8.31.2009

Bolsa família? Que nada ! Ela gosta é de BOLSA KELLY!


DE REVOLUCIONÁRIA A MILIONÁRIA ... VEJA:

A jornalista Anna Ramalho escreveu: na sua coluna no Jornal do Brasil “A ministra Dilma Rousseff, em foto publicada anteontem n’ O Globo, deve ter se esquecido de esconder a bolsa – tamanha foi a bronca no assessor do Geddel. Trata-se de uma Kelly, grife Hermès, criada em homenagem à princesa Grace, e objeto de consumo das milionárias mundo afora. Detalhe: a bolsa não custa menos de 4.700 euros – cerca de R$ 14 mil. Portanto… Quem ainda teme a revolucionária dos anos 70 pode ficar tranquilo. Não se usa uma Kelly impunemente.”
Por Angela Chaloub

Tom e Gal interpretação a linda versão dessa música maravilhosa!


Sobre a música "DINDI" no livro de Helena Jobim, irmã dele:

"Ele via o rio passar, roncando nas pedras, as águas espumaradas. Aquele ruído o apaziguava. Na outra margem, começava o pasto que ia dar no morro do Dirindi. 'Dindi' não era, como muitos pensavam, um nome de mulher. Mas sim toda aquela vasta natureza e seus segredos", narra Helena Jobim, irmã de Tom, no livro "Antonio Carlos Jobim, Um Homem Iluminado" [Ed. Nova Fronteira].

'MPB Especial', de 1972, traz Caymmi para DVD


Mauro Ferreira

Até demorou, mas Dorival Caymmi (1914 - 2008) chega postumamente à era do DVD. A gravadora Biscoito Fino já está pondo nas lojas o registro da entrevista concedida pelo compositor em 1972 - quando Caymmi contabilizava 58 anos - ao programa MPB Especial, dirigido por Fernando Faro para a TV Cultura. Entre lembranças da infância e juventude vividas na Bahia, Caymmi pega seu violão para entoar 23 músicas de seu repertório, passando por canções praieiras (É Doce Morrer no Mar), sambas (Acontece que Eu Sou Baiano, A Vizinha do Lado) e sambas-canções (Só Louco, Marina, Não Tem Solução, Sábado em Copacabana). Alocados no bloco final do programa, os sambas-canções são entoados ao lado de um trio de piano-baixo-e-bateria.

NYT: Marina Silva é 'criança da Amazônia' que abala o Brasil

Com o título "Uma criança da Amazônia que abalou a política de um País", o jornal New York Times publicou neste sábado um perfil da senadora Marina Silva (AC). O texto contrasta a infância e adolescência da ex-ministra do Meio Ambiente "no coração da Amazônia" com o "ícone do movimento ambientalista" que ela representa hoje.
O artigo também destaca que Marina "abalou a política brasileira" ao anunciar sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT) e sua filiação ao Partido Verde (PV), no qual poderá ser candidata à Presidência em 2010, e que sua história, "de uma mulher humilde que superou a pobreza extrema e a doença para se tornar uma das maiores forças da política brasileira", poderia ser "uma inspiração para o povo brasileiro em sua busca por um presidente para substituir" Luiz Inácio Lula da Silva.
O jornal afirma que "se esta mulher vencer, a história será feita", lembrando que o Brasil nunca teve uma presidente mulher e, ainda, com "origens negras".
O artigo do jornalista Alexei Barrionuevo narra a história de Marina, nascida na cidade de Bagaço, no interior do Acre, suas atividades como seringueira ao lado do pai e dos irmãos, e a hepatite que a atingiu seriamente quando tinha 16 anos e que a levou a buscar cuidados médicos na capital do Estado, Rio Branco.
O texto afirma, no entanto, que o passado de Marina com sérios problemas de saúde - além da hepatite, malária e contaminação com metais pesados -, poderia ser usado contra ela pelos adversários políticos em uma provável candidatura presidencial. O artigo destaca ainda o fato de que Marina perdeu a mãe com 11 anos de idade e duas irmãs mais novas por problemas de saúde relacionados a doenças como sarampo e malária.
O artigo conta também a juventude de Marina em Rio Branco, onde cursou a faculdade de História e começou a militar no movimento ambientalista da Amazônia ao lado do sindicalista Chico Mendes, assassinado em 1988.
Para o NY Times, sob o comando de Marina enquanto ministra do Meio Ambiente de Lula desde 2003, o Brasil "engendrou um plano nacional de combate ao desmatamento e criou reservas indígenas do tamanho do Texas". O artigo também cita dados que mostram a queda dos índices de desmatamento entre 2004 e 2007. Marina deixou o cargo de ministra em maio de 2008.
Portal Terra

Milton revisita Beatles em duo virtual com Elis


Mauro Ferreira

Terceiro volume da coleção Beatles'69, formada por três discos produzidos por Marcelo Fróes com regravações de músicas feitas e/ou lançadas pelos Beatles em 1969, Abbey Road Revisited traz como maior destaque um inédito dueto virtual de Milton Nascimento com Elis Regina (1945 - 1982) em Golden Slumbers e em Carry That Weight. Fróes aproveitou a voz da gravação feita pela Pimentinha em 1971 para o álbum Ela e convidou Milton para completar o registro. A rigor, trata-se de medley de seis minutos que une Golden Slumbers, Carry That Weight e The End, sendo que a última música - nunca gravada por Elis - traz apenas a voz de Milton. Eis as 21 faixas do álbum Abbey Road Revisited:

1. Come Together - Detonautas
2. Something – Flávio Venturini & Aggeu Marques
3. Maxwell’s Silver Hammer - Profiterolis
4. Oh! Darling – Frejat
5. Octopus’s Garden - Forfun
6. I Want You (She’s So Heavy) – Carmem Manfredini
7. Here Comes the Sun - Joyce
8. Because - Aretha
9. You Never Give me your Money – Mu Carvalho & Marjorie
Estiano
10. Sun King – Pochete Set com Vanusa
11. Mean Mr. Mustard – João Donato & Paula Morelenbaum
12. Polythene Pam - Autoramas
13. She Came in Through The Bathroom Window – Pouca Vogal
14. Golden Slumbers – Elis Regina & Milton Nascimento
15. Carry That Weight – Elis Regina & Milton Nascimento
16. The End – Milton Nascimento
17. Her Majesty – Silvia Machete
18. Suicide - Twiggy
19. Come and Get It – Reino Fungi
20. Cold Turkey - Matanza
21. Give Peace a Chance – Daniel Latorre Organ Trio

No surfe, uma nova forma de encarar a vida


Enviado por Renato de Alexandrino -

Henrique Saraiva é um exemplo para muita gente. Após levar um tiro durante um assalto em dezembro de 1997 e perder os movimentos da cintura para baixo, este carioca de 30 anos se recuperou aos poucos e, em 2001, aceitou a pilha do amigo Marcos Sifu (um dos maiores especialistas em aéreos do Brasil) e resolveu surfar. Com uma prancha de kneeboard, Henrique desceu reto em sua primeira onda, o que foi o suficiente para não largar nunca mais o esporte.
- O surfe melhorou minha autoestima. Ajudou e ajuda muito na minha recuperação motora, além de fazer bem para minha coluna. Se eu fico um tempo sem surfar, sinto mais dores. E é muito bom ter o contato com a natureza e praticar um esporte junto com meus amigos, de igual para igual - conta.
Em 2007, Henrique resolveu que era hora de fazer pelos outros o que Sifu havia feito por ele. E, com dois amigos, fundou a Adaptsurf, uma entidade que promove e divulga o surfe adaptado para pessoas com deficiência e luta por melhorias na acessibilidade das praias.
A Adaptsurf dá aulas gratuitas no Posto 2 da Barra, aos sábados, e no Posto 11 do Leblon, aos domingos, de 10h às 14h - mais informações no site. A entidade tem pranchas e conta com o apoio de amigos, voluntários e algumas empresas. A recompensa, diz Henrique, é inesquecível.
- Posso dizer que 99% dos alunos não frequentava à praia desde que ficou deficiente. O resultado é ótimo. Eles ficam maravilhados, a família agradece, vejo pessoas com os olhos cheios d'água. Nada paga isso. Posso não ganhar dinheiro algum, mas mudo a vida das pessoas e isso me conforta demais.

Rio de Montarroyos deságua em disco póstumo


Mauro Ferreira

Uns anos antes de sair de cena, Márcio Montarroyos (1948 - 2007) vinha pesquisando sons eletrônicos e trabalhando num disco que chega ao mercado de forma póstuma, dois anos após a morte do trompetista, um dos mais gabaritados da cena instrumental brasileira. Finalizado pelo saxofonista (e amigo) Leo Gandelman, que esteve com o colega quase diariamente em seu último mês de vida, O Rio e o Mar foi idealizado por Montarroyos em tributo à cidade do Rio de Janeiro (RJ). "O Rio é a minha cidade, minha casa e a minha fonte de inspiração", situa o músico em texto escrito para o repertório do disco. O repertório inclui temas autorais - como North Sea e Saco do Céu (Via Gávea) - entre standards da Bossa Nova (Rio e O Barquinho) e músicas do maestro e tecladista Gilles Cardoni, que assina a produção do álbum ao lado de Márcio.

Águia símbolo do Teatro Municipal é recolocada em seu lugar de origem


Joana Dale

RIO - Como parte dos festejos do centenário do Teatro Municipal, o maior símbolo do lugar, uma águia, foi posta de volta ao seu local de origem, no globo central do teatro, no início da tarde deste domingo.
A operação do voo da águia, feita com a ajuda de um carvalhão, estava programada para começar às 11h mas atrasou em uma hora e meia. Cinco engenheiros se encontravam no alto do teatro para fazer os últimos ajustes na escultura. Foram cinco meses de trabalho e oito mil folhas de ouro consumidos para restaurar a águia do Municipal.

8.29.2009

Ingressos à venda para show de Sarah Brightman no Rio


RIO - A soprano Sarah Brightman vem ao Rio para uma única apresentação no Citibank Hall, no dia 23 de outubro. A musa de sucessos da Broadway como "O fantasma da ópera" e "Réquiem" traz ao país sua nova turnê, "Sarah Brightman In Concert". Sarah, que já recebeu 160 discos de ouro e platina em 34 países e vendeu mais de 78 milhões de discos, é a única artista a ter o primeiro lugar simultaneamente nas listas "clássica" e "dance" da Billboard.
Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Citibank Hall, na internet ( www.ticketmaster.com.br ), pelo telefone 0300-7896846 e nos demais pontos de vendas do país ( www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm ). Antes de se apresentar para o público carioca, a soprano fará duas apresentações em São Paulo, no Credicard Hall, nos dias 20 e 21 de outubro.
"Sarah Brightman In Concert" vai passar por México, Venezuela, Chile e Argentina. Depois do Brasil, Sarah vai se apresentar no Peru e retornar ao México. O CD "Symphony" é o último trabalho de estúdio da artista. As músicas inéditas foram gravadas na Alemanha, nos Estados Unidos e no Reino Unido. O álbum teve participação de Andrea Bocelli ("Canto della Ttrra"), do contra tenor espanhol Fernando Lima ("Pasión"), do tenor italiano Alessandro Safina ("Sarai qui") e do vocalista e guitarrista do KISS, Paul Stanley, ("I will be with you").

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Sarah Brightman
- Citibank Hall - Av. Ayrton Senna 3000, Shopping Via Parque, Barra da Tijuca. Tel: 0300-7896846
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23 de outubro, 22h. R$ 450 (camarotes); R$ 450 (cadeiras setor VIP); R$ 400 (cadeiras setor palco); R$ 350 (cadeiras setor especial); R$ 300 (cadeiras centrais); R$ 250 (cadeiras laterais); R$ 350 (poltrona superior)