Ivan Lessa
Bono, o bom, irlandês de óculos que se diz músico e compositor, deverá esta semana abrilhantar a programação da Radio 4 da BBC, tida como a mais literária de toda as emissoras da BBC. Fãs fervorosos da figura em questão terão o privilégio de ouvir o homem lendo na íntegra um poema de sua autoria intitulado: Elvis: David Americano.
As palavras enfileiradas mais abaixo foram publicadas pela primeira vez em 1995, mas a gravação a ser tocada data de 2006, quando Bono decidiu ler em voz alta seu tributo épico a Elvis Presley no decorrer de uma entrevista.
Conhecedores de música popular já se pronunciaram a respeito. No cômputo geral, a conclusão é de que as 805 palavras do - não há como evitar a palavra - poema são efetivas embora totalmente bonkers.
Ponto, parágrafo. Bonkers. Ou seja, aloprado, doido, maluco.
Sem dúvida que a resenha crítica não é das mais elucidativas. Tento, nas linhas que se seguem, passar adiante um pouco da sensibilidade e estro criativo do poeta do U2.
Mantenho as minúsculas e a falta de pontuação empregadas pelo vate Bono, à maneira inaugurada nos anos 20 do século passado pelo poeta americano ee cummings. Um exegeta mais exigente chegou a sugerir que o recurso estilístico talvez se devesse ao fato de Bono ter feito uso do telefone para passar adiante suas inspiradas linhas. Celular vistoso, com toda certeza.
Vamos ao tributo épico de Bono.
***
elvis
foi o mais famoso cantor do mundo desde
o rei davi
elvis
gostava de brincar de polícia motorizado
elvis
tinha um macaco chamado bubbles antes de qualquer outra pessoa
***
Pausa para elucidação. O macaco de Elvis chamava-se Scatter. Scatter, além de morder, bebia e tinha a mania de levantar a saia das moças e ficar espiando suas intimidades.
Continuando com Bono:
***
elvis usou uma capa na casa branca quando ele
foi presentear nixon com duas pistolas de prata
elvis
cujo corpo não parava de se mexer
elvis está vivo, nós estamos mortos
elvis
o carismático
elvis
o estático
elvis
o plástico
elvis
o elástico
com uma dança espástica que talvez explique a energia
da América
elvis
sorvete de baunilha
elvis
garotas de 14
elvis
spleen de memphis
atirando na tv
lendo aos coríntios 13
elvis
com Deus nos joelhos
elvis
em três tvs
elvis
aí vem as abelhas assassinas
a cabeça cheia de mel
batatas fritas e queijo
***
Eu faço restrições à obra. Mencionar 104 vezes o nome de Elvis, por exemplo. E se tirássemos - como um crítico apontou - o nome do falecido (falecido? Mesmo?), o poema resistiria? Aponto ainda duas discrepâncias: por que Deus com maiúsculas? Isso é concessão. Mais importante, a meu ver, é o fato de que o lírico irlandês colocou uma vírgula, uma única vírgula em todo o poema. Logo depois de "está vivo, nós estamos mortos".
O que terá Caetano Veloso achado disso tudo é a pergunta que não sai, mas não sai mesmo, de meu pensamento
5.14.2009
5.13.2009
The Original Wailers e Dezarie agitam a semana da tribo do reggae
RIO - Dois shows agitam a programação da galera que faz parte da tribo do reggae esta semana. Nesta quinta-feira, a banda The Original Wailers resgata no palco do Canecão hits de Bob Marley. No sábado, a cantora Dezarie volta ao palco da Fundição Progresso.
Liderada pelos guitarristas Al Anderson e Junior Marvin, que integraram a banda de Bob Marley, a banda jamaicana The Original Wailers passa pelo Rio na turnê que está fazendo este ano pela América Latina. No Canecão, eles prometem tocar hits como "Shot the sheriff", "Could you be love", "Get up, stand up", "Is this love" e "Redemption song".
Dezarie, a diva nascida nas Ilhas Virgens, apresenta o repertório de seu disco mais recente, "Eaze the pain" (2008). Na volta à Lapa dois anos após o show que lotou a Fundição, ela canta acompanhada pelo multiinstrumentista Ron Benjamin e pelo guitarrista Edmund, ambos integrantes da banda Midnite. A noite será aberta pelas bandas Bob Marley Cover e Monte Zion.
The original wailers -
Canecão: Av. Venceslau Brás 215, Botafogo. Tel: 2105-2000. Quin, 21h30m. R$ 90 (poltrona numerada), R$ 120 (frisa central), R$ 240 (camarotes), R$ 110 (balcão nobre), R$ 100 (mezzanino), R$ 80 (pista)
Dezarie - Fundição Progresso: Rua dos Arcos, 24, Lapa. Tel: 2220-5070. A partir de meia-noite. 1º lote: R$ 25 (meia) e R$ 50 (inteira) / 2º lote: R$ 30 (meia) R$ 60 (inteira) / 3º lote: R$ 35 (meia) R$ 70 (inteira)
Rapaz de bem
Ruy Castro
RIO DE JANEIRO - O pianista, compositor e cantor Johnny Alf fará 80 anos no dia 19 próximo. Se todos os artistas que ele influenciou se dessem as mãos, a corrente humana iria de Vila Isabel, na zona norte do Rio, onde nasceu, em 1929, a Santo André, no ABC paulista, onde mora há dois anos, numa casa de repouso, desde que se submeteu a uma cirurgia e a um longo tratamento.
Exceto por alguns shows promovidos por seus fãs -Leny Andrade, Alayde Costa, Emilio Santiago, Cibele Codonho-, não se sabe de homenagens à altura da sua importância. Neste aniversário, ele mereceria um ciclo inteiro de espetáculos reunindo músicos de sua turma (ainda há muitos na praça) e das gerações mais novas, reconstruindo sua obra em vários contextos: orquestra, pequeno conjunto, piano solo, vozes, gafieira, jam session.
Os museus da Imagem e do Som do Rio e de São Paulo promoveriam palestras e debates sobre o estado de coisas na música popular quando ele apareceu ao piano de uma boate carioca em 1952 e de como, pouco depois, tivemos a bossa nova. O próprio Johnny gravaria um extenso depoimento para esses museus. Uma TV produziria um especial a seu respeito. Uma editora lançaria seu songbook. E seus discos, sempre difíceis de encontrar, seriam relançados. Mas não há nada disso programado.
Johnny não tem aposentadoria nem plano de saúde. Vive de uma pequena poupança e dos caraminguás de seus direitos autorais -e olhe que ele é o autor dos sambas "Rapaz de Bem" e "Fim de Semana em Eldorado", do baião "Céu e Mar", dos sambas-canção "O Que é Amar" e "Eu e a Brisa" e de muitos outros standards da música brasileira. Os 80 anos de Johnny começam daqui a alguns dias e levarão um ano para se completar. Ainda há tempo para homenageá-lo. De preferência, com ele ao piano. Aqui fica a homenagem do "Botecos do Vale do Café".
RIO DE JANEIRO - O pianista, compositor e cantor Johnny Alf fará 80 anos no dia 19 próximo. Se todos os artistas que ele influenciou se dessem as mãos, a corrente humana iria de Vila Isabel, na zona norte do Rio, onde nasceu, em 1929, a Santo André, no ABC paulista, onde mora há dois anos, numa casa de repouso, desde que se submeteu a uma cirurgia e a um longo tratamento.
Exceto por alguns shows promovidos por seus fãs -Leny Andrade, Alayde Costa, Emilio Santiago, Cibele Codonho-, não se sabe de homenagens à altura da sua importância. Neste aniversário, ele mereceria um ciclo inteiro de espetáculos reunindo músicos de sua turma (ainda há muitos na praça) e das gerações mais novas, reconstruindo sua obra em vários contextos: orquestra, pequeno conjunto, piano solo, vozes, gafieira, jam session.
Os museus da Imagem e do Som do Rio e de São Paulo promoveriam palestras e debates sobre o estado de coisas na música popular quando ele apareceu ao piano de uma boate carioca em 1952 e de como, pouco depois, tivemos a bossa nova. O próprio Johnny gravaria um extenso depoimento para esses museus. Uma TV produziria um especial a seu respeito. Uma editora lançaria seu songbook. E seus discos, sempre difíceis de encontrar, seriam relançados. Mas não há nada disso programado.
Johnny não tem aposentadoria nem plano de saúde. Vive de uma pequena poupança e dos caraminguás de seus direitos autorais -e olhe que ele é o autor dos sambas "Rapaz de Bem" e "Fim de Semana em Eldorado", do baião "Céu e Mar", dos sambas-canção "O Que é Amar" e "Eu e a Brisa" e de muitos outros standards da música brasileira. Os 80 anos de Johnny começam daqui a alguns dias e levarão um ano para se completar. Ainda há tempo para homenageá-lo. De preferência, com ele ao piano. Aqui fica a homenagem do "Botecos do Vale do Café".
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Homenagem do 'Botecos do Vale do Café' no Centenário de Ataulfo Alves
(Composição: Ataulfo Alves)
Eu daria tudo que eu tivesse
Pra voltar aos dias de criança
Eu não sei pra que que a gente cresce
Se não sai da gente essa lembrança
Aos domingos, missa na matriz
Da cidadezinha onde eu nasci
Ai, meu Deus, eu era tão feliz
No meu pequenino Miraí
Que saudade da professorinha
Que me ensinou o beabá
Onde andará Mariazinha
Meu primeiro amor, onde andará?
Eu igual a toda meninada
Quanta travessura que eu fazia
Jogo de botões sobre a calçada
Eu era feliz e não sabia
ATAULPHO ALVES JUNIOR MEUS TEMPOS DE CRIANÇA COMPOSIÇÃO ATAULFO ALVES
Uma das poucas imagens do compositor na televisão brasileira.
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5.12.2009
Biscoito Fino entra no terreno popular com Elba
O recente lançamento pela Biscoito Fino do CD comemorativo dos 30 anos de carreira de Elba Ramalho, Balaio de Amor, impõe curioso desafio à mais importante gravadora indie do mercado fonográfico brasileiro: fazer o disco de Elba (em foto de Renato Filho) chegar ao seu principal público-alvo. Parece fácil, mas pode vir a ser difícil se não houver alteração na rota de distribuição. Até então, a Biscoito Fino sempre lançou CDs e DVDs dirigidos às chamadas elites. Até mesmo os recentes álbuns de Maria Bethânia e Chico Buarque - as duas maiores estrelas da companhia - foram trabalhos que não miravam o chamado povão. Não é o caso de Balaio de Amor, álbum em que Elba faz pulsar novamente sua veia popular com a gravação de canções e xotes românticos de pegada mais simples (nem por isso menos interessante). No seu nicho de mercado, centrado nas classes A e B, a Biscoito Fino sempre encontrou um público disposto a pagar mais por um produto de qualidade mais apurada. Inclusive na parte gráfica. Gente habituada a comprar discos pela internet. Mas o CD de Elba precisa chegar em outras classes e meios para encontrar o seu público. Se a gravadora vencer esse desafio, todos têm a ganhar...
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EVENTO LEMBRA 100 ANOS DE COMPOSITOR DE “AMÉLIA”
“Leva Meu Samba” é o título do show em homenagem ao compositor Ataulfo Alves, que completaria 100 anos este mês . O evento, com a participação do grupo de choro Nós Nas Cordas e convidados, tem entrada franca e acontece na próxima quarta-feira, dia 13, às 19 horas, no Plenário Jorge Miguel Jayme.
Mineiro de Mirai, Ataulfo Alves mudou-se para o Rio de Janeiro aos 17 anos, iniciando sua história no samba. No currículo do compositor, estão sucessos como “Ai que saudades de Amélia” (em parceria com Mário Lago), “Laranja Madura”, “Leva Meu Samba”, “Meus Tempos de Criança”, “Na Cadência do Samba” e “Pois é”. O sambista foi um dos primeiros artistas a criar sua própria editora, a ATA DISCOS, e chegou a ser eleito um dos dez homens mais elegantes do Brasil em um famoso concurso feito pelo colunista Ibrain Sued, na década de 50.
O Plenário Jorge Miguel Jayme fica na Rua Padre Couto, 10, no Centro Histórico
CASAMENTO?
E no mês das noivas, o Cine Clube Câmara Cultural apresenta filmes que têm o casamento como tema central. Sempre às segundas-feiras, o projeto irá exibir os filmes “Casamento Grego” (dia 11), de Joel Zwick; “Vestida Para Casar” (dia 18), de Anne Fletcher; e “O Casamento de Muriel” (dia 25), de P.J. Hogan. As apresentações têm entrada franca e acontecem no Plenário Jorge Miguel Jayme (Rua Padre Couto, 10, Centro), sempre às 19 horas.
Sucesso de crítica e de público, “Casamento Grego” tem como protagonista uma descendente de gregos na faixa dos 30 anos, cujo pai sonha em ver casada com um conterrâneo. Ela, por sua vez, quer algo além do casamento e convence o pai a pagar-lhe aulas de informática. Ao longo do curso, a moça conhece e se apaixona por um inglês, que se vê obrigado a mergulhar nas tradições gregas para se casar com ela.
Já “Vestida Para Casar”, conta a estória de Jane, uma mulher idealista e romântica que tem uma paixão secreta pelo chefe. No entanto, é sua irmã mais nova quem conquista o coração dele. Diante disso, Jane decide repensar sua vida, uma vez que sempre conseguiu fazer a felicidade das pessoas a sua volta, mas nunca a sua própria.
“O Casamento de Muriel”, por sua vez, tem Toni Colette no papel de uma jovem cujo maior sonho é se casar. Desprezada pelo pai e pelas amigas, ela se refugia nas músicas do Abba e em catálogos de vestidos de noiva, enquanto espera pelo seu grande dia. A nada convencional comédia australiana também se destaca pela trilha sonora, que, além de Abba, traz The Carpenters, Blondie e The Turtles.
VEM AÍ...
O Festival de Teatro das Agulhas Negras - FESTAN - vai rolar entre os dias 23 e 30 de maio. Serão apresentados 10 espetáculos gratuitos em Resende, Itatiaia, Quatis e Porto Real.
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Coisas do Vale
Cretinice ou bandidagem?
É difícil encontrar um qualificativo quando se trata de definir ações premeditadas do jornal O Globo, e de boa parte de seu quadro de dirigentes de redação, no sentido de distorcer os fatos da vida real. Sempre, é claro, protegendo seus cúmplices nas altas esferas do grande capital, e procurando difamar os que, na vida pública, se alinham com os interesses dos que vivem do trabalho e do salário.
Não. Não estamos retomando a vergonhosa e parcial cobertura dos episódios relativos a Gilmar Mendes, e o inexplicável habeas corpus a Daniel Dantas, versus a corajosa intervenção do ministro Joaquim Barbosa; ou a operação Satiagraha, conduzida pelo delegado Protógenes. Nesses episódios já ficou bastante claro de que lado se colocou o jornalão. E ficou claro, também, seu fracasso na tentativa de manipulação da opinião pública.
Estamos nos referindo à desonestidade do destaque dado na edição de sábado, 9 de maio, à noticia sobre a utilização de passagens por parte da Senadora Heloisa Helena.
Este jornalão sem vergonha, com uma história marcada pela cumplicidade com o que houve de mais grave em ataques à democracia em nosso país, resolveu fazer manchete de página com a informação de Heloisa ter utilizado sua cota de bilhetes para deslocamento, entre Maceió e Brasília, de seu filho Ian.
Reparem bem o roteiro de viagem. Não se trata de Paris, nem Havaí. Trata-se de deslocamentos do filho da senadora, entre Maceió e Brasília, sua base de trabalho como presidente do PSOL.
Mas o jornalão não opera pela lógica do fato objetivo ou da isenção em relação aos fatos. O que não é de surpreender, tendo em vista o descaramento com que atacou entidades simbólicas - OAB e ABI - na luta contra a ditadura que apoiou durante todo o tempo, marcando o Jornal Nacional como porta-voz do regime autoritário. O que não é de surpreender, tendo em vista o descaramento na omissão de qualquer notícia positiva sobre a senadora e o PSOL.
O jornalão não cita em destaque, nem estampa fotos, quando as pesquisas mantêm a senadora em excelente posição nas pesquisas presidenciais, sempre à frente de Aécio Neves ou Dilma Roussef. Pelo contrário, cita e publica as fotos dos que vêm depois dela.
Algum leitor do jornalão tomou conhecimento dos atos de mobilização promovidos pelo partido da Senadora, o PSOL, como o ato contra o ministro Gilmar Mendes, em frente ao STF, com mais de 500 presentes? Não. Mas recebeu a resposta, como sempre agressiva e oligárquica, que o ministro deu no dia seguinte, quando afirmou que juiz não deve ouvir o "qualquer um da esquina".
Os leitores do jornalão não souberam também que, na cidade onde o jornalão é editado, um comício na Cinelândia com mais de 1500 participantes se realizou, por iniciativa do PSOL e da Fundação Lauro Campos, em protesto contra as manobras do capital, com apoio do governo Lula, para transferir aos trabalhadores o ônus da crise. Um comício onde se prestou solidariedade ao delegado Protógenes pelo combate a que se entregou contra o verdadeiro crime organizado em nosso País. Mais importante para o jornalão era, naquele mesmo dia, noticiar que o senador Dornelles havia sido reeleito para a presidência de seu inexpressivo partido.
Lamentavelmente, na mesma noite, o noticiário televisivo da Bandeirante mostrava sua submissão ao concorrente, operando a notícia com a mesma desonestidade que o jornal o fizera na manhã. Enquanto o próprio Jornal Nacional se omitia sobre o fato, o jornal da Band dava destaque somente a Heloisa Helena no novo "furo de reportagem." E mentindo, quando informou ter ela se recusado a dar entrevista. A Senadora não havia sido contatada.
A Fundação Lauro Campos e o PSOL não reconhecem ao jornal o Globo e à TV Bandeirantes, porta-voz do agronegócio predador, nenhum papel de fiscal da moralidade pública. Pelo contrário. Lamenta que ambos, com a cumplicidade de alguns dirigentes das redações, repetimos, tratem a informação como mercadoria a ser comprada ou vendida. E por isso se empenham na luta constante pela transformação qualitativa de nossa sociedade, na qual o conceito de democracia se afirme não pela cretinice da "liberdade de opinião" dos donos de empresas de comunicação, mas, sim, da liberdade de opinião da cidadania como um todo, contra o poder manipulador desses proprietários de meios de comunicação.
Heloísa Helena"Tenho a minha CONSCIÊNCIA ABSOLUTAMENTE TRANQUILA pois TUDO que foi feito durante o meu HONRADO Mandato de Senadora está TOTALMENTE de acordo com a Legalidade Institucional vigente. NUNCA fiz nenhuma Ilegalidade ou Imoralidade na minha vida Pública ou Privada. Repito NUNCA!! NÃO faço parte de nenhum dos Bandos Políticos de Alagoas e Brasília que fazem orgias, políticas e sexuais, com dinheiro público roubado. NUNCA patrocinei passagens aéreas para Marginais que viajam para articular o Propinódromo da Roubalheira do Eixo Alagoas/Brasília.
5.11.2009
Roberta Sá e Pedro Luis abrem série em homenagem ao centenário de nascimento de Carmen Miranda
RIO - O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta a partir desta terça-feira (12.04) a série de espetáculos "Alô...Alô?: 100 anos de Carmen Miranda", em homenagem ao centenário de nascimento da artista. Serão quatro edições, com direção artística e musical de Luís Filipe de Lima. Na estreia, Roberta Sá e Pedro Luis interpretam sucessos da carrreira da Pequena Notável, com apresentação de Ruy Castro. Nas outras semanas, haverá shows de Eduardo Dussek, Marcos Sacramento, Verônica Ferriani, Pedro Miranda, Rita Ribeiro e Beatriz Faria. As edições serão sempre às terças-feiras. A série percorre, em quatro repertórios, canções muito conhecidas e outras menos famosas. O objetivo é mostrar ao público as diversas facetas do repertório de Carmen, desde seus primeiros anos de carreira até a projeção internacional conquistada em Hollywood e na Broadway, passando por seus maiores sucessos no Brasil, os repertórios carnavalesco e junino. Também há destaque para os compositores mais próximos da cantora em toda a sua trajetória - Ary Barroso e Assis Valente. A banda é formada por Eduardo Neves (sax e flauta), Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas), Henrique Cazes (cavaquinho) e Paulino Dias (percussão).
Confira a programação:
12.05: Roberta Sá e Pedro Luís: "A pequena notável" (apresentador: Ruy Castro)
19.05: Beatriz Faria e Marcos Sacramento: "Brazilian bombshell" (apresentador: Sérgio Cabral)
26.05: Verônica Ferriani e Pedro Miranda: "É disso que eu gosto" (apresentador: Sérgio Cabral)
02.06: Rita Ribeiro e Eduardo Dussek: "O que é que a baiana tem?" (apresentador: Ruy Castro)
'Alô...Alô: 100 anos de Carmen Miranda' - Dias 12.05, 19.05, 26.05 e 02.06 - às 12h30m e 18h30m. CCBB Rio - Rua 1º de Março, 66 - Tel: 3808-2007 - Centro. Teatro 2. R$ 6


