9.28.2009

Sting volta ao Brasil em novembro


O cantor Sting volta ao Brasil em novembro para uma única apresentação. A informação sobre o retorno do músico ao país foi divulgada na coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira, 25.
Segundo a informação divulgada pelo jornal, o ex-vocalista do grupo The Police fará um único show no dia 22 de novembro em São Paulo, no encerramento do festival Natura Nós / About Us.
No site oficial de Sting ainda não há a confirmação do show em território brasileiro. A última passagem do músico pelo país foi no final de 2007, junto com o Police.


Dia Mundial da Alimentação “Alcançar a Segurança Alimentar em Época de Crise”.


Definições, Nutrição x Agenda 21, Nutrição x Agricultura, Nutrição x Meio Ambiente, Segurança Alimentar e Nutricional, fome · Tagged Nutrição, fome, Direito à alimentação, sustentabilidade, dia mundial alimentação, eventos

Há um mês do Dia Mundial da Alimentação conheça melhor sobre esta data.

Histórico
Em novembro de 1979 durante a Conferência da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) foi instituído o Dia Mundial da Alimentação. O dia escolhido foi 16 de outubro, aniversário da FAO.

Há 28 anos esta data é comemorada em cerca de 180 países.

Fonte: http://www.fao.org/getinvolved/worldfoodday/worldfoodday-history/en/ ( consultada em 7/07/09)

Objetivos

Tornar o público consciente quanto à natureza da fome no mundo;

Estimular uma atenção maior em todos os países e um esforço maior nacional, bilateral, multilateral e governamental para este fim;

Estimular a cooperação econômica e técnica entre países em desenvolvimento;

Promover a participação das populações rurais, especialmente das mulheres e dos grupos menos privilegiados, nas decisões e atividades que afetam suas condições de vida;

Aumentar a consciência pública da natureza do problema da fome no mundo;
Pover a transferência de tecnologias ao mundo em desenvolvimento;
mentar sempre mais o sentido de solidariedade nacional e internacional na luta contra a fome, a má nutrição e a pobreza.

Eventos 2009 – Brasil

Brasil, a Semana Mundial de Alimentação, de 11 a 17 de outubro, deverá ter uma vasta programação nacional. Assim como acontece todos os anos, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgãos públicos e entidades parceiras participarão de inúmeros eventos pelo país.
Neste ano, uma das metas do Consea é ver aprovada no Congresso Nacional a PEC 047/2003, que inclui a alimentação entre os direitos sociais de todos os brasileiros. A PEC já foi aprovada pelo Senado e tramita na Câmara, onde está sendo analisada por uma Comissão Especial.

Fonte : http://www.fomezero.gov.br/noticias/dia-mundial-da-alimentacao-2009-alcancar-a-seguranca-alimentar-em-epoca-de-crise

Sandra Helena Mathias Motta
Nutricionista
Vila Nova- 3326-5487
Centro – 3322-3715
Celular – 8813-4072
E-mail- sandranutti@yahoo.com.br



PAGODE JAZZ SARDINHA'S CLUB


Donos de uma instigante mistura musical de jazz com ritmos brasileiros, o grupo prepara o terceiro disco. A apresentação traz seis músicas inéditas com a marca do septeto, além de sucessos antigos como Transmestiço, Gente da Ilha e Pagode Jazz Sardinha's Club. 18 anos. Centro Cultural Carioca (200 lugares). Rua do Teatro, 37, Centro, 2252-6468, Metrô Carioca. Terça (29), 21h. R$ 20,00.  
 
MOMBAÇA

Acompanhado apenas do violão, o compositor desfia seu romantismo por canções que ficam entre a MPB e o pop. No repertório estão parcerias suas com Sandra de Sá (Rua Guarabú), Luiza Possi (Meu Canto) e João Suplicy (A Viga que Sustenta o Nosso Amor). 18 anos. Cinematheque Música Contemporânea (240 lugares). Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo, 2286-5731, Metrô Botafogo. Terça (29), 21h. R$ 20,00. Cc.: todos. Cd.: todos. http://www.matrizonline.com.br/.

ALAÍDE COSTA


Convidada do projeto Quase Sete, a cantora homenageia Dolores Duran (1930-1959) interpretando clássicos compostos pela artista que marcou época no fim da década de 50, às vésperas do estouro da bossa nova. No repertório entra uma inédita de Dolores, feita em parceria com Edinho, do Trio Irakitan, que Alaíde aprendeu de ouvido. Das parcerias com Tom Jobim, estarão presentes Se É por Falta de Adeus e Por Causa de Você. Livre. Teatro Gonzaguinha (200 lugares). Rua Benedito Hipólito, 125 (Centro de Artes Calouste Gulbenkian), Praça Onze, 2221-6213, Metrô Praça Onze. Terça (29), 18h45. Grátis.

CINEBONDE

O sexteto instrumental Bondesom, que lançou um disco dançante e autoral no ano passado, dá seu toque latino a trilhas sonoras clássicas do cinema. Eles se apresentam atrás de uma tela translúcida na qual são projetadas imagens dos filmes com intervenção do VJ Juliano Gomes. Entre outras curiosidades, o tema de A Pantera Cor-de-Rosa virou um samba-jazz delicioso e a trilha de Guerra nas Estrelas ganhou arranjo de baião. 18 anos. Posto 8 (386 pessoas). Avenida Rainha Elizabeth, 769, Ipanema, 2523-1703. Quinta (1º), 22h. R$ 15,00 (para quem mandar e-mail para bondesom@yahoo.com.br) e R$ 20,00. Bilheteria: 16h/22h (ter. e qua.); a partir das 16h (qui.). Cc.: A, M e V. Cd.: todos. IC. www.posto8.blogspot.com.

GALOCANTO

Figurinha fácil na noite da Lapa, o sexteto afiado está com disco novo, Lirismo do Rio, com composições próprias, além de clássicos de Candeia e Dona Ivone Lara. Do disco de estreia, estão previstas Galã de Xerém e Pão que Alimenta. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (472 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, Metrô Cinelândia. Quinta (1º), 19h30. R$ 40,00. Bilheteria: 13h30/19h30 (seg. a qua.); a partir de 13h30 (qui.). TT. http://www.rivalbr.com.br/


MARCOS SACRAMENTO


Na companhia apenas do violonista Luiz Flávio Alcofra, o cantor mostra os sambas de seu último disco, Na Cabeça. Completam o repertório Cai Dentro, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, Último Desejo, de Noel Rosa, e Sim, de Cartola e Oswaldo Martins. Livre. Centro Cultural Light (194 lugares). Avenida Marechal Floriano, 168, Centro, 2211-4515, a Presidente Vargas. Quarta (30), 12h30. Grátis. Distribuição de senhas uma hora antes.

RILDO HORA

Em meio às comemorações de seus 70 anos, o maestro e gaitista nascido em Caruaru, Pernambuco, faz duas apresentações dedicadas a clássicos do choro. Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim ganham interpretações de Rildo Hora e de dois convidados especiais: o trombonista Zé da Velha e o trompetista Silvério Pontes. Do aniversariante, será lembrada Choro de Gafieira. Livre. Sesc Ginástico (513 lugares). Avenida Graça Aranha, 187, Centro, 2279-4027, Metrô Carioca. Terça (29) e Quarta (30), 19h. R$ 20,00. Bilheteria: a partir das 13h (ter. e qua.). www.sescrio.org.br


OSMAR MILITO

Atração fixa da recém-inaugurada happy hour do Hotel Novo Mundo, o consagrado pianista apresenta repertório de jazz e clássicos da MPB. Estão no programa Chovendo na Roseira e Inútil Paisagem, de Tom Jobim, Mudei de Ideia, de Antonio Carlos e Jocafi, e What Are You Doing For The Rest of Your Life, de Alan e Marilyn Bergman, gravada por Frank Sinatra. 18 anos. Grand Prix Piano Bar (40 lugares). Praia do Flamengo, 20 (Hotel Novo Mundo), Flamengo, 2105-7000, a Catete. Quinta (1º), 18h. Grátis.

ZÉLIA DUNCAN

Confiante no seu repertório, a cantora e compositora apresenta todas as inéditas de seu novo disco, Pelo Sabor do Gesto. Estão garantidas Tudo sobre Você, parceria com John Ulhoa, do Pato Fu, e a bela faixa-título, versão em português para As-Tu Déjà Aimé?, de Alex Beaupain. Em Todos os Verbos, Zélia canta e faz tradução simultânea da letra para a linguagem de sinais. Das antigas, volta a entoar Flores e Intimidade. Livre. Espaço Tom Jobim (500 lugares). Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico, 2274-7012. Quinta (1º) e sexta (2), 20h30. Bilheteria: 15h/18h (seg. a qua.); a partir das 15h (qui. e sex.). R$ 50,00. Estac. grátis a partir de 17h

e-mail para esta coluna botecosdovaledocafe@gmail.com

Nando Reis mostra seu lado são-paulino em livro infantil

O cantor Nando Reis estará nesta segunda-feira, 28, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, para o lançamento do livro “Meu Pequeno São-Paulino”. O livro é o nono título da série “Meu Time do Coração” lançado pela Editora Belas-Letras.

Nando Reis foi convidado pela editora para contar nesse livro os principais momentos da história do São Paulo Futebol Clube em uma obra voltada para o público infantil. A série “Meu Time do Coração” visa resgatar a magia do futebol por meio da literatura.

O novo título tem textos de Nando Reis e ilustrações do artista plástico Rodrigo Andrade, que também estará no evento junto com o cantor autografando exemplares do livro.

Já participaram do projeto Humberto Gessinger (Grêmio), Gabriel o Pensador (Flamengo), Evandro Mesquita (Fluminense) e Fernanda Abreu (Vasco da Gama), todos escrevendo sobre o time do coração.

28/09/2009 - São Paulo/SP
Livraria Cultura - Av. Paulista, 2.073 - Conj. Nacional
Horário: 18h30
Informações: 11 3170-4033

Ambas com 81 anos, Jeanne Moreau e Agnès Varda falam no Rio de seus cinemas


Joias francesas

RIO - De um lado, a diva Jeanne Moreau, musa da geração que via na estrela de "Jules et Jim" (1962), de François Truffaut, a síntese sensual da liberdade. Do outro, a diretora Agnès Varda, para quem a estrutura dos filmes era uma forma narrativa tão importante quanto as histórias de obras como "Cléo das 5 às 7" (1961) e "As duas faces da felicidade" (1965). Ambas nascidas em 1928, a atriz francesa e a cineasta franco-belga são as primeiras convidadas internacionais a prestigiarem esta edição do Festival do Rio. Neste sábado, às 10h45m, Jeanne estará no Cine Odeon ao lado de Carlos Diegues, que a dirigiu em "Joanna Francesa" (1973), para compartilhar com o público experiências de seus 60 anos de carreira. Na segunda-feira, às 18h, ela fará um debate na Maison de France. Já Agnès veio ao Brasil para exibir a autobiografia documental "As praias de Agnès", que terá sessões amanhã, às 15h50m e às 20h10m, no Estação Vivo Gávea. Nas entrevistas a seguir, as duas, aos 81 anos, explicam ao GLOBO por que ainda acreditam na força do cinema.

Lá se vão 36 anos desde sua vinda ao Brasil para as filmagens de "Joanna Francesa" (1973), de Cacá Diegues.

JEANNE MOREAU: Pois é. Peço desculpas por ter perdido muitas palavras do português que aprendi naquela ocasião. Basicamente, o que sobrou foi "Bom-dia!", "obrigada", "madrugada". Estou vindo aqui agora depois de uma temporada intensa de trabalho. Passei o verão inteiro sem férias, preparando uma peça ("The war of the Sons of Light against the Sons of Darkness", com direção do cineasta israelense Amos Gitai), que reúne referência à civilização grega, ao Império Romano e a diferentes questões históricas. Mas quando a Ilda (Santiago, uma das diretoras do Festival do Rio) me procurou e comentou do trabalho de grupos de artistas ligados a favelas, como o Nós do Morro, achei que era importante vir e conhecê-los. Vou visitá-los neste fim de semana (a atriz vai conhecer o grupo no Vidigal, neste sábado, às 16h).

Que memórias ficaram de sua visita a um Brasil que se repensava culturalmente a partir das reflexões do Cinema Novo?

JEANNE: Há anos, eu venho descobrindo a força do cinema brasileiro nos grandes festivais de cinema, como Cannes, onde eu fiquei impressionada com "Cidade de Deus". Senti essa força ao ver os filmes brasileiros dos anos 1960 e 1970. O Cinema Novo foi um movimento que soube traduzir a condição política e social do país de vocês como se fosse um gesto revolucionário. E é isso o que me interessa ver: filmes que busquem operar uma transformação no ser humano. Foi em função dos filmes daquela época que eu aceitei filmar "Joanna Francesa" com Cacá Diegues. Ainda me lembro de muita coisa que vi quando cheguei aqui aquela vez.

Por exemplo?

JEANNE: Vim para o Brasil com meu amigo Pierre Cardin (estilista que desenhou figurinos da atriz em "Joanna Francesa"), e havia um café em Ipanema, que acredito não existir mais, onde bebi várias batidas. Conversei muito sobre cinema ali antes de partir para Alagoas, onde as filmagens aconteceram. Fiz um grande amigo nessa época, o maquiador Ronaldo de Abreu. Tempos depois, soube que Ronaldo estava maquiando Sophia Loren e Catherine Deneuve na Europa.
A memória filmada por praias e espelhos


"As praias..." tem uma proposta inovadora. Em alguns momentos é lúdico, noutros é emotivo, há instantes mais realistas. Essa composição foi planejada?

AGNÈS VARDA: Se você não faz parte da grande indústria, o que é o meu caso, é preciso ser original, gostar de estar à margem. Eu me sinto livre para fazer com que meus filmes encontrem as pessoas. E não estou falando de bilheteria. Estou falando de conexão com o espectador, de compartilhar emoções. Ao assistir a "As praias...", você sorri, chora, lamenta, sente afeto.

Seu aniversário de 80 anos teve a ver com a decisão de fazer uma obra autobiográfica?

AGNÈS: Sim, claro. O "zero" tem alguma coisa de diferente. Os dois números vinham se aproximando de mim, quase me batendo. Eram um "oito" e um "zero" chegando perto. Eu precisava fazer alguma coisa sobre isso (risos).

Por que as praias?

AGNÈS: Foi um jeito que encontrei para contar a história tendo o mar, que eu adoro, como fio condutor. O filme não é sobre mim, é sobre mim e os outros. Na primeira cena, eu viro espelhos ao contrário, para mostrar os outros: os amigos, a família, pessoas que conheci.

No filme, sua vida é contada a partir de sua obra. É sempre assim? A vida está sempre impressa em seu trabalho?

AGNÈS: Às vezes a vida vai se embrenhando por meus filmes. Mas isso não quer dizer que eu faça confidências sobre minha vida. São somente algumas histórias, como o nascimento da minha filha e minha relação de mais de 30 anos com Jacques Demy.

As cenas de "As praias..." com o Demy são bastante tocantes. Foi difícil para a senhora ter aquelas lembranças?

AGNÈS: Não, foi bom lembrar. O que foi duro foi perder o Jacques. Mas acho que nós dois ficamos juntos o máximo que pudemos, até o fim. Além disso, ele está vivo em filmes como "Os guarda-chuvas do amor". Nós amamos o cinema, algumas pessoas amam os filmes de Jacques. Ele está neste amor. Eu sinto falta dele, da sua companhia, mas ele não se foi. O cinema dele ainda está aqui.

9.27.2009

Exposição "Arquitetura do Medo" de André Gardenberg no MAM-BA

André Gardenberg
Nascido em 1956, em Salvador ,BA, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1975, cursando a Faculdade de Jornalismo na Universidade Estácio de Sá (RJ), de 1974 a 1978. Durante os anos do curso superior, começou a interessar-se pela fotografia, realizando alguns trabalhos documentais. Especializou-se em fotos de imagens em movimento, trabalhando por alguns anos com esporte, para, em seguida, se dedicar a trabalhos ligados a dança, teatro, cinema, música. Em 2001, cria o conceito de sua primeira exposição, ‘Arquitetura do Tempo’, na qual busca subverter o código da moda e da indústria de beleza, que tratam as rugas como restos de vida que devem ser extirpados, escondidos ou transformados. Essa Exposição "Arquitetura do Medo"é a segunda parte da trilogia iniciada com ‘Arquitetura do Tempo’, com livro da Editora Cosac Naify com foco no homem contemporâneo. A violência urbana criou uma nova estética nas cidades. Modernidade e barbárie coabitam o mesmo espaço, com a incorporação de elementos semelhantes aos hábitos medievais de defesa. Mudou não apenas a estética. O homem também se modificou. Ciente da nova realidade, o fotógrafo André Gardenberg voltou suas lentes para essa questão urbano-humanística e, com ‘Arquitetura do Medo’, dá continuidade à sua investigação sobre temas que envolvem a existência humana no mundo contemporâneo.
O Museu de Arte Moderna da Bahia recebe de 29 de setembro a 25 de outubro, na Galeria Subsolo, a exposição Arquitetura do Medo, do baiano radicado no Rio de Janeiro, André Gardenberg. A mostra que tem abertura no dia 28 de setembro, às 19h, já passou pelo Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro e pela Pinacoteca de São Paulo e pelo SESC de Campinas e traz, através de fotos coloridas, uma reflexão sobre a nova arquitetura urbana, pautada pelo medo da violência.

Com curadoria de Diógenes Moura, ‘Arquitetura do Medo’ é a segunda exposição da trilogia de André Gardenberg em sua investigação sobre temas que envolvem a existência humana no mundo contemporâneo. Na primeira, Arquitetura do Tempo, ele mostrou ao público sua visão sobre o envelhecimento nos dias de hoje, trazendo à tona o eterno conflito da vida x morte e a inútil tentativa de parar o tempo.

No MAM – BA a exposição reúne 80 fotos coloridas de André Gardenberg realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Através delas, o artista traça um painel da estética das grades, misto de adorno e proteção que a partir das últimas décadas do século passado foi se incorporando à paisagem da arquitetura brasileira.

“As imagens selecionadas nos dão a sensação de vermos o mapa do Brasil de cima e percebermos que ele está enjaulado”, define Diógenes. “Tento retratar todas essas barreiras, grades e cercas que, ao invés de proteger a sociedade, acaba por aprisioná-la atrás de si. Por meio desse recorte da realidade é possível enxergar uma nova cidade,
aflita e aprisionada pelo medo”, resume André Garenberg.

ABERTURA
28.09.09 SEGUNDA, 19H
EXPOSIÇÃO
29.09 À 25.10.09
TERÇA À DOMINGO, DAS 13 ÀS 19H
SÁBADO DAS 13 ÀS 21H

Muito prazer?

Luiz Caversan

Nunca entendi direito, desde criança, a finalidade da expressão "muito prazer" dita quando a gente acaba de conhecer alguém. Como assim, muito prazer, se você, em geral, não sabe nada da pessoa que se encontra à sua frente?

Não se trata, é claro, de uma prerrogativa brasileira, porque o "nice to meet you" obriga o anglófono a gostar de cara que está conhecendo, da mesma forma que o italiano é obrigado a sentir "piacere"...

Hipocrisia das formalidades sociais, porque prazer prazer mesmo a gente sente nas internas, nos cantinhos reservados ao que em geral não queremos compartilhar, egoístas que somos todos, menos os mentirosos.

Esse prolegômeno todo serve apenas de intróito (prolegômeno, intróito? Socorro, Aurélio!) para uma enquete deliciosa que está rolando na internet. Trata-se de uma campanha de uma marca internacional de sorvete, que está a medir o quanto as pessoas sentem de prazer com as coisas que verdadeiramente gostam de fazer, numa tentativa de estabelecer uma espécie de "prazeirômetro" internacional, que permitirá a criação de um ranking, do que mais goza a vida ao que mais se aporrinha com sua reles existência.

Sabe-se que já foram ouvidas mais de 100 mil pessoas e que latino-americanos estão à frente de europeus e americanos do norte, mas agora é que a coisa vai pegar, porque o teste está no ar em português para aferir o prazer dos brasileiros em www.meumagnum.com.br.

Eu fiz o teste mas não vou contar para ninguém o resultado, que obviamente foi muito bom, uma vez que a depressão tornou-se ultimamente (toc, toc, toc) apenas uma lembrança ruim.

Mas adianto que é bem divertido e tenho certeza de que colocará os brasileiros, esses gozadores (em todos os sentidos) em primeiro lugar.

Faça o seu teste

9.26.2009


9.25.2009

Donna Summer vem ao Brasil para três shows

Ícone da disco music dos anos 70, a cantora Donna Summer vem ao Brasil para três apresentações no mês de novembro. O primeiro show está marcado para o dia 09 de novembro no Rio de Janeiro, e nos dias 10 e 12 em São Paulo.

No Rio a apresentação será realizada no palco do Citibank Hall. Na capital paulista os shows serão no Credicard Hall. Os ingressos estão à venda até o dia 25 para clientes Citibank, Credicard e Diners. A venda para o público em geral começa no próximo sábado, dia 26.

Na atual turnê Donna Summer divulga o álbum “Crayons”, lançado no ano passado. Além de músicas desse álbum, o show certamente terá clássicos da disco music como “Hot Stuff”, “I Remember Yesterday”, “Bad Girls”, “Unconditional Love”, “MacArthur Park”, “Could It Be Magic”, “I Feel Love” e “She Works Hard For The Money”, entre outras.

09/11/2009 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3.000
Horário: 21h30
Ingressos: entre R$ 200,00 e R$ 550,00
Informações: www.citibankhall.com.br

10 e 12/11/2009 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955
Horário: 21h30
Ingressos: entre R$ 150,00 e R$ 700,00
Informações: www.credicardhall.com.br / www.ticketmaster.com.br


Joe Perry nega separação do Aerosmith


O guitarrista Joe Perry disse em entrevista ao jornal Boston Herald que a banda Aerosmith não acabou e nem está prestes a se separar. Segundo o músico, a banda ainda lançara novo material e fará turnês.
“Talvez tenhamos mais três álbuns. Talvez tenhamos cinco, sete anos de turnê”, afirmou o guitarrista. Perry contou que não conversa com o vocalista Steven Tyler desde que o cantor sofreu um acidente em um show, quando caindo do palco. Esse episódio fez com que a banda cancelasse outras apresentações, o que deixou o guitarrista irritado.
“Estamos dando um tempo”, comentou Perry. O Aerosmith deve se reunir na próxima semana para dois shows em Maui, no Havaí. Esses shows foram determinados por uma ação judicial após o grupo ter cancelado duas apresentações no local há dois anos.


Matanza toca em cidades paulistas neste final de semana

A banda carioca Matanza fará três apresentações nesse final de semana em cidades de São Paulo. O grupo leva seu som pesado e irreverente para Rio Claro, Santo André e Osasco.
O primeiro show será nesta sexta-feira, 25, no palco do D’Vinci Music Bar, em Rio Claro. O evento contará também com a apresentação da banda Voltare. No sábado, dia 26, Jimmy e seus comparsas tocam no Catedral Bar, em Santo André. As bandas Grand Fellas, Fúria V8 e Soulzera aquecem a galera antes do Matanza subir ao palco.
A terceira apresentação será no domingo, 27, no Estação 50, em Osasco. Neste show outras oito bandas da região se revezarão no palco, entre elas Desordem, Ruminantes e Skarrapatos-Ko. Confira as informações:

25/09/2009 - Rio Claro/SP
Local: D’Vinci Music Bar - Rua 2, 813
Ingressos: R$ 15,00 (1º lote)
Postos de vendas: Shopping Music 19 3534-3111 / Outras Histórias 19 3524-6636 / Sintonia 19 3451-9120

26/09/2009 - Santo André/SP
Catedral Bar - Rua Padre Manoel de Paiva, 56
Ingressos: R$ 20,00 (1º lote)
Ponto de venda: Metal CDs 11 4994-7565
Informações: 11 8216-5461 / www.catedralbar.com.br

27/09/2009 - Osasco/SP
Estação 50 - Av. João Batista, 50
Horário: 12h00 (show do Matanza às 21h00)
Ingressos: R$ 12,00 (1º lote) e R$ 15,00 (2º lote)
Pontos de vendas: Lojas Hulk (Osasco Plaza shopping), Skateaholic (Jandira e Itapevi), La Familia Ink Tattoo (Extra Carapicuíba)