
5.03.2009
5.02.2009
Festival internacional terá 82 recitais em 25 palcos do Rio

RIO - Os franceses do Quinteto Les Alizées abriram o Festival nesta sexta-feira (01.05), no Centro Cultural Banco do Brasil, na quarta edição do RioHarp Festival, evento promovido pelo projeto Música no Museu com quase cem concertos gratuitos. No programa de abertura do CCBB, um dos 25 palcos do Rio que receberão, até o início de junho, 32 harpistas de 25 países, obras de Mozart e Haendel, entre outros.
Este fim de semana, com seis apresentações, tem o harpista Bajaly Suso, da Gâmbia, que vai tocar música folclórica africana no Pão de Açúcar - lá, é preciso pagar pelo bondinho.
- Receberemos grandes nomes mundiais - diz Sergio da Costa e Silva, diretor do evento.
Além dos 82 concertos cariocas, o evento promove até junho nove apresentações em cidades como Belém e Manaus.
Confira a programação desta semana:
Sexta (01.05):
14h - Abertura do festival - CCBB: Quinteto Les Alizées
17h - Marielle Nordmann
Sábado (02.05):
14h - CCBB: Trio D'Ambrósio
17h - CCBB: Jana Bouskova (harpa), Zdenek Svab, trompa - Rep. Tcheca e Gisele Diniz, voz - Brasil
Domingo (03.05):
14h - CCBB: Quinteto Les Alizées
17h - Pão de Açúcar: Bajaly Suso - Gâmbia
Segunda (04.05):
12h30 - Biblioteca Nacional. Rua México, s/n: Quinteto Les Alizées
18h - BNDES- Auditório da Av. Chile , 100: Orquestra Brasileira de Harpas
Terça (05.05):
14h - Igreja Santa Cruz dos Militares (Rua Primeiro de Março, 36): Aurelie Viegas (harpa) e Priske Dehandschutter (soprano) - Bélgica
19h: Igreja da Sé (Rua Primeiro de Março): Florence Sitruk - Alemanha
Quarta (06.05):
12h30 - Paço Imperial (Praça XV de Novembro, 48): Aurelie Viegas (harpa) e Priske Dehandschutter (soprano) - Bélgica
12h30 - Estação do Metrô - Estação Carioca: Alfonzo Fabian Do Koricillo - Peru
17h: Paço Imperial - Sala dos Archeiros (Praça XV de Novembro, 48): Bajaly Suso - Gâmbia
Quinta (07.05):
12h30 - Real Gabinete Português de Leitura (Rua Luis de Camões, 30): Sirin Pancaroglu (harpa) e Elif Yurdakul (flauta) -Turquia
17h - Real Gabinete Português de Leitura (Rua Luis de Camões, 30): José Enrique Guzman - México
Sexta (08.05):
12h30 - Centro Cultural Light (Rua Marechal Floriano, 168): Aurelie Viegas (harpa) e Priske Dehandschutter (soprano) - Bélgica
17h30 - Centro Cultural Light (Rua Marechal Floriano, 168): Gwyneth Wentink - Holanda
IV RioHarp Festival.Centro Cultural Banco do Brasil (Teatro 1):
Rua Primeiro de Março 66, Centro - 2253-8645 (informações). Sex, às 14h e às 17h. Sáb, às 14h e às 17h. Dom, às 14h. Livre. Grátis.
Pão de Açúcar: Praia Vermelha s/n - 2253-8645 (informações). Dom, às 17h. Bondinho: R$ 44 (por pessoa). Livre.
5.01.2009
Confira os shows internacionais que vêm por aí
E a oferta de shows internacionais continua na cidade. Ainda estão por vir as apresentações de Oasis, Heaven & Hell, Jonas Brothers e outros. O site do Rio Show preparou para o leitor os serviços já divulgados destes concertos, com os locais das apresentações, preços dos ingressos e pontos de venda. Confira:

Oasis @ Arena Anhembi. Av. Olavo Fontoura 1209, Pq. Anhembi, Santana. 22h. (09 de maio). Pista comum: R$ 180; Pista vip: R$ 400
O grupo se apresenta ainda em Curitiba (10 de maio) e Porto Alegre (12 de maio). Clique aqui para conferir os pontos de venda.
Dionne Warwick convida Gal Costa:
Dionne Warwick @ Vivo Rio. Av.
Infante Dom Henrique, 85. Pq. do Flamengo. (07 de maio). Tel: 2221-8898. R$ 260 (VIP); R$ 150 (setor 3); R$ 180 (setor 2); R$ 220 (setor 1); R$ 120 (frisas); R$ 220 (camarote B); R$ 260 (camarote A)
Bajofondo:
Bajofondo @. Vivo Rio. (09 de maio, 22h). Tel: 2221-8898. R$ 220 (VIP); R$ 90 (setor 3); R$ 130 (setor 2); R$ 180 (setor 1); R$ 60 (frisas); R$ 120 (camarote B); R$ 220 (camarote A)
Robert Cray:
Robert Cray - HSBC Arena. Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 - Barra da Tijuca. (09 de maio, 22h). R$100 (mesa VIP); R$200 (mesa premier)

Heaven & Hell @ Citibank Hall. Av. Ayrton Senna 3000, Shopping Via Parque, Barra da Tijuca. (17 de maio). 20h. Poltrona: R$ 200; Pista VIP: R$ 250; Pista comum: R$ 150. Camarote: R$ 300. Classificação etária indicativa: permitida a entrada e permanência de adolescentes a partir de 15 anos (inclusive), desacompanhados.
O grupo se apresenta ainda em Belo Horizonte (10 de maio) e Brasília (13 de maio). Ingressos: Ticketmaster Brasil
Jonas Brothers:

Jonas Brothers @ Estádio do Morumbi. Praça Roberto Gomes Pedrosa s/n, São Paulo. (24 de maio). Abertura dos portões: 14h. Show: 18h30m. Classificação etária: 14 anos (menores de 14 anos acompanhados dos pais ou responsável legal). Início das vendas: 04.04. R$ 100 (meia-entrada) a R$ 600 (inteira). Pontos de venda: de 04.04 a 08.04 no Estádio do Morumbi Bilheteria 3 (das 10h às 18h todos os dias). www.livepass.com.br
McFly:
McFly @ Vivo Rio. (30 de maio, 20h). Tel: 2221-8898. R$ 250 (pista VIP); R$ 150 (pista); R$ 200 (camarote B); R$ 300 (camarote A); R$ 150,00 (pista superior)

Os Novos Baianos interpretam Brasil Pandeiro de Assis Valente
Brasil Pandeiro
Composição: Assis Valente
Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor
Eu fui na Penha, fui pedir ao Padroeiro para me ajudar
Salve o Morro do Vintém, Pendura a saia eu quero ver
Eu quero ver o tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar
O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato
Vai entrar no cuzcuz, acarajé e abará.
Na Casa Branca já dançou a batucada de ioiô, iaiá
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar
Há quem sambe diferente noutras terras, noutra gente
Num batuque de matar
Batucada, Batucada, reunir nossos valores
Pastorinhas e cantores
Expressão que não tem par, ó meu Brasil
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar
Ô, ô, sambar, iêiê, sambar...
Queremos sambar, ioiô, queremos sambar, iaiá
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Achados
Festival de Cinema Brasileiro de Paris homenageia a bossa nova

11ª edição traz longas de ficção e documentários sobre 50 anos de bossa.
'Romance' de Guel Arraes abre festival, que tem oito filmes em competição.
Trinta filmes de todos os gêneros estão no programa do 11º Festival do Cinema Brasileiro de Paris, que, de 29 de abril a 12 de maio, convida os espectadores a uma viagem pela cinematografia do Brasil e celebra o os cinquenta anos da bossa nova.
Organizado pela associação Jangada, o Festival tem como objetivo promover o cinema brasileiro na França.
Esta edição é realizada em um famoso cinema, o Latina, recentemente revitalizado com o nome de Novo Latina, nome bem apropriado, já que há mais de duas décadas o local é dedicado à descoberta e à promoção das obras cinematográficas dos países latinos na capital francesa.
"Romance" de Guel Arraes abrirá o festival, cuja primeira semana será dedicada aos filmes de ficção, com oito longa-metragens em competição e quatro fora de concurso.
A segunda semana será dedicada aos documentários, com cerca de vinte obras programadas.
Bossa nova
Em ocasião do aniversário de cinquenta anos do nascimento da bossa nova, as duas mostras dedicam um amplo espaço a esse estilo musical emblemático do Brasil.
O Festival apresentará três documentários que narram sua história ou a de seus mais conhecidos nomes: "Coisa mais linda - Histórias e casos da bossa nova", de Paulo Thiago. "A casa do Tom, mundo, monde, mondo", de Ana Jobim, e "Vinícius", de Miguel Faria Jr.
A bossa também estará presente na competição de filmes de ficção em obras como "Os desafinados", de Walter Lima Jr, uma crônica do Brasil dos anos 60 e 70 através da história dos músicos de um grupo de bossa nova, ou "Chega de saudade", de Laís Bodanzky, que conta as histórias de um salão de baile de São Paulo que serve de ponto de encontro para homens e mulheres que dançam para fugir da solidão.
"Feliz Natal", de Selton Mello, "Meu nome não é Johnny", de Mauro Lima, "Se nada mais der certo", de José Eduardo Belmonte, "Um romance de geração", de David França Mendes, "Todo mundo tem problemas sexuais", de Domingos Oliveira, e "Verônica", de Maurício Farias, completam a seleção em competição.
"Palavra (en)cantada", de Helena Solberg, terá no dia 12 de maio a honra de encerrar o Festival, no qual a música será também a protagonista principal com a participação de grandes músicos e cantores brasileiros.
4.30.2009
Caetano Veloso participa de novo trabalho de Mercedes Sosa

A cantora Mercedes Sosa comentou sobre seu novo trabalho em entrevista ao jornal argentino "El Clarín". Com participação de diversos músicos e cantores, os brasileiros Caetano Veloso e Daniela Mercury participam do trabalho.
Sosa também recebeu colaborações de diferentes gerações da música hispano-americana, como Gustavo Cerati, e comentou que a diferença não faz nenhum efeito.
"Quando, há alguns dias, conheci Gustavo Cerati, com quem gravei "Zona de Promesas", foi como se nos conhecêssemos de toda a vida. No entanto, não dormi as duas noites anteriores, devido aos nervos", afirmou Sosa, segundo o "Clarín".
"Eu sou uma mulher de 73 anos. Creio nas pessoas. Nos jovens. Mas também me dá medo saber como me vão tratar", afirmou a cantora.
@mores bizarros

Pilar Fazito
Há coisas que merecem ser feitas ao menos uma vez na vida. Uma delas é entrar num site de relacionamentos. Vossa senhoria já entrou num? Então, entre. Você pode até não encontrar a sua alma gêmea, mas terá a oportunidade de fazer uma excelente observação antropológica sobre a fauna humana ou, no mínimo, dar umas boas gargalhadas.
Dizem por aí que muita gente acaba encontrando sua cara metade em sites de relacionamento. Todo dia aparece um caso desses na televisão, no rádio, na internet. Pessoalmente, entretanto, não conheço ninguém que tenha conseguido essa proeza, o que não quer dizer que a tentativa não valha a pena. De todo modo, sites de relacionamento são um laboratório para todo escritor, cronista, roteirista ou criador. Ali se vê todo tipo de gente, reunida em torno de um objetivo comum, embora muitas de suas expectativas sejam completamente irreconciliáveis e não correspondam à realidade.
A graça da coisa começa quando o sujeito se vê diante de um questionário um tanto insólito, condição sine qua non para se cadastrar no site, enviar e receber recadinhos românticos ou apimentados, flores e beijos virtuais. Acredito que o questionário não varie muito de site para site; a grosso modo, é algo mais ou menos assim: primeiro, você escolhe um apelido pelo qual será chamado. E aí vale tudo, de "sereia_turbinada" a "ursinhopimpão". A escolha do apelido, ou nickname, diz muito sobre as intenções ou a situação do candidato a cobertor de orelha e, pode-se dizer, é um dos elementos mais importantes nesse marketing pessoal. Ainda assim, parece que tem gente que não se toca. Não venha me dizer que uma "loiradocréu" é uma alma meiga e delicada, em busca de seu príncipe encantado. Do mesmo modo, "moreno_22cm" já diz tudo o que o cara tem a oferecer.
O passo seguinte é dizer como você é fisicamente e quais são os seus gostos e preferências, o seu hobby, a profissão, faixa de rendimentos, qual é a sua escolaridade, de que tipo de música e comida gosta, se é daqueles que gostam de uma balada ou se é mais caseiro etc. É claro que você pode omitir ou mentir nas respostas, mas suponhamos que você seja um sujeito sincero. E aí a gente percebe que a cor dos olhos, do cabelo, altura e peso não querem dizer nada. Nada mesmo.
Os gerenciadores desse tipo de site garantem que se você puser uma foto terá mais chances de receber flertes e mensagens e, consequentemente, encontrar o seu amor. Realmente, você receberá mais mensagens, já que os outros candidatos verão que seus olhos castanhos amendoados combinam bem com o seu rosto, ao contrário dos estrábicos olhos azuis da "sereia_turbinada". Mas a gente sabe que foto é foto e nem sempre corresponde à realidade. Geralmente, ela achata em 2D todo o conjunto da obra, reduzindo em pixels traços, volume e movimentos naturais. Além disso, a gente sempre escolhe aquela foto de dois anos atrás, quando estávamos no auge do regime, ou aquela que retrata o nosso melhor ângulo. A foto maquia um momento de perfeição com a promessa de torná-lo eterno. Mas as pessoas não são seres de celulóide e aí é um "Deus nos acuda" quando o outro se toca que "Monalisa25" tem poros; e que esses poros secretam oleosidade ao longo do dia; e que isso resulta em espinha.
Mas vamos ignorar esses detalhes técnicos e supor que as fotos sejam fiéis ao retratar os usuários dos sites de relacionamento. Você põe lá uma foto sua e, uma hora depois, começa a receber uma enxurrada de e-mails, te chamando para teclar ou para conhecer melhor o outro, sem contar a quantidade de flores, beijos virtuais e de cantadas-padrão, algumas delas patéticas ou ofensivas (fazer o quê se o site só te dá aquelas poucas opções pré-formatadas enquanto você não resolve pagar a mensalidade básica e ter mais liberdade para escrever o que dá na telha?). Você começa a achar que é um sucesso e que todas aquelas pessoas que te mandam mensagens estão caidinhas por você. Então, de repente, se dá conta de que cada uma delas manda as mesmas flores e beijos virtuais para, pelo menos, mais uma dezena de outros nicknames e percebe que paqueras em sites de relacionamento estão mais para um tiroteio com balas perdidas do que para um jogo de dardos. Em outros termos: não existe um alvo; é todo mundo atirando para todo lado e contabilizando os mortos, ops, os flertes.
Mas vamos insistir na possibilidade de isso dar certo e imaginar que duas almas gêmeas possam se encontrar em meio a todo esse tiroteio. É bem verdade que, antes disso, "calcinha@corderosa" vai ficar indecisa entre "lobo_solitário492" e "pururucacomcerveja". O primeiro resume o que busca com a frase "vem me fazer feliz"; o segundo com "minha mãe diz que sou lindo". Ela resolve consultar o tarô e recorre à astrologia para confirmar o que as cartas disseram, até que se decide pelo "lobo_solitário492". Então, aceita encarar a difícil missão de levar felicidade a um maníaco depressivo que, provavelmente, já tentou o suicídio uma dezena de vezes e ainda acha que alguém tem a obrigação de salvá-lo de si mesmo. "Calcinha@corderosa" realmente acredita que é mais fácil lidar com isso do que ter uma sogra onipotente... Trocando seis por meia dúzia, ela está certa.
Eu me pergunto quantas vezes as pessoas devem esbarrar em suas almas gêmeas ao longo da vida, sem perceber. Quantos encontros com o amor predestinado são até mesmo desprezados porque o outro é incapaz de fazer concessões e reconhecer a metade da sua laranja. É incapaz, por exemplo, de aceitar que o amor da sua vida possa não ter os olhos verdes e o glúteo sarado, como ele sempre desejou. Ou que é calvo e tem aquela barriguinha protuberante. Ou que é vegetariano e isso não combina com seu carnivorismo convicto.
Se os usuários de sites de relacionamento conseguirem passar por todos esses obstáculos e ainda assim marcarem um encontro no mundo real, eles passam para outra fase. Uma fase que eu, particularmente, nunca experimentei, mas sei de gente que experimentou. E, segundo os relatos, o andamento da coisa depende dos objetivos de cada um. Há os que querem apenas uns amassos, uns "pégas", como se diz por aí. E, para esses, não há nenhuma necessidade de abrir a boca, soltar o verbo e demonstrar o mínimo de inteligência.
Já para os que buscam relacionamentos mais duradouros, casos e namoros, existe todo um esforço para impressionar o outro e isso inclui uma desenvoltura comportamental, intelectual e sedutora que será avaliada mutuamente. No fim das contas, essa espécie de "dança do acasalamento" demanda uma logística e uma produção que não se resume a apenas um encontro. De todo modo, não importa que leve três ou quinze, a hora da verdade pode vir regada a álcool... Como se dizia na Antiguidade, in vino veritas.
É impressionante como uma taça de vinho ou dois copos de cerveja são capazes de deixar uma pessoa mais à vontade e fazer com que ela ponha de lado toda a sua armadura e os artifícios usados para impressionar o outro. Um certo amigo que o diga, quando percebeu, no terceiro encontro, que a dama escultural que conheceu num desses sites de relacionamento se transformou em gata borralheira de baile funk após algumas goladas. Como em um passe de mágica, os palavrões e as gírias começaram a brotar aqui e ali, assim como a intimidade com o garçom e o resto do bar. A elegância refinada deu lugar a tapas na mesa de metal, gargalhadas sonoras, assuntos tacanhos e um sotaque-brechó que fez meu amigo desaparecer do mapa e nem mesmo ligar no dia seguinte... "Homens, bah!"
Não o culpo. Também não a culpo. Fazer concessões a diferenças é uma coisa, forçar a convivência com quem não tem absolutamente nada a ver com a gente é outra. A vontade de ser aceito e de ter alguém para chamar de seu, às vezes, faz com que a gente encene muitos personagens e represente aquilo que não é.
Apesar de tudo, entrar em sites de relacionamento ainda é uma experiência divertida e, sobretudo, muito instrutiva. A gente começa a relativizar a importância das coisas, aceita que ninguém é perfeito e, por fim, percebe que é mais fácil achar a "tampa da nossa panela" no dia a dia, por meio do nosso círculo de amizades ― em vez de achar que o destino se encarregará de nos trazer o outro embrulhado de presente, via sedex, na cor e no modelo escolhido pela internet. Afinal, não é que falte homem e mulher no mundo, o que falta é aceitá-los como são.
Geraldo Azevedo na Virada CulturalGeraldo Azevedo na Virada Cultural de São Paulo

É autor de Dia Branco, Caravana, Juritis e Borboletas, Tempo Tempero, Bicho de 7 Cabeças, Arraial dos Tucanos, entre muitas outras. Show dia 2, Av. São João. inícioàs 21h.