5.12.2010
Impacto do Samba
O grupo promete levar o público do CMRMC ao delírio com a apresentação de um show especial, onde será gravado o seu 1º DVD “Nossa História de Amor”, que embala um repertório com todas as faixas do CD “Nossa História de Amor”. A presença no palco de artistas convidados, assim como uma homenagem em pout-porri de encontro das canções de compositores e sambistas que são referência para o grupo como : Billy Blanco, Paulinho da Viola, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Mauro Diniz, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Leci Brandão, Fundo de Quintal, Jorge Bem Jor e a saudosa Jovelina. Quinta-feira, 13 de maio às 19h. Centro de Referência da Música Carioca (156 lugares).
Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca. Ingressos: R$10 (estudantes e idosos pagam meia). Reservas: 3238-3831 / 3238-3880. Classificação: Livre. Blog: creferenciadamusicacarioca.blogspot.com
“Na Asa do Vento: João do Vale Cantado e Contado”
Espetáculo reúne Teresa Cristina, Chico César, o grupo carioca “Pedra Lispe” e Flávio Bauraqui. Na A CAIXA Cultural Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de maio (sábado e domingo), o show “Na asa do vento: João do Vale cantado e contado” que mostra ao público carioca a obra de João do Vale, compositor maranhense conhecido como “O Poeta do Povo”, autor de “Carcará”, “Pisa na Fulô” e “O Canto da Ema”, entre outros sucessos. A premiada atriz/diretora/cantora Inez Viana assina a direção do espetáculo musical, que conta com recursos audiovisuais e cênicos.
No palco, os cantores Chico César e Teresa Cristina – dois grandes admiradores do compositor – são acompanhados pelo grupo carioca “Pedra Lispe”, que é também responsável pela direção musical e arranjos do show. O ator Flávio Bauraqui completa o time fazendo uma costura com intervenções cênicas.
Este espetáculo se propõe a resgatar e divulgar a obra do grande artista popular, considerado um dos maiores nomes da música popular nordestina. No repertório, canções consagradas de João do Vale, como “A Voz do Povo”, “Peba na Pimenta” e “Carcará”, entre outras, além da faixa que dá nome ao show “Na Asa do Vento”.
João do Vale consagrou-se na década de 60, no show “Opinião”, ao lado de Zé Kéti e Nara Leão (depois substituída por Maria Bethânia). Faleceu em 1996. Teve mais de trezentas músicas gravadas por diversos intérpretes, entre os quais Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nara Leão, Maria Bethânia, Tim Maia, Ivon Curi e Alaíde Costa.
Show “Na Asa do Vento: João do Vale Cantado e Contado”. Dias 15 e 16 de maio (sábado e domingo). CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro Nelson Rodrigues (388 lugares) . Av. República do Chile, 230, Centro (Próximo ao Metrô: Estação Carioca). 21) 2262-8152 R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada para estudantes e idosos)
Classificação: Livre. Acesso para portadores de necessidades especiais. Programação completa da CAIXA Cultural: www.caixa.gov.br/caixacultural
OS CARIOCAS
Participações especiais: Roberto Menescal, Wanda Sá, Marcos Valle e Miele
Os Cariocas chegam ao CD "Nossa Alma Canta" não apenas como o indestrutível conjunto vocal, mas como o padrão de excelência no gênero do Brasil. A voz do melhor que há em nós.
Em seu novo disco, "Nossa Alma Canta", pelo selo Guanabara Records, Os Cariocas enveredam por caminho que sempre foi o norte em sua vasta milhagem de voo em estúdio. Formaram o repertório exclusivamente com canções que nunca registraram. O resultado é um revés para as versões antes lançadas na praça, pois, como sempre, as interpretações do quarteto são definitivas, induzindo quem as ouve a cismar se os compositores não tinham mesmo o grupo no inconsciente ao lançar na partitura as 15 canções selecionadas. Essa impressão é acentuada em quatro faixas, em particular, devido às vibrações emanadas pela participação dos autores: João Donato ao piano em "Rio que Corre"; Marcos Valle no teclado em "Jet Samba"; Milton Nascimento em belíssimo vocalize em falsete em "Clube da Esquina nº2", Eumir Deodato em Baiãozinho e, por fim, Roberto Menescal assume a guitarra em "Você", acompanhando Os Cariocas numa leitura que é, como o verso dessa canção, um beijo bom de sol.
O estilo e os arranjos inusitados do Maestro Severino Filho, líder musical do conjunto desde o desaparecimento de seu irmão, Ismael Netto, fez com que o grupo não só lançasse, mas também "carimbasse" definitivamente algumas canções da Bossa Nova, como "Ela é Carioca", "Samba do Avião", "Minha Namorada" e outras, sempre pedidas pelo público e ligadas para sempre à sua trajetória.
Na sua formação atual, com o Maestro Severino Filho ao piano, fazendo os arranjos e a primeira voz, Eloi Vicente no violão, fazendo a quarta voz e os solos vocais, Neil Teixeira no contrabaixo e na terceira voz e Hernane Castro na bateria e na segunda voz, o grupo mantém a sua mística de encantar o público que comparece às suas apresentações.
Teatro Rival Petrobras. Rua: Álvaro Alvim, 33/37 - Cinelândia.
Dia 13 de maio, quinta, às 19h30. R$ 50,00 (Inteira) R$ 40,00 (Os 100 primeiros pagantes) R$ 25,00(Meia)
Classificação: 16 anos Telefone reservas: 2524- 1666
5.11.2010
Exposição Vale dos Tambores
O Centro de Cultura Estação das Artes abrirá no dia 13 de maio às 20h a exposição Vale dos Tambores – Pesquisa e elaboração Carlos Henrique Machado e Celeste Silveira – Produção Viviane Saar.
Serão expostos 20 fotografias e 20 textos que contam a história do choro, da música da região do Vale do Paraíba. Ritmos que surgiram nas bandas de escravos das fazendas, e pelas mãos despretensiosas dos negros se configuraram num intenso ato de resistência cultural.
É um importante trabalho de pesquisa, talvez o mais completo já feito em matéria de choro no Brasil. A pesquisa desvela situações e acontecimentos que deixam transparecer o encantador universo da sabedoria e arte popular. O show, um verdadeiro concerto popular de choro. Concepção, pesquisa, composição, arranjo e execução, tudo absolutamente perfeito, sério e verdadeiro.
O Centro de Cultura Estação das Artes: funciona de Segunda a Domingo, das 10h às 18h, exceto feriados.
Centro de Cultura Estação das Artes - Rua Orozimbo Ribeiro, s/n° – Centro – Barra Mansa-RJ.
Serão expostos 20 fotografias e 20 textos que contam a história do choro, da música da região do Vale do Paraíba. Ritmos que surgiram nas bandas de escravos das fazendas, e pelas mãos despretensiosas dos negros se configuraram num intenso ato de resistência cultural.
É um importante trabalho de pesquisa, talvez o mais completo já feito em matéria de choro no Brasil. A pesquisa desvela situações e acontecimentos que deixam transparecer o encantador universo da sabedoria e arte popular. O show, um verdadeiro concerto popular de choro. Concepção, pesquisa, composição, arranjo e execução, tudo absolutamente perfeito, sério e verdadeiro.
O Centro de Cultura Estação das Artes: funciona de Segunda a Domingo, das 10h às 18h, exceto feriados.
Centro de Cultura Estação das Artes - Rua Orozimbo Ribeiro, s/n° – Centro – Barra Mansa-RJ.
5.10.2010
ESPECIAL:
Pena Schmidt
Se eu estivesse começando a carreira hoje, prestaria atenção em algumas coisas que podem fazer a diferença entre profissão ou passatempo. Como todo conselho dos mais velhos, pode ser interpretado apenas como ― preste atenção!
1) Música como um serviço, como a gastronomia, a fabricação de vinhos ou roupas. As pessoas que consomem este serviço são chamadas de "público", em vez de "clientes". Esta é uma relação simples e direta, artista e seu público. O público, se gosta, entra na cadeia produtiva e acha uma forma de pagar para consumir, para fruir e se deliciar com sua música, pagando por ingressos, comprando discos, CDs, LPs, downloads ou músicas no celular, tanto faz. Não fará mal nenhum ao artista que inicia sua carreira lembrar-se disto e assim buscar seu público, tratá-lo com carinho e, aos poucos, descobrir a maneira como seu público irá recompensá-lo financeiramente. O conceito principal é que haverá uma troca: sua arte, seu trabalho, pelo seu sustento e mais um pouco. Quem paga a conta é o público.
2) Como fazer negócio? Depois de 100 anos de um certo modelo único que servia para todo mundo, consagrado pelo nome "gravadora", quando este modelo fracassa pelo desgaste tecnológico, pela mudança de costumes e hábitos ― enfim, se desmancha de velho e gasto ―, é normal e compreensível que os artistas da música sintam falta de uma estrutura comum a todos, algo que simplificava a venda, na verdade tirava de perto do músico o "caixa", o trabalho comercial. Pior, neste momento, 2010, ninguém sabe como fazer funcionar de outra forma o negócio, essa troca entre público e artista. Cada caso é um caso, não há método nem vale a experiência. Não é uma questão de dinheiro, de empresas que sabem o que fazer, de caçadores de talento, curadores ou padrinhos. O que funciona para um pode funcionar apenas para ele. Portanto, faça o que o seu nariz manda você fazer. Seu negócio, entendeu? Uns vão procurar distância do trabalho comercial e vão delegar para gravadoras, vendedores, empresários, agentes, produtores. Ok, não é má idéia, é preciso tempo para ensaiar e compor, mas não perca o controle de qualidade, será o seu público, não deles. Certas pessoas têm este talento comercial e gostam da música e do seu ambiente, serão bons vendedores. Junte-se a eles, mas é preciso manter pulso firme para que os conceitos comerciais não determinem o rumo artístico. Mostre quem manda: a arte. Mesmo que se percam algumas oportunidades, virão outras. Se em seu caso você quer apenas tocar e não quer se preocupar com esse controle, essa responsabilidade, muito bem, sempre se pode conseguir emprego numa banda, numa orquestra e seguir o líder. Boa sorte e estude também para algum concurso público. Para seguir uma carreira na música é preciso lidar com estas responsabilidades e inseguranças, acreditar que irá conseguir criar um público a partir de sua arte, de sua maneira de ver o mundo e de usar a música para se expressar, inclusive até com letra, especialmente pela letra. Crie seu negócio a partir do que você enxerga na sua frente, seu público.
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ESPECIAL
Skank grava álbum ao vivo em Belo Horizonte
A banda Skank se prepara para um encontro especial com os fãs no dia 19 de junho, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Nesta data o grupo fará uma apresentação que será registrada para um futuro lançamento em CD, DVD e Blu-Ray.Este novo lançamento, chamado “Skank Mineirão ao Vivo”, estará nas lojas à disposição dos fãs no segundo semestre deste ano, via Sony Music em parceria com o canal Multishow.
Se não bastasse ser especial pela gravação do show, esta apresentação também tem a honra de ser a última no estádio Mineirão, já que o local será fechado para as obras necessárias para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014.
São esperadas cerca de 30 mil pessoas e os ingressos não serão vendidos. Os bilhetes serão distribuidos através de ações sociais e promoções feitas por empresas patrocinadoras. Os fãs devem dicarligados no site oficial do grupo para saber como conseguir um ingresso. O endereço é www.skank.com.br.
Também através do site oficial os fãs podem ajudar a banda a escolher as 20 músicas que farão parte do repertório do show. É só acessar e votar
SHOWS RIO DE JANEIRO
Afrolatinidades
Anfitriões do projeto que acontece nas terças de maio, os músicos do Songoro Cosongo recebem o compositor e arranjador cubano Francisco Pancho Amat,(foto) que já compartilhou acordes com Cesária Évora, Ry Cooder e Pablo Milanés. Salsa e bolero dominam as apresentações. O segundo cubano convidado é René Ferrer. Livre. Teatro II do CCBB (155 lugares). Rua Primeiro de Março, 66 (Centro Cultural Banco do Brasil), Centro, 3808-2020. Terça (11), 12h30 e 19h. R$ 6,00. Bilheteria: a partir de 10h (ter.). www.bb.com.br/cultura.Ana Carolina
Amparada por direção e cenografia de Bia Lessa e direção musical de Ale Siqueira, a cantora volta ao palco para mostrar o espetáculo do disco N9ve, que marca uma década de carreira e será integralmente apresentado. Um momento de chuva cenográfica costuma empolgar a plateia. 15 anos. Citibank Hall (3 144 lugares). Avenida Ayrton Senna, 3000 (Shopping Via Parque), Barra. Informações, 0300 7896846 (9h/21h). Sexta (14) e sábado (15), 22h. R$ 90,00 a R$ 180,00. Bilheteria: 12h/20h (seg. a qui.); a partir das 12h (sex. e sáb.). Cc: todos. Cd: R e V. TM. Estac. (R$ 4,50).BR6
Em seu terceiro disco, Música Popular Brasileira a Cappella Vol. II, o sexteto vocal passeia por ritmos regionais brasileiros. 18 anos. Lapinha (100 lugares). Avenida Mem de Sá, 82, Lapa, 2507-3435. Sexta (14) e sábado (15), 22h30. R$ 30,00. Os cariocas
Com pouco mais de seis décadas de carreira, Severino Jr é o único remanescente da formação original do conjunto. Aos 82 anos, faz a primeira voz e o piano ao lado de Hernane Castro (voz e bateria), Neil Teixeira (voz e contrabaixo) e Elói Vicente (voz e violão). Noite com participação de Wanda Sá, Roberto Menescal, Marcos Valle e Miele. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (472 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, a Cinelândia. Quinta (13), 19h30. R$ 50,00. Bilheteria: 13h30/19h30 (seg. a qua.); a partir das 13h30 (qui.). TT. www.rivalpetrobras.com.br.
Edu Lobo
Lançado em março, no Espaço Tom Jobim, Tantas Marés pôs fim a um período de quinze anos sem disco novo. A espera valeu a pena. O parceiro mais constante de Edu Lobo no CD é Paulo César Pinheiro, presente nas quatro inéditas, entre elas a faixa-título, e letrista de dois conhecidos temas instrumentais: o choro Perambulando e o baião Dança do Corrupião. Ode aos Ratos e Choro Bandido, ambas com Chico Buarque, completam o programa ao lado de clássicos da dupla. 15 anos. Canecão (2 000 lugares). Avenida Venceslau Brás, 215, Botafogo, 2105-2000. Sábado (15), 22h; domingo (16), 20h30. R$ 60,00 (poltrona numerada) a R$ 120,00 (frisa central e setores VIP e A). Bilheteria: 12h/21h20 (seg. a sex.); a partir das 12h (sáb. e dom.).
Sucesso de público, o cantor e compositor mostra as dez inéditas de seu oitavo álbum, D.N.A., e sucessos. A apresentação marca a estreia da turnê do CD. 16 anos. Vivo Rio (2 200 pessoas). Rua Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo, 2272-2900. Sábado (15), 22h. R$ 60,00 (setor 3) a R$ 150,00 (camarote A). Bilheteria: 12h/20h (seg. a sex.); a partir das 12h (sáb.). Estac. c/manobr. (R$ 12,00). IR. http://www.vivorio.com.br/.
Laura Rizzotto
De apenas 15 anos, a lourinha de voz aveludada toca violão, piano e compõe, em inglês, canções pop com pitadas de blues. No palco, lidera um sexteto. 18 anos. Bar do Tom (350 lugares). Rua Adalberto Ferreira, 32, Leblon, 2274-4022. Sábado (15), 22h. R$ 40,00 (setores par e ímpar) a R$ 60,00 (palco). Bilheteria: 9h/22h (seg. a sex.); a partir das 12h (sáb.). Cd: todos. Estac. c/manobr.Leblon Jazz Festival.
Bom programa para o fim de semana. O trânsito no trecho final da Rua Dias Ferreira será interrompido. Pelo palco montado ao ar livre vão passar Joel Ferreira Quarteto, Orleans Dixieland Jazz Band, Jefferson Golçalves, Frejat e George Israel. Livre. Praça Cazuza. Informações, 2274-6634. Sábado (15), 14h. Grátis. http://www.leblonjazzfestival.com.br/.Mariana Baltar
Dona de repertório original e boa presença de palco, a cantora desfia canções do segundo CD-solo, como Tia Eulália na Xiba, de Claudio Jorge e Nei Lopes, a divertida Maldita Cancela, de Délcio Carvalho e Osório Peixoto, e Canção Marinha, de Luiz Flávio Alcofra e Lenildo Gomes. 14 anos. Modern Sound (120 lugares). Rua Barata Ribeiro, 502, loja D, Copacabana, 2548-5005, a Siqueira Campos. Segunda (10), 19h30. Grátis. É necessário fazer reserva. Estac. c/manobr. (R$ 6,00 a primeira hora). Na Asa do Vento
O grupo Pedra Lispe recebe Teresa Cristina e Chico César(foto) para duas noites em homenagem ao compositor maranhense João do Valle, autor de pérolas como Carcará, Pisa na Fulô e O Canto da Ema. Livre. Teatro Nelson Rodrigues (388 lugares). Avenida República do Chile, 230, Centro, 2262-0942, a Carioca. Sábado (15) e domingo (16), 19h30. R$ 10,00. Bilheteria: 15h/20h (ter. a sex.); a partir das 15h (sáb. e dom.).
Nando Reis
Escoltado pela banda Os Infernais, o ex-Titãs mostra sua faceta mais roqueira por repertório que mistura sucessos da carreira às inéditas de Drês, lançado no ano passado. 15 anos. Canecão (2 000 lugares). Avenida Venceslau Brás, 215, Botafogo, 2105-2000. X Sexta (14), 22h. R$ 80,00 (pista) a R$ 140,00 (camarote A). Bilheteria: 12h/21h20 (seg. a qui.); a partir das 12h (sex.). Cd: todos. IC e TT. www.canecao.com.br.Quinteto Violado
Com quase quarenta anos de carreira, o conjunto pernambucano visita a cidade para apresentar um rico recorte das canções de Luiz Gonzaga em arranjos sofisticados. Livre. Teatro Nelson Rodrigues (388 lugares). Avenida República do Chile, 230, Centro, 2262-0942, a Carioca. Terça (11) e quarta (12), 19h30. R$ 20,00. Bilheteria: a partir de 15h (ter. e qua.).Em cartaz
Altamiro Carrilho
Aos 85 anos, o flautista revelado num programa de calouros de Ary Barroso, na década de 40, segue empolgado com o palco: nas quartas de maio, apresenta choros de sua autoria e clássicos do gênero em interpretações primorosas para, entre outros, Tico-Tico no Fubá e Brasileirinho. 18 anos. Centro Cultural Carioca (124 lugares). Rua do Teatro, 37, Centro, 2252-6468, a Carioca. Quarta (12), 21h. R$ 20,00. Cd: R e V. http://www.centroculturalcarioca.com.br/.
Henrique Band
Saxofonista de nomes como Chico Buarque, Ed Motta, Bebel Gilberto, Gilberto Gil e Caetano Veloso, Band mostra as músicas de Caleidoscópio, seu primeiro disco-solo. 18 anos. Cinematheque Música Contemporânea (240 pessoas). Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo, 2286-5731, a Botafogo. Quinta (13), 20h. Grátis. GRUPO MOINHO NO TEATRO RIVAL
Não importa se o Moinho é um grupo baiano ou carioca. Os pés estão bem cravados à beira da Baía de Todos os Santos e as antenas instaladas às margens da Guanabara. O que se vê e ouve no CD/DVD “Moinho Ao Vivo” é que, mais do que baiano ou carioca, o Moinho é do palco. O grupo encerra sua temporada, em duas únicas apresentações.
Formado por três “veteranos” da música pop brasileira (Emanuelle Araújo, Lan Lan e Toni Costa), o grupo foi concebido no meio da efervescência que o bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, viveu na última década, Forjado na famosa “escola da noite”, junto com uma série de parceiros cariocas, o trio conseguiu criar uma liga fortíssima e ainda acrescentar uma nova cara a um vasto repertório do samba baiano.
Além de todo o repertório de clássicos do samba da Bahia, que imprimem o DNA da banda, há ainda um repertório próprio muito bem resolvido. Juntas, essas faixas ocupam mais da metade do CD e DVD. É o caso, por exemplo, do hit “Esnoba”, de “Na Lapa” ou mesmo de “Samba menina”. Músicas dançantes, com linhas melódicas fortes, daquelas que só precisam das duas primeiras notas para identificá-las e sair cantando junto. E para levar o samba para outras fronteiras além da ponte Rio-Bahia, a banda recupera os presentes dados no primeiro disco por um paulista, Nando Reis (“Hoje de noite”), e uma mineira, Ana Carolina (“Doida de varrer”).
Teatro Rival Petrobras. Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Cinelândia. Quarta, 12 de maio às 20h. R$ 40,00(Inteira) R$ 30,00 (Os 100 primeiros pagantes) R$ 20,00 (Meia) Classificação: 16 anos.
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