8.30.2010

Mayra Andrade apresenta novo show no país

A cantora cabo-verdiana Mayra Andrade vem ao Brasil para apresentar seu novo espetáculo no dia 22 de outubro em São Paulo. Nessa nova turnê Mayra divulga seu segundo álbum, “Stória, Stória...”, disco produzido pelo brasileiro Alê Siqueira, que trabalhou com Caetano Veloso e os Tribalistas, entre outros.
As gravações deste disco foram realizadas em estúdios em Paris, onde Mayra está radicada, Rio de Janeiro, São Paulo e Havana. “Stória, Stória...” mistura no repertório canções de seu país natal, de Cuba e também do Brasil.
Por enquanto o único show divulgado é este na capital paulista. Os ingressos para o público em geral estarão disponíveis a partir do dia 03 de setembro. Na agenda do site oficial da cantora ainda não constam detalhes sobre a turnê pelo Brasil. Confira as informações já divulgadas:

22/10/2010 - São Paulo/SP
Citibank Hall - Al. dos Jamaris, 213
Horário: 22h00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
12 e 13 anos permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. 14 anos em diante permitida a entrada desacompanhados.
Ingressos: R$ 60,00 (mesa setor 3), R$ 90,00 (mesa setor 2), R$ 100,00 (mesa setor 1), R$ 110,00 (mesa vip) e R$ 130,00 (camarote).
Informações: 4003-6464 / www.citibankhall.com.br

A MÚSICA NOS FILMES DE HITCHCOCK


A julgar por uma frase atribuída ao mestre do suspense, Alfred Hitchcock, a impressão seria de que ele nunca valorizou a música em seus filmes. A frase atribuída ao cineasta foi mais ou menos assim: “de onde vem a música no meio de um oceano”. Essa frase teria sido pronunciada numa conferência de imprensa, justamente no momento em que um jornalista fazia uma indagação sobre a música do filme de Hitchcock “UM BARCO E NOVE DESTINOS”. Logo que soube de tal fato, o compositor David Raksin, nem pestanejou ao responder de primeira com a seguinte indagação: “ Perguntem ao Sr. Hitchcock de onde vem as câmeras no meio de um oceano”. Dizem que o episódio parou por aí, não prosperou certamente pelo fato de que Hitchcock percebeu que isso poderia comprometer a sua própria imagem diante dos compositores, com os quais viria a trabalhar. A música que tornou-se mais célebre nos filmes de Hitchcock, sem dúvida, foi de PSICOSE. O trabalho de Bernard Herrmann atinge as raias da perfeição. No instante em que a personagem Marion (Janet Leigh) foge com o dinheiro roubado, ela dirige o carro, numa noite chuvosa, os acordes da música de Herrmann acompanham rigorosamente o ritmo do limpador do parabrisas. Mas a cena antológica do filme, fica por conta dos golpes de faca, desferidos por Norman Bates ( Anthony Perkins) contra Marion, enquanto esta se banhava, sob os acordes precisos da música de Herrmaan, dá-se a impressão que as cordas do violino sangram. O maior peso que Hitchcock confere à música está no filme O HOMEM QUE SABIA DEMAIS. São 9 minutos e quinze segundos de música executada pela Orquestra Sinfônica de Londres, sob a regência de Bernard Herrmann ( aparece pela primeira vez num filme). Essa foi a mais longa seqüência musical do cinema. A música executada é a The Storm Clouds de Arthur Benjamin, cujo ápice é justamente no instante em que os címbalos acabam transformando-se num verdadeiro instrumento da morte. Isso mesmo, exatamente no instante em que os címbalos tocarem, o assassino vai disparar um tiro contra o primeiro-ministro inglês nas dependências do Albert Hall de Londres. Segundo Hitchcock, caso os espectadores soubessem ler música, o suspense do filme poderia ter sido maior, com a câmera correndo em travelling lateral sobre a pauta de notas. Na trilha sonora de O HOMEM ERRADO, temos a música de Herrmann transparecendo uma marcha fúnebre de alguém a caminho do cadafalso, no caso o personagem Christopher ( Henry Fonda) acusado injustamente de um crime que não cometeu. Herrmann conseguiu imprimir na trilha sonora de UM CORPO QUE CAI, um verdadeiro poema musical de amor da mais alta sensibilidade. Não foi por acaso que dentre todos os compositores que trabalharam com Hitchcock foi Herrmann que conquistou a simpatia e preferência do mestre do suspense. O trabalho mais desafiador para Herrmann foi para OS PÁSSAROS, filme que não tem música, mas no entanto o compositor foi requisitado para atuar como consultor de som. Temos então os sons dos pássaros sendo trabalhado como se fosse uma partitura. O som em OS PÁSSAROS tem uma importância transcendental ao aliar-se o ruído dos pássaros tanto no interior da casa como fora dela. Em A SOMBRA DE UMA DÚVIDA, temos Joseph Cotten no papel de Charlie um assassino de viúvas. A trilha foi composta por Dimitri Tiomkin, temos a utilização da ária de A VIUVA ALEGRE, justamente com objetivo de ilustrar a ação do personagem central que é um vilão, mas que curiosamente acaba fazendo com que o público simpatize com ele. O filme REBECCA tem um pouco de conto de fadas, de uma cinderela e nesse sentido a música de Franz Waxman soube captar a atmosfera do filme e transformá-la musicalmente.

Declaração de Luciano faz Zezé emitir nota sobre resultado de premiação


Comentários do cantor Luciano sobre o Prêmio Multishow de Música Brasileira, feitos no Twitter, levaram Zezé Di Camargo a emitir nesta sexta-feira, 27, uma nota rebatendo o irmão.
No comunicado publicado no site oficial da dupla, Zezé Di Camargo diz que não compartilha com as opiniões de Luciano sobre a dúvida da idoneidade da premiação. “Eu, Zezé Di Camargo, não vejo motivo e não me dou o direito de contestar o Multishow ou qualquer outro prêmio. Não compartilho em nenhum ponto das opiniões do Luciano com relação ao conceituado prêmio. Muito pelo contrário, vibrei com a estreia do gênero sertanejo no Multishow. Isto sim é uma vitória”.
Nesta semana, em troca de mensagens com fãs via Twitter, Luciano questionou os resultados do prêmio, dizendo que eram manipulados. “Se você olhar bem você vai ver que ouve (sic) manipulação com todos artistas. Os fãs votam mas o multishow decide quem vai ganhar”.
A dupla concorria na categoria Melhor Artista Sertanejo, vencida por Victor & Leo.

Chega às bancas coleção de 20 CDs e livros de Chico Buarque

Chegou nesta sexta-feira, 27, às bancas de jornais e livrarias de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul o primeiro volume da “Coleção Chico Buarque”. Trata-se de uma série com 20 CDs que serão lançados semanalmente pela Editora Abril acompanhados de livretos com todas as informações sobre os discos.
A coleção traz 20 discos originais de Chico Buarque lançados entre 1966 e 2006. Nos livretos de 44 páginas há detalhes sobre as músicas, sobre o momento na vida e carreira do artista, além de depoimentos de parceiros e amigos como Caetano Veloso, Francis Hime, Toquinho e Miúcha.
O primeiro volume é o disco “Chico Buarque”, lançado originalmente em 1978, e que traz clássicos como “Cálice” e “Pedaço de Mim”. Quem não encontrar a coleção nas bancas pode comprar diretamente do site da Editora Abril: www.comprecolecoesabril.com.br. Abaixo a lista dos discos da coleção:

01. Chico Buarque (1978)
02. Construção (1971)
03. Meus Caros Amigos (1976)
04. Chico Buarque de Hollanda (1966)
05. Chico Buarque de Hollanda Vol. 2 (1967)
06. Chico Buarque de Hollanda Vol. 3 (1968)
07. Paratodos (1993)
08. Sinal Fechado (1974)
09. Vida (1980)
10. Almanaque (1981)
11. Chico Buarque (1984)
12. Calabar (1973)
13. Chico Buarque (1989)
14. Ao vivo Paris - Le Zenith (1990)
15. Uma Palavra (1995)
16. As Cidades (1998)
17. Chico Buarque de Mangueira (1997)
18. Carioca (2006)
19. Francisco (1987)
20. Per un Pugno di Samba (1970)

Wanessa prepara novas músicas para show em São Paulo

A cantora Wanessa volta à capital paulista para apresentar ao público um novo show. A novidade na próxima apresentação da artista em São Paulo é a inclusão no repertório de quatro canções novas. O show está marcado apra o dia 11 de setembro, no Citibank Hall.
Essas novas músicas seguem a linha de canções pops dançantes como “Fly” e “Falling For U”, música que faz parte a trilha sonora da novela “Ti Ti Ti”, da Rede Globo. “Posso afirmar que essas quatro novas músicas que Wanessa lançará em breve, não devem nada a qualquer cantora internacional. Tenho certeza que o público se surpreenderá”, afirmou Marcus Buaiz, empresário da cantora.
Os fãs que forem ao show receberão um cartão com um código para baixar as quatro músicas novas via internet. Confira os detalhes:

11/09/2010 - São Paulo/SP
Citibank Hall - Av. Jamaris, 213
Horário: 22h00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 anos e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)
Ingressos: R$ 50,00 (mesa setor 3), R$ 60,00 (mesa setor 2), R$ 80,00 (mesa setor 1), R$ 90,00 (mesa vip) e R$ 100,00 (camarote).
Informações: 4003-6464 / www.citibankhall.com.br

Yamandu Costa e Valter Silva

A bordo de violões de sete cordas, o duo desfia uma saborosa seleção de antigos choros, sambas e serestas, que destaca temas menos batidos, como o vertiginoso "Arabiando" (de Esmeraldino Salles), o nostálgico "Cinco Companheiros" (Pixinguinha) ou o brejeiro "Implicante" (Jacob do Bandolim).

Um encontro muito feliz, repleto de lirismo e beleza.

Teatro Rival Petrobras (472 lugares) - Rua: Álvaro Alvim, 33/37 - Cinelândia.
Dias 01 e 02 de setembro - Quarta e quinta, às 19h30
Preço: R$ 40,00 (Inteira). R$ 30,00 (Os 100 primeiros pagantes) R$ 20,00 (Meia). Classificação: 16 anos. Reservas: 2524 1666 - Site do Teatro Rival:www.rivalpetrobras.com.br

MARISA ORTH - Teatro Rival Petrobras

                                       No show “Romance Volume II”

De volta ao palco do Rival Petrobras, após enorme sucesso da última temporada, Marisa Orth, retorna com o show “Romance Volume II”. Uma mistura de música, texto, improvisação, emoção e humor, muito humor. No roteiro, canções que vão de Hildon a Tim Maia, de André Abujamra a Roberto Carlos, passando por Rita Lee, Erasmo Carlos e tantos outros que traduzem em suas composições as dores e delícias de uma história de amor.
Com direção geral de Natália Barros, ex-integrante da Banda Luni, grande sucesso nos anos 80 da qual Marisa Orth também participava, o show “Romance volume II” resgata as histórias de amor versadas nas letras das músicas que cantamos e que muitas vezes não notamos o romantismo nelas contido. Objetos de cena do acervo pessoal de Humberto e Fernando Campana e os figurinos de Fábio Namatame completam a viagem que o show se propõe.

Teatro Rival Petrobras (472 lugares) - Rua: Álvaro Alvim, 33/37 - Cinelândia.
Dias 03 e 04 de setembro – sexta e sábado às 21h
Preço: Setor A / Mezanino: R$ 70,00 (Inteira) R$ 35,00 (Meia)
R$ 35,00 (Cliente Porto Seguro – 2 por segurado)
Setor B: R$ 60,00 (Inteira) R$ 50,00 (Os 100 primeiros pagantes) R$ 30,00 (Meia) R$ 30,00 (Cliente Porto Seguro – 2 por segurado). Classificação: 16 anos. Reservas: 2524 - 1666 http://www.rivalpetrobras.com.br/

8.27.2010

YAMANDU COSTA & VALTER SILVA

                             Em uma saborosa seleção de antigos choros

A bordo de violões de sete cordas, o duo desfia uma saborosa seleção de antigos choros, sambas e serestas, que destaca temas menos batidos, como o vertiginoso “Arabiando” (de Esmeraldino Salles), o nostálgico “Cinco Companheiros” (Pixinguinha) ou o brejeiro “Implicante” (Jacob do Bandolim). Um encontro muito feliz, repleto de lirismo e beleza.

Teatro Rival Petrobras
Dias 01 e 02/09 – Quarta e Quinta–feira às 19h30
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço:
R$ 40,00 (Inteira)
R$ 30,00 (Os 100 primeiros pagantes)
R$ 20,00 (Meia)

8.26.2010

Yusa: São Paulo - Memorial da América Latina

                           Sexta, 27 de agosto de 2010

Para a cantora, compositora e multi-instrumentista cubana Yusa, sua música absorve a poesia de quem vive em uma Havana que vem mudando muito musicalmente. Com suas novidades musicais, Yusa acabou se tornando uma das grandes figuras do panorama sonoro atual, tanto na América Latina como nos EUA e Europa. Com sua energia contagiante, ela faz de suas apresentações ao vivo experiências únicas, abrindo seu coração e deixando que seu violão, seu baixo e sua voz atinjam o público com força máxima. Sua música é uma mistura de rock, jazz, ritmos brasileiros e, obviamente, dos ritmos de sua terra natal, Cuba, como o son, a rumba, a trova ou mesmo o fílin. Suas influências musicais são o funk, o jazz, o rap e o soul, com conexões ancoradas na herança Africana e Caribenha. “A cena musical cubana é pouco conhecida no exterior, a informação que chega é sempre incompleta, como se Cuba fosse completamente antiquada. Trata-se de um país jovem, com uma cultura riquíssima, fruto de um caldeirão de influências, a riqueza é essa: a diversidade da
música cubana”, diz Yusa.

26/08/2010 - Centro Cultural Rio Verde 22h00 - R$ 15,00
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena São Paulo - SP

27/08/2010 - Memorial da América Latina 21h00 - R$ 15,00
Série Conexão Latina: Yusa & Tulipa Ruiz Auditório Simón Bolívar
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda São Paulo SP

Bebel Gilberto disponibiliza música nova na internet

Os fãs da cantora Bebel Gilberto que se inscreverem no ‘mailing’ através do site oficial vão receber um link para baixar uma música nova e inédita em disco. A canção tem o nome de “Dahling” e estará disponível no site por tempo limitado, durante um mês.
Para baixar a música gratuitamente basta acessar o site www.bebelgilberto.com.br e preencher os campos requeridos. “Dahling” é uma parceria de Bebel com o músico Pedro Baby.