2.16.2010

Blocos arrastam milhares de pessoas nesta segunda-feira de carnaval no Rio

Bruno Cunha e Rodrigo Fonseca
RIO - Milhares de foliões acompanharam os blocos nas ruas do Rio de Janeiro nesta segunda-feira de carnaval ao som das tradicionais marchinhas, de sambas-enredo, do axé baiano e até de cantigas infantis. Cerca de 80 blocos saíram ou vão sair nesta segunda-feira no Rio.
No fim da tarde, o bloco AfroReggae saiu em cima de um trio elétrico na orla de Ipanema, com o tema "Egito". Oitenta percussionistas, 17 integrantes da banda e alguns dançarinos embalaram a multidão sob muita marchinha e axé. Teve até funk, com a presença do MC Márcio G.
Um pouco antes, o mundo encantado da fantasia reinou na Banda de Ipanema "para menores". Pelo menos 1.500 pessoas, segundo organizadores, entre adultos e crianças, brincaram o carnaval na Praça General Osório. Reis, rainhas, príncipes e princesas, além de muitos personagens de desenho animado travaram uma acirrada disputa de confete e serpentina embalados por 25 ritmistas da banda, que tocou cantigas infantis e marchinhas.
Em Botafogo, ao menos 5 mil foliões saíram no tradicional Bloco de Segunda ao som de sambas enredo. O desfile começou na rua Marquês, e passou pelas ruas Conde de Irajá e São Clemente.
Volta, Alice, o 'bloco de ordem' no carnaval Com gritos de "Ão! Ão! Ão! Mijar no chão dá detenção!", os foliões em fila diante de banheiros químicos instalados na Rua das Laranjeiras fizeram do Volta, Alice o "bloco de ordem" do carnaval 2010. Não houve brigas nem tumultos entre a multidão, estimada em 10 mil pessoas, caminhando entre as ruas Alice e Mário Portela. Mesmo entre os sotaques das mais variadas etnias espalhados pelo bloco de Laranjeiras, a ameaça de prisão para os que se arriscarem a urinar no chão parecia devidamente entendida.
" Já me explicaram tudo o que eu não devo fazer neste carnaval "
- Já me explicaram tudo o que eu não devo fazer neste carnaval - disse o engenheiro alemão Werner Mayer. - É a primeira vez que venho ao Rio nesta época de festa. Eu fui a dois blocos em Ipanema. Mas este aqui tem uma energia especial. Vemos gente pobre e gente com dinheiro se divertindo juntos sem distinções.
Nas imediações da Casa Rosa, na subida da Rua Alice, ambulantes com caixas de isopor abarrotadas de cerveja se amontoavam em frente aos banheiros químicos.
- O cara "esvazia o tanque" ali no banheirinho e reabastece comigo - explicava a ambulante Sandra Cunha, que vendeu 40 latinhas apenas nas duas primeiras horas do Volta, Alice. - Água eu nem tenho. Só sai álcool.
Entre os fantasiados do Volta Alice, ninguém chamou mais atenção do que o folião vestido com dizeres "Lei molhada", contrariando qualquer esforço de álcool zero nas ruas de Laranjeiras. Com um chuveirinho improvisado na fantasia, "Lei Molhada", como ficou conhecido, atenuou o calor de uma Rua Alice protegida por guardas municipais e pela Polícia Militar.
Choque de ordem prende mijões na Lapa
Agentes da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) prenderam 18 mijões na madrugada de segunda-feira, na Lapa. Durante o desfile de blocos na sexta, no sábado e no domingo, foram presos 149 mijões.
Durante a ação desta madrugada, outros dois homens foram presos na região, um deles com uma ferramenta utilizada para arrombar veículos e outro com documentos de outras pessoas.
Comlurb retira 37,2 toneladas de lixo das ruas
A Comlurb retirou 37.2 toneladas de lixo das ruas após os desfiles dos blovos de domingo. No Centro, o Cordão do Boitatá teve 7.2 toneladas de resduos removidas em seu percurso. Doze garis atuaram utilizando um carro-pipa, 30 contineres e um pulverizador. Em Ipanema, depois do Simpatia é quase amor , sete garis removeram das ruas 6.2 toneladas de resduos. Foram utilizados na limpeza feita por uma pipa-dagua, uma Kombi lava-jato e um pulverizador, 12 contineres e um caminho compactador.

CARNAVAL DE OUTRORA : Trio Irakitan canta "Touradas em Madrid" (1959)

O famoso trio canta um grande sucesso carnavalesco, "Touradas em Madrid", composta por Braguinha (João de Barro). Uma cena do filme "Garota Enxuta" de JB Tanko, de 1959. Também podemos ver nesta cena, os atores Grande Otelo e Vera Regina.


A boa música de Jobim em registros masculinos

Parceria bissexta de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) com Ronaldo Bastos, feita para a trilha sonora da minissérie O Tempo e o Vento (TV Globo, 1985), Rodrigo Meu Capitão reaparece - no belo registro original de Zé Renato - no segundo volume da coletânea Aqui Tem Tom, editada pela gravadora Som Livre neste mês de fevereiro de 2010. Se o primeiro volume é todo dedicado às cantoras, o volume 2 reúne 14 gravações da obra de Jobim em registros masculinos. Eis a seleção do CD Aqui Tem Tom Vol. 2:

1. Waters of March (Águas de Março) - Art Garfunkel
2. Eu Sei que Vou te Amar - Caetano Veloso
3. Wave (ao vivo) - Lenine
4. Ela É Carioca - Tim Maia e Os Cariocas
5. Retrato em Branco e Preto - Chico Buarque
6. Correnteza - Djavan
7. Samba do Avião - Milton Nascimento & Jobim Trio
8. Dindi (ao vivo) - Jorge Vercillo
9. Falando de Amor - Ney Matogrosso
10. Só Tinha de Ser com Você - Wilson Simonal
11. Por Toda Minha Vida (Exaltaçao ao Amor) (ao vivo) - Ed Motta
12. Fotografia - Danilo Caymmi
13. Rodrigo Meu Capitão - Zé Renato
14. Surfboard - Sérgio Mendes & will.i.am

Coletânea reapresenta Jobim em tons femininos

Em 1996, Adriana Calcanhotto regravou O Amor em Paz - parceria de Tom Jobim (1927 - 1994) com Vinicius de Moraes (1913 - 1980) - para o Songbook Antonio Carlos Jobim, editado em cinco volumes por Almir Chediak (1950 - 2003). Feita com o violonista Hélio Delmiro, a gravação é pouco conhecida, mas ganha nova chance de ser ouvida no primeiro volume da coletânea dupla Aqui Tem Tom, lançada pela Som Livre neste mês de fevereiro de 2010. A compilação reapresenta a música de Jobim nos tons femininos de 14 canções. Eis a (boa) seleção do CD:

1. Anos Dourados - Maria Bethânia
2. Insensatez - Nana Caymmi
3. Corcovado (ao vivo) - Daniela Mercury
4. Se Todos Fossem Iguais a Você (ao vivo) - Gal Costa
5. Por Causa de Você (ao vivo) - Paula Toller
6. Brigas Nunca Mais (ao vivo) - Roberta Sá
7. O Amor em Paz - Adriana Calcanhotto (com Hélio Delmiro)
8. Estrada do Sol - Fernanda Takai
9. Caminhos Cruzados (ao vivo) - Isabella Taviani
10. Chega de Saudade - Beth Carvalho
11. Sabiá - Elis Regina
12. Discussão - Joyce Moreno
13. Luiza (ao vivo) - Luciana Mello
14. Você Vai Ver - Miúcha

 

2.15.2010

Ex-túmulo do samba

RUY CASTRO
RIO DE JANEIRO - Nos últimos anos, em que o Carnaval retomou as ruas do Rio e dezenas de novos blocos e bandas vieram juntar-se aos veteranos Simpatia É Quase Amor, Carmelitas, Boitatá, Barbas e aos veteraníssimos Bola Preta e Banda de Ipanema, um único bairro parecia avesso à folia: o Leblon.
Era incompreensível. Enquanto Ipanema, Copacabana, Botafogo, Laranjeiras, Jardim Botânico, Santa Teresa, o Centro e toda a zona norte se entregavam à alegria, concentrando multidões eufóricas em torno de sambas e marchinhas, o Leblon, onde moro, era chamado, e com justiça, de "túmulo do samba". Certo, aqui abundam empresários, banqueiros, escritores e outros depressivos e doentes do pé, mas onde estavam os rapazes e moças de que o Leblon também é cheio? Abrilhantando o Carnaval dos bairros vizinhos, claro.
Apenas duas vozes, muito tímidas, tentaram quebrar o silêncio do sepulcro nesses anos todos: a do Empurra Que Pega -o próprio nome já era uma súplica a adesões-, um pequeno bloco dedicado a ensaiar com grande empenho todas as noites ao pé da avenida Niemeyer, mas que nunca vi nas ruas; e a da querida e modesta banda Azeitona Sem Caroço, da rua Dias Ferreira.
Mas nada é para sempre, e estava escrito que este tríduo nos traria duas surpresas inacreditáveis: a prisão de um político, o governador do DF, José Roberto Arruda, acusado de corrupção em último grau, e a triunfal conversão do Leblon ao Carnaval -com os novos blocos Maginô Agora Amassa (cujo enredo homenageia Nelson Rodrigues), Areia e Me Esquece sacudindo o bairro e abrindo alas para o Empurra e o Azeitona. Evoé: não somos mais o túmulo do samba!
Pelo menos um desses blocos, inconformado com o fim do Carnaval, dará um jeito de desfilar na Quarta de Cinzas. Mas duvido que Arruda ainda esteja na cadeia até lá.

CARNAVAL DE OUTRORA : OS CARIOCAS

OS CARIOCAS com Vera Lúcia, no flime "Barnabé tu és meu" de 1951

Livro historia harmonias e dissonâncias do Rio

Resenha de Livro
Título: Canções do
Rio A Cidade em
Letra e Música
Autor: Marcelo
Moutinho
(Organização)
Editora: Casa da
Palavra
Cotação: * * * 1/2

"Cidade maravilha / Purgatório da beleza e do caos", na definição do refrão lapidar de Rio 40 Graus (Fernanda Abreu, Fausto Fawcett e Laufer), o Rio de Janeiro vem sendo (de)cantado em versos - com maior ou menor dose de lirismo - pelos compositores cariocas desde a formatação de uma música brasileira urbana, nas primeiras duas décadas do século 20. Recém-editado pela Casa da Palavra, com organização de Marcelo Moutinho, o livro Canções do Rio - A Cidade em Letra e Música historia a abordagem da metrópole - ainda a capital cultural do Brasil - sob a ótica de compositores de vários estilos musicais. Ensaios assinados por seis nomes ligados à música - em geral, jornalistas especializados - expõem harmonias e dissonâncias cariocas retratadas em músicas. No texto inicial Dos Primórdios à Era de Ouro, João Máximo enfatiza a visão mais romantizada e idealizada com que bairros como a Lapa e a mítica Mangueira eram cantados na primeira metade do século 20. E, no tópico mais surpreendente do texto, ressalta que o bairro mais cantado por Noel Rosa (1910 - 1937), o Poeta da Vila, não foi sua Vila Isabel, mas, sim, a Penha, citada inclusive no antológico samba Feitio de Oração, composto com Vadico. Na sequência, Sérgio Cabral escreve sobre as marchinhas, gênero carnavalesco que pôs o bloco na rua, com ironia e visão mais crítica, para abordar problemas como a falta d'água e a superlotação dos trens. Por sua vez, o compositor Nei Lopes expõe superficialmente as visões do Rio sob a ótica dos sambistas, se permitindo incluir seu nome entre os autores citados (com todo o direito, diga-se, pois Nei já retratou a cidade, em especial o subúrbio, com muita propriedade em vários de seus sambas). O mérito do texto do compositor é oferecer um panorama mais atual do assunto, mostrando que a cidade - já partida pela violência que escapa dos morros para o asfalto - é alvo tanto de visões mais desiludidas (Nomes de Favela, samba de Paulo César Pinheiro, lançado pelo autor em 2003 - e não em 2004 como escreve Nei Lopes) como de abordagens ainda romantizadas de bairros como Madureira (O Meu Lugar, Arlindo Cruz e Mauro Diniz, 2008). Em seguida, Ruy Castro gasta linhas sobre os vários possíveis pontos de partida da Bossa Nova antes de entrar propriamente no assunto do livro: o Rio que, no caso da bossa, sempre foi o Rio ensolarado de céu e mar, cantado com leveza e tom coloquial (até a turma dissidente enveredar, já na década de 60, por abordagens mais sociais da cidade). E, se o Rio foi ficando cada vez mais sem harmonia por conta da escalada da violência provocada pela injustiça social, houve compositores que abordaram tais dissonâncias com maestria - como relata Hugo Sukman num dos melhores textos do livro. Chico Buarque foi um deles, recorrendo ao lirismo em Estação Derradeira (1987) para cantar as leis e códigos informais que regem os morros. Assunto - a bem da verdade, como lembra Sukman - já tratado de forma mais direta e pioneira pela dupla João Bosco e Aldir Blanc em Tiro de Misericórdia, samba que deu título ao álbum lançado por João Bosco em 1977. Por fim, Silvio Essinger relata - em texto saboroso e cronológico - a visão do Rio na ótica de roqueiros, rappers e funkeiros, mostrando que a descontração carioca dos chopes pedidos pela Blitz foi cedendo lugar à realidade nua e crua cantada por grupos como o Rappa. Sob qualquer ótica, contudo, o Rio de Janeiro às vezes parece continuar lindo para os poetas musicais, pois, como já sentenciou Tim Maia (1942 - 1998), "Do Leme ao Pontal Não Há Nada Igual"...

Unidos da Tijuca levanta a Marquês de Sapucaí e ouve 'É campeã!'

Madalena Romeo e Nice de Paula
RIO - A Imperatriz Leopoldinense reviveu um prazer de antigos carnavais. Por alguns segundos, as caixas de som ficavam em silêncio, e a bateria só ficava ao som de atabaques. A tática de mestre Marcone funcionou e deu um encanto a mais à escola de Ramos. Ouvir o povo cantar é divino, como o enredo Brasil de Todos os Deuses. Acompanhe os desfiles do primeiro dia do Grupo Especial em tempo real.
O segundo carro, do Deus Tupã, também chamou atenção. A maioria dos destaques vieram fantasiados de índios e índias seminus.
- A mulherada das arquibancadas aos camarotes pediam para a gente dar uma viradinha para mostrar o bumbum. Adorei! Dá uma sensação de liberdade - comentou o bancário Leonardo Pinto, 38 anos.
(Um dos autores do samba-enredo fala da alegria de desfilar)
No entanto, o carro abre alas apresentou problema ainda na concentração. Foi preciso reforço para arrastá-lo até o fim da Avenida, o que contribuiu para abrir buracos no desfile da escola.
A eterna rainha da bateria, Luiza Brunet, trocou este ano seu tradicional maiô por um biquini prata que deixava o corpo bem mais a mostra.
- O tamanho da roupa é a metade do que eu costumo usar. Dá um pouco de vergonha, mas tive que enfrentar porque foi uma orientação do carnavalesco.
O desfile marcou a volta do carnavalesco Max Lopes, 17 anos após conquistar o campeonato com Liberdade! Liberdade!, e de Dominguinhos do Estácio. Segundo Dominguinhos, não é bem uma volta.
- Estava no banco e me botaram de novo no campo. Se deus quiser vou continuar na Imperatriz. Estou muito feliz - disse o intérprete, chorando ao final do desfile.

Madonna no carnaval do Rio

A musa pop foi acompanhada do namorado Jesus Luz
Madonna conversa com o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral

2.14.2010

Carnaval: A Festa que Nunca sai de Moda

Conheça um pouco mais sobre a origem e sobre a festa do Carnaval

Datada de 1899, a composição "Ô Abre Alas", de Chiquinha Gonzaga (1847-1935), é a primeira marcha carnavalesca de que se notícia. Composta para o cordão Rosa de Ouro, do tradicional bairro do Andaraí (RJ), ela traz versos simples, objetivos, mas com uma capacidade de persuasão imensa para fazer dançar do simples operário da fábrica ao mais poderoso empresário das indústrias:

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

No final do século XIX, os jornais da capital chamavam e cordões carnavalescos os “grupos de foliões mascarados e provocadores”. Eram grupos de foliões que saíam às ruas fantasiados, satirizando personalidades e cantando de tudo, desde canções folclóricas a trechos de ópera e fados. Atualmente, mais de cem anos depois dos primeiros grupos de rua, a tradição está de pé e cada vez mais forte em todos os cantos do Brasil. Quando chega o mês de fevereiro, folião que é folião substitui o bater do coração pelo rufar dos tambores.
De origem européia, o Carnaval tem origem nas celebrações das colheitas dos povos da antiguidade, tendo chegado ao Brasil na Era Moderna, trazido pelos portugueses. Já na colônia, no século XVI, há relatos de escravos fantasiados e outros blocos de foliões, que saíam pelas ruas dançando o "entrudo". No século XIX, foram os Bailes Cariocas que atiçaram o espírito dos brincalhões. Depois disso, o carnaval brasileiro deslanchou, com os Cordões, os Ranchos e, claro, as escolas de samba, bem como os blocos de rua, que hoje parecem ter reencontrado a velha forma.
O carnaval já foi tema também de inúmeros estudos acadêmicos. Talvez o mais famosos estudo pertença ao filósofo russo Mikahil Bakhtin. Debruçando-se sobre os aspectos da cultura popular da Idade Média européia, Bakhtin estudou aquilo que chamou de "carnavalização", os efeitos de uma festa popular antiga que desde há muito tempo subverte a ordem, o pecado e as alegorias do mundo cristão e pagão. Espécie de emancipação social, a carnavalização era para o filósofo russo uma linguagem simbólica, que pontua a divergência entre o oficial e o não-oficioal, a ruptura com tudo o que é institucionalizado. “O núcleo dessa cultura, isto é, o carnaval não é de maneira alguma a forma puramente artística do espetáculo teatral e, de forma geral, não entra no domínio da arte. Ele se situa nas fronteiras entre a arte e a vida. Na realidade, é a própria vida apresentada com os elementos característicos da representação”, disse Bakhtin. (BAKHTIN, M. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. São Paulo: Hucitec/ UnB 1999)
O Café História deseja a todos um ótimo carnaval em 2010 e sugere alguns itinerários enquanto a festa mais famosa do mundo acontece. Se entre um bloco e outro você quiser descansar o corpo, nós indicamos algumas leituras para descansar a mente.
Confira:
Carnaval, uma Cronologia (Apresentação)
Ecos da Folia (livro)
Marchinas de Carnaval (Coletânea)
Carnavalização: um fenômeno da cultura popular (Artigo)
Imagem: "Carnaval de Rua", Militão Santos