2.09.2010

CARNAVAL DE OUTRORA

Sassaricando Virginia Lane

A Vedete do Brasil ,Virginia Lane
canta um de seus maiores sucessos,
"Sassaricando".

A marchinha foi sem dúvida o maior sucesso do carnaval de 1952.
Nesta cena, Virgínia aparece no auge de seu talento e beleza.
Cena do filme TUDO AZUL de 1952, dirigido por Moacyr Fenelon.



Morre o cantor sertanejo Pena Branca

Morreu na noite desta segunda-feira, 08, o cantor José Ramiro Sobrinho, importante artista da música sertaneja que atendia pelo nome de Pena Branca. O cantor estava com 70 anos e foi vitima de enfarte.
Pena Branca passou mal em sua residência, no bairro do Jaçanã, em São Paulo, e foi levado às pressas ao pronto-socorro da região. O horário da morte foi às 18h10. A esposa do cantor, Maria de Lourdes, chegou a passar mal ao saber da morte do marido, foi medicada e liberada em seguida.
O velório e enterro serão realizados no Cemitério Parque dos Pinheiros. Os horários não foram divulgados.
Pena Branca iniciou sua carreira ao lado do irmão Ranulfo Ramiro da silva, o Xavantinho, em 1962. Juntos os cantores e violeiros se tornaram um dos mais importantes nomes da música caipira. Xavantinho faleceu em 1989, aos 57 anos.

Roberta Campos prepara lançamento do segundo álbum

Roberta e Dadi
A cantora e compositora Roberta Campos está preparando o lançamento de seu segundo álbum de estúdio. O novo álbum ainda não teve o título divulgado e nem a data de lançamento, mas em breve estará disponível nas lojas.
Para o repertório do novo trabalho Roberta selecionou algumas composições lançadas anteriormente no seu primeiro álbum independente, lançado em 1998, “Para Aquelas Perguntas Tortas”, e também composições novas. Entre as músicas do álbum estão “Sinal de Fumaça” (Roberta Campos e Nô Stopa) e “Para Aquelas Perguntas Tortas” (Roberta Campos).
Nessas duas faixas a artista contou com a participação do músico Dadi que colabora tocando órgão Hammond e Fender Rhodes. Os músicos que gravaram o disco com Roberta são Lourenço (bateria), Dunga (baixo), Christian Oyens (guitarras, violões, slides, lap steel e metalofone), Humberto Barros (teclados) e Sasha Amback (Fender Rhodes e teclados).
As gravações foram realizadas no Estúdio Tambor, no Rio de Janeiro, com produção assinada por Rafael Ramos.

Padre Fábio de Melo lidera lista dos mais vendidos em 2009

Padre Fábio de Melo
Em épocas de vendas baixas o seguimento religioso se mostra ainda forte no número de CDs e DVDs vendidos no país. A Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD) divulgou a lista com os títulos mais vendidos em 2009 e entre os 10 títulos de CDs mais vendidos estão três álbuns do Padre Fábio de Melo.
Na lista de DVDs, também entre os 10 mais vendidos, está um do Padre Fábio de Melo, dois do Padre Marcelo Rossi e outro do Padre Reginaldo Manzotti. Os padres dividem a lista com as duplas Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Leo, Bruno & Marrone, as cantoras Ivete Sangalo e Xuxa e o álbum comemorativo de Roberto Carlos que reúne diversas convidadas.
O único título internacional que figura na lista dos 10 mais vendidos em 2009 é a cantora Beyoncé com seu mais recente trabalho, “I Am... Sasha Fierce”. Confira

abaixo a lista com os CDs e DVDs mais vendidos no Brasil em 2009:

CDs
01. Iluminar (Som Livre 2009) - Padre Fábio de Melo - 264 mil
02. Zezé Di Camargo & Luciano (Sony Music 2008) - Zezé Di Camargo & Luciano - 261 mil
03. I Am... Sasha Fierce (Sony Music 2008) - Beyoncé - 239 mil
04. Elas Cantam Roberto Carlos (Sony Music 2009) - Vários artistas - 206 mil
05. Promessas (Som Livre 2009) - Vários artistas - 205 mil
06. Eu e o Tempo ao Vivo (LGK Music / Som Livre 2009) - Padre Fábio de Melo - 196 mil
07. Borboletas (Sony Music 2008) - Victor & Leo - 181 mil cópias
08. Vida (LGK Music / Som Livre 2008) - Padre Fábio de Melo - 180 mil
09. Ao Vivo em Uberlândia (Sony Music 2007) - Victor & Leo - 152 mil
10. Ao Vivo e em Cores (Sony Music 2009) - Victor & Leo - 130 mil

DVDs
01. XSBP 8 (Som Livre 2008) - Xuxa - 371 mil cópias
02. Eu e o Tempo ao Vivo (LGK Music / Som Livre 2009) - Padre Fábio de Melo - 294 mil
03. Elas Cantam Roberto Carlos (Sony Music 2009) - Vários artistas - 154 mil
04. Paz Sim, Violência Não - Volume 2 (Sony Music 2008) - Padre Marcelo Rossi - 145 mil
05. Creio em Deus do Impossível (Som Livre 2009) - Padre Reginaldo Manzotti - 129 mil
06. Ao Vivo e em Cores (Sony Music 2009) - Victor & Leo - 82 mil
07. Pode Entrar - Multishow Registro (Universal Music 2009) - Ivete Sangalo - 81 mil
08. Ao Vivo em Uberlândia (Sony Music 2007) - Victor & Leo - 81 mil
09. Paz Sim, Violência Não - Volume 1 (Sony Music 2008) - Padre Marcelo Rossi - 81 mil
10. De Volta aos Bares (Sony Music, 2009) - Bruno & Marrone - 74 mil

Moacir Santos - Coisas (1965)

O crítico Hugo Sukman, em O Globo, achou o título perfeito para seu artigo: De volta às melhores Coisas da vida. Coisas é o disco do compositor, arranjador, maestro e instrumentista Moacir Santos, de 1965 – dez faixas intituladas simplesmente Coisas (numeradas de 1 a 10, mas fora de ordem), embora algumas tenham recebido letra e títulos com que circularam fora do disco (Coisa n.º 5, por exemplo, ficou conhecida no mundo profano como Nanã e, por muitos anos, rendeu um providencial dinheiro a seu letrista Mario Telles).
Coisas só agora volta ao lugar de onde nunca deveria ter ficado ausente: as prateleiras das lojas. E volta com uma força, uma originalidade e uma beleza que, se se disser que foi gravado ontem, ninguém terá razão para duvidar. Mas é claro que ele vem de outros tempos, de outro mundo, outro país – um país também chamado Brasil, mas onde havia uma indústria, dita fonográfica, que estranhamente trabalhava com música.
Esses 39 anos de sumiço dizem muito sobre as cabeças que presidem nossas gravadoras. Coisas foi produzido originalmente pela Forma, o pequeno e corajoso selo que o produtor carioca Roberto Quartin conseguiu sustentar durante três anos na década de 60. A Forma era uma espécie de Elenco, só que ainda mais atrevida e experimental. Vencido pelo mercado, Quartin vendeu as matrizes de seu catálogo (18 formidáveis LPs) para a então Philips, que depois se tornou a Polygram e hoje é a Universal. A poderosa compradora contentou-se em ser apenas a dona da Forma: sentou-se em cima, não fez nada com os discos e, até outro dia, não deixou que ninguém fizesse. O próprio Quartin levou as décadas seguintes tentando convencê-la a repor em circulação o catálogo completo, do qual Coisas era a jóia da coroa – sem sucesso. Quartin morreu em abril último, amargurado porque seu grande disco afinal iria sair, mas isoladamente e por iniciativa de outro selo, o MP,B, sem a sua participação. Triste para Quartin, que devia ter seus motivos para ser um homem difícil – mas, pelo menos, Coisas aí está.
Foi o último e o melhor disco de “samba-jazz” feito no Brasil daquela época: uma obra-prima de música instrumental, com raízes ardentemente brasileiras e uma certa tintura jungle, ellingtoniana, que parece brotar dessas mesmas raízes. Seria fácil dizer que, em tais raízes, está a música ancestral negra. E deve estar mesmo – mas não só: Moacir era e é um músico completo, que se abeberou de toda a tradição clássica européia, apenas fazendo-a curvar-se à sua orgulhosa negritude. (Foi o primeiro maestro negro da Rádio Nacional, furando a hegemonia – benigna – dos mestres Radamés Gnatalli, Leo Peracchi e Lyrio Panicalli.) E Coisas é o epítome da sofisticação e da modernidade que impregnavam alguns criadores daquela fase, empenhados em buscar nos ritmos populares do Nordeste e dos morros do Rio as bases para uma revitalização da música brasileira. Coisa n.º 6, por exemplo, que soa como um baião de quermesse, tornou-se Dia de Festa ao ganhar letra de Geraldo Vandré e foi gravado pelo mesmo Vandré. Nas outras faixas, misturados a improvisações jazzísticas, riffs e ataques de big band, há ecos de xaxado, coco e maracutu.
Mas, alto lá: com Moacir (assim como em Baden Powell), não tinha essa demagogia de recolher folclore – a música saída “do povo” era apenas uma plataforma para toda espécie de pesquisa melódica, harmônica ou rítmica. A prova está logo de saída, na primeira faixa (Coisa n.º 4), em que o sax-barítono e o trombone-baixo começam uma marcação pesada e repetitiva que se estende por todo o número e, em contexto mais “primitivo”, talvez fosse feita por tambores. Era a África, sem dúvida, mas filtrada pelo Beco das Garrafas, em Copacabana – por mais que isso fosse perigoso politicamente. O texto de capa do LP original, escrito por Quartin e reproduzido no encarte do CD, sentia a necessidade de enfatizar que Moacir Santos não era um músico "de direita" ou "de esquerda", mas apenas um músico, e a música desconhece a política. Era uma preocupação vigente e, hoje, pode parecer primária ou irrelevante. Mas só quem viveu o clima daquele tempo, com o Brasil ainda no começo da ditadura, consegue avaliar a intensidade da patrulha (exigiam-se "tomadas de posição") e o sentimento de culpa que se apossava dos músicos voltados somente para a arte, estigmatizados por não fazerem de cada acorde um comício.
Pois aconteceu que Moacir Santos, despolitizado como era, também teve de marchar para uma espécie de auto-exílio nos Estados Unidos. Não porque fosse “alienado” ou “participante”, mas pela brusca mudança de rumos na música brasileira a partir do iê-iê-iê, que liquidou com a possibilidade de sobrevivência no Brasil de artistas como ele. A passagem de 1965 para 1966 marcou esse corte – porque, nos três anos anteriores, o próprio Moacir nunca trabalhara tanto e estivera presente, como arranjador ou compositor, em alguns dos melhores discos lançados no país. Apenas em 1963 eram dele os arranjos de Vinicius & Odette Lara, que foi o LP n.º 1 da Elenco; de pelo menos uma faixa (Nanã, em vocalise) de Nara, o disco de estréia de Nara Leão, também na Elenco; de várias faixas de Baden Powell Swings With Jimmy Pratt, idem Elenco, em que Baden toca as Coisas n.º 1 e n.º 2; e de todos os arranjos de Elizete Interpreta Vinicius, lançado pela Copacabana, com quatro de suas canções que levaram letra de Vinicius, entre as quais Se Você Disser Que Sim e Menino Travesso, e com o seu nome em destaque na capa.
Em 1964, Moacir assinou arranjos de Você Ainda Não Ouviu Nada – pelo menos, os de Nanã e Coisa n.º 2 –, o disco de Sergio Mendes & Bossa Rio na Philips que muitos, então, consideraram o melhor do gênero feito no Brasil. Mas, no mesmo ano, esse disco seria superado pelo sensacional Edison Machado É Samba Novo, na CBS, com quatro de seus temas (Se Você Disser Que Sim, Coisa n.º 1, Menino Travesso e o já onipresente Nanã) no repertório e Moacir impregnando todo o disco com o som cheio e noturno de seus arranjos, mesmo nos de autoria do saxofonista J.T. Meirelles. O Brasil era tão outro país que permitia que uma cantora quase desconhecida – Luiza, 22 anos, professora do Colégio São Paulo, em Ipanema –, ao estrear em disco na RCA Victor, tivesse o solicitadíssimo Moacir como arranjador. (O LP, Luiza, não aconteceu, e a excelente cantora, pelo visto, encerrou ali a carreira. Mas é outro legítimo Moacir Santos, à espera de que o relancem em CD.) Nos intervalos, Moacir compôs também a música para filmes com que o cinema brasileiro (“novo” ou não) tentava atingir a maioridade: Seara Vermelha, do italiano Alberto D’Aversa (1963), e Ganga Zumba, de Carlos Diegues, Os Fuzis, de Ruy Guerra, e O Beijo, de Flavio Tambellini, todos de 1964, nos quais nasceram várias Coisas. Tudo isto, na verdade, era uma preparação para o Coisas propriamente dito – que, ao ser finalmente lançado, em 1965, logo teria de enfrentar uma atmosfera adversa à sua proposta. A Forma afundou, o disco desapareceu e, pelas quatro décadas seguintes, o LP só reapareceria ocasionalmente nos sebos – até também sumir deles e se tornar uma preciosidade de US$ 200 no mercado internacional.
O que aconteceria se a lição de Coisas (e de outros discos de seu estilo) tivesse sido disseminada em 1965? Tudo é especulação, mas é provável que a música instrumental moderna brasileira não conhecesse a penúria que atravessou nas décadas seguintes. O próprio Coisas era uma continuação das experiências nos discos menos dançantes das orquestras de Severino Araújo e Zaccarias, escolados nas gafieiras cariocas dos anos 40 e 50. Deve-se citar também o desaparecimento das orquestras de rádio, TV, boates e as das próprias gravadoras como fator decisivo para o declínio da música instrumental no Brasil – porque foram elas que permitiram a existência de um disco como Coisas. Para Moacir Santos, com 40 anos em 1966, só restava ir embora. E ele foi – para Los Angeles, onde já está há 38 anos.
A volta do disco pode completar a redescoberta brasileira de Moacir, iniciada em 2001 com o lançamento de Ouro Negro pelos mesmos produtores da nova edição de Coisas: Mario Adnet e Zé Nogueira. Ouro Negro era espetacular – mas Coisas é o produto original, com Moacir em pessoa, não apenas de caneta e batuta na mão, mas armado de seu possante sax-barítono. Hoje, aos 78, Moacir não pode mais tocar, por problemas de saúde, mas a mão que compõe e arranja é a mesma de há 40 anos.

Ruy Castro

Clique aqui para baixar o disco/Download the album - RapidShare

2.08.2010

CARNAVAL 2010 : Escolas de Samba do Rio animam o Carnaval de Resende

Resende terá quatro dias de folia. A partir do sábado, 13, o samba invade o Parque de Exposições, com a presença das baterias da Beija-Flor, Unidos da Tijuca, Vila Isabel e Portela.
(foto)O público vai se divertir também com as matinês, desfiles de blocos, Dj's e shows regionais. Todos os dias o evento terá tenda com marchinhas, Dj Batata e Grupo Garfo & Faca a partir das 20h. A entrada é de graça e a classificação livre.
O Parque de Exposições fica na Avenida Darcy Ribeiro, no bairro Morada da Colina.

Veja a programação:

Dia 13 (sábado)
20h: Desfile de Blocos
23h: Bateria da Vila Isabel
1h: Alerta Geral

Dia 14 (domingo)
16h: Matinê
20h: Desfile de Blocos
23h: Bloco da Portela
1h: Alerta Geral

Dia 15 (segunda-feira)
14h: Arrastão do Bloco das Piranhas
Local: Street Shopping São Carlos, na Avenida Coronel Mendes, no Manejo
18h: Alerta Geral
21h: Bateria da Beija-Flor
22h30: Cordão do Bola Preta

Dia 16 (terça-feira)
16h: Matinê
19h: Apuração e Premiação dos Concursos de Blocos
21h: Bateria da Unidos da Tijuca
23h: Grupo Quizomba
1h: Alerta Geral

CARNAVAL 2010: Bateria da Beija Flor e Molejo no Carnaval de Itatiaia

O samba chega em Itatiaia a partir do dia 12 (sexta-feira), e faz o público cair na folia com vários shows, desfiles de blocos, eleição de Rei e Rainha do Carnaval, entre várias outras atrações. O destaque da festa é a apresentação do grupo Molejo e da Bateria da Escola de Samba carioca Beija-Flor de Nilópolis. (foto) O evento será na Rua Prefeito Assumpção e é aberto ao público. Todas as atividades começam às 20h. A classificação é livre. Confira a programação:

De 12 a 16 (sexta a terça-feira):
Marchinhas com banda Bons Tempos
Local: a definir
DJ's
Lambaeróbica
Banda Brilho da Bahia
Banda Micaretê

Sexta-feira, 12:
Eleição da Rainha e do Rei do Carnaval
Apresentação da Rainha da Bateria
Bloco das Piranhas
Batalha de confetes da Melhor idade
Molejo (foto)

Sábado, 13:
Desfile do Bloco Águia de Ouro
Bateria da Beija Flor

Domingo, 14:
15h: Caminhada Ecológica
Trajeto: Jardim Itatiaia e Campo Alegre

Segunda-feira, 15:
15h: Caminhada Ecológica
Local: Rua Prefeito Assumpção

CARNAVAL 2010 : VALENÇA VAI COM TUDO NO CARNAVAL


O Carnaval vai agitar Valença entre os dias 11 (quinta-feira) e 16 de fevereiro (terça-feira). Os foliões vão contar com shows, rodas de samba de raiz, bailes antigos e DJ's. Os distritos também terão uma programação animada com bandas regionais e desfiles de blocos.

Programação do Carnaval de Valença

Quinta-feira, 11:
20h - Desfile de Carros Antigos e Bloco da 3ª idade
Animação: Banda Rancho Carnavalesco
Concentração: Rua Araújo Leite, no Centro
meia-noite – Show com o Grupo Nosso Sentimento (foto)
Local: Rua dos Mineiros, no Centro

Sexta-feira, 12:
10h – Bloco do CAPS
21h – Bloco das Piranhas e Bloco da Paz
meia-noite - Show com Bonde do Forró (foto)
Local: Rua dos Mineiros no Centro

Sábado, 13:
11h – Samba de Raiz com o Grupo Pelo Telefone
Local: Rua dos Mineiros, no Centro
17h – Som com DJ
Local: Rua Padre Luna, no Centro
20h30 – Desfile de Blocos
Local: Avenida Nilo Peçanha, no Centro
meia-noite – Show com o Grupo Swing e Simpatia (foto)
Local:Rua dos Mineiros, no Centro

Domingo, 14:
11h – Samba de Raiz com o Grupo Pelo Telefone
Local: Rua dos Mineiros no Centro
15h – Baile Infantil
Local: Clube dos Coroados, na Rua Doutor Figueredo, no Centro
17h – Som com Dj
Local: Rua Padre Luna, no Centro
20h30 – Desfile das Escolas de Samba
Local: Avenida Nilo Peçanha, no Centro
meia-noite – Show com Jorginho do Império (foto)
Local: Rua dos Mineiros, no Centro

Segunda-feira, 15:
15h – Baile Infantil
Local: Clube dos Coroados na Rua Doutor Figueredo no Centro
20h30 – Desfile de Blocos
Local: Avenida Nilo Peçanha no Centro
meia-noite – Show com Arlindo Cruz
Local: Rua dos Mineiros no Centro

Terça-feira, 16:
11h – Samba de Raiz com o Grupo Pelo Telefone
Local: Rua dos Mineiros, no Centro
15h – Baile Infantil
Local: Clube dos Coroados, na Rua Doutor Figueredo, no Centro
17h – Som com Dj
Local: Rua Padre Luna, no Centro
20h30 – Desfile das Escolas de Samba Campeãs do Carnaval 2010
Local:Avenida Nilo Peçanha, no Centro
meia-noite – Show com Banda Via Show (foto)
Local: Rua dos Mineiros, no Centro

Programação do Carnaval nos distritos de Valença

Santa Isabel do Rio Preto é um distrito do município de Valença. Com população de seis mil habitantes, fica a 170 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro, e a 46 quilômetros de Volta Redonda e 55 de Barra Mansa. A igreja feita a partir de 1852, em honra da padroeira da localidade, se destaca no centro da localidade. Na zona rural, o distrito preserva parte da história do país com a comunidade de São José da Serra. Descendentes de escravos, preservam várias cantigas e danças típicas como o jongo. À várias trilhas pelo distrito que passam por vários rios, cachoeiras, fazendas históricas e pontes.Outro atrativo de Santa Isabel é a Serra da Beleza, que, além da natureza é conhecida amplamente como local favorável a possíveis aparições de discos voadores.

PROGRAMAÇÃO

Dia 13 (sábado)
20h – Abertura do Carnaval

Dia 14 (domingo)
16h – Matinê
Local: Clube Recreativo Isabelense, na Rua Professora Jovina Salles, no Centro
23h – Banda Popular com a Banda Santtorini
Local: Rua Professora Jovina Salles, no Centro

Dia 15 (segunda-feira)
16h – Matinê
Local: Clube Recreativo Isabelense, na Rua Professora Jovina Salles, no Centro
23h – Show com a Banda Santtorin
Local: Rua Professora Jovina Salles, no Centro

Dia 16 (terça-feira)
16h – Matinê
Local: Clube Recreativo Isabelense
23h – Show com a Banda Santtorini
Local: Rua Professora Jovina Salles, no Centro

Conservatória

Dia 12 (sexta-feira)
20h- Desfile de Blocos
Local: Rua Dr. Luiz de Alemida Pinto, no Centro
23h- Show com Dj
Local: Praça Quagia, no Centro

Dia 13 (sábado)
20h – Desfile de Blocos
Logo após: Banda Aladim
Local: Rua Dr. Luiz de Alemida Pinto, no Centro
meia-noite – Show com Dj
Local: Praça Quagia, no Centro

Dia 14 (domingo)
15h – Matinê com a Banda Aladim
Local: Conservatória Futebol Clube, no Centro
19h – Desfile de Blocos
Logo após: Banda Aladim
Local:Rua Dr. Luiz de Alemida Pinto, no Centro
1h – Show com Dj
Local:Praça Quagia, no Centro

Parapeúna
A festa será na Praça Álvaro de Oliveira, no Centro.

Dia 11 (quinta-feira)
20h - Banda Lima Santos

De 12 a 16 (sexta a terça-feira)
meia-noite - Som com Dj

Dia 13 (sábado)
18h – Som com Dj

Dia 14 (domingo)
21h - Desfile da Escola de Samba Unidos de Parapeúna

Pentagna

Dia 12 (sexta-feira)
22h – Show com a Banda Reluz
Local: Praça Principal, no Centro

Dia 13 (sábado)
16h – Som com DJ
Local: Praça Principal, no Centro

Dia 14 (domingo)
16h – Matinê com a Banda Rancho Carnavalesco Progresso
22h – Show com a Banda Reluz
Local: Praça Principal, no Centro

Dia 15 (segunda-feira)
16h - Matinê com a Banda Rancho Carnavalesco Progresso
21h – Desfile da Escola de Samba Unidos de Parapeuna
Bloco Império do Monte D' Ouro
Local: Praça Principal, no Centro

Dia 16 (terça- feira)
16h - Matinê com a Banda Rancho Carnavalesco Progresso
Local: Praça Principal, no Centro
21h – Baile com Dj
Local: Esporte Clube Rio Bonito

Barão de Juparanã

Dia 12 (sexta-feira)
20h – Som com Dj
Local: Praça Duque de Caxias

Dia 13 (sábado)
20h – Som com DJ
23h – Show com a Banda Bahia e Cia
Local: Praça Duque de Caxias

Dia 14 (domingo)
14h – Matinê
Local: Clube União dos Operários
20h – Som com DJ
23h – Show com a Banda Bahia e Cia
Local: Praça Duque de Caxias

Dia 15 (segunda-feira)
14h – Matinê
Local: Clube União dos Operários
20h – Som com DJ
23h – Show com a Reluz
Local: Praça Duque de Caxias

Dia 16 (terça- feira )
14h – Matinê
Local: Clube União dos Operários
20h – Som com DJ na Praça
23h – Show com a Banda Bahia e Cia
Local: Praça Duque de Caxias

CARNAVAL DE OUTRORA


_Emilinha Borba canta "Menina Direitinha", número musical do filme "Entrei de Gaiato" (dir: J.B. Tanko / 1959).

Velhas Virgens apresenta show Carnavelhas durante o Carnaval


Com a proximidade do Carnaval a banda Velhas Virgens volta à estrada com o show Carnavelhas, composto por marchinhas carnavalescas escritas pela banda. Depois de algumas apresentações pelo interior, o grupo apresenta esse show na próxima segunda-feira, 15, no palco do Inferno Club, na capital paulista.
O grupo interrompe a turnê de divulgação do mais recente disco, “Ninguém Beija Como as Lésbicas”, para trazer um pouco de Rock n’ Roll ao Carnaval com músicas como “A Marcha do Diabo”, “Praia de Paulista”, “Turnê do Chopp” e “Samba do Arnesto”.
Essas quatro músicas estão disponíveis para ‘download’ gratuito através do site oficial da banda. O endereço é http://www.velhasvirgens.com.br/. Além do show na capital paulista a banda também se apresenta durante o feriado prolongado em Extrema/MG e Campinas/SP. Confira as informações logo abaixo.
Em dezembro o Território da Música esteve no último show do ano que a banda fez em São Paulo. Confira a matéria sobre o show e uma entrevista exclusiva com o vocalista Paulão e o guitarrista Alexandre ‘Cavalo’.
14/02/2010 - Extrema/MG
Extrema Futebol Clube
Informações: 35 3435-3635 / 8857-1331
15/02/2010 - São Paulo/SP
Inferno Club - Rua Augusta, 501
Ingressos: R$ 20,00 (antecipados) e R$ 30,00 (na porta)
Postos de vendas: lojas Fever (Rua Augusta, 1.371) e 255 (Rua 24 de Maio, 62 2º andar - Galeria do Rock)
Informações: 11 3120-4140 / http://www.infernoclub.com.br/
16/02/2010 - Campinas/SP
Espaço Tradicional em Sousas
Ingressos: R$ 20,00 (estudantes e doadores de 1 kg de alimento)
Informações: 19 3213-7898 / www.espacotradicional.com.br

"EU QUERO É ROSETAR" - 100 anos de Haroldo Lobo

         Sururu na Roda, 10 de fevereiro, quarta-feira às 21h

O ano de 2010 marca o centenário de grandes compositores da música brasileira: entre eles destacam-se Noel Rosa, Vadico, Cristóvão de Alencar, Custódio Mesquita, Antônio Nássara e o grande campeão da música carnavalesca HAROLDO LOBO. Soberano da Alegria, Haroldo, que integra esse time de primeiríssima linha da década de 30, apesar de ter composto mais de 600 músicas, muitas das quais ainda são um tremendo sucesso onde quer que sejam tocadas.
E, para homenagear Haroldo Lobo, o pesquisador Carlos Monte, "pai da cantora Marisa Monte" aproveitou o ano de seu centenário e criou o projeto: "Eu quero é Rosetar" - Sururu na Roda - 100 anos de Haroldo Lobo".
O espetáculo incluirá 39 dos maiores sucessos do autor de Allah-la-ô, Índio Quer Apito e Tristeza, o qual, segundo Sergio Cabral, forma, juntamente com Lamartine e Braguinha, a Santíssima Trindade da Música Carnavalesca. O grupo SURURU NA RODA contará com a participação adicional dos músicos Marcelo Caldi (teclados e acordeon), P.C. Castilho (sopros), Serginho da Glória (violão) e Naife Simões(percussão).
Sururu na Roda. 18 anos. Centro Cultural Carioca (124 lugares). Rua do Teatro, 37, Centro, 2252-6468, metrô Carioca.
Quarta, 21h. R$ 20,00. Cd: R e V. Até dia 17. http://www.centroculturalcarioca.com.br/.

SHOWS RIO DE JANEIRO

FALCÃO E OS LOUCOMOTIVOS
Idealizada por Falcão, cantor do grupo O Rappa, a apresentação reúne velhos amigos como o cantor B Negão e o DJ Negralha, além do baixista Bino Farias, do Cidade Negra, e de João Fera, tecladista que acompanha o Paralamas do Sucesso. No próximo show, o convidado é Chorão, do Charlie Brown Jr. Estão no repertório canções de que a turma gosta, de gente como Bob Marley, Planet Hemp e Ultraje a Rigor. 18 anos. Circo Voador (2 600 pessoas). Arcos da Lapa, s/nº, Lapa, 2533-0354. Quarta (10), 23h. R$ 50,00. Bilheteria: 12h/18h (seg. e ter.); a partir das 12h (qua.). www.circovoador.com.br.

LUIS CARLOS ALMEIDA DE ARAUJO
Em duas tardes, o tecladista e violonista apresenta sucessos carnavalescos na programação especial da série Música no Museu - que neste ano abriu generoso espaço para a música popular. Livre. Paço Imperial (90 lugares). Praça Quinze, 48, Centro, 2215-2622. Quinta (11), 12h30. Grátis. Museu do 1º Reinado (50 lugares). Avenida Pedro II, 293, São Cristóvão, 2332-4514. Sexta (12), 12h30. Grátis.

LUIZA DIONISIO
Disco de estreia da cantora, Devoção traz inéditas de Luiz Carlos da Vila, Ratinho, Délcio Carvalho e Elton Medeiros, todas previstas no repertório ao vivo. 18 anos. Centro Cultural Carioca (124 lugares). Rua do Teatro, 37, Centro, 2252-6468, metrô Carioca. Terça (9), 21h30. R$ 60,00. Cd: R e V. www.centroculturalcarioca.com.br.

MARIO SÉRGIO
Após dezoito anos de Fundo de Quintal, o cantor e compositor Mário Sérgio parte para carreira-solo. Na estreia, apresenta o repertório de Nasci pra Cantar e Sambar. Além das suas composições, mostra sambas de Beto sem Braço e Aloísio Machado, como Se Liga, Doutor, e o clássico Acreditar, de Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (472 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, metrô Cinelândia. Segunda (8), 19h30. R$ 30,00. Bilheteria: a partir das 13h30 (seg.). TT.

MART'NALIA
Seus dois últimos discos, Madrugada (2008) e Menino do Rio (2006), ajudaram a consolidar a carreira da cantora de balanço ímpar. A apresentação traz, entre outras, as conhecidas Cabide e Tava Por Aí. 16 anos. Varanda do Vivo Rio (1 000 pessoas). Rua Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo, 2272-2900. Quarta (10), 21h. R$ 50,00. Bilheteria: 12h/21h (seg. e ter.); a partir das 12h (qua.). Cc: M e V. Cd: R e V. Estac. c/manobr. (R$ 12,00). IR.

MESTRES ARRANJADORES BRASILEIROS
Único homenageado em vida, entre os maestros lembrados na série, Rildo Hora vai participar do próprio tributo. Ao lado de Luis Filipe de Lima (violão de sete cordas), Misael da Hora (teclado), Marcio Almeida (cavaquinho), Dirceu Leite (clarinete, sax e flauta), Oscar Bolão (bateria), Beto Cazes e Paulino Dias (percussões), o maestro interpreta Grande Família, No Tempo de Dondon e Disritmia. Dele, em parceria com Sergio Cabral, o pai, lembra Meninos da Mangueira e Visgo de Jaca. Com participação de Dudu Nobre e Patrícia Hora, filha de Rildo. Livre. Teatro II do CCBB (155 lugares). Rua Primeiro de Março, 66 (Centro Cultural Banco do Brasil), Centro, 3808-2020. Terça (9), 12h30 e 19h. R$ 6,00. Bilheteria: A partir de 10h (ter.). www.bb.com.br/cultura

ORQUESTRA LUNAR
De volta aos palcos, o conjunto formado por dez mulheres apresenta bem costurada fusão de choro, samba, bolero, baião, bossa-nova e maxixe. As cantoras Áurea Martins e Vika Barcellos revezam-se por canções como Água de Cachoeira, de Jovelina Pérola Negra, e Grande Hotel, de Chico Buarque, ambas gravadas no disco Orquestra Lunar, de 2007. 14 anos. Modern Sound (120 lugares). Rua Barata Ribeiro, 502, loja D, Copacabana, 2548-5005, metrô Siqueira Campos. Sábado (13), 16h. Grátis. É necessário fazer reserva. Estac. c/manobr. (R$ 6,00 a primeira hora). www.modernsound.com.br.

RITA RIBEIRO
A bem-sucedida fusão de ponto de macumba com batidas eletrônicas registrada no disco Tecnomacumba inspira o primeiro DVD da cantora maranhense. Ao lado da banda Cavaleiros de Aruanda, formada por Alexandre Katatu (baixo), Lúcio Vieira (bateria e programação eletrônica), Pedro Milman (teclado) e Paulo He-Man (percussão), Rita interpreta Domingo 23, É D'Oxum e Rainha do Mar. 14 anos. Modern Sound (120 lugares). Rua Barata Ribeiro, 502, loja D, Copacabana, 2548-5005, metrô Siqueira Campos. Terça (9), 19h. Grátis. É necessário fazer reserva. Estac. c/manobr. (R$ 6,00 a primeira hora). www.modernsound.com.br

ROLO TRIO
Formado por Rolo (voz), Thiago Gomes (baixolão) e Bruno Scantamburlo (violão), o trio apresenta releituras de pegada roqueira para composições de Gonzaguinha, Chico, Moacyr Franco e Elton Medeiros. 18 anos. Rio Rock Blues (100 lugares). Rua do Riachuelo, 20, Lapa, 2222-2334. Quarta (10), 21h30. R$ 20,00. Cc: M e V. www.riorockebluesclub.com.br.

SERJÃO LOROZA
Ao lado dos catorze músicos da banda Us Madureira, o versátil artista põe o público para dançar cantando incursões próprias pelo samba-funk, além de clássicos de Tim Maia e Jorge Ben Jor. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (472 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, metrô Cinelândia. Quarta (10), 19h30. R$ 30,00. Bilheteria: 13h30/19h30 (seg. e ter.); a partir das 13h30 (qua.). TT.

TERESA CRISTINA
A cantora antecipa parte do repertório do DVD Melhor Assim, gravado em outubro e com lançamento previsto para março. Indicada ao Grammy latino em 2003, na categoria samba pelo disco A Música de Paulinho da Viola, Teresa não deve deixar de fora canções do autor de Foi um Rio que Passou em Minha Vida. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (472 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, metrô Cinelândia. Terça (9), 19h30. R$ 50,00. Bilheteria: 13h30/19h30 (seg.); a partir das 13h30 (ter.). TT.

TONINHO GERAES
Na última edição do Prêmio da Música Brasileira, uma composição do sambista foi eleita a melhor canção do ano: Uma Prova de Amor, que estourou na voz de Zeca Pagodinho. Toninho também é o autor de Mulheres, sucesso gravado por Martinho da Vila. Às voltas com o lançamento de seu disco-solo, Preceito, ele vai interpretar estas canções e as novidades do CD. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (472 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, metrô Cinelândia. Quinta (11), 19h30. R$ 30,00. Bilheteria: 13h30/19h30 (seg. a qua.); a partir das 13h30 (qui.). TT.

VANDER LEE
Compositor fértil, o mineiro está nos créditos do último disco de Maria Bethânia e de uma dúzia de outros artistas. Lançou o sexto disco, Faro, no ano passado, e é dali que tira parte do repertório da apresentação. 14 anos. Modern Sound (120 lugares). Rua Barata Ribeiro, 502, loja D, Copacabana, 2548-5005, metrô Siqueira Campos. Segunda (8), 19h. Grátis. É necessário fazer reserva. Estac. c/manobr. (R$ 6,00 a primeira hora). www.modernsound.com.br.

BELO
No show Todas as Tribos, o pagodeiro dá um tempo no repertório autoral para apresentar sucessos da MPB e do pop. Ele canta de Flávio Venturini a Jota Quest. Participação de Jorge Vercillo. 18 anos. Fundição Progresso (5 000 pessoas). Rua dos Arcos, 24, Lapa, 2220-5070. Quinta (11), 0h. R$ 40,00 (1º lote) a R$ 80,00 (4º lote). Bilheteria: 10h/13h30 e 14h/18h (seg. a qua.); a partir das 14h (qui.). www.fundicaoprogresso.com.br.

PEDRO MORAES.
O violonista encerra a temporada de apresentação de seu elogiado álbum de estreia, Claroescuro. Além do repertório autoral, traz versões instigantes para With a Little Help From My Friends, do Beatles, e Caçada, de Chico Buarque e Edu Lobo. Moraes divide o palco com um trio de baixo, guitarra e bateria. Livre. Teatro Café Pequeno (108 lugares). Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, 2294-4480. Quarta (10) e quinta (11), 21h30. R$ 15,00. Bilheteria: 16h/21h (ter.); a partir de 16h (qua. e qui.).