7.17.2009

A idade fatal no mundo da música

27 anos - A idade do mito

Por Kid Vinil

Editado recentemente, o livro "The 27s: The Greatest Myth of Rock And Roll", escrito por Eric Segalstada e Josh Hunter, relata todos os grandes nomes do rock e do blues que morreram aos 27 anos de idade. O livro também deixa no ar a pergunta, "por que aos 27 anos?". Coloco aqui alguns nomes dessa lista sinistra.
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BRIAN JONES - guitarrista dos Rolling Stones até 1969, o músico era tão talentoso que se dessem um tijolo na mão dele, o cara conseguia tirar um som. O mais bonitinho dos Stones morreu afogado na piscina de sua casa em julho de 1969.
ALAN WILSON - vocalista da banda de blues californiana Canned Heat, foi encontrado morto, vítima de uma overdose de heroína. O músico sofria de depressão e sua morte foi considerada como suicídio, em setembro de 1970.
JIM MORRISON - O vocalista dos Doors foi encontrado morto na banheira de seu apartamento, em Paris, por sua companheira Pamela Courson, no dia 3 de julho de 1971. Os rumores eram de uma overdose acidental.
JIMI HENDRIX - o maior guitarrista de todos os tempos morreu após ingerir nove comprimidos para dormir, asfixiado pelo vômito, durante o sono, em setembro de 1970. Curiosamente ele trabalhava numa nova letra chamada "The Story Of Life Is Quicker Than The Wink Of An Eye" (A história da vida é tão rápida quanto uma piscada de olho).
JANIS JOPLIN - A maravilhosa voz do blues morreu de uma overdose de heroína, possivelmente combinada com os efeitos do álcool, em Outubro de 1970. Dias antes de sua morte, ela gravou uma fita desejando feliz aniversário ao Beatle John Lennon. O tape chegou à casa de John no dia seguinte da morte da cantora.
KURT COBAIN - Ícone na geração grunge, o líder do Nirvana foi encontrado morto em sua casa, em Seattle, por um eletricista, em abril de 1994.
RON MCKERMAN - também conhecido como PigPen, o músico foi um dos fundadores do Grateful Dead, a mais cultuada das bandas californianas desde a década de 60. Alcoólatra assumido, Pigpen morreu de uma hemorragia gastrointestinal em 1973
PETE HAM - guitarrista e vocalista da banda Badfinger, grupo britânico do país de Gales, que apareceram no final da década de 60, apadrinhados pelos Beatles. Devido a problemas pessoais e financeiros, o músico se enforcou na garagem de sua casa em abril de 1975.
CHRIS BELL - ao lado do músico Alex Chilton, ele liderou o Big Star, uma cultuada banda norte-americana, do início dos anos setenta. Sua morte veio em consequência de uma depressão por sua homossexualidade reprimida e também pelo uso de heroína. Em 27 de dezembro de 1978, seu carro colidiu contra um poste de iluminação e Chris Bell morreu instantaneamente.
D BOON - vocalista norte-americano e guitarrista do trio punk californiano Minutemen. Sua morte trágica aconteceu em 1985, quando foi acidentalmente jogado para fora da Van em que viajava pelo deserto do Arizona (EUA).
PETE DE FREITAS - baterista do Echo & The Bunnymen, banda da cidade de Liverpool, liderada pelo vocalista Ian McCulloch que teve seu auge na década de 80 . Antes de morrer, Pete tinha entrado com um processo contra o vocalista do Echo & The Bunnymen pedindo uma restituição de 15 mil libras pelas pontas de cigarro que Ian McCulloch atirou nele durante todos os anos que ele esteve na banda. O baterista morreu em 1989 em um acidente de moto viajando de Londres para Liverpool.
ROBERT JOHNSON - o enigmático e histórico bluesman, famoso pelo fato de ter vendido sua alma ao demônio numa encruzilhada, morreu em agosto de 1958. A causa de sua morte foi envenenamento, possivelmente pela mulher com a qual ele convivia.
A lista ainda continua com outros nomes menos famosos, porém, todos com uma história dentro da música pop, mas esse é um daqueles assuntos para se "pensar em casa". Qual é a razão dessa coincidência? Todos aos 27 anos de idade. Será que igual a Robert Johnson, todos não teriam feito algum pacto com o demônio? Cruz credo! Vá de retro Satanás!

Kid Vinil é músico, jornalista e radialista. Fez parte do grupo Magazine, apresentou e produziu programas de rádio na 89FM e Brasil 2000. Apresentou o programa "Lado B", na MTV. Foi Diretor Artístico Internacional das gravadoras Eldorado e Trama.
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Colaboração Angela Chaoub

Mart'nália e Caetano Veloso - Pé do meu Samba
Música de Caetano Veloso gravada no DVD de Mart'nália

Pé Do Meu Samba
Composição: Caetano Veloso

Dez na maneira e no tom
Você é o cheiro bom
Da madeira do meu violão
Você é a festa da Penha,
A feira de São Cristovão,
É a Pedra do Sal
Você é a Intrépida Trupe
A Lona de Guadalupe
Você é o Leme e o Pontal

Nunca me deixa na mão
Você é a canção que consigo
Escrever afinal
Você é o Buraco Quente
A Casa da Mãe Joana
É a Vila Isabel,
Você é o Largo do Estácio,
Curva de Copacabana
Tudo que o Rio me deu!

Pé do meu samba
Chão do meu terreiro
Mão do meu carinho
Glória em meu Outeiro
Tudo para o coração
De um brasileiro.

Música inédita de Michael Jackson cai na rede


RIO - O site americano TMZ - o primeiro a publicar a morte de Michael Jackson - teve acesso a uma música inédita do Rei do Pop. A canção, "A place with no name" (ouça aqui) , é parecida com "A horse with no name", lançada pelo grupo America em 1971.
Anos atrás, o empresário do America deu permissão a Michael Jackson para gravar a música, apesar da similaridade.
O atual empresário do grupo, Jim Morey, que também cuidou da carreira de Michael entre o fim dos anos 80 até o início dos 90, disse ao site TMZ que "a banda ficou honrada com o fato de Michael ter escolhido uma música do grupo e espera que ela seja disponibilizada para que todos os fãs do Rei do Pop possam ouvi-la".
Não está clara a data de gravação da música.
De acordo com o "TMZ", o empresário da banda havia dado permissão para que o rei do pop gravasse a faixa "A place with no name", apesar da similaridade.

7.16.2009

VOCÊ JÁ OUVIU ESTA BRASILEIRA CANTAR?


- A Johann Strauss Orchestra é dirigida pelo maestro e violinista holandês ANDRE RIEU. É talvez hoje a melhor orquestra do mundo.
- Suas apresentações são simplesmente maravilhosas, atraem verdadeiras multidões.
- Neste vídeo, Carmen Monarcha, brasileira nascida em Belém do Pará canta
Ave Maria, de Gounod.
- Começou a estudar canto com sua mãe, a Mestra pela UFRJ, Marina Monarcha,
em 1996. Por três anos (2002-2005) foi solista da Cia.. Johann Strauss Orchestra,
fazendo turnês por mais de 15 países na Europa, América do Norte e Ásia,
gravou seis cds e seis dvds ao vivo, apresentando-se também em mais de dez
concertos com transmissão televisiva ao vivo para toda a Europa.
- Apresentou-se para audiências de até 25.000 pessoas, em lugares memoráveis
como o Walbühne em Berlim, International Fórum Hall em Tóquio, Bercy em
Paris, Forest National em Bruxelas, Fox Theater em Saint Louis e Detroit,
Skydom em Toronto/ e Bell Center em Montreal, e outros locais.
- Quase ninguém ouviu falar nela aqui no Brasil.
- Aprecie, se emocione e divulgue 'Carmen Monarcha'.

Herbert Vianna na tela do cinema


Da glória à glória, mas com um imenso percalço no caminho. A trajetória de Herbert Vianna é revista em "Herbert de perto", de Roberto Berliner e Pedro Bronz, último documentário exibido pela competição do Festival Paulínia de Cinema. O filme, que já havia sido apresentado pelo É Tudo Verdade, utiliza-se de amplo material de arquivo, principalmente das gravações que Berliner vem fazendo ao longo dos anos com os Paralamas do Sucesso, banda de Herbert.

- É um filme rock'n'roll, mas também é um filme família - disse Bronz.

- Este filme começou em 1982, quando eu filmei o Paralamas no Circo Voador. Dali, acabei ficando amigo do Herbert - contou Berliner.

O documentário narra a origem do gosto musical do cantor, ainda pequeno, e vai percorrendo os primeiros anos dos Paralamas do Sucesso, quando eles ainda tinham o baterista Vital em sua formação e ensaiavam na casa da avó do baixista Bi Ribeiro, Dona Ondina. Aos poucos, já com João Barone na bateria, a banda foi se firmando como um dos maiores grupos de rock do país. "Quando a gente conseguiu tocar no Circo Voador, abrindo para o Lulu Santos, a gente achou que tinha chegado no topo da cadeia alimentar", diz Barone, no documentário. Com tudo isso, "Herbert de perto" não é apenas a história de Herbert Vianna. Estão nele as histórias de Herbert, as histórias de sua banda e as histórias de toda uma geração que viveu e cresceu com o rock dos anos 1980.
Mas o filme também traz, sem apelação, os acontecimentos em torno do acidente que o cantor sofreu em 2001, quando o ultraleve que pilotava caiu no mar, próximo a Angra dos Reis, matando sua mulher, Lucy. Ao acompanhar sua recuperação de meses, o documentário apresenta depoimentos emocionados de amigos, como Dado Villa-Lobos, dos pais de Herbert e de seu irmão, Hermano Vianna. Mas em momento algum ele tenta ser apelativo com a dor, o que é um grande mérito para um bonito longa-metragem sobre um artista amado pelo Brasil.

EM OUTUBRO NOS CINEMAS
trailler


Herbert de Perto é um mergulho na vida de um dos mais talentosos músicos brasileiro. Uma visão íntima e corajosa da vida e carreira do líder da banda Paralamas do Sucesso. Herbert confronta-se com imagens de sua vida para contar sua história de luta, persistência e superação.

Direção Roberto Berliner e Pedro Bronz
Produção: TvZERO
Distribuição: Imagem Filmes

Novos clipes dos Titãs dirigidos por Branco Mello e Malu Mader podem ser vistos na web

RIO - Empolgado com a experiência de co-dirigir o documentário "Titãs - A vida até parece uma festa", o músico Branco Mello agora comanda a gravação de clipes caseiros que os Titãs estão disponibilizando na internet. Junto com ele, trabalha nestas produções a atriz e diretora Malu Mader, que já se aventurou no clipe da música "Quanto tempo".
- Antes de dirigir o filme, eu já havia feito vários videoclipes como 'Cabeça dinossauro', 'Go back', 'Massacre' e 'Vou duvidar' - lembra Branco Mello. - Lancei a TVTITÃS em 2002, no nosso site oficial , e estou muito feliz em continuar filmando e criando clipes, agora voltados para a internet.
Malu aproveitou o aniversário do marido, o guitarrista Toni Bellotto, para filmar algumas das cenas de "Quanto ao tempo". Um ensaio da banda também foi registrado pelas lentes da atriz para o vídeo.
- Estou me divertindo muito com este clipe! Estava esperando por esse convite há muito tempo porque sou fã dos Titãs e estou adorando poder dirigir de novo. Essa música é muito especial porque tem a ver com o fato de os músicos estarem juntos há muitos anos. E ainda foi filmado no dia do aniversário do Tony com todos os nossos amigos - diz Malu.
Os outros vídeos em processo de produção são "Porque eu sei que é amor", "Amor por dinheiro" e "Quanto tempo", músicas do disco "Sacos plásticos", disco lançado em junho pela Arsenal Music.

CLIPE TRAILLER:

Os Titãs contam sua própria história. Em ritmo de aventura, com cenas inéditas da vida dentro e fora dos palcos, gravações de álbuns antológicos e de grandes sucessos desde os primórdios até hoje em dia, o filme conta com imagens captadas por eles e principalmente por Branco Mello, que em 1984 saiu gravando tudo que acontecia com o grupo naquele momento de explosão musical que foram os anos 80.

Festival Vale do Café começa nesta sexta-feira


Boa música, história, gastronomia e um cenário bucólico. Essa é a receita de sucesso do Festival Vale do Café, que chega a sua sétima edição a partir desta sexta-feira (17) e vai até o dia 26, na cidade de Vassouras e arredores. As apresentações relembram, esse ano, os 50 anos de morte de Heitor Villa-Lobos e os 20 de morte de Luiz Gonzaga, promovendo um grandioso encontro das músicas erudita e popular. As informações são da Secretaria de Comunicação do Estado.

Idealizado pela harpista Cristina Braga e com direção artística do violonista Turíbio Santos, o festival acontece em doze fazendas da época do ciclo do café e em praças públicas. Também serão oferecidas cerca de 15 oficinas e cursos gratuitos, que vão de canto a bandolim, passando por violoncelo, contrabaixo, violino, sax, clarineta, trompete e harpa.

O evento é patrocinado pelas Secretarias de Estado de Cultura e de Turismo, Esporte e Lazer. Para a secretária de Cultura, Adriana Rattes, ele vem ao encontro da própria missão da secretaria, que é fomentar e estimular a atividade cultural no estado.

- Além disso, alimenta a produção e a propagação da música clássica, ao mesmo tempo em que celebra as tradições culturais locais. O festival criou raízes e tradição graças à qualidade da programação e a excelência do trabalho de seus realizadores - comenta Adriana.

De acordo com a secretária de Turismo, Esporte e Lazer, Márcia Lins, o evento fortalece o polo turístico cultural da região, contribuindo para o desenvolvimento econômico do interior do estado do Rio.

-Este festival representa um movimento organizado para a divulgação da região que reúne beleza, história e cultura e que mostrará ao mundo a rica cultura do Vale do Café. É o nosso Vale do Loire - afirma a secretária, comparando a região fluminense à região do Rio Loire, na França, onde castelos da Renascença são visitados em meio a eventos que envolvem cultura e gastronomia.

Um dos pontos altos do festival acontece no dia 25, com o Cortejo de Tradições, aberto ao público. Nesta edição, estarão reunidas 13 manifestações culturais do Vale do Paraíba - como caxambus, jongos, caninhas verdes e calangueiros e as tradicionais folias de reis - nas cidades de Vassouras, Piraí, Volta Redonda e Barra Mansa.

Nas edições anteriores, o Festival Vale do Café contabilizou 450 mil visitantes, brasileiros e estrangeiros. O evento remunera aproximadamente 700 profissionais e beneficia mais de 1.000 alunos de música, gerando um grande crescimento econômico para a região.

Somente para os concertos nas fazendas é cobrada entrada. O restante da programação, que abrange mais de 30 apresentações, é gratuito. A região do Vale do Café compreende as cidades de Vassouras, Valença, Rio das Flores, Paty do Alferes, Miguel Pereira, Engenheiro Paulo de Frontin, Paracambi, Mendes, Barra do Piraí, Piraí, Pinheiral, Volta Redonda e Barra Mansa. Programação, valores e horários podem ser conferidos no site www.festivalvaledocafe.com

Michael Jackson em incêndio em comercial em 1984

O site da revista "US Weekly" divulgou esta quarta-feira imagens inéditas do acidente que Michael Jackson sofreu durante as gravações de um comercial para Pepsi, em 1984.
O cantor teve queimaduras de segundo e terceiro graus no couro cabeludo e no rosto na frente de uma plateia de 3 mil pessoas.
O acidente aconteceu porque os explosivos usados no comercial foram acionados antes do tempo, na sexta tomada de filmagem. Dizem que, depois das queimaduras, Michael passou a usar fortes anestésicos dos quais teria se viciado mais tarde. Foi também, após o acidente, que ele intensificou as plásticas no corpo.

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