12.21.2009

Diversidade de estilos musicais no Réveillon da Paulista

A já tradicional festa de Réveillon na Avenida Paulista, em São Paulo, terá este ano música para todos os gostos. A prefeitura de São Paulo divulgou nesta sexta-feira, 18, a lista com os artistas confirmados para se apresentarem no evento.
Os fãs de Rock poderão curtir a cantora Pitty e sua banda mostrando músicas do novo álbum, “Chiaroscuro”, e sucessos dos outros álbuns. Pitty é que dará início ao evento, às 20h30 do dia 31 de dezembro. Depois o samba toma conta do palco com o show de Dudu Nobre prestando homenagem a Adoniran Barbosa.
Ainda antes da virada de ano se apresentará a cantora Maria Rita e a dupla Edson & Hudson. Logo nas primeiras horas de 2010 quem sobre ao palco é Martinho da Vila, a banda KLB, cantando canções dos Beatles, e a escola de samba Mocidade Alegre.
A Prefeitura de São Paulo estima um público de dois milhões de pessoas durante o evento. A festa está orçada em R$ 5,5 milhões, sendo que a Prefeitura é responsável por cerca de R$ 520 mil.
O palco onde será realizado os shows está sendo montado na esquina da Avenida Paulista com a Alameda Min. Rocha Azevedo. A previsão é que a festa dure das 20h00 do dia 31 até às 02h30 do dia 1º de janeiro. O metrô vai funcionar ininterruptamente durante o horário do evento.
A venda de garrafas de vinho estará proibida para evitar os casos de intoxicação constatados em outros eventos como a Virada Cultural e a Parada Gay. Na região da festa 80 quiosques estarão vendendo comidas e bebidas e o pagamento poderá ser feito com cartões de crédito e débito.

12.19.2009

Terceiro álbum de Esperanza traz voz de Milton


Admiradora da música de Milton Nascimento, de quem regravou Ponta de Areia em seu segundo álbum (Esperanza, 2008), a cantora e baixista norte-americana Esperanza Spalding convidou o compositor brasileiro para um dueto em seu terceiro disco. Milton gravou no estúdio da Capitol Records, em Los Angeles (EUA), participação na faixa Apple Blossom, tema composto por Esperanza para o compositor de Travessia. Em ascensão no meio jazzístico dos EUA, onde Milton é cultuado, a artista está gravando um álbum duplo, cujo lançamento já está programado para 2010.

Coletânea revive tempo em que Elis cantou Edu


MAURO FERREIRA
A biografia de Elis Regina (1945 - 1982) se cruza de forma definitiva com a de Edu Lobo em 1965, quando a cantora - então ainda sem a devida projeção - se consagra ao defender Arrastão, a épica parceria de Edu com Vinicius de Moraes (1913 - 1980), no I Festival de Música da TV Excelsior. Daquele ano de 1965 até 1969, Elis incluiu diversas músicas de Edu Lobo nos LPs que gravaria para a Philips já com repertório dedicado à nascente MPB. É essa produção fonográfica - pequena, mas de grande valor artístico - que está reunida na ótima coletânea Elis Canta Edu, supervisionada pelo próprio Edu Lobo para a gravadora Universal Music com base na seleção de repertório proposta por Thiago Marques Luiz. Já existem no mercado compilações de Elis dedicadas a compositores como Milton Nascimento e João Bosco - ambos, aliás, recorrentes na discografia da Pimentinha nos anos 70 - mas não havia, até então, uma coletânea que enfocasse exclusivamente a abordagem da obra de Edu por Elis. Eis a seleção do CD, cuja cuidadosa ficha técnica escorrega somente ao creditar ao ano de 1969 a gravação ao vivo de Chegança, captada em show feito por Elis em 1965 com o Zimbo Trio e lançada no mesmo ano no álbum O Fino do Fino:
1. Casa Forte (Edu Lobo)
Do álbum Elis, Como & Porque (1969)
2. Corrida de Jangada (Edu Lobo e Capinam)
Do álbum Aquarela do Brasil (1969)
3. Upa, Neguinho (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri)
Do álbum Elis Regina in London - com Toots Thielemans (1969)
4. Pra Dizer Adeus (Edu Lobo e Torquato Neto)
Do álbum Elis (1966)
5. Memórias de Marta Saré (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri)
Do álbum Elis, Como & Porque (1969)
6. Chegança (Edu Lobo e Oduvaldo Viana)
Do álbum O Fino do Fino (ao vivo) - com Zimbo Trio (1965)
7. Jogo de Roda (Edu Lobo e Ruy Guerra)
Do álbum Festival dos Festivais (1969)
8. Canto Triste (Edu Lobo e Vinicius de Moraes)
De compacto simples de 1966
9. Arrastão (Edu Lobo e Vinicius de Moraes)
De compacto simples de 1965
10. Estatuinha (Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri)
Do álbum Elis (1966)
11. Canção do Amanhecer (Edu Lobo e Vinicius de Moraes)
Do álbum O Fino do Fino (ao vivo) - com Zimbo Trio (1965)
12. Aleluia (Edu Lobo e Ruy Guerra)
Do álbum Samba Eu Canto Assim (1965)
13. Veleiro (Edu Lobo e Torquato Neto)
Do álbum Elis (1966)
14. Reza (Edu Lobo e Ruy Guerra)
Do álbum Samba Eu Canto Assim (1965)
15. Zambi (Edu Lobo e Vinicius de Moraes)
Do álbum O Fino do Fino (ao vivo) - com Zimbo Trio (1965)

The Blues: Uma Jornada Musical



O box foi lançado ano passado no Brasil, porém, ao conferir um dos dvds hoje, não resisti e vim correndo fazer o post, ainda que com (muito) atraso.

Em 2003 foi lançado nos EUA (e em 2008 no Brasil) , um projeto soberbo do nada mais, nada menos: Martin Scorcese. Isso mesmo, Martin Scorcese famoso diretor de obras-primas como "Os Bons Companheiros", "Taxi Driver", "Touro Indomável"......e ganhador do oscar por "Os Infiltrados", decidiu realizar um projeto no qual seria narrada a história do blues, um dos seus estilos musicais preferidos. Inicialmente, seria lançado apenas um documentário, mas (felizmente) acabou se transformando em um mega-projeto outros seis diretores - também amantes do Blues. O box vem também em algumas versões especiais de colecionador, a mais conhecida, e a que possuo, é a de madeira, a outra (linda) versão em latão foi feita em conjunto pela Livraria Cultura e a Focus Filmes. Sem mais delongas, Martin Scorsese apresenta: The Blues - Uma Jornada Musical.
Sinopse: Com produção de Martin Scorsese ("Os Infiltrados"),THE BLUES - UMA JORNADA MUSICAL é imprescindível aos fãs por reunir incríveis documentários e apresentações sobre o estilo musical mais intenso da black music. Prepare-se para uma viagem ao lado de consagrados representantes do gênero nesta coleção que foi indicada ao prêmio de Melhor Documentário Musical no Grammy Awards de 2005. Além de Scorsese, os episódios, divididos em 7 DVDs, foram dirigidos por nomes como Clint Eastwood, Wim Wenders e Mike Figgs, e apresentam interpretações raras de lendas como Muddy Waters, Eric Clapton, B.B. King, Bonnie Raitt, Lou Reed, Tom Jones, Los Lobos, Lucinda Williams, entre tantos outros.
Disco 1 - RED, WHITE AND BLUES
Direção: Mike Figgis ("Despedida em Las Vegas", "Garganta do Diabo")
Durante a década de 1960, o Reino Unido era o centro de uma das mais vibrantes revoluções musicais e sociais do planeta. Londres, Liverpool, Birmingham, Manchester e Newcastle tinham suas próprias cenas musicais, cada uma delas esbanjando talento e criatividade. Em 'Red, White & Blues', toda esta vibração é revivida por meio de astros como Van Morrison, Eric Clapton, Jeff Beck e Tom Jones. Eles mostram sua arte e falam sobre a febre da música britânica do período, que invadiu e reintroduziu o blues na América.
Disco 2 - WARMING BY THE DEVIL'S FIRE
Direção: Charles Burnett ("American Family")
Esta é uma deliciosa fábula musical sobre um garoto que vive com sua família no estado americano do Mississipi, no inicio da década de 1950. O lugar onde mora, assim como grande parte do sul dos EUA, é de maioria negra, conservador e extremamente religioso. E é exatamente desta tensão entre a paz da música gospel e a efervescência do Blues que nasce uma história de muito ritmo e de um 'calor diabólico' que somente os 'possuídos' pelo Blues podem explicar.
Disco 3 - THE SOUL OF A MEN
Direção: Wim Wenders ("Asas do Desejo", "Buena Vista Social Club")
'The Soul Of A Man' explora a biografia de três grandes e geniais artistas do Blues - Skip James, Blind Willie Johnson e J. B. Lenoir. Contando um capítulo dos mais importantes da história da música do século 20, o documentário mostra a trajetória destes gênios com raras imagens de arquivo e interpretações de momentos antológicos, além de versões de suas canções clássicas interpretadas por grandes nomes contemporâneos. Entre eles, Bonnie Raitt, Lucinda Williams, Lou Reed, Eagle Eye Cherry, Nick Cave and The Bad Seeds, The Jon Spencer Blues Explosion, Cassandra Wilson, Garland Jeffreys e Los Lobos.
Disco 4 - FEEL LIKE GOING HOME
Direção: Martin Scorsese ("Os Infiltrados", "Gangues de Nova York")
Aqui Scorsese diz: "Eu sempre tive uma afinidade por blues - a cultura de contar histórias através das músicas é incrivelmente fascinante e atrativa para mim. O blues tem um grande eco emocional e é a base da música popular norte-americana". Partindo do blues eletrificado de Chicago, Scorsese volta no tempo viajando pelo sul dos Estados Unidos e chegando, por fim, às primitivas origens africanas.
Disco 5 - PIANO BLUES
Direção: Clint Eastwood ("Menina de Ouro", "Sobre Meninos e Lobos")
O diretor, e também pianista, Clint Eastwood explora sua longa paixão pelo blues, usando raríssimas cenas históricas, entrevistas e performances de lendas vivas como Pinetop Perkins e Jay McShan, e ainda Dave Brubeck e Marcia Ball.
Disco 6 - GODFATHERS AND SONS
Direção: Marc Levin ("Last Party 2000", "Speak Truth to Power")
Em uma viagem a Chicago a lenda do hip hop Chuck D, mebro do Public Enemy, e Marshall Chess, filho de Leonard Chess, exploram os dias áureos do blues na cidade. Os dois se juntam para produzir um álbum com parcerias entre grandes nomes da história do blues e músicos contemporâneos de rap. Ao longo do documentário diversas cenas de arquivo inéditas de Howlin' Wolf, Muddy Waters and the Paul Butterfield Blues Band, e performances de Koko Taylor, Otis Rush, Magic Slim, Ike Turner e Sam Lay.
Disco 7 - THE ROAD TO MEMPHIS
Direção: Richard Pearce ("Woodstock - Onde Tudo Começou") e Robert Kenner ("The American Experience")
"The Road to Memphis" traça a odisséia musical da lenda do blues B.B. King em um filme que faz um tributo à cidade, berço de um novo estilo. O documentário conta com performances de B.B. King, Bobby Rush, Rosco Gordon e Ike Turner, e apresentações históricas de Howlin' Wolf e Rufus Thomas
FICHA TÉCNICA:
Gêneros: Documentário
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 806 minutos
País/Ano: EUA / 2003
Idioma: Inglês
O Box pode ser encontrado em lojas virtuais como:
Videolar
Submarino
Livraria Cultura
Fnac

12.18.2009

ARLINDO CRUZ (No show “MTV ao vivo” )


            18 e 19/12 – Sexta e Sábado às 20h

O grande mestre Arlindo Cruz apresenta no palco do Rival Petrobras o show baseado no cd “MTV ao Vivo” No repertório antigos e novos sucessos que ficaram conhecidos pelas vozes sagradas de artistas como: Alcione, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Leci Brandão, Maria Rita, entre outros. Sempre acompanhado por uma super banda.
De tempos em tempos certas figuras emergem das profundezas dos terreiros de subúrbio e das quadras das escolas para fazer o samba renascer, recolocar-se no mercado musical e na sociedade como um todo. Candeia, nos anos 1950, foi uma dessas figuras, emersa dos terreiros da Portela, em Oswaldo Cruz, para elevar o nível artístico do samba (sobretudo as letras) sem perda de essência, e dar-lhe a consciência de seu papel político e cultural. Na década seguinte seria Martinho da Vila a transformar o partido-alto em moeda corrente e tornar o samba definitivamente parte da cultura pop brasileira, presente nas rádios, na TV, nas grandes audiências, também sem perda da tal essência.
Da Madureira do Império Serrano e do Pagode do Arlindo, das rodas de partido-alto de quartas à noite e domingos à tarde na quadra do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, Arlindo Cruz prossegue essa linhagem. E lá se vão 30 anos. Cantando e encantando o público.
Abertura do show: "Rogê & Banda"
Teatro Rival Petrobras. Dia: 18 e 19/12 – Sexta e Sábado – às 20h
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia. R$ 60,00 (Inteira) e R$ 30,00 (Meia)
Setor B: R$ 50,00(Inteira) R$ 40,00(Os 100 primeiros pagantes) R$ 25,00( Meia)

Shows celebram Marcha Mundial pela Paz em São Paulo

Suzana Salles e Vange Milliet, da Banda Isca de Polícia
No próximo dia 20 de dezembro será realizada em São Paulo a primeira edição da Marcha Mundial pela Paz e pela Não Violência. A passeata começa às 14h00 e a partir das 16h00 diversas atividades serão realizadas na Praça da Sé, no centro da cidade. Entre as atividades que serão realizadas estão apresentações teatrais, dança e capoeira.
Além disso, diversos artistas se apresentarão no palco montado na Praça da Sé. Luciana Mello, Jair Oliveira, Simoninha, Vanda Isca de Polícia, Max de Castro e Orquestra de Berimbaus com Dinho Nascimento estão confirmados para subir ao palco.
20/12/2009 - São Paulo/SP
Praça da Sé
Horário: a partir das 16h00
Ingressos: grátis

As Velhas Virgens fazem último show do ano em SP

No próximo sábado, dia 19, acontece o último show do ano das Velhas Virgens. A banda apresenta o álbum "Ninguém Beija Como as Lésbicas", no palco do Kazebre, na capital paulista.
Com mais de duas décadas de estrada, a banda Velhas Virgens segue com seu conceito de unir rock e diversão num estilo único. O novo show conta com cenário e figurino especiais para contar a história que permeia as faixas do novo álbum. A ópera rock n' roll das velhas Virgens, narra as aventuras do gênio que atende pelo nome de Genelvis, interpretado pelo Paulo Carvalho, o “Paulão”.
Para abrir a noite e animar o público para a atração principal, os Raimundos sobrem ao palco do Kazebre. Confira o serviço do show:
19/12/2009 - São Paulo/SP
O Kazebre - Av. Aricanduva, 12.011
Abertura: Raimundos
Horário: 23h30
Ingressos: R$ 15,00
Classificação etária: 18 anos
Informações: 11 2919-7022 / www.okazebre.com

Beth Carvalho não se apresentará na festa do Réveillon do Rio


A cantora Beth Carvalho não poderá se apresentar na festa de Réveillon que será realizada na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A sambista está internada desde última sexta-feira, 11, devido à problemas na coluna.
Beth estava em casa quando começou a sentir fortes dores na coluna e foi levada ao hospital. A cantora foi internada por orientação médica para a realização de exames e deve receber alta nos próximos dias.
Porém os compromissos como o show de Réveillon tiveram de ser cancelados. Os médicos recomendaram repouso de 30 dias para a cantora.

Walter Alfaiate continua internado em estado grave, mas estável

É estável o estado de saúde do sambista carioca Walter Alfaiate, 79. O sambista continua internado no CTI do Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, na zona sul do Rio de Janeiro. Walter Alfaiate está internado há 21 dias.
Walter Alfaiate é cardiopata crônico e deu entrada no hospital em 26 de novembro. O músico sofre de enfisema pulmonar, ineficiência cardíaca, arritmia, insuficiência renal, gastrite e esofagite.

Programação da semana (click na imagem para ampliar)