Banda Rustic, da China, vencedora do GBOB - Global Battle Of The Bands em 2009
RIO - Brasil entrou no roteiro de um dos maiores concursos de bandas independentes do mundo. O Global Battle of the Bands (GBOB) acontece desde 2004 e seleciona grupos de mais de 30 países para se enfrentarem pelo título de Melhor Banda Nova do Mundo em uma final em Londres. A banda vencedora leva US$ 100 mil em prêmios, que incluem uma turnê com dez datas no Reino Unido, uma semana de gravação em um estúdio londrino e US$ 10 mil em dinheiro, além de marketing internacional. As inscrições estão abertas até 31 de julho ou até o preenchimento das vagas.
- Trabalhava como agente de bandas inglesas e brasileiras na Inglaterra quando conheci um dos diretores artísticos da Sony na Polônia, que foi um dos jurados do GBOB England em 2009. Ele me apresentou o projeto, e fiquei louco. Quando ele me disse que nenhum país da América do Sul participava, vislumbrei a possibilidade de trazer o projeto para o Brasil. Então escrevi uma proposta e apresentei ao diretor internacional do concurso. Eles acharam maravilhoso poder trazê-lo para cá - conta o diretor nacional do GBOB Brasil, Filipe Gomes, que tem no currículo a produção de festivais como o pernambucano Abril Pro Rock.
Todos os grupos inscritos terão a oportunidade de apresentar seu trabalho - apenas canções próprias e inéditas, independentemente do gênero - em uma das seletivas realizadas em setembro em quatro capitais: Rio (Teatro Odisseia), São Paulo (Manifesto Bar), Porto Alegre (Bar Opinião) e Recife (Burburinho). Os vencedores de cada etapa se enfrentarão na final brasileira, que acontece em novembro, no Circo Voador, quando uma banda será escolhida para representar o país na final internacional da competição, em dezembro, em Londres, com as despesas pagas pelo concurso.
Cada grupo vai poder tocar duas músicas em dez minutos. As apresentações serão julgadas por uma comissão formada por profissionais especializados em música e em produção cultural. O público também tem direito a voto, que tem peso de 50% na decisão - explica Filipe Gomes.
Para participar da competição, cada banda precisa preencher o formulário de inscrição disponível no site Gbobbrazil.com , escolher uma cidade para se apresentar e pagar uma taxa de R$ 50 por integrante.
Na última edição do concurso, a banda chinesa Rustic desbancou grupos de países como Inglaterra, Noruega, Israel, Irlanda e Nepal. Vencedores de edições anteriores do GBOB chegaram a assinar contratos com grandes gravadoras, como Warner, Universal e EMI.
- O festival é fantástico por dar uma chance real para bandas independentes em todo o mundo - conclui Gomes.
6.29.2010
6.28.2010
ROBERTO MENESCAL & WANDA SÁ
Lançamento do CD “Declaração”
Uma das mais importantes e duradouras parcerias da bossa nova, Roberto Menescal e Wanda Sá lançam o CD Declaração (Albatroz Music). Este disco é uma forma de revisitar o histórico LP Wanda Vagamente, de Wanda Sá, um dos clássicos da bossa-nova e, principalmente, um disco cult, que completa 46 anos de sucesso, no topo da lista dos mais vendido do Brasil nas últimas décadas.
Gravado com a formação de guitarra semiacústico de Menescal, contrabaixo de Adriano Giffoni e a voz de Wanda Sá - Declaração comemora, além das mais de quatro décadas de lançamento do famoso LP, o primeiro trabalho feito por Menescal como arranjador e produtor musical. “É um novo-velho projeto que foi inspirado no clima intimista da canção do LP, Inútil paisagem (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira), de 1964, que acidentalmente foi registrada na formação de violão, guitarra e contrabaixo”, conta Menescal.
A idéia deste CD vem de muito longe, ou seja, de 1964, quando Menescal produziu o Vagamente e a música Inútil Paisagem foi gravada apenas com acompanhamento do contrabaixo de Sergio Barrozo e a guitarra elétrica de Menescal para a voz de Wanda. De certa maneira, eles tentavam fazer o som de um LP que adoravam, Julie is Her Name, da cantora e atriz americana Julie London, acompanhada apenas de um baixo e uma guitarra (a do fabuloso Barney Kessell, ídolo de Menescal). Mas o histórico registro da música neste formato aconteceu por acaso, na trilha de acontecimentos históricos.
Teatro Rival Petrobras (472 lugares) Rua: Álvaro Alvim, 33/37 - Cinelândia.
Dia 30 de junho de 2010 – Quarta, às 19h30. Preço: R$ 50,00 (Inteira), R$ 40,00 (Os 100 primeiros pagantes)
R$ 25,00 (Meia). Classificação: 16 anos. Reservas: 2524-1666
Uma das mais importantes e duradouras parcerias da bossa nova, Roberto Menescal e Wanda Sá lançam o CD Declaração (Albatroz Music). Este disco é uma forma de revisitar o histórico LP Wanda Vagamente, de Wanda Sá, um dos clássicos da bossa-nova e, principalmente, um disco cult, que completa 46 anos de sucesso, no topo da lista dos mais vendido do Brasil nas últimas décadas.
Gravado com a formação de guitarra semiacústico de Menescal, contrabaixo de Adriano Giffoni e a voz de Wanda Sá - Declaração comemora, além das mais de quatro décadas de lançamento do famoso LP, o primeiro trabalho feito por Menescal como arranjador e produtor musical. “É um novo-velho projeto que foi inspirado no clima intimista da canção do LP, Inútil paisagem (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira), de 1964, que acidentalmente foi registrada na formação de violão, guitarra e contrabaixo”, conta Menescal.
A idéia deste CD vem de muito longe, ou seja, de 1964, quando Menescal produziu o Vagamente e a música Inútil Paisagem foi gravada apenas com acompanhamento do contrabaixo de Sergio Barrozo e a guitarra elétrica de Menescal para a voz de Wanda. De certa maneira, eles tentavam fazer o som de um LP que adoravam, Julie is Her Name, da cantora e atriz americana Julie London, acompanhada apenas de um baixo e uma guitarra (a do fabuloso Barney Kessell, ídolo de Menescal). Mas o histórico registro da música neste formato aconteceu por acaso, na trilha de acontecimentos históricos.
Teatro Rival Petrobras (472 lugares) Rua: Álvaro Alvim, 33/37 - Cinelândia.
Dia 30 de junho de 2010 – Quarta, às 19h30. Preço: R$ 50,00 (Inteira), R$ 40,00 (Os 100 primeiros pagantes)
R$ 25,00 (Meia). Classificação: 16 anos. Reservas: 2524-1666
Neta de Caymmi escapa de apadrinhamento e lança disco
Ela nunca ouviu ninguém falar mal do avô, morto em 2008. Ele foi seu padrinho, contava-lhe histórias infindas, cantou o mar como ninguém e deixou um legado incontestavelmente genial. O pai acompanhava Tom Jobim na fase da afinadíssima Banda Nova. O tio é respeitado pelas soluções harmônicas de seu violão e também tem um baú vasto de composições. Já a tia ainda dá provas de ser uma das maiores cantoras do País, rasgando o peito com interpretações emotivas. Aos 34 anos, Juliana Caymmi lança seu primeiro disco carregando um sobrenome de muito peso. Neta de Dorival, filha de Danilo e sobrinha de Dori e Nana, com personalidade, ela avisa não querer uma carreira guiada por apadrinhamentos.
Quando tinha 13 anos ela decidiu estudar canto popular na Universidade Livre de Música Tom Jobim (ULM). Passou na prova sem ninguém saber de sua ligação com os verdadeiros Caymmi. Ainda hoje, o máximo de empurrões que a cantora recebe da família são elogios. "Meu violão é sofrível. Para compor, tenho a felicidade de me desprender do instrumento, uso para tocar apenas uns três acordes para depois vir algum santo harmonizar para mim. Quando fiz "Moço", titio Dori ouviu e achou de uma espontaneidade tremenda. Nem dava muita bola pra música, mas depois de um elogio desses, passei a botar fé nela", diz Juliana
Outra ajuda que ela recebe dos parentes são composições. No tema que abre o disco, ela já havia decidido gravar "Vento Noroeste", do pouco incensado, porém genial Elpídio dos Santos. Na mesma faixa, Juliana decidiu gravar "Flecha de Prata", composta por seu pai Danilo em homenagem à avó Stella Maris, que faleceu 11 dias antes do avô Dorival. Do tio Dori, além de elogios, ela pôde contar com "Desenredo" (parceria com Paulo César Pinheiro). Tarefa complicada já que a música já havia ganhado registros respeitáveis, como o da tia Nana, do Boca Livre e do próprio Dori. "Decidi gravá-la de última hora, no estúdio, com o Ricardo Matsuda. Fiquei reticente, sabia que só deveria gravar se fosse pra fazer algo diferente do que já tinha sido feito", diz a cantora.
Mas por que Juliana, desde pequena convivendo com o meio musical, decidiu lançar um disco só agora? Sem nunca ter contado com pedidos da família para que lhe abrissem portas em gravadoras - naturalmente não queria isso -, ela casou cedo, aos 17 anos, teve uma filha aos 19. Sabedora das dificuldades de se viver de música no Brasil e incerta em relação a seguir uma carreira, começou a estudar Direito. Chegou a gravar um álbum em parceria com o marido, mas a separação acabou engavetando o CD.
Agora, finalmente lançando o primeiro disco, "Para Dança a Vida", já que o álbum só chega às lojas em setembro, pelo selo Kalamata), Juliana mostra-se segura para trilhar longa estrada. E ela sabe que ainda tem muito a amadurecer. Talvez pela entrega excessiva em algumas faixas, a voz da cantora oscila um pouco, embora, no geral, ela seja extremamente afinada. Quem pegar o disco pensando em ouvir uma nova Nana vai se desapontar. Tudo porque a representante da terceira geração dos Caymmi não quer ser sombra do passado, muito menos imitar ninguém. Tem personalidade própria e, contando com a ajuda do arranjador, produtor e violonista Ricardo Matsuda, conseguiu fazer um disco muito diversificado, mas com unidade.
Prova disso são as etéreas "Vento Noroeste" e "Flecha de Prata", a bossa moderna "Guanabara" (Fred Martins), "Coco Praieiro" (Eudes Fraga e Paulo César Pinheiro), a pop "Não Só Pela Chuva" (Fred Martins e Marcelo Diniz) e o samba "Porque Sou Carioca" (da própria Juliana em parceria com sua mãe, Ana Terra). "Não vou dizer que consegui em todas as faixas passar o máximo de emoção, tenho noção disso. Sem contar que não é um disco de amor rasgado, é bem variado." (Lucas Nobile - AE)
Quando tinha 13 anos ela decidiu estudar canto popular na Universidade Livre de Música Tom Jobim (ULM). Passou na prova sem ninguém saber de sua ligação com os verdadeiros Caymmi. Ainda hoje, o máximo de empurrões que a cantora recebe da família são elogios. "Meu violão é sofrível. Para compor, tenho a felicidade de me desprender do instrumento, uso para tocar apenas uns três acordes para depois vir algum santo harmonizar para mim. Quando fiz "Moço", titio Dori ouviu e achou de uma espontaneidade tremenda. Nem dava muita bola pra música, mas depois de um elogio desses, passei a botar fé nela", diz Juliana
Outra ajuda que ela recebe dos parentes são composições. No tema que abre o disco, ela já havia decidido gravar "Vento Noroeste", do pouco incensado, porém genial Elpídio dos Santos. Na mesma faixa, Juliana decidiu gravar "Flecha de Prata", composta por seu pai Danilo em homenagem à avó Stella Maris, que faleceu 11 dias antes do avô Dorival. Do tio Dori, além de elogios, ela pôde contar com "Desenredo" (parceria com Paulo César Pinheiro). Tarefa complicada já que a música já havia ganhado registros respeitáveis, como o da tia Nana, do Boca Livre e do próprio Dori. "Decidi gravá-la de última hora, no estúdio, com o Ricardo Matsuda. Fiquei reticente, sabia que só deveria gravar se fosse pra fazer algo diferente do que já tinha sido feito", diz a cantora.
Mas por que Juliana, desde pequena convivendo com o meio musical, decidiu lançar um disco só agora? Sem nunca ter contado com pedidos da família para que lhe abrissem portas em gravadoras - naturalmente não queria isso -, ela casou cedo, aos 17 anos, teve uma filha aos 19. Sabedora das dificuldades de se viver de música no Brasil e incerta em relação a seguir uma carreira, começou a estudar Direito. Chegou a gravar um álbum em parceria com o marido, mas a separação acabou engavetando o CD.
Agora, finalmente lançando o primeiro disco, "Para Dança a Vida", já que o álbum só chega às lojas em setembro, pelo selo Kalamata), Juliana mostra-se segura para trilhar longa estrada. E ela sabe que ainda tem muito a amadurecer. Talvez pela entrega excessiva em algumas faixas, a voz da cantora oscila um pouco, embora, no geral, ela seja extremamente afinada. Quem pegar o disco pensando em ouvir uma nova Nana vai se desapontar. Tudo porque a representante da terceira geração dos Caymmi não quer ser sombra do passado, muito menos imitar ninguém. Tem personalidade própria e, contando com a ajuda do arranjador, produtor e violonista Ricardo Matsuda, conseguiu fazer um disco muito diversificado, mas com unidade.
Prova disso são as etéreas "Vento Noroeste" e "Flecha de Prata", a bossa moderna "Guanabara" (Fred Martins), "Coco Praieiro" (Eudes Fraga e Paulo César Pinheiro), a pop "Não Só Pela Chuva" (Fred Martins e Marcelo Diniz) e o samba "Porque Sou Carioca" (da própria Juliana em parceria com sua mãe, Ana Terra). "Não vou dizer que consegui em todas as faixas passar o máximo de emoção, tenho noção disso. Sem contar que não é um disco de amor rasgado, é bem variado." (Lucas Nobile - AE)
6.27.2010
Bossa Nova - A visão de Nara Leão
Nara Leão, Sílvio Caldas e Carlos Lyra no programa Renner Brasil, TV Excelsior, São Paulo, maio de 1963.
“A Bossa Nova foi importante para mim e para a humanidade, pois mudou a música do mundo inteiro. Pimeiro, é preciso destacar o João Gilberto, porque ele mudou tudo. Chegou até a ser chamado de desafinado, coisa que ele não é.
Na verdade é afinaderrímo, a coisa mais afinada do mundo, mas as pessoas achavam que um cantor que não gritasse era desafinado. Sua maneira de cantar é fantástica, não precisa de orquestra nenhuma. O violão, sozinho, parece uma orquestra. Com a boca, faz uma bateria, milhares de coisas.
A Bossa Nova também mudou as letras. Havia uma parte substancial de nossa música em que as letras eram dramáticas, sentimentais, derramadas. A Bossa Nova veio com aquele negócio de amor, sorriso, flor, céu. Era uma coisa leve. Para mim, ela continua viva e muito nova. A música quando é boa a gente ouve sempre, com prazer. E a Bossa Nova contribuiu muito com a nossa música tradicional.
Antes o samba não tinha uma harmonia rica. Quando o Carlinhos Lyra me apresentou aos sambas, tocados de maneira bossa-novista, achei muito interessante. Mas, na época, eu pensava que não podia cantar uma coisa que João Gilberto já tivesse cantado, porque ele canta maneira extraordinária.
Só tive coragem de fazer Bossa Nova quando fui para Paris e gravei um álbum duplo. O João me inibia de cantar Bossa Nova. O que se guardou do movimento foi a maneira de cantar e a harmonia. Os arranjos e a harmonia”.
Fonte: Depoimento a Almir Chediak no Songbook Bossa Nova
6.26.2010
Caetano Veloso é tema de enredo de escola de samba do Rio
A história de vida do cantor e compositor Caetano Veloso será cantada na Marquês de Sapucaí no Carnaval carioca de 2011. A escola de samba Paraíso do Tuiuti, da região de São Cristovão, escolheu Caetano para ser homenageado e tema do samba enredo para o próximo ano.A Paraíso do Tuiuti faz parte das escolas do Grupo de Acesso e nos últimos anos tem se dedicado a compor enredos com temáticas culturais. Em 2008 a escola homenageou o sambista Cartola. No carnaval deste ano o enredo tratou da escritora Eneida de Moraes.
O samba-enredo para o carnaval de 2011 da Paraíso do Tuiuti ainda não foi escolhido e deve ser definido em breve pelo presidente da escola, Renato Ribeiro Marins, e o carnavalesco Eduardo Gonçalves.
Titãs regravam clássico da carreira para trilha de novela
Titãs em 1984
Além de fazer parte do disco de estréia dos Titãs, “Go Back” também foi lançado no álbum ao vivo de mesmo nome em 1988, onde aparece ao vivo e em versão remix.
Artistas relacionados: Titãs
A música “Go Back”, composição de Sérgio Britto e Torquato Neto, lançada originalmente em 1984 no primeiro álbum dos Titãs, ganha uma nova versão que será incluída na trilha sonora da próxima novela da Rede Globo, a refilmagem de “Tititi”. A nova versão foi produzida por Rick Bonadio e traz parte da letra cantada em espanhol.
Esta nova versão deste clássico dos Titãs estará à venda em formato digital e físico. O lançamento é da Midas Music, novo selo musical de Bonadio.Além de fazer parte do disco de estréia dos Titãs, “Go Back” também foi lançado no álbum ao vivo de mesmo nome em 1988, onde aparece ao vivo e em versão remix.
Artistas relacionados: Titãs
Show de Paul McCartney será transmitido ao vivo pela internet neste domingo
Já que Paul McCartney não volta ao Brasil para apresentar os clássicos de sua carreira, os fãs brasileiros poderão se sentir como se estivessem no próximo show do músico. E sem sair de casa. A apresentação que o ex-Beatle fará no domingo, 27, será transmitida ao vivo pela internet.O show faz parte das atrações do festival Hard Rock Calling e será realizado no Hyde Park, em Londres. A apresentação de McCartney está marcada para começar às 16h30, horário de Brasília, e poderá ser assistido através do endereço www.youtube.com/BornHIVFree.
A transmissão do show faz parte da campanha de prevenção a AIDS “Born HIV Free”, encabeçada pela cantora e primeira-dama da França, Carla Bruni.
6.25.2010
Morte de Michael Jackson completa um ano; relembre a carreira
Eram tempos difíceis para o Rei do Pop. Afundado em dívidas, Michael Jackson se preparava para uma série quase absurda de shows que aconteceriam em Londres. O retorno do maior ícone da música não poderia ser diferente, teria que ser triunfal. Do lado de cá, os fãs recebiam notícias de que o perfeccionista Rei estava exausto, mas ensaiando como nunca. No entanto, no dia 25 de junho de 2009, seguidores de Michael Jackson receberam a notícia difícil de assimilar: o Rei estava morto. Entre boatos, notícias desencontradas e muita comoção, sites, jornais e TVs americanas corriam para confirmar o que não queriam.
O tenente Fred Corral, porta-voz do IML, disse à rede de televisão CNN que Jackson foi declarado morto às 14h26. "Posso dizer neste momento que fomos informados por investigadores do Departamento de Polícia de Los Angeles Oeste que Jackson foi levado para o hospital. Ao dar entrada, estava sem os sinais vitais e foi declarado morto por volta das 14h26", declarou Corral.
Com a morte de Michael, o público logo correu atrás de um culpado. Conrad Murray, médico particular do popstar surgiu como alvo nos dias posteriores até ser indiciado formalmente por "homicídio involuntário". No dia 23 de março, o promotor-geral da Califórnia, Jerry Brown, anunciou que pediria oficialmente à justiça a retirada do direito de Murray exercer a medicina, já que sua "conduta e imprudência com os medicamentos e tratamentos que utilizou com Michael Jackson o tornavam perigoso para o público".
Murray foi acusado em fevereiro de homicídio involuntário de Jackson, morto no dia 25 de junho em Los Angeles, após uma overdose de medicamentos e uma intoxicação com o anestésico Propofol. Sua morte foi constatada vinte minutos depois de receber uma injeção de Propofol, enquanto o doutor Murray se ausentou para atender a uma ligação telefônica.
Marvio Ciribelli e Thaís Motta
O pianista Marvio Ciribelli recebe a cantora Thaís Motta no Terra da Luz Jazz Club "A Bossa do Chorinho" em Visconde de Mauá Nos dias 25 e 26 de Junho (Sexta e Sábado), o pianista Marvio Ciribelli e a cantora Thaís Motta estarão apresentando o show "A Bossa do Chorinho" no Terra da Luz Jazz Club, em Maringá, município de Visconde de Mauá. Neste novo show, Marvio Ciribelli e Thaís Motta mostram como integram ao choro tradicional, as harmonias da Bossa Nova e a liberdade do Jazz. Ciribelli escreveu para Thaís, arranjos que valorizam a sua capacidade de interpretar, criando novos e instigantes desenhos melódicos, em músicas de Tom Jobim, Severino Araújo, Waldir Azevedo, Edu Lobo, Zequinha de Abreu, Ernesto Nazareth, Jacob do Bandolim, Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Fred Martins, Altay Veloso, Johnny Alf, Lúcio Alves e Arthur Maia. 18 anos. Terra da Luz Jazz Club (60 lugares) End: Reta Maringá-Minas, s/nº (Visconde de Mauá-Maringá). 25 e 26 de Junho, às 22h30 R$ 25,00. Reservas e informações: (24) 3387-1545 ou (24) 3387-1306








