Minha Vila Anuncia: Theatro Municipal, o Centenário Maravilha, de autoria do carnavalesco Alex de Souza, que dividirá com o polêmico Paulo Barros, terminou na 4º colocação.
Para o carnaval de 2010, a Vila falará sobre o centenário de Noel Rosa, com o enredo "Noel: a presença do poeta da Vila"
Site oficial: http://www.gresunidosdevilaisabel.com.br/
G.R.E.S. São Clemente

A sede da São Clemente como instituição sempre esteve no bairro de Botafogo, onde permanece até hoje, bairro este com o qual a agremiação possui profundas ligações. Porém atualmente a quadra para os ensaios da escola está localizada na Avenida Presidente Vargas, na Cidade Nova.
Site oficial: http://www.saoclemente.com.br/
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Carnaval 2011
Elvis Costello no Brasil: confira valores dos ingressos
A produtora Time For Fun divulgou os valores dos ingressos para os shows do músico Elvis Costello no Brasil. As apresentações estão agendadas para os dias 05 e 06 de abril, em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.
Em São Paulo a apresentação será realizada na casa de shows Credicard Hall. Os ingressos custam entre R$ 100,00 e R$ 400,00. Já na capital fluminense o show será no Citibank Hall, com ingressos entre R$ 200,00 e R$ 350,00.
Até o dia 06 de fevereiro os ingressos estarão disponíveis apenas para clientes Credicard, Citibank e Diners. As vendas para o público em geral serão abertas dia 07 de fevereiro, à meia-noite, através do site www.ticketsforfun.com.br, e às 09h00 da manhã pelo telefone 4003-5588.
Na atual turnê mundial o inglês Elvis Costello divulga o álbum "National Ransom", lançado no ano passado.
05/04/2011 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981
Horário: 21h30
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 14 anos desacompanhados.
Ingressos: R$ 100,00 (platéia superior 3), R$ 110,00 (platéia superior 2), R$ 120,00 (platéia superior 1), R$ 350,00 (camarote setor 2/cadeiras setor 1), R$ 400,00 (camarotes setor 1/cadeiras setor vip), R$ 250,00 (poltronas setor 2), R$ 300,00 (poltronas setor 1/cadeiras setor 2).
Informações: www.ticketsforfun.com.br
06/04/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3.000
Horário: 21h30
Classificação etária: Até 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos: desacompanhados
Ingressos: R$ 200,00 (poltrona/cadeira lateral), R$ 250,00 (cadeira central/cadeira especial), R$ 300,00 (camarote/cadeira palco), R$ 350,00 (cadeira vip).
Informações: www.ticketsforfun.com.br
Em São Paulo a apresentação será realizada na casa de shows Credicard Hall. Os ingressos custam entre R$ 100,00 e R$ 400,00. Já na capital fluminense o show será no Citibank Hall, com ingressos entre R$ 200,00 e R$ 350,00.
Até o dia 06 de fevereiro os ingressos estarão disponíveis apenas para clientes Credicard, Citibank e Diners. As vendas para o público em geral serão abertas dia 07 de fevereiro, à meia-noite, através do site www.ticketsforfun.com.br, e às 09h00 da manhã pelo telefone 4003-5588.
Na atual turnê mundial o inglês Elvis Costello divulga o álbum "National Ransom", lançado no ano passado.
05/04/2011 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981
Horário: 21h30
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 14 anos desacompanhados.
Ingressos: R$ 100,00 (platéia superior 3), R$ 110,00 (platéia superior 2), R$ 120,00 (platéia superior 1), R$ 350,00 (camarote setor 2/cadeiras setor 1), R$ 400,00 (camarotes setor 1/cadeiras setor vip), R$ 250,00 (poltronas setor 2), R$ 300,00 (poltronas setor 1/cadeiras setor 2).
Informações: www.ticketsforfun.com.br
06/04/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3.000
Horário: 21h30
Classificação etária: Até 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos: desacompanhados
Ingressos: R$ 200,00 (poltrona/cadeira lateral), R$ 250,00 (cadeira central/cadeira especial), R$ 300,00 (camarote/cadeira palco), R$ 350,00 (cadeira vip).
Informações: www.ticketsforfun.com.br
Seu Jorge e Almaz lançam CD no Brasil e fazem duas apresentações
Inicialmente lançado no ano passado apenas nos Estados Unidos e na Europa, o primeiro CD do cantor Seu Jorge em parceria com a banda Almaz agora está disponível no mercado nacional via EMI Music.
Para comemorarar o lançamento os artistas subirão ao palco do Oi Futuro Ipanema para dois shows nos dias 04 e 05 de fevereiro, sexta e sábado, às 21h00. As apresentações fazem parte do Festival Sonoridades, com curadoria de Nelson Motta.
Além de Seu Jorge, o projeto é formado pelos músicos Lucio Maia (guitarra), Pupillo (bateria) e Dengue (baixo). No repertório do álbum e dos shows, os músicos apresentam versões para clássicos de artistas de diferentes estilos, como Jorge Ben Jor, Rod Temperton, Michael Jackson, Kraftwerk, Tim Maia, Roy Ayers, Dorival Caymmi e Frenchie Thompson, entre outros.
04 e 05/02/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Teatro Oi Futuro Ipanema - Rua Visconde de Pirajá, 54
Horário: 21h00
Ingressos : R$ 15,00
Informações: 21 3201-3010
Para comemorarar o lançamento os artistas subirão ao palco do Oi Futuro Ipanema para dois shows nos dias 04 e 05 de fevereiro, sexta e sábado, às 21h00. As apresentações fazem parte do Festival Sonoridades, com curadoria de Nelson Motta.
Além de Seu Jorge, o projeto é formado pelos músicos Lucio Maia (guitarra), Pupillo (bateria) e Dengue (baixo). No repertório do álbum e dos shows, os músicos apresentam versões para clássicos de artistas de diferentes estilos, como Jorge Ben Jor, Rod Temperton, Michael Jackson, Kraftwerk, Tim Maia, Roy Ayers, Dorival Caymmi e Frenchie Thompson, entre outros.
04 e 05/02/2011 - Rio de Janeiro/RJ
Teatro Oi Futuro Ipanema - Rua Visconde de Pirajá, 54
Horário: 21h00
Ingressos : R$ 15,00
Informações: 21 3201-3010