6.10.2009
Como os jornais vão se salvar
Um dos argumentos de quem defende a internet como o novo messias da comunicação é de que os blogs não precisam ser, necessariamente, jornalísticos, nem fazer jornalismo da maneira que conhecemos desde sempre. E é a mais pura verdade. Realmente, um blog não precisa ser jornalístico, pelo contrário, pode ser o que bem entender, falar sobre qualquer assunto da maneira que achar melhor, desdenhando ou aderindo aos dogmas do bom jornalismo. Esse tipo de argumento é apenas uma forma de desfigurar o debate e levar a discussão de maneira enviesada.
A grande discussão não é sobre o que é a internet, mas sim sobre o que ela pode ou não vir a ser em termos de comunicação de massa. Sendo mais claro, o que se discute é se a internet poderá ou não ser capaz de substituir a mídia impressa, principalmente os jornais diários. Ninguém está preocupado com os blogs que se dedicam às amenidades do dia a dia ou àqueles que publicam receitas de bolo. O que preocupa é saber quem ― e de que forma ― substituirá o velho jornalismo impresso (se ele se for, é claro).
Afinal de contas, a crise dos jornais não é nem uma novidade, está aí muito antes dos irmãos Lehman causarem caos na economia mundial. Da hipoteca da sede do New York Times ao fechamento de redações centenárias, o jornalismo diário impresso dos Estados Unidos, talvez o melhor do mundo e aquele que nos serve de base, parece ruir aos poucos, sem saber para onde ir.
Mas o problema é que o sistema está ruindo sem deixar herdeiros. É como se um mestre estivesse morrendo e seus seguidores não tivessem aprendido seus ensinamentos. O jornal impresso pode até estar morrendo, mas e depois? Das duas, uma: ou haverá uma revolução muito grande na forma de se produzir conteúdo noticioso, o que implica em pensar o jornalismo de forma diferente (com atores igualmente diferentes); ou simplesmente veremos os mesmos meios de comunicação, que hoje utilizam o papel, apenas migrar para a Web. Esse cenário, mais provável, simplesmente substituirá a plataforma em que os grandes jornais e empresas de comunicação exercem o seu domínio e influência. É pouco provável que o New York Times, caso encerre suas atividades impressas, não continue sendo igualmente influente na internet.
E se isso acontecer, certamente a internet não significará uma ruptura com o sistema atual, apenas uma nova maneira de os meios de comunicação se moldarem conforme as novas exigências do mercado. Ou seja, o Times continuará sendo o influente Times, o Journal seguirá sendo o paladino da opinião conservadora americana e o Financial Times uma fonte confiável sobre economia.
Isso sem falar, é claro, em outros mercados, como o japonês. Só o Asahi Shimbun, o mais influente jornal japonês e segundo em tiragem no país, vende em uma única edição diária mais do que a soma de todos os jornais brasileiros juntos. Com 12 milhões de exemplares diários (em duas edições, uma matutina e outra vespertina), o Asahi só perde, em tiragem, para o concorrente Yomiuri Shimbun, que imprime 2 milhões a mais de exemplares por dia. Com esses números, pelo menos no Japão, parece uma heresia falar em morte dos jornais. Mesmo sendo o mercado japonês uma exceção à regra. Esses números podem ser conferidos no excelente Os melhores jornais do mundo, livro em que Matías Molina mostra como os grandes jornais têm se moldado diante das transformações culturais e tecnológicas das últimas décadas.
E a credibilidade dos grandes jornais, que o livro de Molina endossa com todas as letras, talvez seja o mais valioso bem que lhes sobre quando ― e se ― a imprensa de papel morrer. É até meio ilógico pensar que uma redação qualificada, com mais de mil jornalistas, como a do New York Times, seja pulverizada por blogueiros que, ainda hoje, só sabem sugar conteúdo das grandes redes de comunicação.
O que não se pode esquecer é que sempre haverá público para o jornalismo de qualidade. E não se tem certeza de que o público leitor, cada vez mais exigente, vai aceitar receber, ainda que gratuitamente, um produto inferior àquele que está acostumado. Portanto, mesmo que as redações estejam cada vez menores e mais enxutas, terá que haver alguém que separe o joio do trigo, que vá atrás da notícia, que apure, perca tempo investigando, e traga um resumo ao leitor exatamente como há 100 ou 200 anos.
E, ao que tudo indica, pelo menos por aqui, não serão blogueiros descompromissados que vão assumir essa tarefa. Por mais que pareça tacanha e atrasada, a noção de credibilidade ainda paira fortemente na opinião pública. O chavão "deu no New York Times" não é só apenas um exemplo de nosso provincianismo, mas também uma demonstração ― merecida ou não ― de credibilidade da imprensa junto ao público. É o que encoraja o publisher do NYT, Arthur Sulzberger Junior, a dizer que o Times é único e pode ser distribuído por qualquer meio disponível, papel, televisão, telefone, digital ou a tela de um computador.
O resumo da ópera, portanto, é bem claro: por mais que a internet ganhe espaço em detrimento dos jornais impressos, o jornalismo, principalmente o bom jornalismo, não vai acabar. A notícia continuará sendo um produto valioso e que gera interesse. E se a notícia vai continuar sendo um produto rentável, haverá quem a produza e, como em qualquer ramo comercial, quem o fizer da melhor maneira se sobressairá. Quem era relevante no papel vai continuar sendo relevante na Web ou em qualquer outra plataforma.
Então, é pouco lógico imaginar que as empresas de comunicação vão acabar e que em seus lugares veremos blogueiros independentes com alto poder de empreendedorismo. Até porque há outro detalhe importante: notícia de qualidade custa dinheiro e não é feita com a bunda na cadeira. A internet pode fazer com que falte papel para embrulhar peixe na feira, mas dificilmente fará com que as pessoas deixem de ser fiéis aos meios de comunicação que conhecem e que, por hábito ou ideologia, acompanham desde sempre. E isso provavelmente vai salvar a grande mídia.
Luiz Rebinski Junior
Curitiba,

SPYRO GYRA NO POSTO OITO
O veterano grupo de jazz contemporâneo apresenta seu novo álbum Good To Go-Go, sucessor de Wrapped In a Dream, que em 2006, foi indicado ao Grammy na categoria de melhor álbum de música pop instrumental. A formação tem uma novidade: o baterista e percussionista Bonny B, que sobe ao palco ao lado do saxofonista Jay Beckenstein e os tecladistas Jeremy Wall e Tom Schuman. 18 anos. Posto 8 (200 lugares). Avenida Rainha Elizabeth, 769, Ipanema, 2523-1703. Sexta (12), 20h. IC Bilheteria: 16h/22h (seg. a sex. e dom.). CHIMARRUTS NO CIRCO VOADOR
Mais conhecida na cena rock do Sul do país, a banda gaúcha tem passagens por duas edições do festival Planeta Atlântida, um dos maiores do Brasil. Pela primeira vez no palco do Circo Voador, o grupo apresenta seu reggae melódico que inclui hits como Saber Voar e Iemanjá, que tiveram clipes exibidos no Multishow, e Verso simples. 18 anos. Circo Voador (2 000 lugares). Arcos da Lapa, s/nº, Lapa, 2533-0354. Sexta (12), 22h. R$ 40,00. Bilheteria: 12h/18h (seg. a qui.); a partir de 20h (sex. e sáb.). IC. www.circovoador.com.br. ELBA RAMALHO NO TEATRO TOM JOBIM
A paraibana comemora trinta anos de carreira com o disco Balaio de Amor, que reúne xotes e baiões inéditos de uma nova geração de compositores. É um retorno ao início da carreira, quando Elba ajudou a lançar nomes como Lenine, Geraldo Azevedo e Belchior. Riso Cristalino e Ilusão Nada Demais, de Dominguinhos, e É Só Você Querer, de Nando Cordel, representam a geração de antigos parceiros e estão no repertório do show. Livre. Teatro Tom Jobim (500 lugares). Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico, 2274-7012. Quinta (11), 21h. Bilheteria: 14h/18h. R$ 50,00. Estac. grátis a partir de 17h. FREJAT NO VIVO RIO
A vertente romântica assumida nos últimos discos da carreira pelo ex-líder do Barão Vermelho embala os casais no Dia dos Namorados. No palco, Frejat mostra composições com novos parceiros que estão no disco Intimidade entre Estranhos. Elas incluem Tua Laçada, com Zeca Baleiro, Nada Além, com Paulo Ricardo, e Eu Só Queria Entender, com Gustavo Black Alien. 16 anos. Vivo Rio (2 000 lugares). Rua Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo, 2272-2900. Sexta (12), 22h. R$ 40,00 a R$ 100,00. Cc.: M e V. Cd.: R e V. Estac. c/manobr. (R$ 12,00). IR www.vivorio.com.brLEILA PINHEIRO NO CENTRO CULTURAL LIGHT
A paraense, que teve aulas de iniciação musical com a tia Arlette, é a convidada do projeto MPB 12h30 em Ponto. A apresentação é precedida de um talk-show com a artista comandado pelo pesquisador Ricardo Cravo-Albin. No palco, Leila mostrará músicas de seu último disco Pra Iluminar e sucessos da carreira como Verde e Paulista. Livre. Centro Cultural Light (194 lugares). Avenida Marechal Floriano, 168, Centro, 2211-4515, Metrô Presidente Vargas. Quarta (10), 12h30. Grátis. Distribuição de senhas uma hora antes.LENY ANDRADE NO TEATRO RIVAL PETROBRAS
A cantora está de volta ao palco da Cinelândia com o show Bossa Jazz para uma curta temporada. Leny canta Tema Feliz, Balanço Zona Sul e Maria Cheia de Raça e, em algumas canções do repertório, terá a companhia do músico Gilson Piranzetta que faz participação especial. 16 anos. Teatro Rival Petrobras (450 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, 2240-4469, Metrô Cinelândia. Quinta (11) a sábado (13), 19h30. R$ 50,00 e R$ 40,00. Bilheteria: 13h30/19h30 (seg. a sex.); a partir das 15h (sáb.). TT. www.rivalbr.com.br. MARCOS ARIEL & JEAN-PIERRE ZANELLA NA LAPA
A apresentação do duo formado por um instrumentista brasileiro e um saxofonista canadense contemplará os clássicos do jazz e da bossa nova, intercalando as articulações do bebop com o virtuosismo do choro. Marcos (foto) e Jean-Pierre também apresentam composições originais, gravadas no disco Diplomatie, lançado no Brasil pela Rob Digital. 18 anos. TribOz (80 lugares). Rua Conde de Lages, 19, Lapa, 2210-0366. Sexta (12), 21h. R$ 20,00. Estac. (R$ 5,00 na Rua Conde de Lages, 44). www.triboz-rio.com
6.09.2009
Simonal, a reabilitação

Urariano Mota
Com o filme Simonal - Ninguém sabe o duro que dei, começou a reabilitação de Wilson Simonal. Não se conclui outra coisa, quando se lêem os artigos publicados em todo o Brasil. Em todos os jornais, os críticos mais parecem uma orquestra afinada para uma só composição, para um só samba de uma nota só. Em toda a mídia se repetem as saudações ao documentário, à sua imparcialidade etc. etc.
Na Folha de S.Paulo, no texto com o título épico "Simonal refaz saga do cantor", entre outras coisas se escreve:
"Aconteceu no final de 1971. Por suspeitar que estivesse sendo roubado, o cantor teria mandado bater no contador de sua empresa. Só que o homem vai parar no Dops (Departamento de Ordem Política e Social, hoje extinto), onde é torturado. Não demora até que os jornais liguem as pontas - não necessariamente cobertos de verdade - e publiquem a manchete: 'O cantor Wilson Simonal é informante dos órgãos de segurança do Estado´...
Mais que biografar a ascensão e queda meteóricas de um ídolo - e isso é feito de maneira empolgante -, o documentário reescreve a saga de Simonal para que, conhecendo finalmente sua história, o Brasil possa absolvê-lo de coisas que talvez ele nem sequer tenha feito."
Preconceitos raciais e sociais
Observem que:
1. O cantor "teria mandado bater no contador". Teria mandado, em lugar de mandou.
2. "...o homem vai parar no Dops (Departamento de Ordem Política e Social, hoje extinto), onde é torturado". Por acidente, ele foi parar no Dops.
3. "...o documentário reescreve a saga de Simonal para que, conhecendo finalmente sua história, o Brasil possa absolvê-lo de coisas que talvez ele nem sequer tenha feito". Absolvê-lo... Não demora, a família entrará com processo na Anistia.
Por falar em anistia, artigo no Jornal do Comercio, do Recife, é mais explícito:
"A chance de anistia de Simonal - Filme conta história de cantor que morreu com fama de dedo-duro, mas foi mesmo uma vítima da intransigência."
No UAI, de Minas, a reabilitação continua:
"Nos dias de hoje, a maioria das pessoas que conhecem o assunto acredita na tese de que Wilson Simonal foi derrubado por uma rede de boatos, somada a preconceitos raciais e sociais que levavam, em muitos grupos, a um estado de desconforto frente ao sucesso do cantor. Simonal pende nitidamente para este lado."
Condenado ao ostracismo
No Jornal do Brasil, do Rio, o mesmo samba:
"Com um design e produção impecáveis, o trio de diretores Cláudio Manuel, Micael Langer e Calvito Leal tenta também trazer à tona a perseguição que o cantor sofreu, após a suspeita de que ele estava a serviço do Dops, na época da ditadura. Recheado de entrevistas, o filme tem o mérito de ser, em grande parte, imparcial. Mas faltam depoimentos e nomes de artistas que efetivamente promoveram o boicote... Numa montagem esperta, o papel de bicho-papão ficou só com os jornalistas do Pasquim que participam do filme: Sérgio Cabral, Ziraldo e Jaguar. Este último, em destaque, é colocado pela edição nos momentos antagônicos, em contraponto a considerações positivas sobre o cantor. Seria alguma forma de revanche? O público é quem decide."
Em O Globo, entre outras louvações, transcrevem-se as palavras de Nelson Motta, "Simonal virou um tabu, um leproso, um pária..." Mas o modo mais parcial vem do Guia da Semana, de São Paulo, em editorial (!):
"No início da década de 70, Simonal percebeu que estava sendo roubado por seu contador. De pavio curto, o cantor contratou um grupo para dar uma surra no traidor. Porém, o episódio envolveu agentes do Dops, e o obscuro fato fez com que se espalhasse a notícia de que o músico era informante do regime militar. Sem provas contra ou a favor do artista, Simonal foi condenado ao ostracismo, morrendo como um desconhecido em 2000."
Só falta absolver o cabo Anselmo
Parece ter desaparecido no espaço o texto de Mário Magalhães, quando era ombudsman na Folha de S.Paulo, em 30 de março de 2008:
"A verdade: em 1974, Simonal foi condenado por surra dada em um contador. No processo, levou como testemunha sua um detetive do Departamento de Ordem Política e Social do Estado da Guanabara. Ele assegurou que o cantor era informante do Dops. Outra testemunha de defesa, um oficial do 1º Exército, jurou que o réu colaborava com a unidade. O juiz sentenciou: Simonal era 'colaborador das Forças Armadas e informante do Dops´. Em 1976, acórdão do Tribunal de Justiça do RJ reafirmou a condição de 'colaborador do Dops´. Não foram inimigos que inventaram a parceria com o regime, exposta sem reservas pelos amigos de Simonal, que se dizia ameaçado por gente ligada 'a ações subversivas´."
Pelo andar da carruagem, não demora vão fazer um documentário que absolva o cabo Anselmo. Com a repercussão em uma só nota de toda a imprensa. Como agora, no filme desta semana: Simonal, a reabilitação.
Maria Bethânia e Caetano Veloso - Leãozinho (1978 )
Caetano Veloso canta em homenagem à irmã a música "Maria Bethânia", que foi sucesso na voz de Nelson Gonçalves. Depois, os dois cantam juntos "Leãozinho". 1978
Orquestra Sinfônica de Barra Mansa faz apresentação nesta terça-feira no Sesc
Barra Mansa
A Orquestra Sinfônica de Barra Mansa realiza hoje (9) o 4º concerto da temporada 2009 na cidade. A apresentação acontece nas dependências do SESC (Serviço Social do Comércio), às 20h, com entrada franca. A Orquestra é a principal formação do projeto Música nas Escolas, apoiado pela CCR NovaDutra, concessionária que administra a Rodovia Presidente Dutra, e que tem por objetivo a promoção social pela música.
O concerto terá como solista o violoncelista Bernardo Katz, Doutor em Música pela Universidade do Arizona (EUA) e um dos professores do naipe de violoncelo da Orquestra de Barra Mansa.
Sob a regência de Vantoil de Souza Júnior e Guilherme Bernstein, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa apresentará a "Sinfonia n.5", de Ludwig van Beethoven e concerto para violoncelo e orquestra, de Antonin Dvorak. A Orquestra Sinfônica de Barra Mansa é composta, atualmente, por 105 músicos entre bolsistas e professores do Projeto Música nas Escolas.
Fonte: Diario do Vale

Vem aí o Dia dos Namorados...
Beije!... Beije muito!
1. Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.2. Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.
3. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar. No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem.
4. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.
5. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. A expressão foi criada por volta de 1920.
(Foto: "O Beijo" de Rodin - escultura em mármore exposta no Musée Rodin, Paris)
Lugar de mulher é na torcida!
O Jornal O Globo, deste domingo 07/06, mostra os resultados de uma pesquisa do Ibope para a agência Binder, onde revela que as mulheres são a maioria em duas das principais torcidas dos clubes do Rio. No Flamanego, elas são 51% e no Fluminense, 52%.
Uma destas animadas integrantes da torcida do Fluminense , Isabela Motta, de 28 anos, diz que a presença feminina é importante para ver se o olhar machista diminui.Foto reprodução: Torcida do SP Futebol Clube mostra que as mulheres também andam animadinhas por lá!"RANCHO DA AMIZADE"Comida mineira - Fogão à lenha - Música ao vivo
Inauguração na próxima quinta feira 11 de junho, com HUGO ARANTES e companhia à partir das 20h. E nos dias 12 e 13 de junho LUI DO VALE à partir das 20h.
Além da gastronomia feita no capricho, um lugar agradável para curtir grandes momentos de alegria e descontração!
Clique na imagem para conferir os detalhes. (Divulgação)Cinema em Volta Redonda:
A Mulher Invisível
Pedro é um romântico incurável, que mesmo após uma desilusão amorosa, não perde a esperança de encontrar a mulher perfeita. E ele encontra: Amanda, sua vizinha linda, amiga e dedicada. O único problema é que Amanda não parece existir fora da sua imaginação.Comédia Nacional - Selton Mello e Luana Piovani.
Clique no cartaz para ampliar...Cinema em Barra Mansa:
O Exterminador do Futuro
(A Salvação)
No pós-apocalíptico ano de 2018, John Connor é o homem destinado a liderar a resistência humana contra a Skynet e seu exército de Exterminadores. Mas o futuro no qual Connor foi criado para acreditar foi parcialmente alterado pela chegada de Marcus Wright, um estranho cuja última memória é a de estar no corredor da morte. Connor precisa determinar se Marcus foi enviado do futuro ou resgatado do passado. Conforme a Skynet prepara seu massacre final, Connor e Marcus embarcam numa odisseia que os levará até o coração das operações da Skynet, onde eles descobrirão o terrível segredo por trás da possível aniquilação da raça humana.
Clique para ampliar...
Fotógrafo João Roberto Ripper expõe 'Imagens humanas' na Caixa Cultural
RIO - Amor, dor, resistência e liberdade. São nestes quatro núcleos temáticos que o fotógrafo carioca João Roberto Ripper expõe a partir desta terça-feira (09.06) na Caixa Cultural o resultado de seus 35 anos de carreira. Em "Imagens humanas", sua primeira mostra individual, Ripper exibe o trabalho realizado em suas passagens por diversos cantos do país, desde quando deixou o trabalho em jornais de grande circulação na década de 1980 para atuar em agências, e aliou sua arte à militância social. Com curadoria de Dante Gastaldoni, a exposição retrata a seca, o cotidiano de povos indígenas, o trabalho infantil, a disputa pela terra, o amor pelo futebol, além de outros temas.
- A exposição mostra as imagens de um fotógrafo humanista. O foco são as pessoas, sob a ótica dos direitos humanos. Os temas documentados são de longa imersão, resultados de idas e vindas de Ripper a diversos pontos do país. A mostra é um retrato de como o fotógrafo interage com o Brasil, e tem as pessoas como o foco - diz Gastaldoni, que coordena junto com Ripper a agência-escola Imagens do Povo, criada em 2004, que prepara fotógrafos na Favela da Maré.
Além das 60 ampliações dos trabalhos de Ripper, a exposição exibe um grande painel de retratos, com rostos de brasileiros de diversas regiões, selecionadas de um arquivo de mais de 150 mil fotos.
- O quinto elemento da mostra é um painel com um mosaico de 330 retratos de pessoas. De longe, ele representa uma massa indistinta que representa o povo brasileiro. À medida que chegamos mais perto observamos indivíduos, que nos encaram de frente - explica o curador.
"Imagens humanas" faz parte da programação do FotoRio 2009, que promove exposições, oficinas, mesas-redondas, e outros eventos em diversos pontos da cidade. Em dezembro deste ano, será lançado um livro com o mesmo nome da mostra, como parte das comemorações dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
'Imagens humanas' - Caixa Cultural - Grande Galeria. AV. República do Chile 230, (anexo), Centro. Tel: 22625483. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 14h às 18h. Entrada franca
Curta o curta de graça e com pipoca

Começa nesta terça -feira o "Curta na Praça", que exibe curtas-metragens nacionais de animação, ficção e documentários em comunidades carentes e escolas municipais no entorno da Linha Amarela. O evento vai até o dia 11 de julho. Nos fins de semana, cada uma das cinco comunidades que participam do projeto terá duas sessões de cinema: às 18h e às 20h. Durante a semana, quatro escolas municipais de ensino fundamental recebem a programação. Após assistir os filmes, os alunos fazem trabalhos de desenho e pintura sobre os temas exibidos. Os espectadores ainda recebem, também de graça, um combo de pipoca e refrigerante.
Comunidades do Complexo da Maré, Água Santa, Del Castilho e Bonsucesso vão assistir a animadas sessões de curtas-metragens das regiões Sudeste, Sul e Nordeste. O telão e as cadeiras são montados sob uma lona com capacidade para 500 pessoas, onde o público assiste a curtas-metragens que normalmente só seriam vistos em festivais específicos do gênero. Logo na entrada, todos recebem um combo de pipoca refrigerante. Depois da sessão, votam no filme que mais gostaram.
O encerramento do Curta na Praça será no dia 17 de julho, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, na Praça Onze, quando serão exibidos os curtas mais votados pelos espectadores das comunidades.
A programação (sessões às 18h e às 20h):
- 14 de junho (sábado): Praça Violeta (Água Santa);
- 20 de junho (sábado): Águia de Ouro (Del Castilho);
- 21 de junho (domingo): Águia de Ouro (Del Castilho);
- 27 de junho (sábado): Vila do João (Maré);
- 4 de julho (sábado): Bento Ribeiro Dantas (Maré)
- 11 de julho (sábado): Agrícola de Higienópolis (Bonsucesso).
Fonte: O Globo
6.08.2009

Amigos (as),
hoje não escreverei sobre a grande "paixão" deste escriba que é o glorioso Botafogo Futebol e Regatas, mais mostrarei o quanto insignificante nós moradores do planeta Terra somos.
COMPARE O TAMANHO DOS PLANETAS NESTA ESCALA DO UNIVERSO
Algumas pessoas não tem a real idéia do tamanho dos planetas.
Para que possamos comparar melhor o tamanho dos diversos astros, vamos observar algumas imagens.
A primeira delas nos mostra que a Terra e Vênus tem tamanho muito parecidos. O raio equatorial da Terra é de 6378 km, enquanto o de Vênus, 6051 km. Uma diferença não muito grande.
Marte, por sua vez, é bem menor. Seu raio é de 3397 km, ou seja, um pouco maior que a metade do nosso planeta. Marte é 1.3 vezes maior que Mercúrio, com 2439 quilômetros de raio, que por sua vez é o dobro de Plutão, com 1160 km. Não é a tôa que Plutão foi rebaixado, não acha? A maioria dos telescópios de médio porte, usado por amadores, não consegue vê-lo. Plutão é menor que nossa Lua, que tem 1738 quilômetros de raio!
Gostou dessa comparação? Então vamos à próxima.
Ela nos mostra os gigantes gasosos, como são conhecidos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Júpiter, o maior planeta do sistema solar, tem 71492 quilômetros de raio, 11 vezes maior que o raio do nosso planeta. Se fosse ôco, caberia mais de 2 mil Terras dentro dele! Saturno, o segundo maior planeta, não fica atrás. Seu raio é de 60268 quilômetros.
Bem menores, Urano e Netuno têm 51108 e 49538 quilômetros de raio, mesmo assim, aproximadamente 8 vezes maiores que Terra. A figura mostra bem o quanto somos pequeninos perto desses gigantes de gás!
Na seqüência vemos o Sol. Seu raio, de 695 mil quilômetros é 100 vezes maior que o raio terrestre. Mesmo o gigantesco Júpiter não passa de uma bolinha de gude quando comparado ao astro-rei. Veja que a Terra, nossa bela Terra, não atinge sequer o tamanho de uma pulga!
Mas as comparações não param. Nem mesmo o Sol é tão grande quanto parece. A ilustração abaixo mostra que até ele se torna uma pequena estrela quando comparado à outros sóis, muitos anos-luz distantes. Nosso Sol não passa de uma lanterna quando comparado à Sirius, distante 25 anos-luz do nosso planeta e a estrela mais brilhante no céu noturno.
Mas até mesmo Sirius, se comparada à grande Arcturus, perde sua majestade. Essa estrela gigante, 17 vezes maior que o Sol, põe suas concorrentes no chão e faz nosso Sol parecer uma pequena lamparina!
Mas não se iluda. No universo a briga é boa e quando você acha que já viu tudo, pode se enganar. Veja a imagem abaixo.

Agora quem parece uma pulga é a gigantesca Arcturus. Perto de Antares, uma supergigante vermelha distante 600 anos-luz da Terra, tudo parece pequeno.
Antares é 700 vezes maior que nosso sol e brilha 10 mil vezes mais forte.
Localiza-se no centro da constelação do Escorpião, e devido à sua coloração avermelhada, alguns astrônomos a chamam de Coração do Escorpião.
Como deu pra notar, em um universo gigantesco, nossa Terra não é tão importante quanto imaginamos!







