6.09.2009



Vem aí o Dia dos Namorados...

Beije!... Beije muito!

Beijos e mais beijos!... Você sabia?

1. Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.

2. Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.

3. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar. No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem.

4. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.

5. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. A expressão foi criada por volta de 1920.

(Foto: "O Beijo" de Rodin - escultura em mármore exposta no Musée Rodin, Paris)


Lugar de mulher é na torcida!

O Jornal O Globo, deste domingo 07/06, mostra os resultados de uma pesquisa do Ibope para a agência Binder, onde revela que as mulheres são a maioria em duas das principais torcidas dos clubes do Rio. No Flamanego, elas são 51% e no Fluminense, 52%.

Uma destas animadas integrantes da torcida do Fluminense , Isabela Motta, de 28 anos, diz que a presença feminina é importante para ver se o olhar machista diminui.

Foto reprodução: Torcida do SP Futebol Clube mostra que as mulheres também andam animadinhas por lá!


"RANCHO DA AMIZADE"

Comida mineira - Fogão à lenha - Música ao vivo

Inauguração na próxima quinta feira 11 de junho, com HUGO ARANTES e companhia à partir das 20h. E nos dias 12 e 13 de junho LUI DO VALE à partir das 20h.

Além da gastronomia feita no capricho, um lugar agradável para curtir grandes momentos de alegria e descontração!

Clique na imagem para conferir os detalhes.
(Divulgação)



Cinema em Volta Redonda:
A Mulher Invisível


Pedro é um romântico incurável, que mesmo após uma desilusão amorosa, não perde a esperança de encontrar a mulher perfeita. E ele encontra: Amanda, sua vizinha linda, amiga e dedicada. O único problema é que Amanda não parece existir fora da sua imaginação.

Comédia Nacional - Selton Mello e Luana Piovani.

Clique no cartaz para ampliar...

Cinema em Barra Mansa:
O Exterminador do Futuro

(A Salvação)


No pós-apocalíptico ano de 2018, John Connor é o homem destinado a liderar a resistência humana contra a Skynet e seu exército de Exterminadores. Mas o futuro no qual Connor foi criado para acreditar foi parcialmente alterado pela chegada de Marcus Wright, um estranho cuja última memória é a de estar no corredor da morte. Connor precisa determinar se Marcus foi enviado do futuro ou resgatado do passado. Conforme a Skynet prepara seu massacre final, Connor e Marcus embarcam numa odisseia que os levará até o coração das operações da Skynet, onde eles descobrirão o terrível segredo por trás da possível aniquilação da raça humana.

Clique para ampliar...

Fotógrafo João Roberto Ripper expõe 'Imagens humanas' na Caixa Cultural


RIO - Amor, dor, resistência e liberdade. São nestes quatro núcleos temáticos que o fotógrafo carioca João Roberto Ripper expõe a partir desta terça-feira (09.06) na Caixa Cultural o resultado de seus 35 anos de carreira. Em "Imagens humanas", sua primeira mostra individual, Ripper exibe o trabalho realizado em suas passagens por diversos cantos do país, desde quando deixou o trabalho em jornais de grande circulação na década de 1980 para atuar em agências, e aliou sua arte à militância social. Com curadoria de Dante Gastaldoni, a exposição retrata a seca, o cotidiano de povos indígenas, o trabalho infantil, a disputa pela terra, o amor pelo futebol, além de outros temas.
- A exposição mostra as imagens de um fotógrafo humanista. O foco são as pessoas, sob a ótica dos direitos humanos. Os temas documentados são de longa imersão, resultados de idas e vindas de Ripper a diversos pontos do país. A mostra é um retrato de como o fotógrafo interage com o Brasil, e tem as pessoas como o foco - diz Gastaldoni, que coordena junto com Ripper a agência-escola Imagens do Povo, criada em 2004, que prepara fotógrafos na Favela da Maré.

Além das 60 ampliações dos trabalhos de Ripper, a exposição exibe um grande painel de retratos, com rostos de brasileiros de diversas regiões, selecionadas de um arquivo de mais de 150 mil fotos.
- O quinto elemento da mostra é um painel com um mosaico de 330 retratos de pessoas. De longe, ele representa uma massa indistinta que representa o povo brasileiro. À medida que chegamos mais perto observamos indivíduos, que nos encaram de frente - explica o curador.
"Imagens humanas" faz parte da programação do FotoRio 2009, que promove exposições, oficinas, mesas-redondas, e outros eventos em diversos pontos da cidade. Em dezembro deste ano, será lançado um livro com o mesmo nome da mostra, como parte das comemorações dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

'Imagens humanas' - Caixa Cultural - Grande Galeria. AV. República do Chile 230, (anexo), Centro. Tel: 22625483. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 14h às 18h. Entrada franca

Curta o curta de graça e com pipoca


Começa nesta terça -feira o "Curta na Praça", que exibe curtas-metragens nacionais de animação, ficção e documentários em comunidades carentes e escolas municipais no entorno da Linha Amarela. O evento vai até o dia 11 de julho. Nos fins de semana, cada uma das cinco comunidades que participam do projeto terá duas sessões de cinema: às 18h e às 20h. Durante a semana, quatro escolas municipais de ensino fundamental recebem a programação. Após assistir os filmes, os alunos fazem trabalhos de desenho e pintura sobre os temas exibidos. Os espectadores ainda recebem, também de graça, um combo de pipoca e refrigerante.

Comunidades do Complexo da Maré, Água Santa, Del Castilho e Bonsucesso vão assistir a animadas sessões de curtas-metragens das regiões Sudeste, Sul e Nordeste. O telão e as cadeiras são montados sob uma lona com capacidade para 500 pessoas, onde o público assiste a curtas-metragens que normalmente só seriam vistos em festivais específicos do gênero. Logo na entrada, todos recebem um combo de pipoca refrigerante. Depois da sessão, votam no filme que mais gostaram.

O encerramento do Curta na Praça será no dia 17 de julho, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, na Praça Onze, quando serão exibidos os curtas mais votados pelos espectadores das comunidades.

A programação (sessões às 18h e às 20h):

- 14 de junho (sábado): Praça Violeta (Água Santa);

- 20 de junho (sábado): Águia de Ouro (Del Castilho);

- 21 de junho (domingo): Águia de Ouro (Del Castilho);

- 27 de junho (sábado): Vila do João (Maré);

- 4 de julho (sábado): Bento Ribeiro Dantas (Maré)

- 11 de julho (sábado): Agrícola de Higienópolis (Bonsucesso).

Fonte: O Globo

6.08.2009


Amigos (as),
hoje não escreverei sobre a grande "paixão" deste escriba que é o glorioso Botafogo Futebol e Regatas, mais mostrarei o quanto insignificante nós moradores do planeta Terra somos.


COMPARE O TAMANHO DOS PLANETAS NESTA ESCALA DO UNIVERSO

Algumas pessoas não tem a real idéia do tamanho dos planetas.

Para que possamos comparar melhor o tamanho dos diversos astros, vamos observar algumas imagens.
A primeira delas nos mostra que a Terra e Vênus tem tamanho muito parecidos. O raio equatorial da Terra é de 6378 km, enquanto o de Vênus, 6051 km. Uma diferença não muito grande.


Marte, por sua vez, é bem menor. Seu raio é de 3397 km, ou seja, um pouco maior que a metade do nosso planeta. Marte é 1.3 vezes maior que Mercúrio, com 2439 quilômetros de raio, que por sua vez é o dobro de Plutão, com 1160 km. Não é a tôa que Plutão foi rebaixado, não acha? A maioria dos telescópios de médio porte, usado por amadores, não consegue vê-lo. Plutão é menor que nossa Lua, que tem 1738 quilômetros de raio!

Gostou dessa comparação? Então vamos à próxima.
Ela nos mostra os gigantes gasosos, como são conhecidos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Júpiter, o maior planeta do sistema solar, tem 71492 quilômetros de raio, 11 vezes maior que o raio do nosso planeta. Se fosse ôco, caberia mais de 2 mil Terras dentro dele! Saturno, o segundo maior planeta, não fica atrás. Seu raio é de 60268 quilômetros.

Bem menores, Urano e Netuno têm 51108 e 49538 quilômetros de raio, mesmo assim, aproximadamente 8 vezes maiores que Terra. A figura mostra bem o quanto somos pequeninos perto desses gigantes de gás!

Na seqüência vemos o Sol. Seu raio, de 695 mil quilômetros é 100 vezes maior que o raio terrestre. Mesmo o gigantesco Júpiter não passa de uma bolinha de gude quando comparado ao astro-rei. Veja que a Terra, nossa bela Terra, não atinge sequer o tamanho de uma pulga!

Mas as comparações não param. Nem mesmo o Sol é tão grande quanto parece. A ilustração abaixo mostra que até ele se torna uma pequena estrela quando comparado à outros sóis, muitos anos-luz distantes. Nosso Sol não passa de uma lanterna quando comparado à Sirius, distante 25 anos-luz do nosso planeta e a estrela mais brilhante no céu noturno.

Mas até mesmo Sirius, se comparada à grande Arcturus, perde sua majestade. Essa estrela gigante, 17 vezes maior que o Sol, põe suas concorrentes no chão e faz nosso Sol parecer uma pequena lamparina!
Mas não se iluda. No universo a briga é boa e quando você acha que já viu tudo, pode se enganar. Veja a imagem abaixo.

Agora quem parece uma pulga é a gigantesca Arcturus. Perto de Antares, uma supergigante vermelha distante 600 anos-luz da Terra, tudo parece pequeno.

Antares é 700 vezes maior que nosso sol e brilha 10 mil vezes mais forte.

Localiza-se no centro da constelação do Escorpião, e devido à sua coloração avermelhada, alguns astrônomos a chamam de Coração do Escorpião.

Como deu pra notar, em um universo gigantesco, nossa Terra não é tão importante quanto imaginamos!

'Pasquim' celebra 40 anos de sua primeira edição com livro que relembra capas históricas


Ricardo Calazans

RIO - O 'Pasquim' viu a luz do dia num período de trevas. A primeira edição do jornal carioca foi para as bancas no dia 26 de junho de 1969, em pleno "regime de exceção" (leia-se prisões, torturas e "desaparecimentos" de opositores) da ditadura militar brasileira. Em sua estreia, 'O Pasquim' estampou uma foto preto-e-branca e sem foco do colunista social de O GLOBO Ibrahim Sued e a primeira de uma série única de provocações políticas e comportamentais: "Aos amigos, tudo; aos inimigos, justiça". Este mês, chega às livrarias, em papel bem mais chique que os das edições originais, "O Pasquim - 40 anos!" (Desiderata, 40 páginas, R$ 39,90), compilação de 80 capas emblemáticas do carioquíssimo "jornaleco", bem-vinda "má influência" na imprensa brasileira a partir dos anos 70.
Veja capas históricas do 'Pasquim' e desenhos de Jaguar, Ziraldo, Millôr...
- O nosso negócio era ser do contra - relembra Jaguar, um dos abusados editores do 'Pasquim', num dos textos de apresentação do livro. - Contra a ditadura, contra as capas (não confundir com contracapa) e a linguagem solene dos jornalões no final dos anos 1960.
"O Pasquim" era dado a manchetes sensacionalistas, como a da edição 105. Em letras garrafais, o jornal garantia: "Todo paulista é bicha". Na edição 151, o título da capa, "Homem é uma delícia", foi encaixado dentro da bocarra de Elke Maravilha. A atriz Leila Diniz e a transsexual Rogéria também garantiram boas vendas com a instigante série de "entrevistas coletivas". "O Pasquim" também lucrava com as ilustrações "sujas", os palavrões escritos sem cerimônia e a coragem para cutucar temas como a morte de Salvador Allende no Chile, o escândalo de Watergate em Washington e as (abuso supremo) truculências dos militares brasileiros, sempre por um ponto de vista inusitado. Nada escapava a seus desenhos e textos mordazes.

Rapidamente, a originalidade e humor do jornalismo feito pelo "Pasquim" tornou-o sucesso de público e alvo preferencial da censura - que Jaguar e outro de seus editores, Ivan Lessa, tratavam de driblar na base da conversa. O militar Juarez Paz Pinto, pai da "garota de Ipanema" Helô Pinheiro, geralmente aceitava os argumentos dos jornalistas, mas depois de sua destituição, em 1973,eles tiveram que quebrar ainda mais a cabeça para aprovar textos de gente como Sérgio Augusto e Paulo Francis ou de "convidados" como Chico Buarque e Rubem Fonseca. O time à frente do jornal ainda incluía Ziraldo, Millôr Fernandes e Henfil, integrantes da equipe de editores nos primeiros e influentes anos do "Pasquim". A fase que o jornal atravessou neste período intransigente da ditadura está compilado na terceira série da "Antologia O Pasquim" (Desiderata, 376 páginas, R$ 79,90), que também chega às livrarias em junho.
- Na verdade influenciávamos o Brasil inteiro, porque não vivíamos no Brasil, vivíamos no Rio de Janeiro, ou melhor, em Ipanema - escreve Millôr no livro, antes de listar as várias trocas de endereço do "Pasquim". - Na verdade estávamos fugindo mais do fisco, da burocracia, do que do aparelho repressor armado - explica Millôr, que criou uma capa especialmente para a compilação.

Sérgio Augusto, em mais um texto escrito para o livro, analisa as razões de "O Pasquim" ter se tornado este fenômeno - ele conta 1.072 edições em seus "22 anos de (r)existência".
- E nesses quarenta anos não surgiu outro "Pasquim". Por quê? Porque o Brasil e o mundo mudaram; aliás, até o universo mudou (Plutão ainda era um planeta em 1969, lembra?); a ditadura militar caiu; a censura acabou; a grande imprensa absorveu parte dos encantos, da linguagem solta (inclusive os palavrões) e dos profissionais (por assim dizer) do "Pasquim".

PÁTRIA MADRASTA VIL'

Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro -


Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?

Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'

A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO

FAMÍLIA CAYMMI


Na foto Dori e Danilo Caymmi

Nana, Dori e Danilo Caymmi se reúnem pela primeira vez desde a morte do pai no show para reverenciar o progenitor. No show Para Caymmi de Nana, Dori e Danilo – 90 Anos, em companhia de Cristóvão Bastos, no piano, e João Lyra, no violão, entre outros, os herdeiros de Dorival apresentam canções famosas, como Acontece que Sou Baiano, Marina e Vatapá, e outras nem tanto, como Severo Pão. Livre.
Teatro Tom Jobim (500 lugares). Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico, 2274-7012. Sexta (12), 20h30. Bilheteria: 14h/18h. R$ 50,00. Estac. grátis a partir de 17h.


OS CABRAS

Em clima de São João, o grupo comandado por Marcelo Mimoso (voz e triângulo) e Cesinha (acordeom) apresenta muito xote e baião. Bebendo na fonte de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos e Sivuca, eles procuram manter a fidelidade e as tradições do autêntico forró pé de serra. 18 anos.
Carioca da Gema (300 pessoas). Avenida Mem de Sá, 79, Lapa, 2221-0043. Terça (9), 21h. R$ 16,00.


Terça com Frank Aguiar em Quatis


O cantor Frank Aguiar será a grande atração desta terça-feira, 9, na boate Appaloosa, em Quatis. O show será no dia 9, terça-feira, a partir das 21h. Quem também sobe ao palco é a dupla Alan & Rodrigo. Nos intervalos Dj Cruel comanda a pista. O valor dos convites não foi divulgado.
Mais informações pelo telefone (24) 3353-6049.Classificação: 18 anos
Appaloosa - Avenida Roberto da Silveira, nº 343, Barrinha
Telefone:(24) 3353-6049 - Quatis/RJ


Dia dos Namorados com Molejo em Volta Redonda


Na sexta-feira, 12, (Dia dos Namorados) Molejo é a grande atração do Aero Clube, em Volta Redonda. Dito & Feito abre o Baile dos Namorados.
Os convites são vendidos a R$ 15 (antecipados).
Mais informações pelo telefone (24) 3341-1370.
Classificação: 18 anos
Aero Clube
Rua Ministro Salgado Filho, nº 420, Aero
Telefone:(24) 3337-3999
Volta Redonda/RJ


Exposição fotográfica

Até dia 30 de junho está em cartaz a exposição fotográfica sobre pássaros do Parque Nacional de Itatiaia, no Corredor Cultural Cecil Wall, da Faculdades Dom Bosco, em Resende. A mostra é comemorativa da semana do Meio Ambiente e foi organizada pela direção da Faculdade e por um “resendense” adotado, Luis Carlos Ribenboim.