10.12.2009

Alguma coisa tem que mudar

John Hemingway
John HemingwayMontreal (Canadá) - Eu adoraria dar a Barack Obama o benefício da dúvida e não ligar para o fato dele estar na Casa Branca há mais de nove meses, mas há um limite para tudo. O que o Príncipe das Mudanças realmente mudou? Guantánamo ainda está aberta para negócios (como está Bagram e outros locais secretos e não tão secretos de tortura para os militares e a CIA), apesar de suas promessas de fechar logo esses lugares. Seu plano de reforma do sistema de saúde previsivelmente desviou-se da opção de ser o governo único pagador (ele rapidamente abandonou qualquer abertura para a medicina socializada, logo que as companhias de seguros que generosamente financiaram sua campanha presidencial cobraram suas fichas de volta e deixaram claro que, enquanto eles mandarem no pedaço, os americanos nunca irão desfrutar de plano de saúde universal). Quando Wall Street e os maiores bancos do país solicitaram dinheiro, deu-lhes o que eles queriam, antes mesmo de ser eleito. Mais de 7 milhões de americanos perderam seus empregos, desde que ele se tornou presidente, mas o dinheiro que sua administração destinou para a criação de postos de trabalho é ínfimo quando comparado aos trilhões com que ele presenteou a oligarquia financeira do país.
Honestamente, não acho que tenha visto um Presidente tão firmemente ligado ao poder (em todas as suas variações), como é Obama. Sempre que o Pentágono, Wall Street ou os grandes laboratórios falam, Obama obedece. Parece que não limites no que este homem pode fazer para agradar seus mestres corporativos. Naturalmente, neste sentido, Obama difere pouco de seus últimos dois antecessores, Bush e Clinton. Mas, não era ele que se imaginava diferente deles? Não seria ele a lufada de ar fresco depois do pesadelo da última administração? Não fez sua campanha com o slogan "Mudanças em que podemos acreditar?"
Pelo visto, ainda estamos no Iraque, embora ele tenha nos prometido que sairia de lá no máximo dez meses depois de tomar posse como presidente. Soldados americanos continuam a morrer dentro e em volta de Bagdá e não contente em manter o desastre que Bush criou, ele está criando o seu próprio ao alimentar a guerra no Afeganistão. Vão longe, ao que parece, os dias em que o Presidente era o "Comandante-em-Chefe dos militares norte-americanos. Seus generais agora dizem o que deve ser feito. Não apenas "aconselham". Deixam claro que ele não pode sair do Iraque e que na verdade estaremos lá durante muitos anos e que milhares de novos soldados serão necessários para sustentar até o governo fantoche em Cabul e para impedir que os talibãs invadam a capital. Esta é a "mudança em que podemos acreditar". Mais guerra, mais mortos e bilhões de dólares desperdiçados a cada mês para subjugar dois países que têm uma longa e rica história de expulsar "pretensos conquistadores".
Sei que provavelmente tudo isso não passa de uma fantasia pessoal, mas não posso deixar de imaginar o que vai acontecer quando o povo americano finalmente se levantar contra esta junta militar-corporativa (e seu fantoche) e tomar de volta o que legalmente pertence a ele. Qual será a última palha que vai arriar as costas do camelo? Qual das muitas crises que a nação enfrenta irá acender o barril de pólvora da ira que está crescendo rapidamente? A derrota dos nossos exércitos no Iraque e Afeganistão, a desvalorização do dólar americano, ou o reconhecimento de que a corrida de Wall Street atual tem pouco a ver com a economia real e que o pior ainda está por vir? É difícil dizer, mas sei que mais cedo ou mais tarde alguma coisa tem de mudar.
John Hemingway, neto do célebre escritor norte-americano Ernest Hemingway, é escritor, tradutor e historiador formado pela Universidade da Califórnia (UCLA).

Pacificação em comunidades une a cidade partida no alto das favelas, com programas variados

RIO - Não é raro encontrar um morador do asfalto carioca que nunca tenha ido a uma favela, embora todo mundo passe por uma no dia a dia e elas sejam mais de mil na cidade. Mas já dá para cantar ao contrário aquela música de Pepeu Gomes e Moraes Moreira: lá vem o Brasil subindo a ladeira. Em Botafogo, por exemplo, a pacificação do Morro Santa Marta deu uma mãozinha (a favela ganhou em dezembro uma Unidade de Polícia Pacificadora, que funciona com 120 recrutas). E muita gente que nunca tinha feito isso antes subiu a ladeira -e de plano inclinado. O elevador leva a mirantes com vistas da cidade que só são possíveis em morros como aquele: o Santa Marta é uma formação rochosa de 362 metros de altitude.
Mas não é só. Ali o carioca também pode aproveitar programas variados no morro da Babilônia, no Leme; na Tavares Bastos, no Catete; no Vidigal; no complexo Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, entre Ipanema e Copacabana; e na Rocinha.

Deep Purple prepara álbum com gravações de 1968 a 1976

Deep Purple em 1974
O Deep Purple lança no próximo mês um novo álbum ao vivo. Com o nome emprestado de um dos grandes clássicos da banda, “Space Truckin’ Round the World Live 68-76” trará gravações das quatro primeiras formações da lendária banda inglesa realizadas entre 1968 e 1976.
O álbum será duplo e trará registros de shows realizados em diversas partes do mundo, como Dinamarca, Suécia, Japão, França e Estados Unidos. “Space Truckin’ Round the World Live 68-76” trará a história detalhada da banda, informações de cada apresentação que compõem o álbum e fotografias raras.
Confira o repertório de “Space Truckin’ Round the World Live 68-76”:
CD 1
01. Hush (Inglewood 1968)
02. River Deep Mountain High (Inglewood 1968)
03. Hey Joe (Inglewood 1968)
04. Wring That Neck (Aachen 1970)
05. Into The Fire (Stockholm 1970)
06. Mandrake Root (Montreux 1969)
CD 2
01. Child In Time (Granada TV 1970)
02. Lazy (Denmark 1972)
03. Strange Kind Of Woman (Denmark 1972)
04. Burn (San Diego 1974)
05. Mistreated (San Diego 1974)
06. The Gypsy (Paris 1975)
07. Lady Double Dealer (Paris 1975)
08. Wild Dogs (Tokyo 1975)
09. Love Child (Tokyo 1975)

10.11.2009

Documentário sobre Herbert Vianna estréia em circuito comercial

Estréia em circuito comercial nesta sexta-feira, 09, em São Paulo, o documentário "Herbert de Perto", filme sobre a vida e carreira do vocalista e guitarrista da banda Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna.
O documentário mostra o início da banda ea ascensão ao sucesso, mas os momentos de maior emoção e Apreensão São Aqueles que tratam do acidente aéreo sofrido por Herbert em 2001 e que vitimou fatalmente sua esposa, Lucy Needham, eo deixou paraplegico.
"Herbert de Perto" tem direção assinada por Pedro Bronz e Roberto Berliner, amigo dos integrantes da banda desde o início dos anos 80. Detalhes sobre o filme estão disponíveis no site oficial: http://www.herbertdeperto.com.br/.



10.10.2009



O mundo mágico de Vinicius de Moraes


O Mês das Crianças terá um toque especial em Volta Redonda, com a apresentação do concerto "Arca de Noé", baseado na obra de Vinicius de Moraes. Canções como "O Pato", "A Casa" e a "A Foca" ganham releituras, num espetáculo lúdico de dança, música e teatro. Os 95 músicos que formam a Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação CSN (85 alunos e dez professores) sobem ao palco do Cine 9 de Abril, nos dias 14 e 15, acompanhados de atores, bailarinos e cantores da região, para saldar a magia do universo infantil do "Poetinha".
Haverá duas sessões em cada dia de apresentação (às 15 e às 20 horas). Os ingressos estão sendo trocados no Centro Cultural Fundação CSN por alimentos - a Fundação pede um quilo de arroz, feijão ou macarrão, produtos que as instituições mais necessitam.
Serviço
" Arca de Noé - Espetáculo baseado na obra de Vinicius de Moraes. Dança, música e teatro. Com os 95 músicos que formam a Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação CSN, atores, bailarinos e cantores da região. Dias 14 e 15, no Cine 9 de Abril, na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda. Sessões: às 15 e às 20 horas. Os ingressos já podem ser trocados: levar um quilo de macarrão, arroz ou feijão, de 8 às 18 horas, no Centro Cultural Fundação CSN, Rua 21, nº 402, Vila Santa Cecília (em frente ao Recreio do Trabalhador). Informações: (24) 3343-3990.

CALOI LANÇA TWO NIMER



Chegou ao mercado a Caloi Two Niner, a primeira bicicleta nacional aro 29. Focada em performance, a Caloi Two Niner é uma mountain bike diferente das demais por levar aro 29” (já que a maioria das mountain bikes usam rodas aro 26”).
Os benefícios são muitos. A roda maior sobrepõe obstáculos com mais facilidade, faz a pedalada render mais, e ainda aumenta a estabilidade. Com uma maior superfície de contato com o solo, a Caloi Two Niner garante maior tração e os pneus são menos propensos a afundar em terrenos como areia e lama.
A chegada da Caloi Two-Niner, que está prevista para novembro, inaugura uma nova categoria dentro da linha de mountain bikes. É um modelo ideal para terrenos ‘estradão’, onde a velocidade é mais constante e onde a necessidade de manobras é menor.
O preço da bike é R$3.499,00.

PAULINHO DA VIOLA - Entrada Franca


                                         Domingo (11) 22h
Dentro da programação comemorativa dos vinte anos do Centro Cultural Banco do Brasil, o sambista de fina estampa apresenta canções do disco Acústico. Os arranjos para o formato desplugado caíram como uma luva para a voz mansa de Paulinho da Viola. O repertório privilegia grandes sucessos da carreira como Timoneiro, Coração Leviano e Pecado Capital. O show de abertura fica por conta de Silvia Machete. Livre. Praça Dos Correios (400 pessoas). Rua Visconde de Itaboraí, s/nº, Centro. Informações, 3808-2020.
Domingo (11), 22h. Grátis. Distribuição de senhas duas horas antes.

Mariana Aydar, Nina Becker e outros artistas no projeto Pode Apostar

Mariana Aydar
Começa no próximo dia 11 de outubro o projeto Pode Apostar, do Centro Cultural Banco do Brasil. O projeto levará ao público de três capitais apresentações de artistas da nova safra da música brasileira e que vêm ganhando destaque no cenário nacional.
Os artistas que compõem o projeto são Mariana Aydar, Nina Becker, Curumin, Marcelo Jeneci, Rodrigo Campos, Marina de La Riva, Silvia Machete, Fino Coletivo e Rodrigo Maranhão. A primeira etapa do projeto será no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, do dia 11 de outubro ao dia 17 de novembro.
No dia 30 de outubro começa a série de apresentações em Brasília. Na capital federal os shows estão agendados até o dia 15 de novembro. A terceira etapa será em São Paulo, do dia 03 de novembro ao dia 1º de dezembro. Confira as informações:
11/10 a 17/11/2009 - Rio de Janeiro/RJ
CCBB - Rua Primeiro de Março, 66
Horário: 12h30 e 18h30 (terças)
Informações: 21 3808-2020 / www.bb.com.br/cultura
Shows:
Silvia Machete: 11 de outubro
Fino Coletivo: 13 de outubro
Rodrigo Maranhão: 20 de outubro
Nina Becker: 27 de outubro
Mariana Aydar: 03 de novembro
Marina de La Riva: 10 de novembro
Silvia Machete: 17 de novembro

30/10 a 15/11/2009 - Brasília/DF
CCBB - SCES, Trecho 02, lote 22
Horário: 21h00 (sextas e sábados) e 20h00 (domingos)
Informações: 61 3310-7087 / www.bb.com.br/cultura
Shows:
Mariana Aydar: 30 de outubro
Rodrigo Campos: 31 de outubro
Nina Becker: 1º de novembro
Fino Coletivo: 06 de novembro
Rodrigo Maranhão: 07 de novembro
Marina de La Riva: 08 de novembro
Marcelo Jeneci: 13 de novembro
Curumin: 14 de novembro
Silvia Machete: 15 de novembro

03/11 a 01/12/2009 - São Paulo/SP
CCBB - Rua Álvares Penteado, 112
Informações: 11 3113-3651/ www.bb.com.br/cultura
Shows:
Nina Becker: 03 de novembro
Fino Coletivo: 10 de novembro
Marina de La Riva: 17 de novembro
Curumin; 24 de novembro
Silvia Machete: 1º de dezembro

Diadema é a próxima parada do Seminário Juventude e Prevenção da Violência

O Seminário Juventude e Prevenção da Violência segue sua jornada pelo Brasil. Depois de Osasco, chegou a vez de mais uma cidade do estado de São Paulo receber a equipe do projeto. Diadema, sediará no dia 27 de outubro o encontro, que vai acontecer das 8:30 às 18:30 na Fundação Florestan Fernandes.
As vagas são limitadas e podem participar gestores públicos e de organizações não governamentais de Diadema, São Bernardo, São Caetano do Sul e Santo André. “É uma excelente oportunidade para discutir com esses gestores perspectivas de atuação em todos os setores – como saúde, educação, assistência social, esporte e segurança pública - que tenham como objetivo a prevenção da violência com foco no público jovem”, explica Mônica Zagallo, coordenadora da área de Juventude do Instituto Sou da Paz.
Para se inscrever, basta preencher a ficha de inscrição até o dia 23/10. Você pode fazer isso aqui.
Serviço
Seminário Juventude e Prevenção da Violência: Novas perspectivas
Data: Terça – feira, dia 27/10/2009
Local: Fundação Florestan Fernandes – Al. da Saudade, 186 Parque 7 de Setembro – Diadema
Horário: das 8:30 às 18:30

VOTE NO GRANDE MACHADO DE ASSIS

Existe um site (WHOPOPULAR) que está escolhendo as pessoas mais populares do mundo, em diversas áreas de atividade. Incluí o nome de Joaquim Maria Machado de Assis na categoria >> Writers & Authors >> Atualmente ele é o 1º colocado no Brasil e 6º no mundo .
Dê o seu voto no link:
http://www.whopopular.com/Writers-Authorse
também vote no TOM
http://www.whopopular.com/Tom-Jobim
Click na imagem para ampliar

10.09.2009

100 Maiores Músicas Brasileiras segundo a RollingStone do Brasil

Listas não mostram nada ,principalmente as elaboradas por revistas.Mas é interessante comparar e ver que apesar de diferentes, têm alguns pontos comuns...

                        100 Maiores Músicas Brasileiras
A canção é o termômetro de uma nação. Nós nos sentimos bem? Estamos mal? Precisamos lutar? Então, ouça nossas canções e nos conheça. Através dos tempos, a canção popular vem redesenhando a cara do Brasil, refletindo nossas incertezas e anseios, esperando que os tempos turbulentos fossem embora e que a celebração finalmente fincasse bandeira. Estas 100 canções atestam a perenidade da nossa música. É um justo tributo a seus criadores e também a seus intérpretes. Abaixo, você confere as dez primeiras posições da nossa lista, com trechos dos textos e das músicas.
CLIQUE NAS MÚSICAS P/ SABER MAIS SOBRE ELAS
Nº 1 - "Construção" - Chico Buarque
Ouça aqui.
Nº 2 - "Águas de Março"(Tom Jobim) - Elis Regina & Tom Jobim
Ouça aqui.
Nº 3 - "Carinhoso" - Pixinguinha
Ouça aqui.
Nº 4 - "Asa Branca" - Luiz Gonzaga
Ouça aqui.
Nº 5 - "Mas Que Nada" - Jorge Ben
Ouça aqui.
Nº 6 - "Chega de Saudade" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes)- João Gilberto
Ouça aqui.
Nº 7 - "Panis et Circencis"(Caetano Veloso & Gilberto Gil) - Os Mutantes
Ouça aqui.
Nº 8 - "Detalhes" - Roberto Carlos
Ouça aqui.
Nº 9 - "Canto de Ossanha" - Baden Powell/ Vinicius de Moraes
Ouça aqui.
Nº 10 - "Alegria, Alegria" - Caetano Veloso
Ouça aqui.
CAYMMI E CARTOLA NÃO ENTRAREM NAS 10 PRIMEIRAS É PRA NÃO SE LEVAR A SÉRIO

A LISTA DE "BRAVO" FOI MUITO MAIS "HONESTA"

1 – “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro
O curioso é que ela nasceu apenas instrumental, em 1917, pelo gênio de Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha (1897-1973); a letra, de João de Barro (1907-2006), só foi acrescentada quase 20 anos depois, em 1936. “A maioria dos cantores não estava interessada em gravar Carinhoso. Todos preferiam a velha Rosa. Primeiro foi chamado Francisco Alves, que não se interessou. O Carlos Galhardo também falhou e não compareceu na data marcada para a gravação. Até que veio o Orlando [Silva] e gravou Carinhoso e Rosa”, conta Pixinguinha. A descrença na canção era tanta que foi feita, na época, uma segunda letra para Carinhoso. “Na mansidão do teu olhar/ Meu coração viu passear/ Uma feliz e meiga bonança”.
2 – “Águas de março”, de Tom Jobim
Alguns críticos identificam na canção de Tom Jobim um plágio de “água do Céu”, gravada, em 1956, no disco Cinco Estrelas Apresentam Inara, da compositora Inara. (…) Tanto a letra (”É chuva de Deus, é chuva abençoada/ É água divina, é alma lavada”) quanto a melodia de “Água do Céu”, argumentam seus detratores, seriam muito parecidas com as de “Águas de Março”.
Em entrevista à Folha, o pesquisador José Ramos Tinhorão afirmou que a versão de Inara, por sua vez, já era adaptação de um ponto de macumba que diz “É pau, é pedra, é seixo miúdo/ Roda baiana por cima de tudo”. Outro crítico, Luís Antônio Giron, concordou, dizendo: “(Águas de Março) é macaqueada do folclore. Villa-Lobos se apropriava de temas folclóricos, mas citava a fonte”.
3 – “João Valentão”, de Dorival Caymmi
“João Valentão” é o exemplo mais célebre do “ritmo Dorival Caymmi”. Iniciada em 1936, em uma temporada na praia de Itapuã, só seria terminada nove anos depois. Antes de chegar ao Rio, Caymmi já tinha em mente a cena inicial, em que o pescador arredio é caracterizado. Depois, continuou a composição até o ponto em que João deita na praia. E, então, parou.
4 – “Chega de Saudade”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes
5 – “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso
6 – “Tropicália”, de Caetano Veloso
7 – “Último desejo”, de Noel Rosa
8 – “Asa branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
9 – “Construção”, de Chico Buarque
10 – “Detalhes”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos
O RESTANTE(90 músicas)
11 – “As Rosas Não Falam”, de Cartola
12 – “Samba do Avião”, de Tom Jobim
13 – “Vingança”, de Lupicínio Rodrigues
14 – “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes
15 – “Alegria, Alegria”, de Caetano Veloso
16 – “Desafinado”, de Tom Jobim
17 – “A Mesma Rosa Amarela”, de Capiba e Carlos Pena Filho
18 – “Ai, Que Saudade da Amélia”, de Ataulfo Alves e Mário Lago
19 – “A Flor e o Espinho”, de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha
20 – “Domingo no Parque”, de Gilberto Gil
21 – “Eu Te Amo”, de Chico Buarque e Tom Jobim
22 – “Feitio de Oração”, de Noel Rosa e Vadico
23 – “Retrato em Branco e Preto”, de Tom Jobim e Chico Buarque
24 – “O Mundo é um Moinho”, de Cartola
25 – “E o Mundo não se Acabou”, de Assis Valente
26 – “A Volta do Boêmio”, de Adelino Moreira
27 – “Diz Que Fui Por Aí”, de Zé Ketti e Hortêncio Rocha
28 – “Leve”, de Carlinhos Vergueiro e Chico Buarque
29 – “Trem das Onze”, de Adoniran Barbosa
30 – “Baby”, de Caetano Veloso
31 – “Eu Sei Que Vou Te Amar”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes
32 – “Marina”, de Dorival Caymmi
33 – “Rosa”, de Pixinguinha e Otávio Souza
34 – “A Banda”, de Chico Buarque
35 – “Feitiço da Vila”, de Noel Rosa e Vadico
36 – “Panis et Circensis”, de Caetano Veloso e Gilberto Gil
37 – “O Bêbado e o Equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc
38 – “Exagerado”, de Cazuza, Ezequiel Neves e Leoni
39 – “Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida”, de Paulinho da Viola
40 – “Iracema”, de Adoniran Barbosa
41 – “Nervos de Aço”, de Lupicínio Rodrigues
42 – “Luiza”, de Tom Jobim
43 – “Ronda”, de Paulo Vanzolini
44 – “Assum Preto”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
45 – “Acabou Chorare”, de Moraes Moreira e Galvão
46 – “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”, de João Bosco e Aldir Blanc
47 – “Sinal Fechado”, de Paulinho da Viola
48 – “Folhetim”, de Chico Buarque
49 – “Insensatez”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes
50 – “Ouro de Tolo”, de Raul Seixas
AS OUTRAS 50
50- Ouro de Tolo (Raul Seixas)
51- Drama de Angélica (Alvarenga / M.G. Barreto)
52- Aquarela Brasileira (Silas de Oliveira)
53- Volta por Cima (Paulo Vanzolini)
54- O Que é que a Baiana Tem? (Dorival Caymmi)
55- Chão de Estrelas (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
56- É Hoje (Didi / Maestrinho)
57- Descobridor dos Sete Mares (Michel / Gilson Mendonça)
58- A Noite do Meu Bem (Dolores Duran)
59- Como Nossos Pais (Belchior)
60- Folhas Secas (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito)
61- Lábios que Beijei (J. Cascata / Leonel Azevedo)
62- Valsinha (Vinicius de Moraes / Chico Buarque)
63- Eu e a Brisa (Johnny Alf)
64- Jura (Sinhô)
65- Luar do Sertão (João Pernambuco / Catulo da Paixão Cearense)
66- Corta-Jaca (Chiquinha Gonzaga)
67- Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá / Antônio Maria)
68- Odeon (Ernesto Nazareth / Vinicius de Moraes)
69- Minha Namorada (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
70- No Rancho Fundo (Ary Barroso / Lamartine Babo)
71- O Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi)
72- Ouça (Maysa)
73- Se Eu Quiser Falar Com Deus (Gilberto Gil)
74- Senhor Cidadão (Tom Zé)
75- O Que Será (Chico Buarque / Milton Nascimento)
76- Se Você Jurar (Ismael Silva / Newton Bastos / Francisco Alves)
77- Todo o Sentimento (Cristóvão Bastos / Chico Buarque)
78- Como Uma Onda (Lulu Santos / Nelson Motta)
79- Carcará (João do Vale / José Candido)
80- Mania de Você (Rita Lee / Roberto de Carvalho)
81- Felicidade (Lupícinio Rodrigues)
82- As Pastorinhas (João de Barro / Noel Rosa)
83- Nego Dito (Itamar Assumpção)
84- Rios, Pontes e Overdrives (Chico Science)
85- Cidade Maravilhosa (André Filho)
86- O Vira (João Ricardo / Luli)
87- Olhos nos Olhos (Chico Buarque)
88- Balada do Louco (Arnaldo Baptista / Rita Lee)
89- O Teu Cabelo Não Nega (Lamartine Babo / Irmãos Valença)
90- Com Que Roupa? (Noel Rosa)
91- Sampa (Caetano Veloso)
92- As Curvas da Estrada de Santos (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
93- Brasileirinho (Waldir Azevedo / Pereira da Costa)
94- Você Não Soube Me Amar (Evandro Mesquita / Ricardo Barreto / Guto / Zeca Mendigo)
95- Disparada (Geraldo Vandré / Theo de Barros)
96- Óculos (Herbert Vianna)
97- Tico-Tico no Fubá (Zequinha de Abreu / Aloysio Oliveira)
98- Clara Crocodilo (Arrigo Barnabé / Mário Lúcio Côrtes)
99- Cruzada (Tavinho Moura / Márcio Borges)
100- Cantiga de Amigo (Elomar)